sábado, 20 de dezembro de 2014

Óvnis Existem

Estados Unidos, Janeiro de 1986.

Era noite,minha mãe e eu estávamos arrumando a casa quando ao olhar pela janela ela percebe bolinhas luminosas do tamanho de vaga-lumes voando no quintal.

Ela achou curioso e resolveu chamar me padrasto que também ficou curioso.

De repente nós ouvimos barulhos fortes vindos do céu, barulhos de turbinas, nós paramos por alguns minutos para olhar o céu, os barulhos ficavam mais altos até que de repente eu vejo uma nave passar rapidamente.

Foi tudo muito rápido, minha mãe e meu padrasto não viram.

Eu subi para o segundo andar e fiquei olhando pela janela, estava de noite, eram aproximadamente umas 20:30.

Minha mãe também subiu para olhar e novamente os barulhos voltaram a ser ouvidos.

Estranhas luzes apareciam no céu, até que finalmente eu consegui ver uma nave grande, n
um formato aredondado em cima e com uma espécie de flor de metal em baixo, era diferente de tudo que eu já tinha visto.

Naquele momento eu percebi que os jatos estavam tentando abater a nave, foi nesse momento que a nave desceu um pouco e ficou bem na frente da nossa casa, foi tudo muito rápido.

Do nada apareceu um jato e novamente a nave saiu em alta velocidade.

O barulho que ela fazia ao se mover era estranho, meu padrasto correu para o segundo andar e nós olhamos novamente para o céu.

Parecia uma invasão, luzes em movimentos rápidos, formas coloridas e sons altos.

Nós fomos para o quarto e ficamos trancados lá, minha mãe não parava de chorar, mas era por outro motivo, o motivo era que ela nunca havia acreditado em mim.

Eu olhei pra ela e disse: Agora você sabe, que óvnis existem.
(Deixem comentários a baixo, a opinião de vocês é muito importante para nós.)  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Pela luz dos vaga-lumes



Quando eu era menino, eu morava com minha mãe em uma casa velha na Geórgia. Era pequeno, e a maioria das partes da casa eram bastantes desgastadas, mas o preço pedido era barato e nós precisávamos de uma casa. Não foi tão ruim, apesar; o lugar tinha um belo e grande quintal e vários hectares de floresta por trás dele.

Em um dia particularmente quente de verão, eu estava sentado brincando com o meu cão, Marley, enquanto minha mãe saía para o trabalho e discutia as diretrizes usuais para a babá.

"Eu vou estar de volta por volta das onze," Eu me lembro dela dizendo. "Certifique-se de que ele esteja na cama ás dez." A babá acenou e sorriu enquanto minha mãe falava adeus para mim e fechou a porta. Agora era só eu, Marley, e a babá da rua de baixo.

"Eu estou indo para fazer algumas tarefas", disse a babá, na qual eu acenei com a cabeça sem olhar para cima. Acho que aqui é onde eu deveria falar que a babá era uma cuzona. Depois que minha mãe saía para trabalhar, ela educadamente se desculpava e saia da casa, voltando a tempo apenas para receber seu salário. Eu nunca reclamei, no entanto. Eu nunca tive medo de ficar sozinho, e que criança não gosta de não ter regras?

Passei a maior parte do dia jogando Gameboy e perseguindo Marley ao redor da casa. Quando o sol caiu, chegou a hora da minha atividade favorita de verão: pegar vaga-lumes. Eu não posso te dizer o por que, mas eu estava tão fascinado por vaga-lumes e gostava de mantê-los como animais de estimação.

Peguei um velho frasco de pedreiro embaixo da pia e sai pela porta de tela estridente até a varanda dos fundos, Marley me seguiu. Eu fui recebido pelo som esmagador de insetos zumbindo em todo o quintal. Desci os degraus de madeira do deck e começei minha busca pelos vaga-lumes. Eu procurei pelas luzes fracas brilhantes pelo que pareciam horas, baralhando através da grama no ar quente da noite.

De repente, eu vi: o maior vaga-lume que eu já tinha visto, piscando ao redor da antiga cerca de arame enferrujado na parte trás. Com o frasco na mão, eu fui atrás dele, Marley latindo atrás de mim. Eu finalmente cheguei na cerca aonde o vaga-lume começou a recuar para a floresta. Eu não pretendia voltar de mãos vazias, então eu pulei a cerca com um pouco de dificuldade e fui para a floresta.

Marley lamentava, do outro lado, enquanto eu passava pelos troncos velhos cobertos de musgo, folhas eram esmagadas pelos meus pés enquanto, seguia a luz amarela brilhante.

O bosque parecia que eu tinha entrado em outro mundo. As árvores eram extremamente altas e as folhas no topo impediam a luz do luar de entrar.

Quando comecei a pensar que tinha ido longe demais, eu olhei para trás para encontrar as brilhantes luzes da varanda da minha casa, mas eu não podia ver qualquer vestígio delas; Eu tinha sido engolido pelo bosque. Eu não podia mais ouvir os zumbidos dos insetos; estava tudo em silêncio agora. Eu olhei para a frente novamente para encontrar o vaga-lume se aproximando. Eu precisava pegá-lo agora, para usar como fonte de luz para voltar.

Eu tentei apanha-lo no ar. Assustado, o vaga-lume começou a voar para cima, piscando a luz amarela. Ele continuou indo até ficar fora do meu alcance e eu o segui com os meus olhos. Ele se afastou das madeiras altas, e de repente eu vi ... Eu vi tudo.

Corpos

Centenas de corpos retorcidos: homens e mulheres, meninos e meninas, amarrados como marionetes nas filiais, iluminados apenas pela luz do vaga-lume.

Eu não podia me mover, estava paralisado pelo medo. Eu podia ouvir tudo: o ranger das cordas, o gemido das árvores antigas, e as pegadas se aproximando.

Eu me escondi atrás de uma árvore, tentando acalmar minha respiração ofegante. Eu tinha ido longe demais, pensei, e agora eu estava indo viver como um boneco. Eu não sabia o que fazer, se eu fugia ou se eu esperava, mas os passos estavam se aproximando. Ele sabe que eu estou aqui, eu pensei. Não havia nenhuma maneira dele não ter me ouvido.

Reunindo toda a minha coragem, eu peguei impulso da árvore e corri para a direção que eu tinha vindo, batendo nas folhas enquanto corria. Eu podia ouvi-lo me perseguindo, seus pés batendo na terra sincronizados com os meus. Eu corri o mais rápido do que já tinha corrido na minha vida. Eu não conseguia parar as lágrimas de escorrerem enquanto o vento batia no meu rosto. Eu não tinha dito "Adeus" a minha mãe quando ela saiu.

Como eu esperava, as luzes da varanda dos fundos estavam brilhando no escuro na minha frente. Eu podia ouvir o Marley latir, e eu sabia que logo iria chegar na cerca enferrujada. Me lembro de pensar que escalar a cerca iria me atrasar, mas era o único caminho. O tremor de terra foi se aproximando, e a ponta do meu sapato pegou em uma raiz e eu escorreguei, caindo de barriga.

Eu apalpei minhas costas e começei a chutar para longe a raiz enquanto os passos se aproximavam. Segurei meu frasco e joguei o mais forte na madeira preta. Eu ouvi um barulho e fiquei de pé.

Eu cheguei no muro e saltei para o meu quintal. Eu gritei para o meu cão, e nós dois corremos para dentro, fechando a porta à medida em que corriamos. Eu corri para o meu quarto no andar de cima e levei Marley comigo, trancando a porta e empurrando uma cadeira contra ela. Eu desmaiei na minha cama com as luzes acesas, minha mente estava agitada. Eu olhei para o relógio."10:33". Um alívio tomou conta de mim. Eu estava seguro agora, e minha mãe estaria em logo em casa.

Talvez era a adrenalina saindo do meu corpo, pois de repente estava muito cansado. Eu não queria dormir, mas eu não podia resistir. Eu desmaiei na minha cama com as luzes acesas e Marley ao meu lado.

Acordei de repente no meio da noite e me deparei com o quarto escuro. O lençol estava sobre mim, então eu tinha adivinhado que mãe tinha chegado e tinha me checado. Eu estava suando sob o o conforto do lençol quente e me virei pro outro lado.

E foi aí que eu vi. Um rosto, a centímetros do meu próprio, com uma pele pálida esticada sobre seu crânio. Era alta, magra e corcunda e estava inclinado sobre minha cama. Seus olhos sem pálpebras me observavam, me estudando. Eu queria desviar a visão dele, mas eu não podia me mover. De repente, tudo mudou.

Acordei ofegante. As luzes estavam acesas no meu quarto, e a cadeira ainda estava contra a porta. Marley levantou a cabeça e olhou para mim. Meus olhos se desviaram para o relógio que marcava 10:46. Eu ouvi a campainha tocar, e eu corri lá embaixo para a porta da frente, abrindo-a e caindo nos braços da minha mãe, chorando.

E agora aqui estou eu, 10 anos depois desse dia, em um hall de entrada cheia de gente, porque eu não aguento ficar sozinho. Lembro-me da minha mãe entrando na floresta no dia seguinte contra a minha vontade, só voltando dizendo que ela não viu nada. Meu cérebro estava brincando comigo, na calada da noite, ela disse. Eu não acreditei e ainda não acredito.

Não há uma noite em que passe sem que eu pense que irei ver aquela figura novamente, mas dessa vez não será um pesadelo.

O que mais me assusta é o pensamento de que naquela noite quente de verão, há dez anos, eu fui o único que escapou...

Animais não devem ser presos.

Alíce Atráves do espelho quebrado (parte 2)

Após sua consulta com Dr. Bumby, Alíce ficou encarregada de pegar um remédio em uma fármacia próxima. A medida em que ela passava pelas ruas sujas de Londres, Alíce avistou um grupo de crianças vestidas com ternos e vestidos que mal cabiam nelas, mas uma criança em particular chamou sua atenção. Uma garota loira com vestido rosa estava batendo sua cabeça lentamente em uma parede e Alíce se aproximou.

“Você está bem?” Alíce perguntou para garota, mas n houve resposta, ela a cutucou, mas a garota continuva sem responder. Alíce já estava indo embora quando a garota falou algo.

