segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Casa Mal Assombrada



O ano era 1944.
Carlos, que antes morava em Itaperuna/RJ, iria se mudar para Natividade/RJ. Estava à procura de uma casa e, depois de algumas visitas, encontrou uma que seria ideal para acomodar sua família.
Ao sair da casa, os vizinhos o alertaram de que ela era assombrada pelo espírito do antigo morador, conhecido como “Manoel Açougueiro". Carlos, que era metido a valentão, ignorou os avisos dos futuros vizinhos e a família mudou-se na semana seguinte.
Depois de um mês instalados, a mãe e os filhos começaram a ouvir, todas as noites, sem falta, às 22:00hs em ponto, batidas na porta. Quando iam atender, não havia ninguém e o portão ficava sempre trancado com cadeado, não havendo tempo suficiente para alguém bater e pular o muro sem que ninguém percebesse.
Carlos, que sempre chegava após as 22:00hs, não acreditava em tal história. Porém, um dia, Carlos chegara mais cedo em casa e, novamente às 22:00hs, bateram na porta. Carlos correu até a porta e, não vendo ninguém por perto, gritou aos quatro ventos:
– Manoel, é você? Se for você mesmo, apareça.
Para espanto de todos, nesta noite, à meia-noite o neném acordou chorando e Carlos, ao entrar no quarto, viu um cachorro branco dentro do berço. Ninguém na casa via o tal cachorro, mas Carlos insistia em tentar bater no cachorro com um cinto e acabara por acertar o bebê, mas não o machucou.
Apesar de toda a confusão da noite, Carlos ainda duvidava de que havia um fantasma na casa. No fim de semana, na Sexta-Feira, Carlos voltou a gritar aos quatro ventos, fazendo, dessa vez, um desafio ao tal fantasma:
– Se tiver alguém aqui mesmo, que atire essas almofadas que estão na sala para o outro quarto.
De madrugada, o filho mais velho da família, que também se chamava Carlos, acordou desesperado, gritando que alguém havia atirado almofadas em sua cabeça enquanto dormia.
Carlos, no dia seguinte, procurou o Padre, que providenciou a celebração de uma missa em intenção à alma de "Manoel, o Açougueiro".
Desde aquela data, nunca mais ninguém ouviu batidas na porta da casa.

Comentem.......

domingo, 24 de agosto de 2014

Sons da meia noite



A pequena luz do stand by da TV o importunava. Os sons de cada passada do ponteiro do relógio o atormentavam. A orquestra de grilos lá fora o fazia agonizar. E assim seguia mais uma noite de insônia dele.
O ranger da cama denunciava mais uma virada de lado, em busca da posição perfeita para dormir, posição esta que nunca encontrava. Ele virou, encolheu ainda mais sua posição fetal, puxou o cobertor próximo da orelha e respirou fundo, o máximo que seus pulmões aguentaram. Então tudo começou…Um estrondoso barulho rompeu a madrugada.
Coisa rápida, apenas dois ou três segundos, mas o eco durou mais.A pequena luz do stand by da TV o importunava. Os sons de cada passada do ponteiro do relógio o atormentavam. A orquestra de grilos lá fora o fazia agonizar. E assim seguia mais uma noite de insônia dele.
Era engraçado para ele, mesmo ainda com o coração acelerado do susto, imaginar o som viajando pelo vilarejo, vindo em sua direção. Não se abalou ao sentir sua casa vibrando quando o eco chegou até ela. Nem se impressionou quando aquela luzinha chata, aquela vermelha, próxima ao botão de on/off da TV, apagou.
Lógico, o fato de ele ter virado de costas pra ela antes não o fez reparar, mas sua imaginação procurando por sentindo naquele estrondo não o deixou ver aquilo de qualquer jeito. Ele detestava trovoadas, aliás, à noite, ele detestava tudo que emitia sons. Mais calmo, fechou vagarosamente os olhos outra vez. Sentia o coração mais lento. Mal ouvia a própria respiração.
Mal ouvia os pensamentos. Mas ele se deu conta de que algo a mais não ouvia, alguma coisa estava faltando.O que seria? Ah, sim, os grilos. Ele não conseguia ouvir os grilos. Mas porque diabos não conseguia ouvi-los? Aquele bando de insetos imprestáveis, que tiravam seu sono noite após noite agora, do nada, faziam falta. Isso é loucura, pensava ele.
Talvez, sei lá, só talvez, aquele som maluco de antes tenha assustado aquelas malditas criaturas. Ou melhor, aquele som ensurdecedor foi tão alto que explodiu cada odioso inseto, transformando-os em gosmas esverdeadas, com sangue e entranhas emboladas, como sempre foram, mas expostas naqueles pequenos corpos. Ele sorriu ao pensar nisso. Peraí! Som ensurdecedor? Não estaria ele surdo por causa do barulho? Virou novamente para o lado esquerdo e ficou tão feliz ao ouvir o ranger da cama novamente que não notou a luz chata e vermelha já inexistente na TV.
Instantes mais tarde, seus punhos cerraram com toda força assim como a dor na nuca começou, seus típicos sintomas de quando é tomado pela raiva. O motivo, os cachorros, os malditos cachorros começaram a latir! Era demais pra uma noite! Primeiro, um ou dois latiram, depois, uns seis ou dez, mais depois, uns milhares.
Claro que onde morava não existia milhares de cães, mas para uma pessoa com insônia e com raiva, um pequeno grilo era igual a uma matilha, quanto mais umas dezenas de cães emitindo aqueles detestáveis sons!
Horas se passaram com aqueles latidos, ora, horas pra alguém com insônia e enraivecido. Ele já estava se habituando com aqueles diálogos canino, mas o que veio a seguir realmente não o deixaria dormir naquela noite, ou melhor, no resto da sua vida: uma nova trovoada. Desta vez, ainda mais alta que a anterior. Ele nem se recuperou do susto e o eco já estremecia sua casa novamente.
Ainda pálido, buscou respirar mais calmamente e pensar no que estava acontecendo, pois, aquilo não parecia normal. A única coisa que lhe fazia sentido era o que seu pai lhe dizia quando criança: quando um raio cair, você conta um elefante, dois elefantes, três elefantes e se o barulho do trovão vier neste momento, quer dizer que o raio está a três elefantes de distância. Quando se lembrou disso, imaginou que o eco podia ser contado da mesma forma, assim, o primeiro barulho ocorreu a uns quatro elefantes de distância e o último, a meio elefante, no máximo.
Ele jogou as cobertas pra longe, vestiu seu calção, apertou o interruptor pra ligar a luz, mas a luz não acendeu. Ignorando a lâmpada apagada, saiu de casa naquela noite quente, iluminada e chuvosa. Ou melhor, para o seu espanto, não tinha chuva nenhuma, tampouco nuvens. O céu estava totalmente nu, com estrelas brilhantes e uma lua cheia incrivelmente linda, no meio do céu.                

