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Relato dos Leitores #26

Eu tenho 14 anos, minha história começa quando eu tinha 7 anos, era de noite e eu estava assistindo desenho, de frente para meu quarto tinha um corredor e em cima desse corredor tinha uma porta que dava no sótão da casa, minha tia veio e desligou a TV, pois no dia seguinte eu tinha aula e sim, eu me lembro de tudo, não tem como esquecer! Eu não estava conseguindo dormir e então eu fiquei olhando para o corredor que sempre me deu medo, foi ai que eu vi um homem saindo do sótão, ele estava assustado parecia que estava fugindo de algo, ele colocou o indicador sobre os lábios e fez um sinal de ''Shh'' e minha vida toda eu sempre vi uma entidade corcunda bem negra, e o que eu vou contar a seguir é meio forte para mim já que eu nunca mais dormi de luz apagada por causa da presença dessa entidade...

Eu estava na casa da minha mãe, eu não moro com ela moro e sim com uma amiga dela, mas isso já é outra história, eu estava de férias de dezembro de 2013 indo para 2014, uma noite eu estava muito assustado, pois minha irmã também consegue ver ele, e ela disse que tinha um homem no quarto dela, ela tinha 6 anos na época e eu 13 a minha sensação de ser observado estava muito forte, então eu pedi para minha mãe que se ela fosse sair me acordasse no dia seguinte para eu ir com ela, foi ai que aconteceu... Minha mãe não acredita em mim e por conta disso ela saiu com minha irmã e me deixou sozinho, eu fiquei paralisado no sofá, porque só foi eu acordar que a porta bateu e a TV do quarto ligou, eu vi uma outra entidade, ela era transparente, então eu me levantei e cheguei bem perto dela, fiquei a mais ou menos 6 dedos de distancia, e ela sorriu pra min, ela piscou e desapareceu, e então eu creio que seja alguma entidade boa que me protege. Mas eu nunca tive descanso, eu sempre me sinto observado e não posso fugir disso. As vezes eu ainda vejo essa sombra me olhando quando eu acordo...

Relato de: Vitor Hazzouri

Para aqueles que gostariam de ajudar o Vitor de alguma forma, por favor deixe a sua ajuda no campo de comentários. Obrigado! 

Relato dos Leitores #25


Mais uma vez, no interior do Ceará, os amigos e familiares se reuniram pra mais um daqueles encontros de sempre. Cada um levava alguma coisa pra comer e em cada encontro, era escolhido uma pessoa pra levar o café.  Era a vez da minha mãe levar, mas ela esqueceu em casa e teve que voltar pra buscar.  Já era noite, então ela não foi sozinha. Andar por aquela mata escura e sozinha.. nem pensar! No meio do caminho, ao olhar para trás, minha mãe viu um garotinho, loirinho, olhos verdes e aparentava ter uns 3/4 anos de idade. Ela então, resolveu ir até o menino. Pensou que era um absurdo uma criança daquele tamanho estar sozinha na mata, tarde da noite. Confusos, os amigos dela perguntaram aonde ela ia. 
"Levar aquele garotinho pra casa." - respondeu ela.

"Que garotinho, mulher?" - um dos amigos, já assustado perguntou.
Ela continuou insistindo que tinha um garoto ali e que ele devia estar perdido. Mas ninguém estava vendo garoto nenhum. Até que uma das mulheres se lembrou de um relato que corria por ali, mas duvidava que fosse verdade.

Acontece que uma mãe, perdeu seu filho, exatamente ali. Todos que avistavam o menino, que parecia pedir ajuda pelo olhar que lançava, iam até o menino lhe guiar de volta pra casa. No dia seguinte, essas pessoas apareciam mortas ou até mesmo sumiam de vez. Minha mãe não poderia estar paranoica com essa história, simplesmente pelo fato de que ela nunca havia ouvido falar disso. Alguns já haviam corrido assim que ela apontou para o menino que ninguém enxergava. Minha mãe fez o mesmo, junto com os outros que ficaram ali com ela lhe contando a história, que acabara de ser confirmada. Minha mãe me contou, que às vezes, é possível ouvir choros de outras crianças em lugares próximos e é simplesmente de arrepiar. Ninguém anda por ali sozinho. Alguns tem medo de passar ali até de dia. Há também aqueles que também não acreditam, mas é mesmo difícil de acreditar. Só quem realmente viu, tem certeza de que aquilo é verdade. 

Relato de: Vanessa Oliveira

RELATO DOS LEITORES #24

Rosto capturado em foto

Olá meu nome é Julio César. Um menino que apareceu no banco de trás do carro do lado da minha tia, essa pessoa não estava lá!

Nós estávamos indo para o show Caldas Country em Caldas Novas-GO.