“O trem está vindo com seus vagões brilhantes. Com assentos confortáveis e rodas de estrelas. Então acalmem-se meus pequenos e não temam. O homem da lua é o maquinista”. A garota falou antes de ficar em silêncio outra vez.

Alíce não entendeu o que agora acabara de escutar e decidiu seguir seu caminho até a fármacia. A medida em que ela atravessava as ruas de Londres ela via comerciantes e prostitutas, mas algo chamou a sua atenção era uma gata branca que pulou em sua frente.

“Ohh que bonitinha...gatinha,gatinha,gatinha não tenha medo.” Alice falou enquanto se preparava para acariciar o animal, entretando a gata fugiu.

“Espere! Não vou te machucar.”  Alíce falava enquanto tentava acompanhar a gata. Ela a seguiu até um beco sem saída.

“Ir atrás de animais brancos está virando habito para mim.” A cidade estava estranhamente silenciosa para aquela hora. Alice tocou sua cabeça, pois uma grande dor de cabeça havia começado.

Ela estava começando a ficar tonta e ao decorrer que as coisas giravam ao seu redor ela podia jurar que vários homens com roupas pretas com os rostos em formatos de Jabberwork estavão se aproximando lentamente, até que ela sentiu uma mão a virar rapidamente.

No mesmo instânte as visões se dissiparam e ela avistou uma pequena senhora nariguda e com roupas da época.

“Por Deus...Alice Liddel! Que surpresa encontrar você por aqui.”A velha falou e a expressão no rosto de Alíce era de amargura.

“Enfermeira Pris, que SORTE a minha lhe encontrar duas vezes ao mês” Alíce falava como estivesse metida em uma confusão.

“Sorte nada querida,ohh... você está pálida está se sentindo bem?” Pris falou com um sorriso como tivesses acabado de ganhar na loteria.

“Estou e já vou indo, adeus” Alice falou na tentativa de fugir da velha enfermeira. Mas Pris agarrou o braço de Alíce e falou

“Venha para o meu apartamento está começando a chuviscar.”

Sem outra opcão e o rosto com expressão de que algo ruim viria a seguir Alíce aceitou a oferta.

As duas subiram para o apartamento de Pris, o apartamento era velho possuia uma cama mal cuidada e duas janelas, além disto estava cheirando a álcool, garrafas de cerveja estavam espahadas pelo chão assim como vários livros de tortura e execuções dos tempos antigos

Pris abria uma das janelas enquanto resmungava

“Ainda confusa, não estou surpresa. Sua pele foi queimada diante de seus olhos. Dez longos anos no asilo só foi perda de tempo para você e o Doutor Bumby que o diga... quem lhe arranjou roupas? Quem lhe arranjou aonde morar? Eu mereço consideração. Eu lhe ajudei enquanto a sua babá vendia a parte de trás e o advogado de sua família roubava parte da herança e seu coelho de pelúcia idiota... além de tudo isso fui eu que guardei seu segredo...”

“Sra. Pris, você está querendo que eu volte ao asilo? Algum motivo para não me deixar em paz?” Alíce perguntava impaciente.

“Estou com sede pegue uma garrafa para mim...” Pris falava com uma voz mais demôniaca.

Alíce pegou a garrafa e se aproximou de Pris.

“Aqui está a maldita garrafa”Alíce extendia a mão com a garrafa.

“Eu preciso de um gole...” A voz de Pris estava totalmente diferente assim como sua aparência, ela havia se transformado em mini-Jabberwork e avança em Alíce.

Desesperada e em pânico Alíce a empurra da janela. Em choque Alice vai conferira janela.

Várias pessoas estavam ao redor do corpo de Pris, e uma voz ecou lá de baixo 

“Alíce Liddel! Parada!” Um polícial estava apontando o dedo para ela e e se preparava para entrar no apartamento

Alíce estava paralisada, acabara de matar álguem ela estava imóvel até ver um gato esquelético com pelo cinza e olhos amarelos que a encarava na outra janela. Sem mesmo perceber o polícial arromba a porta. 

“Alíce! Você está presa! Se renda!” O polícial estava andando até ela.

Mas antes dele a chegar até ela, Alíce pula na janela aonde o gato estava. Ela havia caido em cima do telhado de um pequeno prédio do lado que havia um ponte pequena que ligava á outro telhado e o polícial foi atrás dela.

Alíce correu até a ponte, mas quando ela chegou no meio a ponte quebrou e ela caiu no telhado de uma casa. No instânte em que ela caiu no telhado da casa ela havia se encontrado em um ambiente com uma luz azul clara e vários relógios como camas estavam passando sobre ela, mas de repente a luz se tornou vemelha e ela sentiu uma queimação no corpo e um som de trêm foi ouvido uma grande luz cegou Alíce temporariamente.

Quando ela abriu os olhos ela percebeu que sua roupa havia mudado para sua antiga e roupa, seu cabelo estava maior e estava em uma linda floresta com um rio e uma estátua gigante dela chorando.

“Ao menos estou em um lugar famíliar” Falou com um certo alívio.

A medida em que ela foi andando pela floresta ela ouviu uma voz familiar ecoar pela floresta.

“Você é metade sapo, Alíce, eu juro! Você pula muito bem” A voz era de sua irmã Lizzie, quando Alíce pulava por ai.

Alíce continuou seu caminho até ver um lago roxo com uma garrafa gigante derramando o líquido.

Ela passou a mão no líquido e começou a encolher rapidamente.

“Isso não é bom estou muito pequena... como posso continuar com esse tamanho?” Alíce pensava em um jeito de aumentar de tamanho outra vez. Até que ela soltou um soluço e voltou ao tamanho normal.

Alíce continou seu caminho até ouvir uma voz extremamente familiar.

“Ahhh Alíce, o que foi que você fez?” Um gato esquelético com pêlo cinza e um sorriso que lembrava ao de um mâniaco estava do seu lado.

Gato maldito! Não encha meu saco, não estou com humor para você no momento” Alíce falava enquanto o encarava com cara fei.

“Perrrrrfeito, quando você está de bom humor o espaço fica muito cheio” O Gato falava com um tom de debochamento.

“Você não ajuda mesmo” Alíce falou impaciente

“Mas você sabe que posso, vejo que tomou a poção de encolhimento. Lembre-se se você soluçar ficará menor novamente.” Gato falou sem tirar aquele sorriso do rosto

“Obrigada por dizer algo obvío, agora se manda” Alíce falou cada vez mais impaciente

“Há um presente para você mais adiante sugiro pegue.” O Gato falou antes de desaparecer.

Alíce seguiu em frente até que encontrou um riacho que estava com água cor de sangue e cheirava a sangue, ela seguiu a nascente e encontrou um esqueleto em forma de dragão com uma faca cravada no crânio.

“A lâmina Vorpal lhe será util” O Gato surgiu na sua frente e a faca levitou até as mãos de Alíce

“Eu não voltei parar procurar lutar” Alíce falava enquanto passava os dedos na lâmina.

“É uma pena, pois ela certamente está procurando por você” O Gato falou antes de desaperecer novamente.

Sem lhe restar escolhas, Alíce passa por um estreito de árvores secas na frente.




Hoje á noite saí uma creepypasta direta do forno



domingo, 14 de dezembro de 2014

SCP-999 "O monstro das cócegas"

Item #: SCP-999

Classe do Objeto: Safe

Procedimentos de contenção especiais: SCP-999 é permitido andar livremente pela instalação caso ele queira, mas caso contrário ele deve permanecer em sua caneta. O sujeito não é permitido ficar fora da sua caneta à noite ou fora dos terrenos da instalação em qualquer momento. A caneta deve ser mantida limpa e a comida substituída duas vezes por dia. Todos os funcionários são permitidos dentro da área de contenção do SCP-999, mas somente se eles não estão atribuídos a outras tarefas no momento, ou se eles estão de férias. É para brincar com o sujeito quando entediado e deve-se conversar em um tom calmo, não ameaçador.

Descrição: SCP-999 parece ser uma grande massa amorfa, e gelatinosa translúcida de lodo laranja, pesando cerca de 54 kg (120 libras) com uma consistência semelhante à da manteiga de amendoim. Tamanho e a forma do sujeito mudam constantemente, embora a maior parte do tempo, a sua forma seja do tamanho de um grande pufe. A composição do SCP-999 é baseada no petróleo, mas consiste de uma substância desconhecida para a ciência moderna. Além de uma membrana fina e transparente em torno da massa laranja, o sujeito parece não ter outros órgãos para falar.

O temperamento do sujeito é melhor descrito como brincalhão e parecido com os cachorros: quando aproximado, SCP-999 irá reagir com uma euforia esmagadora, deslizando sobre a pessoa mais próxima e pulando em cima dela ", abraçando-a" com um par de pseudopods enquanto acaricia o rosto da pessoa com uma terceira pseudopod, o tempo todo emitindo um som agudo borbulhante e arrulhos. A superfície do SCP-999 emite um odor agradável que difere com quem ele está interagindo. Os aromas registrados incluem chocolate, roupa fresca, bacon, rosas, e Play-Doh ™.

Um simples toque na superfície do SCP-999 provoca uma euforia imediata, o que intensifica o tempo em que o indivíduo fica exposto ao SCP-999, e que dura muito tempo após a separação com a criatura. A atividade favorita do sujeito é provocar cócegas, muitas vezes envolvendo completamente o pescoço para baixo e fazendo cócegas até que seja pedido que pare (apesar de não obedecer o pedido ás vezes).

Além de seu comportamento brincalhão, SCP-999 parece amar todos os animais (especialmente os seres humanos), recusando-se a comer qualquer tipo de carne e até mesmo arriscando a sua própria vida para salvar a dos outros, mesmo que envolva pular na frente de uma pessoa a tomar um tiro por ela (o intelecto do sujeito ainda está em debate: embora o seu comportamento seja infantil, ele parece entender a fala humana e tecnologia moderna, incluindo armas).. A dieta da criatura consiste inteiramente de doces e guloseimas, como M & M ™ e wafers da Necco ™ como sendo seus favoritos. Os seus métodos de alimentação são semelhantes aos de uma ameba.

Adendo SCP-999-A: O que se segue é um relatório de um experimento no qual SCP-999 está exposto ao SCP-682 na esperança de que ele irá conter a raiva omnicida da criatura.

SCP-999 é liberado na área de contenção do SCP-682. SCP-999 imediatamente desliza em direção SCP-682.