Ao ver aquela noite linda, não pôde deixar de lembrar sua antiga namorada. Ela, com seus belos cabelos lisos, sorriso cheio de dentes brancos, olhar sereno de olhos claros e voz adocicada. Era tudo perfeito antes, quando estavam juntos, mas infelizmente, o destino tirou sua vida na forma de um acidente de carro. Quando pensou nisso, não quis mais pensar nela, nem no último beijo apaixonado nem no desespero de ver aquele rosto lindo transformado numa caixa craniana vazia de cérebro e desfigurada.
Ele morava na última casa do vilarejo. Atrás, podia vislumbrar um pequeno bosque e mais ao fundo, as montanhas floridas. À frente, tinha todas as casas para olhar. Porém, aos lados, nenhum vizinho. Para muitos isso poderia ser estranho, mas para ele, era maravilhoso! Ao olhar para o vilarejo, achou amedrontador notar que todas as luzes estavam apagadas. Mais amedrontador ainda, foi aguçar seus ouvidos e não ouvir sequer um latido. Que diabos estava acontecendo?!
Respirou coragem, e iniciou seus passos em direção à rua de paralelepípedos. Ninguém mais estava ali. Ele parecia ser o único curioso. Cada passo que dava em direção ao centro do vilarejo espantava-se ao não ouvir nada. Nunca imaginou que o silêncio fosse mais irritante que o barulho, apesar de ele já não estar mais irritado.
Num lugar seguro, as casas não têm muros, e assim era o vilarejo. Era comum ver entre os vãos dos casebres de madeira, seus moradores em situações íntimas. Havia algumas casas que era possível admirar a luz no outro exterior dela. Naquele momento, porém, onde não sabia exatamente que horas eram, e naquela estranha escuridão, onde apenas ali fora era iluminado pela lua, nada se via nos interiores. E aquilo era ainda mais assustador. Em cada lado que olhava em cada esquina que parava em cada casa que espiava nenhum ser, nenhum movimento, nenhum som. Som? Espera, há um som…
Era metálico? Sim, era. E contínuo. Mas de onde vinha? Ah, do norte. Dotado de uma curiosidade aguçada, ou talvez de um desjuízo, ele andou em direção ao barulho. Algumas casas dali conseguiu ouvir algo mais, mas que não era contínuo. Ocorria a cada o quê, três segundos? Quando chegou à esquina seguinte, e mirou a leste, pôde entender o que era o som, mas também, ao mesmo tempo, sentiu seus joelhos amolecerem.
Há alguns casebres de onde estava, contemplou uma figura nua, no tamanho de duas pessoas de altura, forte como um gorila, lento como uma lesma. Cada passo daquilo durava aqueles três segundos. Via-se bem, havia algo preso ao pescoço, e naquilo, escorria uma corrente que lambia o chão. Em partes daquele monstruoso corpo, havia pinturas vermelhas. E vermelho sangue. A nuca careca mostrava uma cicatriz gigante. Aquilo era terrível e jamais imaginável por ele.
Aquele andar lento, de repente cessou. O barulho dos passos e da corrente estagnou. Aos poucos, aquilo começou a virar. Sua cabeça pálida começou a girar junto. Rapidamente, aquele olho negro e grande do monstro encarava seus olhos. Ele soltou um gemido e começou a correr de onde vinha. Sua corrida era atrapalhada pelos movimentos dos joelhos medrosos.
Quando correu dez casas, parou e bisbilhotou atrás. Aquele semblante odioso já estava onde ele estava anteriormente e também o encarava. O monstro da corrente começou a correr em sua direção e ele pôde contemplar a velocidade daquilo que pensou antes ser lento, mas que, se ele não corresse, seria pego rapidamente.
Notou que não ganharia na corrida. Tinha que pensar em algo, e rápido! Esconder-se foi a única alternativa que lhe veio à mente. Tão logo pensou, avistou um vão em uma daquelas casas e correu lá pra baixo. Abaixado, orando mentalmente, empalideceu ao notar o que estava ao seu lado: quatro patas, pelos negros e cheios de terra e alguma outra coisa que não podia dizer o que era. Não sabia se ficava mais tranquilo ou não, quando notou que o cão ao seu lado estava morto. Quando voltou seus pensamentos àquilo que fugia, escutou surdos e pesados baques na grama, próximo de onde estava.
A cada três segundos escutava o som e, lógico, já sabia do que se tratava. Não demorou muito e viu um enorme pé esquerdo aterrissar no solo. De onde estava abaixado e escondido, pôde ver um pé direito descendo ao chão, este, porém, menor que o outro, já que estava pela metade, aparentemente decepado, com sangue já seco e um pedaço de madeira fincado no que parecia ser a parte mais sensível daquele pedaço de pé.
Ao ver esta grotesca cena, um calor correu de sua barriga até a garganta, e este calor tinha um gosto azedo e cheiro fétido, que deixou escapar pela boca sem nem mesmo pensar a respeito. Aquela cena desajustada piorou quando ele viu a corrente, que desta vez não fazia barulho, pois agora estava beijando a grama.
De perto, ele observou que o fim dela continha um gancho e, na ponta deste, um negro e grandeglobo ocular, transpassado pelo ferro. Seu medo era tanto que jurava que aquela esfera pútrida estava o observando, mas claro, essa ideia era irreal.
Qual seria seu próximo passo? Ficar escondido ali até quando? Pensou que, mas alguns passos, quando aquele demônio virasse para dar volta na casa, ele sairia dali e correria o máximo que pudesse o mais rápido possível. E era o que decidiu. Entretanto, o medo não deixava sair daquele esconderijo, mesmo depois de saber que a criatura já estava do outro lado da casa.
Ele tentava encorajar-se, mas na hora que ia, o terror não deixava sair do lugar. E pela última vez pensou: vou no três. Um, dois,… três. Então arrastou-se um pouco, empurrou seu corpo pra cima com os braços, ainda meio desequilibrado deu o impulso necessário pra começar sua corrida, mas antes mesmo de iniciá-la, bateu em algo.
Ao levantar sua cabeça, notou que um olho grande e negro o observava. Onde o segundo olho deveria estar, uma cova negra e profunda estava no lugar. Um rosto sem cor e faltando pele em alguns lugares, com cortes, sangue e dentes pretos, amarelos e em formato de garras sorrindo uma ideia diabólica. Um ser aparentemente familiar, no entanto, totalmente além do que sua imaginação pudesse criar. Num impulso natural onde qualquer um faria o mesmo, ele gritou desesperadamente!
O que não esperava era que a criatura abrisse aquela sua boca horrorosa e fizesse o mesmo, entretanto, não podia dizer se aquele berro era de medo, mas aquilo veio como uma trovoada, um som alto que durou poucos segundos e que, a nenhum elefante de distância, o eco vibrou as casas ali próximas, depois vibrou a casa dele, e vibraria o bosque e a montanha florida, e o riacho que vinha depois, e calaria todos os grilos no caminho.
Ele, porém, não escutaria todo o ecoar daquele urro, aliás, escutaria apenas os primeiros décimos de segundo, pois, o alto som penetrou seus ouvidos, destruindo os pequenos ossos que tinha ali dentro. A vibração do ar chegou ao interior de sua cabeça, empurrando e tirando do lugar partes do sensível cérebro.
Quando estas ondas batiam no osso do crânio, voltavam numa direção espelhada e assim, seus pensamentos se desfizeram como morangos num liquidificador, bem como seus miolos. Sangue, pensamentos e cérebro formaram uma pasta homogênea que pressionaram todo o crânio de forma que nem este aguentou.
Como algumas latas sofrem com as bombinhas na época de São João, a cabeça dele partiu cada lado em uma direção diferente, levando para o alto aquela gosma rosa avermelhado. Um de seus olhos desceu junto com a pele do que um dia foi chamado de rosto e conseguiu olhar o próprio pescoço.
O outro globo foi mais longe um pouco, conseguindo rolar e olhar novamente a cicatriz na nuca daquela misteriosa figura. Tudo isso aconteceu rapidamente, assim como a queda daquele corpo sem cabeça.Não se sabe o que fez aquele monstro depois disso, pois, nenhuma outra pessoa mais o viu, nem cachorros, nem mesmo os grilos. E agora não há mais insônia, porque ele agora dorme para sempre.