Dentro do carro resolvemos tirar algumas fotos, e uma nos assustou, porque apareceu o rosto de uma pessoa que não estava no carro! Olhe atrás do motorista e veja. No carro estavamos eu, meu irmão, minha tia e a namorada dele, sendo que eu e minha tia estava no banco de trás e meu irmão e a namorada dele no banco da frente.

Algumas pessoas disseram que talvez seja alguém passando pela rua, mas não poderia ser, porque os vidros estavam fechados e tem película, o que o deixa muito escuro, Além disso, o carro estava rápido e meu irmão afirma que não viu ninguém na rua.

O rosto do fantasma parece estar assustado, parece que não queria aparecer na foto e acabou aparecendo por engano...

Quando a namorada do meu irmão foi tirar a foto, meu irmão (que estava dirigindo) não quis aparecer e se inclinou para frente e foi por causa disso que apareceu o fantasma lá atras.

Talvez esse espírito tenha sido de alguma menina que morreu no show ou então naquela rua que estávamos passando, e por algum motivo essa menina queria ir muito nesse show e acabou pegando carona conosco.


Então, o que vocês acham???

HISTÓRIA DE UM LEITOR

Esse relato foi postado no Yahoo Respostas por um leitor anônimo à mais ou menos 5 anos. E ele parece não ter encontrado resposta ao que lhe aconteceu...

Quando eu tinha 8 anos aconteceu um fato comigo que até hoje (19 anos) me deixa meio “encucado” e até mesmo com  de medo à noite quando vou dormir.

Foi bem assim: Um certo dia acordei para usar o banheiro de madrugada, quando de repente vi sentado, no criado mudo do quarto, mais ou menos 1 metro de distância em relação à mim, um ser muito estranho (não sei dizer se era espiritual, extraterrestre, etc..), ele mechia a cabeça de um lado para o outro e falava uma linguagem incompreensível.

Fiquei olhando pra ele por uns 3 minutos e pensando comigo “o que é isso que está em minha frente?”. Quando minha visão começou a se acostumar ao escuropercebi que era uma criatura de mais ou menos 1m e meio de altura, seu corpo era preto, não sei se ele estava usando roupas pretas ou se não usava roupas. Parecia que tinha um cabelo bagunçado e jogado pra cima e olhos vermelhos que destacavam no escuro do quarto.

Me enrolei com o cobertor e pensei “isso só pode ser um sonho!”, pois é, mas não era... Deixei uma brexa bem pequena no cobertor pra ver e tentar entender o que era aquilo, fiquei olhando pra ele por mais 5 minutos e, ao mesmo tempo eu só sabia/podia rezar naquele momento. O detalhe é que na cama em que eu estava, também estavam meu irmão mais velho e minha prima (juntavamos duas camas de solteiro e dormiamos juntos, eu estava no meio por que eu tinha medo de dormir na ponta), meus tios e minha outra prima em uma cama de casal (o quarto era enorme). Porém, mesmo cutucando meu irmão ele não acordava.

E se eu gritar pedindo “socorro” ou algo parecido será que todos vão acordar e, se acordarem será que também vão ver esse ser o que eu estou vendo? Optei por ficar quieto e rezando mesmo ouvindo aquele ser falando uma linguagem que eu não conhecia, eu me esforcei ao máximo e rezava sem parar. Graças à DEUS cai no sono depois de muito tempo e, até hoje não vi nenhum caso parecido com o meu.

ME AJUDEM, TIREM DE MIM ESSA DÚVIDA QUE ME PERSEGUE À ANOS!

E então? Alguém mais com relatos semelhantes?

RELATO DOS LEITORES #23

A ponte

Eu não sei se, especificamente, tem haver, mas desde criança vejo e ouço coisas "diferentes". Não gosto de pensar que seja alguma relação com religiões (não sou religiosa). Mas a minha bisavó, segundo a família, foi uma praticante de ocultismo e magia negra, não sei dizer bem. É um pouco macabro.

Minha mãe também tinha dessas coisas, de enxergar o que ninguém está vendo, e talvez eu tenha herdado isso dela. De qualquer forma, aconteceu quando eu era pequena, uns oito anos, na ponte de meu bairro.

A ponte cortava duas bandas de terra, dando acesso a uma igrejinha protestante. Na verdade, era mais uma pinguela do que outra coisa. A minha escola particular ficava justo após a pontezinha, mas eu tinha medo de altura e meu pai me levava por um caminho alternativo. Bem... até no dia 09/08/2006.