999: (exultantes borbulhas)

682: (gemidos incompreensíveis e rosnando) O que é isso?

SCP-999 move-se para frente do SCP-682, pulando para cima e para baixo de forma canina, enquanto emite um ruído alto de alta-frequência.

682: (gemidos) Nojento ...

SCP-682 imediatamente pisa no SCP-999, achatando-o completamente SCP-999. Os observadores estavam prestes a abortar o experimento quando SCP-682 começou a falar novamente.

682: (grunhidos) Hmmm? (incompreensível) o que é isso ... (baixo nível de ruído, semelhante a de uma pequena risada) Eu sinto tudo ... formigando na barriga...

SCP-999 pode ser visto subindo por entre os dedos do SCP-682, até o pescoço, onde ele se prende e começa acariciar delicadamente com sua pseudopod. Um largo sorriso se espalha lentamente pelo rosto do SCP-682.

682: (rindo profundamente) eu me sinto ... tão ... feliz. Feliz ... (risos) ... feliz feliz ...

SCP-682 repete a palavra "feliz" por vários minutos, rindo ocasionalmente antes de ficar gargalhando sem parar. Enquanto o riso continua, SCP-682 rola batendo com a cauda em uma força perigosa

682: (berrando com sorriso) Pare! Sem cócegas! (continua rindo)

SCP-682 e SCP-999 continuam com a "luta de cócegas" até que o SCP-682 finalmente se cansa e parece adormecer com o que parece ser um sorriso em seu rosto. Depois de 15 minutos sem atividade, dois Classes-D entram na sala para recuperar o SCP-999. Quando o SCP-999 é removido, SCP-682 imediatamente acorda e desencadeia uma onda não identificável de energia a partir de seu corpo, o tempo todo rindo maniacamente.

Todas as pessoas dentro do alcance da onda entram em ataques paralisantes de risos, permitindo que o SCP-682 escape e mate tudo em seu caminho. Enquanto isso, o SCP-999 resgata rapidamente todas as pessoas que conseuge e leva-os a um lugar seguro para se recuperarem da "onda de riso" do SCP-682, enquanto agentes de repressão e tentam reconter o SCP-682.

Apesar da tragédia que o SCP-682 trouxe para a instalação, SCP-999 não demonstrou qualquer medo para a criatura e de fato fez gestos sugerindo que quer "brincar" com SCP-682 novamente. SCP-682, no entanto, afirmou: "Esse muco pequeno de sujeira de ranho pode [DATA EXPURGADO] e morrer."

Memo do Dr. ████: "Enquanto o teste foi mal sucedido e terminou em tragédia, isto foi a coisa mais engraçada que eu já vi. Eu nunca pensei que veria o dia em que eu consideraria o SCP-682 como "fofo". Por favor me envie uma cópia das fitas de segurança o mais rápido possível. "

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

SCP-500 "Panacea"

Item #: SCP-500

Classe de Objeto: Safe

Procedimentos de contenção especiais: SCP-500 deve ser armazenado em local fresco e seco, longe de luzes. O acesso para o SCP-500 só é permitido por agentes com uma habilitação nível 4 de segurança para evitar uso indevido.

File:500ls.jpg
SCP-500
Descrição: SCP-500 é uma pequena pílula, em que no momento desta escrita contém quarenta e sete comprimidos vermelhos. Um comprimido, quando tomado por via oral, cura eficazmente todas as doenças do sujeito dentro de duas horas, o tempo exato, depende da gravidade e da condição do sujeito. Apesar de testes extensos, todas as tentativas de fabricação do que é pensado ser os componentes ativos das pílulas têm sido infrutíferos.

Nota do Dr. Klein:

Agentes SCPs inferiores ao nível 3 estão agora proibidos de manusear o SCP-500. Isto não é para ser utilizado para curar uma ressaca. Contraia AIDS e então peça permissão.

Pedido 500-1774-k
Dr. [500-0022F] solicitou uma (1) pílula do SCP-500 para o teste com SCP-038. Pedido foi aprovado.

Pedido 500-1862-b
Dr. Gear solicitou um (1) comprimido do SCP-500 para o teste com SCP-914. Pedido foi aprovado.

Pedido 500-2354-f
Dr. █████████ solicitou uma (1) pílula SCP-500 para o teste com SCP-253. Pedido negado.

Pedido 500-5667-e
Dr. Gibbons solicitou dois (2) comprimidos de SCP-500 para seu kit médico pessoal. Pedido negado.

Adendo 500-1: Dois (2) comprimidos foram autorizados para uso com SCP-008. Com o resultado da realização sobre uma série de testes com Classes-D infectados com o SCP-008. Foi determinado que mesmo nos estágios mais avançados da doença uma pílula irá realizar a recuperação total. Número de pílulas é cinquenta e sete (57), no momento deste adendo. - Dr. [500-0021D]

Adendo 500-2: Uma (1) pílula foi autorizada para o uso com SCP-409. SCP-500 foi testado no Objeto 409-D5 que foi exposto aos efeitos do SCP-409. A recuperação foi completa. Veja "Adendo 409-1". Número de pílulas é cinquenta e seis (56), no momento deste adendo. - Dr. [500-0021D]

Adendo 500-4: Pedido 500-1774-k aprovado. Cinco (5) pílulas forma utilizadas no experimento com SCP-038. Foi determinado que o SCP-038 é capaz de duplicar o SCP-500; No entanto, o sucesso dos comprimidos clonados são limitados. Os comprimidos duplicados são apenas eficazes na cura de 30% do tempo do sujeito, e com a possibilidade de cura bem sucedida menor a cada vez que é clonado. Em 60% dos casos em que a infecção é permanente, os sintomas da infecção permanecem, embora a infestação tenha sido neutralizada. A dosagem repetida com os comprimidos clonados é recomendada para todas as pessoas que sofrem de doenças incuráveis, já que o fornecimento do SCP-500 continua extremamente limitado. Todas as cinco amostras (5) utilizadas foram devolvidas. Número de pílulas é cinquenta e seis (56), no momento deste adendo.

Adendo 500-5: Durante experimentos com o SCP-038, uma (1) pílula foi roubada pelo Classe-D██████ para, supostamente, "curar uma ressaca". Controles mais estritos para as amostras do SCP-500 foram sugeridas. Classe-D ██████ foi encerrado. Número de pílulas é de cinquenta e cinco (55), no momento deste adendo.

Adendo 500-6: Uma (1) pílula foi usado com o SCP-231-4. Número de pílulas é cinquenta e quatro (54), no momento deste adendo.

Adendo 500-7: Um (1) comprimido foi usado para a Experiência 447-a. Número de pílulas é cinqüenta e três (53), no momento deste adendo.

Adendo 500-8: Um a(1) pílula foi usada com o SCP-208. Número de comprimidos é de cinquenta e dois (52), no momento deste adendo.

Adendo 500-9: Pedido 500-1862-b aprovado. Uma (1) pílula do SCP-500 foi colocada dentro do SCP-914 com a configuração "Fine". O resultado foi um objeto que foi classificado como SCP-427. Número de pílulas é cinquenta e um (51), no momento deste adendo.

Adendo 500-10: Cinco (5) comprimidos foram usados para o Projeto Olympia, mas apenas dois (2) foram utilizados. Os restantes serão devolvidos em breve. Ao retornar, o número de comprimidos serão de quarenta e nove (49).

Adendo 500-11: Dois (2) comprimidos foram utilizados para o experimento 217-█████-█████. Número de pílulas é de quarenta e sete (47), no momento deste adendo.

Adendo 500-12: Pedido de ter o SCP-500 investigado por compulsão mental conduzido pela fixação obsessiva, foi negado pela trivialidade.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

7 Origens Sinistras das poesias infantis


1- Lucky Locket

Lucy Locket lost her pocket
.
And Kitty Fisher found it.
Not a penny was there in it,

Only a ribbon around it.



Origem

Tanto Lucy e Kitty eram pessoas reais, de volta ao século 18. Lucy Locket era uma garçonete e em pouco tempo era prostituta. Quando um de seus amantes ricos (o 'pocket') perdeu todo o seu dinheiro, ela o largou, apenas para descobrir mais tarde que sua rival, Kitty Fisher, tinha ficado com ele, apesar de sua pobreza ('não tinha um centavo "). A disputa entre as duas senhoras era conhecida na época, como Kitty insultava Lucy por deixar seu amante. Kitty alegou que ela havia encontrado uma fita em volta dele - uma zombaria com Lucy, já que prostitutas naquele tempo mantinham seu dinheiro amarrado ao redor da coxa com uma fita.



2- Three Blind Mice

Three blind mice. Three blind mice.Oh!
See how they run. See how they run.Oh!
They all ran after the farmer's wife,Oh!
Who cut off their tails with a carving knife,Oh!
Did you ever see such a sight in your life,Oh! Just see...

As three blind mice?[2]

Origem

“Three Blind Mice” é supostamente, mais uma ode ao reinado de Maria I, com o trio em questão acreditado serem os bispos protestantes Hugh Latimer, Nicholas Radley, e o arcebispo de Canterbury, Thomas Cranmer, que (sem sucesso) conspiraram para derrubar a rainha e foram queimados na fogueira por heresia. Críticos sugerem que a cegueira no título refere-se às suas crenças religiosas.

3- Mary, Mary, Quite Contrary

Mistress Mary, Quite contrary,
How does your garden grow?
With Silver Bells, And Cockle Shells,
And pretty maids all in a row

Origem

"Contrary" é uma maneira de descrever um psicopata assassino. Esta rima, que se lê como uma solicitação para o conselho de jardinagem, é na verdade uma recontagem da natureza homicida da rainha Maria I da Inglaterra, conhecida como Bloody Mary. O jardim, na verdade, refere-se aos cemitérios cheios de protestantes mortos. "Silver Bells" referem-se a um dispositivo que esmaga o polegar e os "Cockle Shells" foram instrumentos de tortura ligados aos órgãos genitais. "Maid" é o outro nome da guilhotina usada para decapitar as pessoas.

4- Peter, Peter, Pumpkin Eater

Peter, Peter, pumpkin-eater,
Had a wife and couldn't keep her;
He put her in a pumpkin shell,

And there he kept her very well

Origem

A esposa de Peter era dita ser uma prostituta. A fim de manter sua esposa, ele não apenas a escondeu, como a matou e depois escondeu o corpo dentro de uma abóbora. A rima tem suas raízes na América, que também alerta as mulheres sobre a infidelidade.