Fonte: Minilua


sábado, 23 de agosto de 2014

Slenderman: O Outro Lado da Criatura.

Estados Unidos, Califórnia, Abril de 1999.

Jennifer tinha 5 anos quando brincava no parque com sua mãe.

Sua mãe (Dina) foi até a barraca comprar uma maçã do amor, mas quando voltou percebeu que sua filha não estava mais lá.

Dina saiu feito uma louca atrás de sua filha, ela gritava desesperadamente.
E
la foi até os fundos do parque onde havia uma enorme área verde, estava escuro demais e não dava para ver quase nada, mas de repente..

Jennifer. - Mamãe, olha o que eu ganhei.
Dina. – Filha? Graças há Deus eu te achei! O que houve? Quem te deu esse balão?
Jeniffer. – O homem grande.

Ela não deu muita importância e levou sua filha para casa.

Dina deu banho em sua filha e colocou-a na cama, mas sentia que algo estranho estava acontecendo.

Dina. – Filha, você quer que eu deixe a luz acesa?
Jennifer. – Não mamãe, o meu amigo gosta de dormir no escuro.
Dina. – Como é esse seu amigo querida?
Jennifer. – Ele é muito alto, tem braços enormes e pernas compridas.
Dina. – Nossa ele deve ser grande mesmo haha!

Dina deu um beijo em sua filha e foi dormir, mas durante toda a noite sentia que algo lhe observava.

Já passava da meia noite quando ela foi até a cozinha tomar um copo de água.

Ao olhar pela porta da cozinha ela vê sua filha do lado de fora perto de uma árvore.

Dina corre até lá e pergunta: O que você está fazendo?!
Jennifer. – Estou brincando de esconde-esconde mamãe.
Dina. – Aposto está brincado com o seu novo amigo não é?
Jennifer. – Sim. Você tem que se esconder rápido.

Dina correu para se esconder atrás da árvore, mas percebeu que sua filha estava parada olhando fixamente para ela. Sem entender o que havia acontecido ela perguntou para Jennifer: Filha, o que aconteceu?

Jennifer olhou para cima e disse: Mamãe, nós não podemos nos esconder atrás do meu amigo, ele não gosta disso.

Dina olhou lentamente para cima e rapidamente foi envolvida pelos longos braços da criatura sem rosto.

Jennifer assistia tudo sem demonstrar qualquer reação.

Delicadamente os tentáculos negros quebravam o pescoço de Dina enquanto uma lagrima escorria por um de seus olhos.

Em seu último suspiro de vida ela diz: Cuide dela.

Após matar a mãe de Jennifer ele abaixou para que ela pudesse subir em suas costas e agarrar em seu pescoço.

Enquanto eles entravam na floresta a garotinha cantarolava uma música de ninar.

Dizem que se você for uma pessoa boa e se perder na floresta a garotinha aparece cantarolando uma música e te mostra o caminho de volta para casa, mas se você for uma pessoa má
e tiver muitos pecados ela te leva até a criatura sem rosto.