Uma mulher, depois de um tempo,  disse que uma outra engravidava frequentemente, e abortava ela mesma, algumas vezes com o feto já grande em seu ventre. Ela enterrou o primeiro feto de sua primeira gravidez, ali mesmo no quintal de sua casa, e assassinava seus próprios bebês após esse incidente. Ninguém achava que ela se tratava de um perigo real, até tentar matar o feto de outra pessoa, uma passante na rua de sua casa. Ela foi linchada e sumiu por uns tempos. Talvez até anos.

Mas, naquele dia, meu pai e eu estávamos atravessando a pobre ponte. Tinha um valão passando abaixo de nós e fedia. Eu acordei atrasada demais e tínhamos que pegar aquela caminho.  Meu pai disse que ficaria tudo bem se eu só andasse, sem olhar pra baixo. Mas eu olhei.

Eu vi uma sacola boiando, e um braço de boneca para fora. Mas não era uma boneca. Parecia uma mão humana, de bebê, e saber do fato dos abortos, anos mais tarde, me leva a imaginar que as coisas realmente foram sinistras.

A sacola preta foi sendo arrastada pelo curso. Então eu vi, na penumbra do barranco, uma mão atrofiada agarra-la e afundar com ela. Eu não gritei, mas fiquei tão pasma que puxei meu pai e quase caímos também.

Depois disso, nunca mais passo em pontes e pinguelas.

Relato de Suu Zombie

RELATO DOS LEITORES #22

Quando era criança morei em uma casa por vários anos, mas com um tempo comecei a perceber
coisas sobrenaturais que aconteciam quando ia dormir. Sempre durmo tarde, e tenho sono leve e qualquer ruído me faz acordar. Vou contar para vocês um relato que aconteceu comigo e até hoje não esqueci.

Em uma noite acordei ouvindo alguns passos que vinham da cozinha até meu quarto, fiquei meio assustada porque não sabia quem era que estava andando a essa hora da noite na cozinha, eu dormia com meu irmão no mesmo quarto e nesse dia estava na rede e ele em outra meio distante de mim. Aqueles passos começaram a chegar, mas perto da minha rede, parecia uma pessoa usando botas fazia um barulho esquisito e logo aí percebi que não era ninguém da minha família, mas algo além...

Muito pavorosa e assustada fiquei parada sem me mover por que estava com muito medo que aquilo me fizesse mal, aí então meu irmão dormindo começa a se mexer e aquilo corre bem rápido pra perto dele e fica parado lá, nesse momento tenso morri de medo, começava me tremer muito. Fiquei pensando se aquela coisa iria fazer mal ao meu irmão, foi então que comecei a me mexer e aquela coisa correu pra muito perto de mim e ficou parado, imediatamente fechei os olhos e não me movi mais e fiquei parado até aquilo ir embora, mas sentia que aquilo não iria ficar longe por muito tempo, então eu tomei coragem e levantei da rede para olhar ao redor, e por incrível que pareça: não vi nada.

Fiquei confusa eu sabia que não estava ficando louca, por que sei o que ouvi, sei que foi real! Mas então olhei debaixo da rede e foi aí que vi algo muito estranho e assustador: ví um círculo preto girando em baixo da rede e não parava de girar, ficava girando, girando... Então assustada deitei e fechei os olhos novamente. Nesse momento senti alguém passar a mão na minha face, abri os olhos e não tinha ninguém.

Resolvi chamar meus pais, e quando gritei por eles algo novamente aconteceu, não conseguia gritar tentava gritar bem alto, mas minha voz saia muito baixa, como se eu estivesse numa sala com isolamento acústico me impedindo de gritar por ajuda... Logo percebi que aquela coisa não queria que ninguém soubesse que estava acontecendo e então me calei e na minha frente apareceu uma mão, estava meio escuro, mas dava para ver que era uma mão, e ela vinha de encontro ao meu rosto. Não pensei duas vezes e mordi, e de repente a mão se dissolveu como se fosse areia.

Fiquei mais apavorada ainda, escutava meu coração batendo rápido, tentei respirar e me acalmar, mas era impossível com aquilo me perturbando. Lembro bem que essa coisa sobrenatural sumia quando amanhecia e tudo ficava, mais calmo. Meu pai nunca acreditou nesse relato por eu ser uma criança, ele achava que era coisa da minha cabeça, mas só eu sei o que eu passei.

Muitas dessas coisas acontecem sempre quando estamos sozinhos por que assim é impossível que outras pessoas acreditem. Só quem entende e acredita é quem passou por algo parecido...

L.Santos

RELATO DOS LEITORES #21

Oieeeee!!!! Pensaram que eu tinha morrido, né? lol xD

Como podem perceber, ainda não. Porém não tenho tido "vida", ultimamente têm sido BASTANTE, mas MUITO corrido. Peço perdão pela falta de postagens, mas não tenho conseguido e sinto muita falta, podem crer... Tenho bastante conteúdo para postar e to fazendo o possível, espero que compreendam.