5-Jack and Jill

Jack and Jill went up the hill,
To fetch a pail of water.
Jack fell down and broke his crown;
And Jill came tumbling after.

Origem

Jack é o rei Luís XVI e Jill foi a rainha Marie Antoinette que ambos foram decapitados. Só que o rei foi decapitado ou "broke his crown" antes da rainha. Outras histórias dizem que é cerca de dois amantes que vão para o morro para fazer amor ("pail of water" é uma expressão idiomática para o sexo). Jack foi morto com uma pedra que caiu em sua cabeça que aconteceu antes de Jill dar à luz. Enquanto isso, Jill morreu no parto.


6- Ring Around the Rosey

Ring-a-round the rosie,
A pocket full of posies,
Ashes! Ashes!

We all fall down.

Origem

Trata-se da peste bubônica com erupções em forma de anel vermelho rosado que aconteceu em Londres no de 1665. A poesia se refere as ervas dentro dos bolsos dos doentes. E quando elas morrem, elas são cremadas. "Ashes! Ashes"



7- Oranges and Lemons

Oranges and lemons

Say the bells of St Clemens,

You owe me five farthings

Say the bells of St Martins,

When will you pay me?

Say the bells of Old Bailey,

When I grow rich

Say the bells of Shoreditch,

When will that be?

Say the bells of Stepney,

I do not know

Says the great bell of Bow,



Here comes a candle to light you to bed

And here comes a chopper

To chop off your head!

Chip, chop, chip, chop

The last one is dead!



Origem

A segunda parte desta rima é uma pista para o fim da primeira parte - o coitado acaba morto! Os sinos pertencem a igrejas famosas em Londres; é possível que estas eram as igrejas aonde os homens condenados eram executados.






quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SCP-1959 "O Cosmonauta perdido"

Item #: SCP-1959

Classe de Objeto: Euclid

Procedimentos de contenção especiais: Enquanto este documento é escrito, SCP-1959 ainda está para ser contido. Todos os observatórios dentro de 50 ° ao Norte e 73,2 ° ao sul do equador devem ser colocados dentro da lista de observação da Fundação e amnésicos devem ser admnistrados para todas testemunhas. No caso de ser capturado, uma unidade especializada de contenção foi posta ao lado do Site ██.

1959.jpeg
Fotografia tirada do SCP-1959 em ██/██/2010
Descrição: SCP-1959 é um traje espacial branco não marcado, similar ao modelo Soviético "SK-1" usada no Programa Vostok com poucas alterações. O traje em si parece ser indestrutível. O visor do capacete esta bastante danificado e embaciado, impedindo qualquer observação de seu interior. Até agora, todas as tentativas de se comunicar com o SCP-1959 falharam. O objeto é também conhecido por emitir quantidades consideráveis de radiação gama.

SCP-1959 parece orbitar continuamente em torno da Terra a uma velocidade razoavelmente constante. A posição do sujeito pode variar entre a órbita baixa e a alta da Terra em qualquer momento. SCP-1959 irá se chocar a qualquer objeto que encontra, causando danos estruturais graves

Enquanto o sujeito é capaz de fazer movimentos independentes, ele permanece imóvel na maior parte do tempo. Na ocasião, em que se move, sua linguagem corporal mostra sinais de angústia extrema e, às vezes, irá tentar quebrar a sua viseira. Há casos registrados onde SCP-1959 pairou no local por um certo período de tempo antes de se deslocar novamente. De acordo com as observações feitas a tais eventos, o assunto parece estar resistindo a uma força invisível antes de ser puxado para fora.

Adendo-01: SCP-1959 foi observado primeiramente flutuando na órbita terrestre baixa pela tripulação a bordo no [REDIGIDO] em ██ / ██ / 1971. A observação durou três horas antes dos membros da tripulação o perderem de vista.

Adendo-02: "Depois de algumas pesquisas sobre os programas espaciais soviéticos e arquivos desclassificados, temos uma forte razão para suspeitar que SCP-1959 é Aleksei ████████, Andrei ██████, ou Sergei █ ███████. Mais pesquisas são necessárias para determinar totalmente a identidade do SCP-1959. "-Dr. ███████



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Alice através do espelho quebrado (Parte 1)

Após suas aventuras em "Alíce no Páis das Maravilhas" e "Alíce atráves do espelho e o que ela encontrou lá". Alice testemunhou aos 7 anos de idade á morte de seus pais e de sua irmã (Lizzie) em um incêndio que destruiu totalmente sua casa. Afetada pela culpa de sobrêviver, sua mente começa á entrar em ruínas e começa a perder a realidade das coisas, foi mandada para o Asilo Rutledge no dia 4 de agosto, de 1884. Por sua insanidade e catatonia.

Ela passou 10 anos dentro do asilo, recebendo “tratamentos e remédios” ( ao menos era o que os médicos diziam) por conta disso sua aparência foi modificada, seus lindos cabelos louros se tornaram negros e ela ganhou um aspecto que estava sempre cansada. Exatamente no dia 4 de agosto, de 1894, Alice recebeu alta, após vencer contra parte de sua loucura e vive no “Orfanato, para crianças instáveis”.

“Acorde! Já esta na hora.” – Uma voz irritante ecou nos ouvidos de Alice naquela manhã.

“Tá,tá...eu já acordei, não precisa gritar” – Alice acorda segurando a cabeça como tivesse acabado de receber uma martelada na cabeça.

Na porta do quarto de Alice, estava uma garota baixa, com tranças em seus cabelos castanhos e uma roupa rosa suja.

“Erk! Você não lava sua roupa?! Que porca...”

A garota mangou das vestes de Alice. Apesar da maldade, infelizmente estava correta, ela só vestia uma roupa listrada preta e branca mal cuidada e que fazia no mínimo 3 semanas que não era lavada.

“De qualquer forma, está na hora de seu tratamento com o Dr.Bumby, vai logo.”

Dr. Angus Bumby, é um homem de boa aparência com um covanhaque e sempre vestia uma jaqueta marrom clara, ele faz hipnose nas crianças que tiveram um passado trágico afim de fazer elas esquecerem desses acontecimentos.

“Toc,Toc!” –Alice bateu na porta do consultório de Bumby.

“Pode entrar!”

Alice entrou no consultório e avistou Bumby, sentado na mesa esperando a sua chegada.

“Muito bem, minha querida... deite-se está na hora do tratamento” A voz de Bumby era calma e confiante.

Alice se deitou no sofá e Angus tirou uma chave no formato quimico de Vênus e colocou na sua frenta e começou a hipnose. Alice parecia que estava distante...

“Vamos lá, Alice. É apenas um sonho.”

“Não é um sonho... é uma mémoria que me deixa doente”

“Agora,foco! Espere, você está flutuando novamente. Como uma pena, um sinal? Relaxe...”

Alice se via em uma arena pegando fogo com vários cavaleiros brigando entre si, e no fundo a Rainha de Copas estava sentada em um trono, só que totalmente desfigurada.

“Fogo! Estou no inferno” Alice falou como se estivesse prestes a morrer

“Esqueça! Abandone está mémoria! Ela é improdutiva.Vá para o País das Maravilhas.” –Falou Bumby como se não estivesse surpreso.

“E-Eu não posso...estou presa no meu passado.”

Alice estava vendo sua casa pegando fogo e seus pais lutando para sair.

“Não, Alice. Descarte este delírio. Esqueça-o. Vá para o País das Maravilhas.”

“Eu prefiro não, doutor. Meu País está em ruinas, está morto para mim.” Alice afirmou com uma voz chorosa.

“Suas preferências não significam nada, garota. Agora, Alice onde você está?” – Bumby falou com uma voz mais agressiva e mais violenta.

“Estou navegando, com um amigo. As coisas mudaram”

Alice se via navegando com seu velho amigo e companheiro o Coelho Branco, eles estavam tomando chá.

“Mudança é bom, é o primeiro passo para esquecer.” Bumby afirmou como estivesse satisfeito

No entanto,o Coelho começa a chacoalhar a cabeça rapidamente.

“O que está acontecendo? Você está louco?” Alice falou com um tom de preoucupação.

“Eu não estou louco” Afirmou Bumby, confuso.

“Coelho...?”  A voz de Alice estava ficando cada vez mais apreensiva.

“Isto não está certo! O que ele está fazendo?”  Bumby perguntou ancioso.

“M-m-mais sangue?” Perguntou o Coelho antes de sua cabeça explodir revelando um liquido preto asqueroso.

“Não, isso não!” Alice parecia que estava em pânico.

“Não lute, Alice! Deixe que o novo País das Maravilhas se materialize.” – Bumby falou como estivesse fazendo progresso.

O ambiente em que Alice estava era totalmente transformado, o rio em que ela estava navegando se tornou negro e, várias cabeças de bonecas emergiram, braços em carne viva começaram a despedaçar o barquinho em que Alice se encontrava e céu ficou avermelhado.

“Poluição! Corrupção...está me matando! Meu País está destuído e minha mente em ruínas!” Alice falava enquanto caia na água e era ferida pelos braços.

“Esqueça, Alice! Guarde este sonho, e acorde com o som”

Um som de relógio despertou Alice daquele pesadelo.



sábado, 29 de novembro de 2014

A porta #2

O que divide o tão clamado Céu da Terra, senão o glorificado véu tulpa? - Marcaz

O maior problema dos seres humanos é que eles esperam por soluções mirabolantes e imediatas, porém, essas soluções apenas existem no mundo astral (se estralar os dedos para criar uma explosão for valido). Mas no astral, você está sonhando... Ou será que não? Bem, deixemos dessa forma por enquanto. Primeiro quero deixar claro que não sou dono da verdade. E nem mesmo seremos com um doutorado em qualquer área! E sua religião não irá lhe tornar alguém melhor!
                

Essas afirmações são clichês? São! Mas por um motivo evidente. No último post: ‘’A porta’’, apresentei uma visualização ínfima. Nada muito meticuloso ou realmente interessante. Afinal, essa foi a intenção. Para deixar claro: Não quero cativar os leitores! Mas, em contrapartida, não quero lhes jogar em um inferno e explicar como sair dele. Eu quero que olhem os céus. Não apenas para esse aglomerado de nuvens e borrões de poluição.