A criatura sem rosto, o homem esguio ou como é mais conhecido: SlenderMan.

Ele não tem rosto, mas será que tem sentimentos? Ou será que aprendeu a ter sentimentos?

(Comentem por favor, nos incentivem a continuar.)

domingo, 17 de agosto de 2014

RELATO DOS LEITORES #21

Oieeeee!!!! Pensaram que eu tinha morrido, né? lol xD

Como podem perceber, ainda não. Porém não tenho tido "vida", ultimamente têm sido BASTANTE, mas MUITO corrido. Peço perdão pela falta de postagens, mas não tenho conseguido e sinto muita falta, podem crer... Tenho bastante conteúdo para postar e to fazendo o possível, espero que compreendam.

Fiquem agora com mais um relato...

Várias coisas estranhas acontecem comigo e com minha mulher, vou contar a principal e mais pesada.

A primeira é de um garoto que vinha "possuir" minha mulher ele se dizia ser um jovem polones e que ela era sua irmã no início do século XX, na segunda guerra mundial, no começo ele tinha medo de mim, pois, segundo ele, naquele tempo eu era um soldado que havia assassinado toda sua familia!

Onde ele morava haviam anjos e demônios....

O complicado era que minha esposa, sempre perdia a visão e não conseguia respirar direito quando conseguíamos contato, sempre consegui fazer com que ela voltasse ao normal e tabém sempre consegui fazer com que ela esquecesse as "coisas mais pesadas". Mas um dia não consegui mais estabelecer esse contato...

Mais um fato estranho, mais "leve":

Na manhã do dia 07/04/14 foi normal, sem novidades, ou mudanças. Cheguei da rua, havia andado de skate e quando cheguei em casa fui jantar, preparei duas cochas de frango - coloquei óleo novo esperei fritar. Assim que ficaram prontas desliguei a boca do fogão como de costume.

Às 3:00 da manhã minha esposa e eu acordamos com a frigideira pegando fogo! A primeira coisa que ela fez - porque eu me apavorei na hora - foi pegar o cobertor,  molhar e jogar em cima.

O absurdo e difícil de acreditar era que o gás já estava para acabar, até que o óleo pegasse fogo o gás já deveria ter acabado e mais estranho e absurdo de tudo: a válvula do botijão estava para cima o que indica que o mesmo estava DESLIGADO!

Aldean rodrigues Gonçalves
Page facebook
Deean Gonçallves

A Fazenda Assombrada



A Fazenda Assombrada


Há muito tempo atrás, existia uma fazenda na cidade de Frontem, a Fazenda Conway, que pertencia a dois irmãos: James e Ryan, cada um tinha sua parte.
Ryan era muito ambicioso e queria, a qualquer custo, ter a fazenda só para ele.
Mal sabia ele o fim de tudo.
Um dia, Ryan estava sentado na varanda e viu um machado cravado na lenha. Não se lembrava de tê-lo posto, mas aquilo tinha dado uma idéia.
No outro dia, ele acordou bem cedo, pois James sempre ia tirar leite da vaca entre 04:00hs e 05:00hs da manhã. Achou o machado sobre a mesa, mais uma vez não se lembrava de ter posto ele ali, mas levou-o assim mesmo.
Ryan se escondeu atrás de um grande portão e esperou o seu irmão.
Quando ele apareceu, deu uma machadada com toda a força, arrancando a cabeça de imediato, mas o corpo ainda tinha reflexos e continuou em pé. Ele, desesperado, deu outra machadada, arrancando-lhe o braço, e ele não caia. Então, Ryan fechou os olhos e deu machadada para tudo quanto é lado, dividindo o corpo de James em vários pedaços.
Com medo de que alguém descobrisse, pegou um saco de lixo, colocou os pedaços de seu irmão dentro dele, jogou dentro do poço e enterrou o caso para sempre.
Pelo menos era o que ele achava.
Por ter morrido antes do tempo, James foi condenado a vaguear no mundo dos vivos até acabar com a vida de seu irmão Ryan.
Na primeira semana correu tudo direito mas, na segunda semana, Ryan começou a ouvir barulhos de machado cortando lenha. Abria a janela mas não via nada. Um mês depois, Ryan começou a ouvir um barulho de algo rolando no telhado mas, como o machado, não via nada.
Isso foi até o dia em que ele deixou a cortina aberta e viu algo realmente cair na varanda. Não acreditou no que viu, era a cabeça de seu irmão, enrolada num pano branco, que ficou no chão.
No dia seguinte, ele foi até a cidade falar com o padre, rezou tudo que tinha que rezar e voltou para casa.
Tudo estava calmo até que, um mês depois, as coisas voltaram, e piores. Pedaços do seu irmão caiam do lado de sua cama e o machado voava pela varanda. Um dia, Ryan viu um vulto pela cortina, se encheu de coragem e foi lá ver.
Foi o pior erro de sua vida: o machado pairava em pleno ar.
Ele abriu a janela para ver melhor e o machado voou em sua direção, fez uma grande curva e arrancou os dedos de Ryan. Ele fechou a janela e o machado voou em grande velocidade na direção da mesma, arrancando um pedaço e quebrando o vidro da janela.
O buraco foi de bom tamanho, pois o machado passou por ele, indo direto na direção de Ryan, que se ajoelhou e começou a rezar. O machado não parou e atravessou o pescoço de Ryan, fazendo ele ter o mesmo fim de seu irmão: seu corpo esquartejado no chão e seu espírito condenado a vaguear eternamente pela Fazenda Conway.
Hoje, um pedaço da fazenda virou um hotel, onde esta história é contada até hoje. Dizem que, quem não acredita, é atormentado pelo espírito de James até abandonar o local.
Lá, entre grandes atrações, ainda se pode visitar a Fazenda Conway, mais conhecida como a Fazenda Assombrada, onde, por incrível que pareça, foram encontrados ossos humanos dentro de um antigo poço.


