segunda-feira, 27 de abril de 2015

Olá Sensitivos,

Bom, estou fazendo esse breve post para informar que a partir desta data (27/04/15), não postarei mais no MS. Pensei bastante a respeito, mas é isso.

Os motivos são diversos, mas posso citar dentre eles o fato de não ter mais tempo para me dedicar ao blog como eu gostaria. Estudos e trabalho têm me sugado à alma, e as matérias da faculdade estão exigindo cada vez mais de mim... sem falar que não estou psicologicamente tão bem...

Aos parceiros peço desculpas e se quiserem remover o MS de seus parceiros compreendo totalmente. Perdão também aos leitores, espero que compreendam.

Os conteúdos permanecerão disponíveis e o The Void posta sempre pode :D. Então é um até logo e não adeus definitivo, quando estiver mais tranquila e de bem comigo mesma, volto por aqui.

Bye...
Ladydias.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

A besta de Bladenboro


Muitos anos antes que o fenômeno real ou imaginário do chupacabras alcançasse as manchetes dos jornais sensacionalistas, um animal desconhecido, com as mesmas características, aterrorizou no mês de janeiro de 1954 uma pequena cidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Até hoje a criatura permanece um mistério.


Tudo começou em 4 de janeiro de 1954, quando em Bladenboro, a aproximadamente 60 milhas a oeste de Wilmington, três cães tiveram os maxilares quebrados, seus crânios esmagados e mastigados por um animal desconhecido.A fera, além da violência do ataque, deixou os animais totalmente exangues. O ataque não ficou restrito aos cães. Logo as cabras, os porcos e as vacas, também foram atacados com a mesma fúria e modus operandi.

A população amedrontada convocou o chefe de policia Roy Fores que foi a caça do animal com três cães da raça coonhound, mas os cães recusaram-se a seguir o rastro.

Täter Shaw que na época tinha 35 anos, e era dono de um posto de gasolina, foi uma testemunha ocular dos acontecimentos, e viu a carnificina em primeira mão. Shaw descreve assim o mêdo dos habitantes de Bladenboro.

” Todo mundo estava com mêdo”. “Todos que tinham uma arma andavam com ela carregada”. “A irracionalidade começou a dominar, e os locais diziam ter visto o monstro”.

“Um residente ouviu seus cães latindo uma noite, olhou pela janela e viu uma sombra. Pegou a espingarda de caça e saiu apressado”.

“Mirou e atirou de longe. Quando se deu por conta havia acertado a bicicleta de sua filha que estava tombada rente ao chão com os pneus em tiras e o acento dilacerado com um tiro de espingarda de caça”.

Os depoimentos das testemunhas são contraditórios. Dizem que o animal tinha 90 quilos, outros 100, ou até mesmo 150 quilos. Alguns dizem que o animal era negro, ou marrom, ou apenas ” de cor escura”.

A maioria concorda que era um felino, mas um veterinário afirmou que poderia ser um cachorro grande. O som do animal é a única coisa em que não há discordância. Descrevem-no como o choro de um bebê ou mulher chorando, só que mais alto, de gelar o sangue.

” De qualquer modo as coisas estavam começando a ficar ruins, estava nos jornais e nas rádios”, disse Shaw, “caçadores vieram de toda parte, quero dizer, caçadores profissionais”.

“No auge da caçada 1000 homens armados de revólveres, escopetas e fuzis dividiram-se em 400 acres do campo. Alguns eram garotos de fraternidades, mas outros eram caçadores profissionais, acostumados a caçar leões e tigres”.

Jabe Frink, outra testemunha ocular, lembra que uma senhora, E.C. Kinlaw, foi perseguida e viu o animal a aproximadamente 20 metros em 6 de janeiro.

Kinlaw correu para casa e avisou o marido que saiu com uma espingarda mas não encontrou mais nada. Apenas as pegadas no quintal.

Pegada do Animal

Os piores receios pareciam confirmados. O animal mostrara interesse por seres humanos.


Nesse mesmo dia seis cães foram mortos, incluindo um que foi arrastado para o pântano e nunca mais foi visto. No dia seguinte a contagem subiu para sete.

S. W. Garret, um experiente caçador de Wilmington, alertou as mulheres e as crianças a permanecerem dentro de casa. O mesmo foi pedido em relação aos cães.

As vítimas multiplicavam-se. Então o chefe Fores considerou amarrar alguns cães na floresta como isca, mas foi desaconselhado pelo prefeito W.G. Fussell.

O prefeito encerrou a caçada em 9 de janeiro por motivos de segurança. Com tantos caçadores no pântano alguém podia acabar sendo confundido com o “monstro”. Nesse dia o jornal “Morning Star” publicou a seguinte manchete: ” A Besta Vampiro Vence a Batalha de Bladenboro”.

Em 13 de janeiro parecia que o mistério havia chegado ao fim tão rapidamente como começou. Um lince foi capturado em uma armadilha de aço e abatido com um tiro na cabeça.

Mesmo assim nem todos se convenceram de que a fera havia sido morta, nem mesmo o prefeito.
No fim a “besta” riu por último. Após novos ataques os jornais estampariam a manchete: Retorna a “Besta” oculta de Bladenboro.

Fonte: Arquivos do Insolito

domingo, 19 de abril de 2015

Relato dos Leitores #25


Mais uma vez, no interior do Ceará, os amigos e familiares se reuniram pra mais um daqueles encontros de sempre. Cada um levava alguma coisa pra comer e em cada encontro, era escolhido uma pessoa pra levar o café.  Era a vez da minha mãe levar, mas ela esqueceu em casa e teve que voltar pra buscar.  Já era noite, então ela não foi sozinha. Andar por aquela mata escura e sozinha.. nem pensar! No meio do caminho, ao olhar para trás, minha mãe viu um garotinho, loirinho, olhos verdes e aparentava ter uns 3/4 anos de idade. Ela então, resolveu ir até o menino. Pensou que era um absurdo uma criança daquele tamanho estar sozinha na mata, tarde da noite. Confusos, os amigos dela perguntaram aonde ela ia. 
"Levar aquele garotinho pra casa." - respondeu ela.

"Que garotinho, mulher?" - um dos amigos, já assustado perguntou.
Ela continuou insistindo que tinha um garoto ali e que ele devia estar perdido. Mas ninguém estava vendo garoto nenhum. Até que uma das mulheres se lembrou de um relato que corria por ali, mas duvidava que fosse verdade.

Acontece que uma mãe, perdeu seu filho, exatamente ali. Todos que avistavam o menino, que parecia pedir ajuda pelo olhar que lançava, iam até o menino lhe guiar de volta pra casa. No dia seguinte, essas pessoas apareciam mortas ou até mesmo sumiam de vez. Minha mãe não poderia estar paranoica com essa história, simplesmente pelo fato de que ela nunca havia ouvido falar disso. Alguns já haviam corrido assim que ela apontou para o menino que ninguém enxergava. Minha mãe fez o mesmo, junto com os outros que ficaram ali com ela lhe contando a história, que acabara de ser confirmada. Minha mãe me contou, que às vezes, é possível ouvir choros de outras crianças em lugares próximos e é simplesmente de arrepiar. Ninguém anda por ali sozinho. Alguns tem medo de passar ali até de dia. Há também aqueles que também não acreditam, mas é mesmo difícil de acreditar. Só quem realmente viu, tem certeza de que aquilo é verdade. 

Relato de: Vanessa Oliveira

SENSITIVOS