Digo agora com todas as palavras ava...: Eu não irei mais lhe dar ‘’a chave’’! Se quer mesmo ir para esse lugar escuro, encontre-a você! Lhe darei boas dicas nesses posts, principalmente para conhecimento sobre a magia ao seu redor. Mas, como não sou um sacana que diz uma coisa e depois muda de ideia, irei deixar a chave aqui. Exposta! Porém fragmentada, nesse e nos futuros posts. Adivinhe, ela estará escondida. Você já passou por ao menos uma dica. Onde três são bastante obvias.

No caso, hoje lhes falarei sobre uma prática extremamente crucial. Não só para ir ‘’ao outro lado’’, mas para carregar em sua vida!

Pensamentos... A dadiva da racionalidade. Quem dirá que só os seres humanos pensam? Já vi gatos mais espertos que garotas galantes. Já vi pássaros mais amigáveis que o mais inteligente dos macacos bípedes. Se é que posso chama-lo de animal... Alguns se chateiam, sabe?!

Embora seja o nosso melhor amigo, é o nosso mais cruel inimigo. Pergunto-me quantas vezes minha mente tentou se impor contra mim. Seja em uma decisão simples, a rever um passado melancólico que nem possui tanto sentimento assim, mas que ela faz questão de enfatizar.

 - Diga-me. Quem está no controle agora? Você, ou ‘’você’’?

De certo, os dois são um só. Não há separação! Confuso? Mas a confusão foi você que criou. Logo, você criou seu maior inimigo para ter uma companhia. Mas que atitude imbecil! Se sente tão solitário assim?

Alguns, podem estar sãos. Outros podem pensar estar sãos. E os piores devem estar se revirando em suas cadeiras ou camas sem saber o que responder. Por agora, qualquer resposta basta. Caso a resposta seja o você, reflita sobre isso, se fortaleça e mantenha o controle. Monitore seus pensamentos, ok?

Porém, caso a resposta seja o ‘’você’’, se esforce, mude! O seu inimigo irá usar todas as artimanhas para não perder o controle. Lembre-se, ninguém lhe conhece melhor do que sua mente. Caso se sinta mais confortável: Não pense que a sua mente é um inimigo, ou aliado, ou um carinha de face dupla. Ela é apenas algo que deve ser domado. Da maneira que achar melhor. Algumas horas ela pode sair do controle, mas isso é um sinal para se lembrar.

- Você já a dominou uma vez. Esse não será o fim!

Que tal um exercício? Aposto que mais da metade das pessoas que leram o último post não fizeram o que eu pedi. ‘’Analisar seus motivos e sentimentos a respeito.’’ Pegue uma caneta/lápis, e um papel/caderno. Anote nesse caderno todos as suas características negativas durante uma semana. Seja sincero consigo mesmo. Sinceridade é essencial! Na outra semana escreva todos os seus positivos, mas continue anotando os negativos na medida em que você os perceba.

Use esse tempo para meditar. Existem milhares de técnicas. Mas recomendo a mais básica. Simplesmente feche os olhos, deixe todos os pensamentos fluírem, não isole nenhum agora, não se foque em nenhum. Depois que seus pensamentos começarem a ficar mais calmos. Concentre-se na sua respiração. Comece aos poucos a rever seus atos. Caso esteja chateado(a) com alguém, tente perdoa-lo. Caso esteja arrependido, tente se perdoar. Peça desculpas a você mesmo. Depois de algum tempo abra seus olhos e anote todos as novas características que encontrou.


Detalhe: Siga o que eu digo se quiser chegar ''ao outro lado'', mas saiba que não é o único meio. Não vou fazer questão de ficar no seu pé. O intuito de chegar a algum lugar é seu! Caso não acredite, simplesmente aprecie a minha esquizofrenia e meus conceitos de psicologia.

Dica: Qualquer contradição contida no texto é intencional. Analise-as e tente descobrir o que quero dizer. Pode não ser nada demais. Mas, também pode ser o que você está procurando.

                  Caso desejem uma analise mais aprofundada sobre o assunto, tenham alguma duvida, ou sugestão, comente! - Marcaz

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O experimento Russo de privação do sono.



Pesquisadores Russos, no fim dos anos 40, deixaram cinco pessoas acordadas por quinze dias, usando para isso um gás experimental estimulante. Eles foram mantidos em um ambiente selado, e monitorando o oxigênio deles, para que o gás não os matasse, já que possuía altos níveis de toxina concentrada. Para observá-los, havia um circuito interno de câmeras com microfones de cinco polegadas e pequenas janelas de vigia dentro do ambiente. O compartimento estava cheia de livros e cobertores, mas sem colchões, água corrente e banheiro; também havia ração desidratada para todos os cinco, suficiente para um mês.
As cobaias do teste eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial.
Tudo estava bem nos primeiros cinco dias, as cobaias dificilmente reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertadas se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, sendo que o tom geral da conversa tomou um tom sombrio a partir do quarto dia.
Depois de cinco dias, as cobaias começaram a reclamar das circunstâncias e eventos que os trouxeram à atual e começaram a demonstrar paranóia severa. Elas pararam de falar umas com as outras e começaram a sussurar alternadamente nos microfones e a bater nas janelas. Estranhamente eles pensavam que poderiam conseguir a confiança dos cientistas ao se tornarem colegas, e tentavam conquistá-los. No começo, os pesquisadores suspeitaram que se tratava de algum efeito secundário do gás…
Depois de nove dias, um deles começou a gritar. Corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por três horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas depois de algum tempo só conseguia produzir grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisicamente romper as próprias cordas vocais. O mais surpreendente nesse comportamento foi como os outros reagiram a ele… ou melhor, não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que finalmente outro prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos logo pararam.

Mais três dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que cinco pessoas, naquelas condições não poderiam estar em total silêncio. O consumo de oxigênio indicava que pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no índice de oxigênio, indicando um nível condizente ao consumo após exercícios pesados. Na manhã do décimo quarto dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida. Os cientistas acreditavam que eles estavam mortos ou vegetando.
“Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.” explicou um dos cientistas.
Para a surpresa de todos, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair.”
Discussões se iniciaram entre os pesquisadores e as forças militares que idealizaram a experiência. Não obtendo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do décimo quinto dia.
O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o que tinha dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.
As rações a partir do quinto dia não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 4 polegadas de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue.

Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas à mão, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame mais delicado na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.
Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias haviam sido removidos. Enquanto o coração, pulmões e diafrágma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido extirpados, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.
A maioria dos soldados ali presentes eram membros das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltasse.
Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua gargante cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter seus testículos arrancados e uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Outros cinco soldados perderam suas vidas, se você contar que se suicidaram semanas após o incidente.
Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e ele começou a perder muito sangue. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de dez vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando as costelas e o braço de um médico. Houve um ponto em que seu coração bateu forte por dois minutos, após ele ter sangrado tanto a ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar e a lutar por três minutos, gritando a palavra “MAIS” sem parar até ficar fraco e finalmente calar-se.

O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório, os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gás para serem mantidos acordados…
O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune ao sedativo que estavam dando a ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Ele conseguiu rasgar mais de 4 polegadas de couro das amarras de um dos pulsos, mesmo com um soldado de 90 quilos segurando o mesmo pulso. Levou mais do que o necessário de anastésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia fraturado nove ossos na luta para não ser sedado. A maioria pela força que seus próprios músculos haviam exercido.
O segundo sobrevivente era o primeiro que começara a gritar. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar e implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as seis horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobrí-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que não era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistiu à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.

Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”

Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes riam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto o gás.

Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”
Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, enquando esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos “benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas não tiveram escolha.
Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG, e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e continuosamente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo.
A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.
A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.

Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!” ele gritou para o homem amarrado “O que é você?” ele ordenou “Eu preciso saber!”

“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”
O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.
O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão…perto…livre…”

Fonte: Verdade Mundial

Dementes também amam... Porém do seu jeito :)

Estou aqui, pensando na minha vida e no que mais amo... Minha esposa! Ela é simplesmente linda e carinhosa, muito conselheira e ótima cozinheira o que é uma qualidade incrível já que me sinto tão acolhido...Seus olhos são castanho escuro, seu cabelo é da cor dos olhos, tem lindas curvas mas não é tão magra, sua boca bem delineada, ela tem um perfume maravilhoso, eu amo, simplesmente amo o vestido florido que ela usa! Certo dia fomos viajar para casa de seus país, ficava à 6h de distância então levamos várias bugigangas, eu dirigia e escutávamos 'Sweet Caroline', cantamos riamos alto, ela olhava para mim com o maior sorriso sempre, como se sempre estivesse no ápice de sua felicidade!
Outro momento incrível que sempre lembramos é o Natal... Época gostosa, eu fico ouvindo um barulho de... sino e sinto cheiro de comida e foi sobre esses sentidos que recebi a noticia de que iria ser pai! Eu explodi de felicidade, não sabia mais o quão gostosa minha vida poderia se expandir a ser, eu tinha tudo que precisava então posso ficar aqui pensando... Acham que não penso em nada, uns acham que só vejo e não penso, mas a minha condição é essa, meu psicológico se desmoronou então eu posso babar e ficar sentado em uma cadeira de rodas, tomando remédios e morando aqui, minha esposa está descansando também, junto com minha filha, eu tenho as duas dentro de mim, queria me sentir completo, elas choravam mas acho que era de felicidade!

-J.B

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

SCP-1003 "Tênia Infântil"

Item #: SCP-1003

Classe do Objeto: Keter

Procedimentos de contenção especiais: A Fundação possui atualmente 10 instâncias do SCP-1003-2 (designados como SCP-1003-2-ak), todos os quais são mantidos em celas de alta segurança fortemente vigiados na Área de bio-pesquisas 13. Todos os agentes na Área 13 devam ser submetidos a testes obrigatórios regulares para sinais de infecção do SCP-1003. Agentes que desejam acessar SCP-1003-2-ak só poderão fazer-lo com o propósito de pesquisa, e devem possuir Nível 4 de segurança, além de possuirem uma permissão por escrito do O5-█. Eles devem usar roupas de risco biológico quando entrarem nas células do SCP-1003-2-ak, e devem passar por um processo de desinfecção intensiva após. Nenhum animal carnivoro deve entrar na Área de bio-pesquisas 13 sob quaisquer circunstâncias.