Pessoal, peço-lhes seus comentários........
Incentivem-nos a continuar........
Grande abraço a todos........



terça-feira, 12 de agosto de 2014

SCP-096 "Shy Guy"

Item #: SCP-096 

Classe do Objeto: Euclid 


SCP-096
Procedimentos Especiais de contenção: SCP-096 é para ser contido em uma célula, a 5m x 5m x 5m de cubo feito de aço hermético, em todos os momentos. Verificações semanais para rachaduras ou buracos são obrigatórios. Há de ter absolutamente nenhuma vigilância por vídeo ou ferramentas ópticas de qualquer tipo no interior da célula. Os funcionários  de segurança devem usar sensores de pressão pré-instalados e detectores de laser para garantir a presença do SCP-096 no interior da célula.
Quaisquer e todas as fotos, vídeo ou gravações da semelhança do SCP-096 são estritamente proibidas sem a aprovação do Dr. ███ e O5-.


Descrição: SCP-096 é uma criatura humanoide medindo aproximadamente 2,38 metros de altura. O sujeito mostra muita pouca massa muscular, com análise preliminar de massa corporal sugerindo desnutrição leve. Os braços são fora de proporção com o resto do corpo do individuo, com extensão aproximada de 1,5 metros cada. A pele é principalmente desprovida de pigmentação, sem nenhum sinal de qualquer pelos do corpo.
A mandíbula do SCP-096 pode abrir a 4 (quatro) vezes a mais do que o valor normal de um ser humano adulto. Outras características faciais permanecem semelhantes para um ser humano adulto, com exceção dos olhos, que também são desprovidos de pigmentação. Ainda não se sabe se o SCP-096 é cego ou não. Ele não mostra sinais de quaisquer funções superiores do cérebro, e não é considerado sapiente.
SCP-096 é normalmente extremamente dócil, com sensores de pressão dentro de sua celula indicando que ele passa a maior parte do dia andando pela parede oriental. No entanto, quando alguém vê a cara do SCP-096, seja diretamente, através de gravação de vídeo, ou até mesmo uma fotografia, ele vai entrar numa fase de sofrimento emocional considerável. SCP-096 irá cobrir seu rosto com as mãos e começar a gritar, chorar e balbuciar incoerentemente. Cerca de 1 (um) a 2 (dois) minutos após a primeira visualização, SCP-096 começará a correr para a pessoa que viu seu rosto (que vai a partir deste ponto ser referido como SCP-096-1).
As Velocidades documentadas têm variado de trinta e cinco (35) km/h para ███ km/h, e parece depender da distância do SCP-096-1. Neste ponto, nenhum material conhecido ou método pode impedir o progresso do SCP-096. A posição real do SCP-096-1 não parece afetar a resposta do SCP-096; parece ter um senso inato de localização do SCP-096-1. 
Nota: Esta reação não ocorre quando vê representações artísticas.

Ao chegar no local do SCP-096-1, SCP-096 irá matar e ██████ o SCP-096-1. 100% dos casos não foram deixados vestígios do SCP-096-1. SCP-096, em seguida, irá sentar-se por alguns minutos antes de recuperar a compostura e se tornar dócil, mais uma vez. Então ele vai tentar fazer o seu caminho de volta ao seu habitat natural, ██████.






O Som dos Passos

Era só mais um dia comum, as mesmas pessoas, os mesmos acontecimentos e nada de diferente acontecia.

A vida de Sally era calma demais, mas um dia ela resolveu mudar completamente o estilo e ser diferente das pessoas comuns da cidade.

Ela começou a se vestir de preto, usar maquiagem pesada e passou a não sair de seu quarto.

Os pais dela nunca aprovaram o novo estilo de Sally, mas ela era rebelde demais para ser contrariada.

Numa noite de tempestade enquanto seus pais viajavam, Sally ouve barulhos de passos, ela se assusta e tranca a porta de seu quarto.

Ela tenta ligar para a polícia, mas o celular está sem sinal.

Aos poucos os passos vão aumentado, aumentando cada vez mais, até que de repente um silêncio toma conta do ambiente.

Ela abre a porta, caminha lentamente pelo corredor e volta para o seu quarto, ela se sente aliviada por achar que os passos eram frutos de sua imaginação.    

Algumas horas depois o seu celular toca e ela atende.

Sally. -  Alô! Quem fala?

O que ela escuta na chamada são passos, assustada ela desliga o celular, mas percebe que os passos continuam.            

Novamente o celular toca e dessa vez ela escuta uma voz masculina que diz: Olhe para o teto.

Ao olhar para cima ela pôde ver que os passos não vinham do chão..

( Por favor comentem,a opinião de vocês é muito importante.)
  (Nos incentivem há continuar.) 

domingo, 10 de agosto de 2014

Horror Game: Fatal Frame



Fatal Frame, conhecido como Project Zero, na Europa e na Austrália, e Zero (Zero, isto é um trocadilho; este kanji é normalmente lido como rei, que também significa "fantasma") no Japão, é uma série de jogos de survival horror, com quatro jogos principais. O primeiro, o segundo jogo e o terceiro jogo da serie da série foram lançados para PlayStation 2, enquanto o quarto jogo foi lançado apenas para o Nintendo Wii. A série consiste em exorcismos, rituais xinto e, acima de tudo, fantasmas.
Criado pela Tecmo, Fatal Frame é dos jogos de survival horror mais bem recebidos na atualidade.O principal objetivo no jogo é resolver um mistério que está ligado às antigas superstições japonesas. Os principais inimigos que o jogador terá de enfrentar são fantasmas; alguns amigáveis, mas a maioria não é. A sua única forma de defesa é a Câmera obscura, que permite ao jogador exorcisar os fantasmas tirando fotografias deles, selando seus espíritos no filme.