Descrição: SCP-1003-1 é uma tênia adulta da espécie Echinococcus granulosus, conhecida por causar a hidatidose. Como outros de sua espécie, SCP-1003-1 habita o intestino delgado de animais carnívoros (tipicamente canídeos), onde produz ovos que são passados nas fezes do hospedeiro. Os ovos podem sobreviver até ██ anos no ambiente exterior.
SCP-1003.png
Amostra de um SCP-1003-2 deteriorado.

Quando os ovos entram no trato gastrointestinal de um ser humano através do consumo de alimentos contaminados, eles eclodem se tornando em larvas, que vão para os tecidos do hospedeiro. É nesta fase que as propriedades anômalas do SCP-1003 começam a se manifestar. Em vez de desenvolver em cistos, as larvas se desenvolvem em criaturas que se parecem com embriões humanos (designados como SCP-1003-2). A grande maioria dos espécimes do SCP-1003-2 morrem antes que eles tenham a chance de se desenvolver. Aqueles que sobrevivem são geralmente aqueles que estão embutidos em álgum tecido rico em nutrientes, como o tecido hepático. Enquanto eles se desenvolvem, eles vão absorvendo nutrientes do tecido circundante, o que muitas vezes causa problemas para o hospedeiro.

O desenvolvimento do SCP-1003-2 segue o padrão de desenvolvimento pré-natal humano normal, mas á um ritmo mais rápido. Em 8 semanas, é tão maduro quanto um recém-nascido com 3 semanas de idade, embora o tamanha seja equivalente á de um feto de apenas 8 semanas de idade. Uma vez que tenha chegado a esta fase, ele vai consumir ativamente o hospedeiro de dentro usando, dentes afiados em forma de gancho. O crescimento do SCP-1003-2 é acelerado até uma extensão ainda maior, uma vez que está fazendo isso. No momento em que tiver consumido totalmente o hospedeiro (geralmente após ███ minutos mais ou menos), ele terá se desenvolvido em uma criança. A idade física da criança varia tipicamente entre 10 meses á 11 anos, dependendo da massa do hospedeiro , embora em casos extremos (onde o hospedeiro seja obeso mórbido) a idade física varia entre os 13 e os 15.

Uma vez que SCP-1003-2 esteja pronto, ele vai perder seus dentes em forma de gancho, junto com suas tendências canibais, e começará a "funcionar" como um ser humano em todos os aspectos, sem conhecimento ou lembrança de ter sido um parasita. Ele já irá possuir habilidades (por exemplo, linguagem) o que seria esperado de uma criança com uma idade aparente, apesar de não haver maneiras como ele possa ter aprendido. As instâncias do SCP-1003-2 são normalmente levadas á um orfanatos e às vezes são adotadoss. Suas únicas propriedades anômalas, nesta fase, são de que seu DNA é ainda idêntico à dos Echinococcus granulosus, e que os seus fluidos corporais (incluindo suor e saliva) contêm protoscolex tênia, que infectam carnívoros e desenvolvem outros SCP-1003-1, continuando assim o ciclo.

Adendo: Testes do SCP-1003 em animais bovinos e ovinos descobriram que suas propriedades anômalas apenas se manifestam em seres humanos, e em todos os outros casos, o seu ciclo de vida é normal e causa hidatidose no hospedeiro intermediário.




terça-feira, 25 de novembro de 2014

Demônios não suportam Anjos.

Olá, esse conto é baseado em fatos. Estou começando aqui, vou tentar sempre coisas melhores :)

...Minha sobrinha sempre foi uma criança quieta, alguns problemas de saúde como o fato de não conseguir engordar, vomitando tudo que come... 
Certo dia, me escalaram para ficar de babá, eu aceitei contanto que não atrapalhasse meus estudos no turno da tarde. Por mais que seja quieta ela ainda brinca e conversa um pouco e então ela veio conversar comigo, pediu para que eu contasse uma história e eu logo pensei em uma simples como '' a pequena sereia '', contei, ela achou engraçado então, aproveitando o momento de comunicação dela, eu fiz umas perguntas como o porque de ela não querer comer ou fazer amigos, a resposta dela foi '' Tia, você não sabia que eu já morri? um policial invadiu a casa da mamãe e ela me colocou na frente dela, e eu levei um tiro e então foi tuuudo de volta, eu fui para outra familia, agora eu só estou esperando morrer '' eu ri, porém achei bem estranho, nunca havia visto uma criança tão misteriosa e que se expressa tão bem quanto ela... Se expressava na verdade, ela morreu em agosto. A boa noticia em tudo isso é que minha irmã está grávida novamente! Quando essa nascer eu conto a história, assim sucessivamente e espero que os outros tenham histórias melhores :)


- J.B

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Seres Malignos

Clique aqui para ler sobre os anjos.

Classificação por domínio

Pode-se notar que de acordo com cada um dos autores listados abaixo, o domínio de cada demônio é muito diferente. Também pode ser visto que cada autor escolhe e classifica os demônios diferentes.

O Testamento de Salomão

O Testamento de Salomão é uma obra pseudepigráfica, supostamente escrita pelo rei Salomão, no qual Salomão descreve principalmente alguns demônios particulares a quem ele escravizou para ajuda-lo a construir o templo, as perguntas que ele colocou para eles sobre suas ações e como elas podem ser frustradas, e sobre as suas respostas, que fornecem uma espécie de manual de auto-ajuda contra a atividade demoníaca. A data é muito duvidosa, porém é considerada o trabalho mais antigo sobre demônios. 

Classificação de demônios de "The Lanterne of Light"

Em 1409-1410 "The Lanterne of Light" usou um sistema de classificação baseado nos sete pecados capitais, estabelecendo que cada um dos demônios mencionados tentavam as pessoas por meio de tal pecados:

Lúcifer: Orgulho
Belzebub: Inveja
Aamon: Ira
Abadon: Preguiça
Mammon: Avareza
Belphegor: Gula
Asmodeus: Luxúria

Em 1589, Peter Binsfeld modificou esse sistema.

Lúcifer: Orgulho
Mammon: Avareza
Asmodeus: Luxúria
Leviathan: Inveja
Beelzebub: Gula
Satan: Ira
Belphegor: Preguiça

Classificação de demônios de Michaelis

Em 1613, Sebastien Michaelis escreveu um livro, História Maravilhosa, que incluiu uma classificação de demônios, que foi dito para ele pelo demônio Berith quando ele estava exorcizando uma freira, segundo o autor. Esta classificação é baseada nas hierarquias Pseudo-Dionísio, e inclui adversários desses demônios.

Primeira hierarquia:

Belzebu era um príncipe dos Serafins, logo abaixo de Lúcifer. Belzebu, juntamente com Lúcifer e Leviatã, foram os três primeiros anjos a cair. Ele tenta os homens com orgulho e é o oposto de São Francisco de Assis.

Berith era um príncipe dos Querubins. Ele tenta os homens a cometer homicídio, e para ser briguento, contencioso, e blasfemo. Ele enfrenta a oposição de St. Barnabas.

Astaroth era um príncipe dos Tronos, que tenta os homens a sere, preguiçosos e se opõe por São Bartolomeu
.
Verrine também foi príncipe dos Tronos, logo abaixo Astaroth. Ele tenta os homens com a impaciência e se opõe a São Domingos.

Gressil foi o terceiro príncipe dos Tronos, que tenta os homens com a impureza e se opõe por São Bernardo.

Sonneillon foi o quarto príncipe dos Tronos, que tenta os homens a se odiarem e se opõe por St. Stephen

Segunda hierarquia:

Carreau era um príncipe dos Potestades. Ele tenta os homens com a dureza do coração e se opõe por SS. Vincent e Vincent Ferrer

Carnivale também era um príncipe dos Potestades. Ele tenta os homens para a obscenidade e falta de vergonha, e se opõe por João Evangelista.

Oeillet era um príncipe dos Domínios. Ele tenta os homens a quebrar o voto de pobreza e se opõe por St. Martin.

Rosier foi o segundo na ordem dos Domínios. Ele tenta os homens contra a pureza sexual e é contestado por São Basílio.

Belias foi o príncipe das Virtudes. Ele tenta os homens com arrogância e mulheres para serem vaidosas, ele se opõe por São Francisco de Paula.

Terceira Hierarquia:

Olivier era o príncipe dos Arcanjos. Ele tenta os homens com a crueldade e a falta de piedade com os pobres e se opõe por St. Lawrence.

Verrier era o príncipe dos Principados. Ele tenta os homens contra o voto de obediência e se opõe por São Bernardo.

Classificação por mês:

Durante o século 16, acreditava-se que cada demônio tinha mais força para cumprir a sua missão durante um mês especial do ano. Desta forma, ele e os poderes de seus assistentes iriam funcionar melhor durante esse mês.

Belial em Janeiro

Leviathan em Fevereiro

Aamon Março

Belphegor em Abril

Lúcifer Maio

Berith em Junho

Belzebu em Julho

Astaroth em Agosto

Tamuz em Setembro

Baal em Outubro

Asmodai em Novembro

Moloch em Dezembro


Irei colocar nomes de anjos caídos e demônios e em seguida o que eles fazem.
Gostaria de avisar que a Igreja Católica transformou entidades em demônios, mesmo elas sendo benignas ou neutras.

Gamigin

Na demonologia Gamigin (também conhecido como Gamygin, Gamigm ou Samigina) é um Grande Marquês do Inferno que governa mais de trinta legiões de demônios. Ele ensina todas as ciências liberais e toma conta das almas daqueles que morreram no pecado e aqueles que se afogaram no mar, falando com uma voz áspera. Ele também responde o que é lhe perguntado, e fica com o conjurador até que ele ou ela esteja satisfeita. Gamigin é retratado como um pequeno cavalo ou um burro, que muda de forma para um homem sob o pedido do conjurador. Ele é o quarto espírito da Goetia.

Forneus

De acordo com os escritos em "A Chave Menor de Salomão", Forneus é o trigésimo espírito listado na Goetia. Ele é um Grande Marquês do Inferno, com vinte e nove legiões sob seu comando, em parte composta por antigos Anjos e Tronos, e aparece como um monstro marinho. Quando convocado, ele pode tornar homens,  bem versados em retórica, dar-lhe um bom nome, ensinar-lhe línguas estrangeiras, e ganhar a confiança de amigos e inimigos.

Berith

De acordo com os escritos em "A Chave Menor de Salomão", Berith é o vigésimo oitavo espírito listado na Goetia. Ele monta em um cavalo vermelho gigantesco e queima aqueles sem maneiras. Ele é um grande duque do inferno, com vinte e seis legiões de demônios sob seu comando. Ele é retratado como um cavaleiro ou soldado vestindo uma armadura vermelha com uma coroa de ouro. Para falar com ele o conjurador deve usar um anel de prata e segurá-la diante de seu rosto. Ele dá respostas verdadeiras para todas as coisas passadas, presentes e futuras, desde que lhe seja perguntado, mas quando não estiver respondendo perguntas ele se torna um mentiroso. Ele pode transformar qualquer metal em ouro, dá dignidade e os confirma.

Berith pode ser derivado de Baal-berith, era um deus adorado em Canaã antes de ter sido transformado em um demônio na demonologia cristã.

Sytry

De acordo com os escritos em "A Chave Menor de Salomão", Sytry é o décimo segundo espírito listado na Goétia. Ele é um grande príncipe do inferno, com sessenta legiões de demônios sob seu comando. Ele é retratado como um humanoide com a cabeça de um leopardo e as asas de um grifo, mas a pedido do conjurador pode assumir a forma de um homem muito bonito. Ele pode forçar homens e mulheres se amarem e fazê-los aparecer despidos se o conjurador desejar. Ele também pode revelar os segredos das mulheres, muitas vezes zombando delas

Orobas

De acordo com a "Chave Menor de Salomão", Orobas é o quinquagésimo quinto espírito e um príncipe do inferno que poderia dar aos conjuradores informações perfeitas sobre o passado, presente ou futuro, conceder honras, reconciliá-los com os inimigos, e protegê-los de serem tentados por demônios. Ele nunca iria enganar ninguém. Ele comanda 20 legiões de espíritos.

Decarabia

De acordo com os escritos em "A Chave Menor de Salomão", Decarabia (ou Carabia) é o sexagésimo nono espírito listado na Goétia. Embora ele não tem nenhum título na "Pseudomonarchia Daemonum", na "Chave Menor de Salomão", ele é um Grande Marquês do Inferno e tem trinta legiões de demônios sob seu comando. Quando convocado, Decarabia aparece como uma estrela de cinco pontas, embora ele tomará a forma de um homem, se o conjurador solicitar. Ele conhece as propriedades e os valores de todas as ervas e pedras preciosas, e pode se transformar em qualquer tipo de pássaro para cantar e voar para o seu conjurador, às vezes agindo como seu animal familiar.

Ose

O quinquagésimo sétimo espírito da Goétia e um grande presidente do Inferno. Ele aparece pela primeira vez como um leopardo, mas depois de algum tempo toma forma de um homem. Ele dá habilidade em todas as ciências liberais e respostas verdadeiras relativas à divinos e coisas secretas. Ele pode mudar qualquer homem para qualquer forma caso o exorcista desejar, e aquele que for alterado não irá perceber. Ele também pode colocá-los em um estado de loucura em que a vítima acredita que sua identidade foi alterada. A ilusão, porém só vai durar uma hora. Ose rege mais de 30 legiões de espíritos.

Marchosias

Na demonologia, Marchosias é um Grande Marquês do Inferno, comandando trinta legiões de demônios. Ele é forte e um excelente lutador e muito confiável para o conjurador, dando verdadeiras respostas para todas as perguntas. Marchosias teve esperanças e esperou por mil e duzentos anos para voltar para o Céu com os anjos não caíram, mas lhe foi negado essa esperança.

Ele é retratado como um lobo com a forma de um homem, assim como asas de um grifo e uma cauda de serpente, que, sob pedido do conjurador se transforma em um homem. Ele é o trigésimo quinto espírito da Goétia e foi da ordem das Dominações.

Flauros


O sexagésimo quarto espírito da Goetia. Ele é um grande duque e aparece primeiramente como um terrível e poderoso leopardo, mas ao comando de seu invocador, ele assume a forma de um homem com olhos de fogo e uma terrível fisionomia. Ele pode ver o passado e o futuro, mas a menos que ele seja ordenado em um triângulo ele irá mentir. Ele terá prazer em falar da divindade e da criação do mundo e de outros espíritos que caíram em desgraça. Ele pode controlar o fogo e queimar todos os adversários do convocador até a morte e não. Ele governa 36 legiões de espíritos.

Ukobach

Um demônio menor do Inferno. Ukobach não tem livre arbítrio e só segue os comandos de demônios superiores. Ele está encarregado em manter o óleo nas caldeiras infernais, e muitas vezes vai torturar as almas presas no Inferno. Apenas unica capacidade de Ukobach é de iniciar incêndios.

Eligor


O décimo quinto espírito da Goétia e um anjo caído, ele é um grande duque e aparece na forma de um cavaleiro carregando uma lança, uma bandeira, e um cetro. Ele pode descobrir objetos ocultos, acender o amor e a luxúria, juntamente  favorece os senhores e cavaleiros. Ele ordena exércitos e causa guerras. Ele governa sobre 60 legiões de espíritos.

Gaap

Gaap é o trigésimo terceiro espírito da Goetia. Ele é um grande presidente e um poderoso príncipe. Sua ocupação é de conceder aos homens o conhecimento da filosofia e de todas as ciências liberais. Ele pode causar o amor ou o ódio, tornar os homens insensíveis, e pode ensiná-los a consagrar aquelas coisas que pertencem ao domínio de Amaymon, seu rei, e pode entregar familiares fora da custódia de outros conjuradores. Gaap pode dizer de todas as coisas passadas, presentes e futuras e pode transportar homens rapidamente de um reino para outro. Ele governa sobre 66 legiões e foi da ordem dos Principados.

Agares

Agares é o segundo espírito da Goétia, o duque do reino oriental do Inferno. Descrito como um homem velho montado em um crocodilo com um falcão em seu punho, Agares comanda 31 legiões de demônios, e tem o poder de causar terremotos e causar fugitivos de pararem e voltarem aos seus lugares. Era da ordem das Virtudes. De acordo com o Grande Grimório, ele é um subordinado direto de Lucifuge.

Gemori

Gremory é o quinquagésimo sexto espírito da Goétia. É um duque forte e poderoso que aparece na forma de uma bela mulher com coroa uma duquesa amarrada na sua cintura e montada num grande camelo. Sua ocupação é de contar todas as coisas passadas, presentes e futuras e revelar tesouros escondidos. Ele também pode adquirir o amor das mulheres, jovens e velhas. Ele governa 26 legiões.

Lucifuge

Lucifuge, ou Lucifuge Rofocale, é o primeiro-ministro do Inferno de acordo com o Grande Grimório, Lúcifer lhe concedeu poder sobre todos os tesouros do mundo. Ele conta com os nobres Bael, Agares, e Marbas como seus subordinados As magias iniciais do Grimório exigem que o mago primeiro se vincule com o Lucifuge através de um pacto, que envolve um risco razoável por parte do mago, se ele não der a Lucifuge uma pequena porção de cada tesouro que ele possui, mostrar caridade com os pobres, e manter a existência do pacto secreto, Lucifuge pode levar a alma do mago, ele mesmo.

Belberith


Baal-berith era o deus de uma cidade cananéia, que mais tarde passou a ser visto como um demônio por demonologistas cristãos. No "Book of Judges", seu templo foi destruído depois que o rei Abimeleque reprimiu a ascensão de seus súditos. Na literatura rabínica, o ídolo Baalberith que era adorado pelos hebreus depois da morte de Gideão era idêntico a Baal-Zebube e era adorado na forma de uma mosca. O nome berith significa "aliança".

Lilim

No folclore judaico, lilin (ou lilim) eram criaturas perigosas. Elas seriam as filhas de Lilith com Samael, o anjo da morte. Elas são demônios e são semelhantes as súcubos. Homens temiam as lilins por esta razão e as mulheres também as temiam porque acreditavam que elas sequestravam as crianças como sua mãe Lilith.

"Prostituta da Babilônia "

Dentro do livro do Apocalipse, "Prostituta da Babilônia"  é conhecida como "Babilônia a Grande, Mãe das prostitutas e das abominações da Terra". Ela aparece vestindo um manto púrpura. A cor púrpura foi associada com o Império Romano. Na verdade, "Prostituta da Babilônia" e sua besta podem ser vistos como uma alegoria de Roma, o Império e o Imperador. A besta em que ela monta possui sete cabeças. Na verdade, Roma tem sete colinas, assim as cabeças podem refletir o antigo poder de Roma, que tradicionalmente foi um dos impérios mais poderosos da antiguidade. Alternativamente, as cabeças da besta podem representar os sete grandes reinos do mundo antigo e seus governantes.

Pazuzu


Pazuzu é o deus do vento sudoeste conhecido por trazer a fome durante as estações secas e gafanhotos durante a estação chuvosa. Uma pesquisa recente sugere que Pazuzu pode ter sido associado com o vento frio do nordeste. É dito que ele é invocado em amuletos que combatem os poderes da deusa rival, Lamashtu, que era acreditado causar danos à mãe e ao filho durante o parto. Embora Pazuzu seja um espírito maligno, ele afasta outros espíritos malignos, protegendo assim os seres humanos contra pragas e desgraças.

Abaddon

Abaddon é um termo bíblico em hebraico que significa "lugar de destruição" e é uma planície de fogo no reino dos mortos, Geena. Nos ensinamentos posteriores do Apocalipse, Abaddon havia se tornado um ser que personificava o abismo, tornando-se conhecido como o "anjo do abismo". Ele é muitas vezes representado como um grande gafanhoto de tamanho humano e que causa um enxame de gafanhotos e outros insetos transmissores de doenças. A este respeito, ele é freqüentemente associado com os enxames de gafanhotos que destroem as lavouras e no "A Grande Chave de Salomão" foi dito que Moisés o invocou para fazer as grandes chuvas durante as dez pragas do Egito.

Enquanto em muitos círculos, é considerado um ser associado com Lucifer, alguns indo tão longe a ponto de afirmar que Abaddon é outro nome para Satan, ele é um ser justo, e foi responsável por expulsar Lucifer para o abismo e selando-o dentro.