Fatal Frame 1




História- 

Nove dias se passaram desde que Mafuyu Hinasaki, irmão de Miku Hinasaki, desapareceu.
Tudo isso começou há um mês atrás.
A mídia noticiou que o novelista Junsei Takamine havia desaparecido enquanto fazia pesquisas para a criação de sua nova novela, e Mafuyu, um aspirante à jornalista, percebeu que tinha algo errado. Mafuyu, então, decide começar a procurar por Junsei, e essa busca o leva a uma mansão abandonada.
A Mansão Himuro localiza-se numa floresta.
Uma lenda dizia que essa mansão pertenceu à um rico latifundiário, que tinha o controle absoluto da área. Mas agora, a mansão não passa de uma sombra destruída pelo tempo.
Ao que Mafuyu explora a mansão, ele acha recados em papéis escritos pelo próprio Junsei e sua equipe. Esses recados remetiam um número de eventos misteriosos que aconteceram no passado negro da mansão.
Para descobrir mais sobre o que aconteceu com a mansão e com Junsei, Mafuyu se embrenha cada vez mais na mansão, e percebe que ele não está sozinho.
Miku foi para a Mansão Himuro para achar seu irmão. E ela não fazia idéia no que estava se metendo.

Miku Hinasaki
Personagem-

Miku Hinasaki: É a personagem principal do primeiro jogo da série, Fatal Frame. Miku vem de uma família suscetível ao paranormal, e, como outros de sua família, é capaz de utilizar o Câmera Obscura, uma câmera única que tem a capacidade de ver as imagens impossíveis e de captura do outro lado. Ela e seu irmão, Mafuyu, foram introduzidos como os primeiros protagonistas da franquia, quando ficaram presos assim que pisaram na assombrada Mansão Himuro.


Gameplay-

Fatal Frame foi o primeiro a introduzir o uso inovador de uma câmera como arma. Além da navegação dos personagens principais em torno da mansão, os jogadores são capazes de entrar no ViewFinder,onde a câmera é levantada e a visualização muda para primeira pessoa. No ViewFinder você é capaz de tirar fotos dos fantasmas, tanto os violentos quanto os benignos, que é o principal método de progredir através do jogo. Os itens também estão disponíveis, alguns sendo itens de consumo, sendo a maioria "Key"que são necessários para destravar as portas, completar tarefas ou resolver quebra-cabeças. Puzzles são encontrados com frequência no jogo, alguns sendo baseado nos mesmos conceitos, mas tornando-se progressivamente mais difícil. Os níveis de dificuldade diferentes do jogo (Easy, Normal, Hard, Nightmare, ou Fatal (apenas Xbox) determina a quantidade de itens de consumo espalhados pela mansão e quão forte os inimigos estarão.
O principal aspecto de horror do jogo é, sem dúvida, os fantasmas. A mecânica programada para os fantasmas lhes permitem flutuar no ar, paredes e pisos e até mesmo teletransportar, permitindo-lhes muitas maneiras de atacar o jogador. Aparições dos fantasmas geralmente são inspirados por suas mortes ou por estigmas japonesas de horror, que,alguns são arrepiantes.

Diferenças Regionais:

Para além da óbvia mudança de nome, outros aspectos do jogo sofreram modificações em regiões fora do Japão. O termo "Fatal Frame" em si não foi introduzido até o lançamento no exterior, o que levou a mudança de nome. Outra mudança importante foi no design da personagem Miku. A grande curva vermelha sobre a camisa de Miku (muito parecido com aqueles vistos em uniformes escolares japoneses) foi removida, e a camisa por baixo foi feito mais vermelho para compensar. O rosto de Miku também foi editado, dando-lhe um olhos e lábios menore, e seu cabelo foi mudado para uma cor marrom mais vibrante. O novo modelo foi utilizado para todas as versões posteriores, incluindo a edição de Xbox japonês.


Fatal Frame 2: Crimson Butterfly



Fatal Frame II: Crimson Butterfly, conhecido no Japão como Zero~ Akai Chou (Zero~ Crimson Butterfly) e na Europa como Project Zero II: Crimson Butterfly, é um survival horror japonês exclusivo para PlayStation 2.

História

As irmãs gêmeas, Mio e Mayu Amakura, estão visitando um local de infância quando Mayu, que  anda mancando após um acidente de infância, segue uma borboleta carmesim misteriosa profundamente na floresta. Mio, preocupada com sua irmã, segue Mayu,e as duas meninas são levadas a uma aldeia perdida. A aldeia é curiosamente vazia, e é revelado ter sido amaldiçoada por algum evento passado, aprisionando a aldeia em uma noite perpétua.

Elas descobrem a Câmera Obscura e são atacadas pelos fantasmas dos moradores anteriores. Mayu é eventualmente desviada pelos fantasmas, e Mio fica determinada a salvar Mayu e escapar antes que o mesmo destino amaldiçoado dos ex-moradores da aldeia caiam sobre elas. No entanto, Mio descobre que, para salvar sua irmã e escapar da aldeia, ela deve aprofundar o ritual que foi realizado na aldeia; Ritual Sacrifice Crimson, onde um dos gêmeos deve matar o outro.

Personagens-



Mio Amakura
Mayu Amakura
Mayu Amakura é uma das duas principais personagens em Fatal Frame II: Crimson Butterfly. Ela é a irmã gêmea mais velha de Mio Amakura. As duas compartilham um vínculo muito próximo, no entanto, ao contrário de sua irmã, Mayu é altamente suscetível ao paranormal. Quando as duas colocam os pés na misteriosa aldeira, os espíritos dos mortos logo atormentam  Mayu, e ela deve suportar a escuridão para que ela e sua irmã possam sobreviver.

 Mio Amakura é a personagem principal de Fatal Frame II: Crimson Butterfly, e também faz uma aparição em Fatal Frame III: The Tormented. Mio é também a gêmea idêntica mais nova de Mayu Amakura, Ela é uma descendente direta do Dr. Kunihiko Asou, o criador da Câmera Obscura e Spirit Stone Radio. Mio e sua irmã foram sempre juntas, no entanto, como as duas se tornam presas na Lost Village e os acontecimentos do passado se revelam, Mio deve enfrentar a escuridão se ela e sua irmã  querem escapar.