Succubus

Um demônio do folclore europeu durante a Idade Média, que toma a forma de uma mulher atraente para seduzir os homens. Sua contraparte masculina é o Incubus. Elas extraem a energia dos homens para sustentar-se, muitas vezes, até o ponto de exaustão ou morte da vítima. Lilith e suas filhas, as Lilins, são consideradas súcubos.

Incubus

Um Incubus é um demônio na forma masculina que se deitam sobre os adormecidos, especialmente as mulheres, a fim de ter relações sexuais com elas, de acordo com uma série de tradições mitológicas e lendárias. Sua contraparte feminina é a súcubo. Um Incubus pode buscar relações sexuais com uma mulher, a fim de gerar um filho, como na lenda de Merlin.

Nos tempos medievais, a igreja usava os íncubos e súcubos para explicar as funções sexuais, que eram tabus.

Dantalion

O septuagésimo primeiro espírito da Goetia e um duque do inferno. Ele aparece como um homem possuindo um grande número de rostos diferentes, assemelhando-se homens e mulheres, e segura um livro na mão direita. Sua função é de ensinar todas as artes e ciências para qualquer um e declarar os acordos secretos a qualquer um. Ele conhece os pensamentos de todos os homens e mulheres e pode alterá-los caso deseje. Ele também pode fazer com que uma pessoa se apaixone por outra e pode mostrar uma pessoa ao convocador não importando a localização da mesma. Ele governa sobre 36 legiões de espíritos infernais.

Orias

O quinquagésimo nono espírito da Goetia, ele é um grande marquês e aparece na forma de um leão que detém duas grandes serpentes em sua mão direita e com uma cauda de cobra montando em um cavalo. Sua função é de ensinar as virtudes das estrelas e conhecer as mansões dos planetas. Ele também transforma os homens e dá dignidade, lugares, confirmações, e o favor de amigos e inimigos. Ele governa 30 legiões de espíritos.

Halphas


O trigésimo oitavo espírito da Goetia, governando 26 legiões de espíritos, ele é um grande conde e aparece na forma de um pombo selvagem e que fala com uma voz rouca. Sua função é de construir torres e fornecer-lhes armas e munições. Ele também envia homens de guerra para lugares designados.

Legião

O espírito que disse: " Porque somos muitos ", em escrituras antigas. O nome vem do termo militar romano que sigifica exército que possui de 3.000 a 6.000 homens. Legião é um grupo de demônios baseado na literatura cristã. No relato, Foi dito que Jesus curou um homem que estava possuído por vários demônios. Jesus expulsa os demônios do homem, a concedendo seus pedidos, que eles possam "morar" em uma manada de porcos. Os porcos, em seguida, se afogaram no mar da Galiléia.

Lilith

Lilith era originalmente um demônio conhecida como "Lilitu" no antigo mito da Mesopotâmia por volta de 3000 a.C e foi pensado ser a causa da doença, e morte. Mais tarde, ela aparece como um demônio noturno na tradição judaica.

No Judaísmo, Lilith foi a primeira esposa de Adão, porém ela foi expulsa do jardim do Éden por seus caminhos pecaminosos. Neste conto, ela foi a primeira a comer do fruto do conhecimento e queria ser igual ou maior do que Adão. Depois que ela saiu do jardim do Éden, ela tentou criar seu próprio jardim e tornou-se a companheira de muitos demônios diferentes, incluindo o anjo caído Samael. Enquanto isso, Adam cresceu solitário, e suplicou a Deus que perdoasse Lilith e a trouxesse de volta ao Éden. Deus disse a Lilith que, se ela não voltar, ele iria puni-la tirando seus filhos. Ela recusou, eseus filhos foram levados, e desde esse dia, ela se tornou um demônio em guerra com os filhos e filhas de Adão, tendo como alvo crianças em específico.

Samael


Samael é um arcanjo na tradição talmúdica. Ele é conhecido como o sedutor, destruidor, acusador e tem sido considerado como o benigno e maligno em vários textos. Na tradição rabínica,  foi revelado que ele é o chefe dos exércitos de Satan e o Anjo da Morte. Seu nome significa "veneno de Deus", sugerindo que ele é ou o lado vingativo de Deus ou inimigo de Deus, e que Samael seria o nome angelical de Satan.

Em alguns tradição judaica antigas, Samael é o Anjo da Morte e governante chefe do quinto Céu com dois milhões de anjos ao seu comando, residindo no Sétimo Céu. Também é dito ser o anjo da guarda de Esaú. Nos provérbios do rabino Eliezer, Samael é acusado de ser a entidade que seduziu e engravidou Eva com Cain. Outros estudiosos sugerem que era Azazel que seduziu Eva e foi Samael que tentou Eva sob o disfarce da Serpente.

No Cabala, Samael é nomeado como sendo o quinto arcanjo do mundo de Briah e que levou Lilith que como esposa após ela deixar Adão. Também é dito ter acasalado com vários anjos da prostituição.

Morte

Em Apocalipse 6:8 da Bíblia: "Olhei, e diante de mim estava um cavalo amarelo. Seu cavaleiro chamava-se Morte, e o Hades o seguia de perto. Foi-lhes dado poder sobre um quarto da terra para matar pela espada, pela fome, por pragas e por meio dos animais selvagens da terra".

Guerra

Ele representa a guerra, e seu cavalo vermelho simboliza o sangue. Ele possui uma espada para representa a batalha. Ele tira a paz da Terra e permite que os homens possam matar um ao outro.

Fome

A cor negra do terceiro cavalo simboliza a morte e a fome. O cavaleiro é retratado segurando uma balança, que representa a escassez de alimentos, os preços elevados, e a fome, provavelmente resultado das guerras causadas pelo segundo cavaleiro. A comida será escassa, mas luxos como vinho e azeite ainda estarão prontamente disponíveis.

Conquista

Ergue-se como um símbolo da peste e /ou conquista, e outras interpretações incluem o cavaleiro como o Anti-Cristo, que atrevessou todo o mundo para enganar aqueles que são piedosos e fiéis.

Belphegor

Belphegor é o demônio da preguiça, um dos 7 pecados capitais. Seu nome é a corrupção de Baal-Peor, o nome do deus dos moabitas. Belphegor dá idéais de invenções para as pessoas com o objetivo torná-las ricos e, portanto, gananciosas e egoístsas. Às vezes é retratado como uma mulher bonita, mas outras vezes é retratado como um monstro, demônio com chifres. Alguns afirmam que ele deve ser adorado em um vaso sanitário.

Asmodeus

Asmodeus ou Asmodai é um rei dos demônios, principalmente conhecido pelo Livro de Tobit. Ele também é mencionado em algumas lendas talmúdicas, por exemplo, na história da construção do Templo de Salomão. Para alguns cristãos renascentistas ele era o Rei dos Nove Infernos. Asmodeus também é retratado como um dos sete príncipes do inferno. Na classificação de demônios de Binsfeld, cada um desses príncipes representa um dos sete pecados capitais. Asmodeus é o demônio da luxúria e é, portanto, responsável por "torcer" os desejos sexuais das pessoas. Diz-se que as pessoas que caem nas tentações de Asmodeus serão condenados á uma eternidade no segundo circulo do inferno.

Leviathan

Leviatã é um monstro marinho que está no Tanakh e na Bíblia. Na demonologia, o Leviatã é um dos sete príncipes do inferno e seu guardião. A palavra "leviatã" tornou-se sinônimo de qualquer grande monstro marinho. Segundo a tradição judaica o Behemoth e Leviathan irão batalhar no fim do mundo e matar uns aos outros, deixando seus corpos para servirem de festa pelos povos escolhidos que sobreviveram.

Mammon

Mammon é um dos sete príncipes do inferno, cada um representando os sete pecados capitais (luxúria, gula, avareza, preguiça, inveja, raiva e orgulho). Mammon representa avareza

Satan

Satan é uma figura de destaque nas religiões abraâmicas, tendo vários papéis em sua literatura. Ele tanto pode ser descrito como um rebelde à vontade de Deus, ou como alguém que tenta a humanidade a cometer o pecado para mostrar a Deus que a humanidade pode ser facilmente desviada de Seus ensinamentos. No judaísmo, especialmente no Livro de Jó e no Cabala, Satan ainda é capaz de assumir o controle da vida de uma pessoa no lugar de Deus, embora o controle seja limitado por Deus. Satan aparece para os pecadores, brincando com seus corações e os colocando em desespero. Na literatura cristã que não seja a Bíblia, quando Deus ordenou que os anjos se curvassem para o primeiro homem Adão, Satan (então um anjo chamado Lúcifer ou Helel) reuniu outros anjos contra ele afirmando que os anjos são superiores a qualquer outra criação. Ele e outros "anjos caídos" lutaram contra as forças de Deus e foram completamente derrotados; como resultado, Satan foi lançado no inferno.

Beelzebub

O Senhor das Moscas, Belzebu era originalmente uma divindade filistina chamada Baal Zebub e mais tarde foi explicado ser um dos sete príncipes do inferno nas fontes cristãs. Ele também é considerado como sinônimo de Satan. No judaísmo, ele era uma paródia das religiões que adoravam Baal, e em textos rabínicos o nome zebul ba'al era uma zombação da religião de Baal. Alguns estudiosos acreditam que o nome zebul ba'al ("O Senhor das Moscas") era uma maneira de se referir a Baal como uma pilha de esterco e seus seguidores como moscas.

Lúcifer


Lúcifer (em hebraico - הילל, Helel) é uma figura de destaque nas diversas religiões, com seu ato mais infame que é o de ser rebelado contra Deus e, posteriormente, caido em desgraça. O nome Lúcifer é derivado de prosas e poesias latinas antigas; lux, lucis,"luz", e fero, ferre ", de suportar, trazer", simbolizando seu papel como a "Estrela da Manhã" e o mais forte dos Serafins, o maior anjo á servir Deus antes de sua queda da graça.

O motivo para a rebelião de Lúcifer difere de interpretação á interpretação, no entanto, três razões mais aceitas são que: Ele caiu por recusar a se curvar para a humanidade, a discordância sobre o plano de salvação de Deus, e o orgulho pecaminoso em que conspira paraa derrubar seu criador e tornar-se governante do próprio céu.

Lúcifer é retratado como um anjo bonito com 12 asas,


Deixem sua opnião sobre o artigo.

Sensitivos