Gameplay-

Fatal Frame II utiliza a mecânica de jogo muito semelhante ao seu antecessor, com algumas mudanças e atualizações. Para a maior parte do jogo você controla Mio Amakura, com exceção de algumas cenas curtas onde você controla sua irmã gêmea mais velha Mayu. Única arma de Mio é a Câmera Obscura, uma câmera antiga com a capacidade de tirar fotos de fantasmas e exorcizá-los.  Como no jogo anterior, tipos de filme e lentes especiais podem ser encontrados, que aumentam o dano infligido. Funções nativas da câmera e as lentes especiais podem ser atualizadas usando Spirit Orbs  encontrados no jogo e os pontos ganhos por fotografar fantasmas.
A câmera também possui um filamento único, que brilha em vermelho quando enfrenta um fantasma hostil e azul, quando há um fantasma não-hostil nas proximidades.
Durante o jogo, Mio tem que explorar toda a área da vila e os seus edifícios centrais, e precisa encontrar vários objetos e resolver enigmas, a fim de avançar. Além de fantasmas hostis, existem inúmeros espíritos ocultos que Mio pode fotografar para receber pistas ou revelar a história da aldeia. O jogo é dividido em capítulos, em sua maioria relacionados a determinadas áreas que Mio visitas enquanto ela persegue sua irmã. O número total de capítulos é nove, com um décimo capítulo especial disponível em configurações de dificuldade Hard e Nightmare.
  
  Fatal Frame 3: The Tormented




Fatal Frame III: The Tormented, conhecido como Zero ~ Shisei no Koe ~ (Zero ~ Voice of the tattoo ~) e Project Zero III: The Tormented no Japão e na Europa, respectivamente, é um jogo de survival horror japonês exclusivo para PlayStation 2 e a terceira parcela da série Fatal Frame.

 História

Depois de seguir Yuu na estranha mansão, Rei começa a visitar a Manor of Sleep em seus sonhos à noite, na esperança de vê-lo novamente. Enquanto explora a entrada da mansão, no entanto, ela é perseguida por um fantasma vagando pelos salões. O fantasma estava coberto de tatuagens, e depois de ser tocada por ele apenas uma vez, Rei acorda de seu pesadelo e a mesma tatuagem começa a aparecer nela e causar dor. Rei retorna para a mansão, todas as noites, procurando a verdade por trás da Tattooed Curse, e, eventualmente, ela descobre que somente aqueles que são os únicos sobreviventes de um desastre são trazidos para a Manor of Sleep. 

Miku Hinasaki, que vive com Rei e trabalha como sua assistente, foi a única sobrevivente da Mansão Himuro em Fatal Frame 1, e ela é levada para o pesadelo também. Com a ajuda dela, Rei é capaz de desvendar os rituais obscuros que ocorreram dentro da mansão, que eventualmente condenou seus habitantes. As duas devem trabalhar rápido para desfazer a escuridão que domina a mansão dos sonho antes da maldição da tatuagem consuma, e elas fiquem presas dentro do pesadelo para sempre

Personagens-




Rei Kurosawa
Kei Amakura
Rei Kurosawa é a personagem principal de Fatal Frame III: The Tormented. Tendo sobrevivido a um acidente de carro fatal que tirou a vida de seu noivo, Yuu Asou, Rei está cercada de tristeza e culpa, desejando estar com ele mais uma vez. Sua dor se torna perigosa, no entanto, quando ela começa a visitar uma mansão estranha em seus sonhos.Conhecida como a Manor of Sleep, e depois de ver Yuu dentro, Rei segue mais e mais, sem saber que aqueles que seguem os mortos longe demais nunca mais voltam.


Kei Amakura é um dos três protagonistas em Fatal Frame III: The Tormented. Como um personagem jogável, ele pode mover objetos pesados​. Depois de pesquisar o folclore do Santuário Kuze, Kei é um pouco versado nas superstições e rituais que se passava dentro de seus muros. No entanto, o envolvimento no passado do santuário e sua maldição causou Kei a sonhar com a Manor of Sleep.

Gameplay-
Fatal Frame III é similar aos dois jogos anteriores, em que o jogador controla os personagens  Rei, Miku ou Kei e usa a Câmera Obscura para fotografar pistas e lutar contra fantasmas. Como os jogos anteriores, ele também é separado em fases, aqui chamado de "Horas", e entre as horas o jogador é capaz de olhar ao redor da casa de Rei durante o dia e de reunir pistas, antes de ir para a cama à noite e entrar na Manor of Sleep. Uma diferença fundamental é que certas fotos tiradas na mansão podem ser reveladas na sala escura no mundo real, e usadas ​​para coletar informações. Depois de cada "Hora" Rei acorda no mundo real, no entanto, como a trama avança as fronteiras entre os dois mundos começam a obscurecer. Como resultado, ela começa a ter visões de fantasmas, mesmo quando acordada e a tatuagem misteriosa cresce cada vez mais cobrindo o seu corpo.

 
Os controles básicos e mecânica ficaram os mesmos; existe um filamento na tela que indica a presença de um fantasma e que a câmera pode ser elevada para entrar no ViewFinder para investigar ou batalhar. O filamento tem uma capacidade adicional.  Além de indicar se o fantasma é hostil ou não, o filamento também fica azul quando um fantasma  desconhece a presença do jogador, e vermelha quando se sabe a localização do jogador, acrescentando um elemento de jogabilidade furtiva. A câmera tem uma quantidade limitada de filmes e, portanto, os filmes devem ser constantemente abastecidos. Pontos são ganhos através de batalhas contra fantasmas ou por tirar fotos de fantasmas benignos, e os pontos vão para a câmera e para comprar os itens desbloqueáveis ​​obtidos após vencer o jogo. Como os jogos anteriores, há vários quebra-cabeças espalhadas por todo o jogo, aumentando progressivamente em dificuldade com a progressão da historia. 

Fatal Frame 4: Mask of the Lunar Eclipse



Zero ~ Tsukihami no Kamen, conhecido como Fatal Frame IV: Mask of the Lunar Eclipse é um exclusivo do Nintendo Wii e o quarto da série Fatal Frame. 

História-

Ruka Minazuki olha para Rougetsu Island enquanto se aproxima por meio um barco. Ela viaja para a ilha, a sua casa de infância, na esperança de descobrir memórias que ela não se lembra. Ela finalmente viaja para a ilha, depois de duas amigas, Misaki Asou e Madoka Tsukimori, irem por elas mesmas. As três meninas são as únicas sobreviventes de um incidente de sequestro que ocorreu na ilha há dez anos, no entanto, elas não têm nenhuma lembrança do incidente. Elas foram resgatadas por um detetive chamado Choushiro Kirishima, que as encontrou no subsolo, na véspera da cerimônia de dança da ilha Kagura. Logo após o incidente, foram tomadas as cinco meninas sequestradas e suas famílias para viverem longe da ilha. No entanto, um misterioso incidente ocorreu na ilha dois anos mais tarde, e nenhum dos seus habitantes foram deixados vivos.
Agora duas das meninas sequestradas morreram e Ruka, Misaki e Madoka tomaram a decisão de descobrir a verdade por trás de mortes misteriosas da ilha e as suas memórias perdidas.

Personagens 


Ruka Minazuki
Misaki Asou
Ruka Minazuki  a principal heroína de Fatal Frame IV. Vários anos atrás, Ruka e outras quatro meninas foram resgatadas por um detetive depois de terem sido sequestradas quando crianças. Agora, as restantes duas meninas foram para a ilha de Rougetsu, onde tudo começou. Em busca de suas memórias perdidas.

Misaki Asou uma das meninas sequestradas, Misaki é uma garota de temperamento forte, que tem seu próprio caminho. Guiada pela visão de uma menina de preto que aparece em sua memória, Misaki dirige para Rougetsu Island. No entanto, logo depois de chegar à ilha,Misaki liderada por sua curiosidade, abandona Madoka.

Madoka Tsukimori é uma das personagens jogáveis ​​em Fatal Frame IVe é a primeira personagem jogável no jogo.
Uma das cinco meninas sobreviventes sequestradas há 10 anos, Madoka tem uma personalidade tímidaQuando sua melhor amiga, Misaki Asoucomeça a agir estranhamente e insiste em retornar para Rougetsu ilha para recuperar suas memórias perdidasMadoka vai também, porque ela está preocupada com ela.

  
Gameplay-

Diferente dos três antecessores, Fatal Frame 4 adota a câmera estilo Resident evil 4.
Fantasma com "Blooming"
Novos elementos foram usados aproveitando o Wii remote, a lanterna é guiada pelo controle principal enquanto os personagens se movimentam pelo Nunchuk.Um novo sistema de pegar itens foi adicionado fazendo o jogador segurar "A" para os personagens abaixarem e pegarem os itens, no meio do processo aleatoriamente uma mão pode segurar o braço,caso segure, será feito pouco dano e o item será perdido.
Outra novidade no Gameplay foi o "Blooming" que faz os fantasmas derrotados ressurgirem mais rápidos e mais fortes.

Getsuyuu Syndrome 
Síndrome Getsuyuu (   Getsuyuu-byou) (ou Hipnose Lunar, o nome criado para a tradução Brasileira ) é uma doença específica em Rougetsu Island. Vítimas sofrem de perda de memória e confusão mental. A doença foi sendo pesquisada em Haibara Hospital, também localizada na ilha.Pensava-se que a doença podia ter uma conexão com a fé e a cultura da ilha.
A doença começa suave, com sintomas como perda de memória leve e sonambulismo (apelidado de "Moon Walking" pelos ilhéus) Quando a lua está cheia os pacientes começam a vagar em busca do luar.; se eles não conseguem encontrar o luar eles se tornam instáveis e agressivos .
Conforme a doença progride e os sintomas tornam-se mais grave, a memória do paciente é quase totalmente apagada. Eles vão tentar chegar a janelas ou telhados para ter uma vista da lua e se expor a luz do luar. Eventualmente, a perda total de memória ocorre, e eles vão sempre pedir para ver a lua. A única maneira conhecida para curar a doença  são os rituais da ilha para acalmar a lua. Na falta destes, o "Tsukimori Song" também acalma a lua quando tocada no alto do Farol Tsukuyomi e pode ser usado se os rituais falharem.

Estágios da doença:
Budding (Brotar)

Breaking (Quebra)

Resonance (Ressonância)

Blooming (Florescer) 


Fatal Frame 5 The Raven Haired Shrine Maiden

História-
A personagem principal, Yuuri Kozukata, é capaz de ver a história dos objetos que ela toca e traz as pessoas de volta do mundo dos espíritos. Ela está à procura de alguém que desapareceu nas montanhas.

Personagens-



Himino
Yuuri Kozukata
Yuuri Kozukata é a personagem principal de Fatal Frame V. Ela é uma vidente que tem a capacidade de ler os segredos de um item através do toque. Ela trabalha em uma loja de antiguidades, e usa seu dom para trazer de volta as pessoas que morreram. Himino pede para ela ir para Hikamiyama, uma montanha visitada por aqueles que escolheram a morte, para encontrar uma pessoa desaparecida.

Himino é uma personagem mostrada no trailer de Fatal Frame V. Ela vai para Kurosawa Antiguidades para solicitar a ajuda de Yuuri Kozukata á encontrar uma pessoa desaparecida que foi para o Monte Hikami-yama, um ponto de suicídio conhecido.
Mais tarde, na montanha, Yuuri encontra Himino debaixo de uma árvore, cantando para si mesma. Como se estivesse em transe, Himino levanta uma faca em sua garganta, e, em seguida, desaparece diante dos olhos de Yuuri.


Gameplay-

Como muitos especularam desde que foi revelado para o Wii u, o jogo irá utilizar o gyro-sensor do Wii U GamePad para agir como analógico do mundo real para a Câmera Obscura.
Nova característica é o "Sprint" que acelera o movimento do personagem, quando necessário, ao contrario dos jogos anteriores.

Trailer ( Legendado PT-BR )




Links

Fantasmas do FF1

Fantasmas do FF2

Fantasmas do FF3

Fantasmas do FF4

Fontes:

Zero Wiki 

Fatal Frame Wiki 

Wikipédia

Files do jogo.

Sensitivos