Fiquem agora com mais um relato...

Várias coisas estranhas acontecem comigo e com minha mulher, vou contar a principal e mais pesada.

A primeira é de um garoto que vinha "possuir" minha mulher ele se dizia ser um jovem polones e que ela era sua irmã no início do século XX, na segunda guerra mundial, no começo ele tinha medo de mim, pois, segundo ele, naquele tempo eu era um soldado que havia assassinado toda sua familia!

Onde ele morava haviam anjos e demônios....

O complicado era que minha esposa, sempre perdia a visão e não conseguia respirar direito quando conseguíamos contato, sempre consegui fazer com que ela voltasse ao normal e tabém sempre consegui fazer com que ela esquecesse as "coisas mais pesadas". Mas um dia não consegui mais estabelecer esse contato...

Mais um fato estranho, mais "leve":

Na manhã do dia 07/04/14 foi normal, sem novidades, ou mudanças. Cheguei da rua, havia andado de skate e quando cheguei em casa fui jantar, preparei duas cochas de frango - coloquei óleo novo esperei fritar. Assim que ficaram prontas desliguei a boca do fogão como de costume.

Às 3:00 da manhã minha esposa e eu acordamos com a frigideira pegando fogo! A primeira coisa que ela fez - porque eu me apavorei na hora - foi pegar o cobertor,  molhar e jogar em cima.

O absurdo e difícil de acreditar era que o gás já estava para acabar, até que o óleo pegasse fogo o gás já deveria ter acabado e mais estranho e absurdo de tudo: a válvula do botijão estava para cima o que indica que o mesmo estava DESLIGADO!

Aldean rodrigues Gonçalves
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Deean Gonçallves

RELATO DOS LEITORES #20

Olá pessoal do Medo Sensitivo, não sei se lembram de mim mas já contei para vocês dois relatos ano passado, me chamo Mari e hoje estou com 14 anos, mas quando ocorreu ainda tinha 13. Foi no finalzinho do ano passado, talvez novembro, dezembro, não me lembro muito bem. Mas sei que desta vez isso me assustou muito mais do que das outras duas vezes que contei para vocês...

Tenho o hábito de dormir de madrugada, umas 2, 3, 4 enfim, da manhã, fico acordada conversando com amigos e vendo televisão, e eu não leio a bíblia, não sou uma pessoa que tem fé e na verdade não sei se Deus existe, mas confesso que ultimamente eu estou começando a questionar um pouco certas coisas. Mas voltando ao relato, tinha acabado de dar tchau para um amigo que eu conversava por mensagens e estava prestes a dormir e me lembro que eu vi as horas e eram três e pouco, ok, me deitei e desliguei a televisão e -aqui dormimos com tudo escuro, nenhuma luz sequer - logo que me deitei me virei para a parede como sempre faço.

Logo que adormeci comecei a ouvir barulhos em cima da casa, nem me importei muito pois já me acostumei com o fato de essa casa ser barulhenta de noite, mas então os barulhos aumentaram e "desceram" aqui para baixo, tentei não me assustar, mas então abri os olhos e alguém acendeu e apagou em um piscar de olhos a luz do banheiro (o banheiro é do lado do meu quarto) e não podia ser meus pais, pois foi algo super rápido, questão de segundos e a luz do banheiro nunca deu problema algum.

E então pude ouvir claramente algo/alguém andando pelo corredor pra lá e pra cá, gelei na hora e fiquei com os olhos abertos sem me mexer, e depois de um tempo andando pelo corredor, senti alguém parando na porta do meu quarto e me observando, senti a presença de alguém e o mais assustador: eu OUVI a respiração de alguém, era muito estranho pois os passos que eu ouvi no corredor eram "leves", e depois de uns segundos essa coisa saiu do meu quarto e acho que foi embora, depois de muito tempo dormi. No dia seguinte contei para meus pais e minha mãe disse que não foi ao banheiro, dormiu direto. E meu pai disse que foi, mas na hora que ele foi era uma hora da manhã e eu estava acordada e além do mais ele não parou na porta do meu quarto.

Pesquisei sobre as três horas e me assustei um pouco, conversei com uma garota que é espírita e ela disse que acha que era sim um espirito, bem, se era ou não, não sei e não quero descobrir... Mas percebi algo: toda vez que começa esses barulhos aqui de noite, eu tento me manter o mais calma possível e então vai embora... O segredo é não ter medo, para mim é isso rs...

Tenho medo de que aconteça de novo, mas ao mesmo tempo curiosidade, sabe? Quero que aconteça, mas não quero... Enfim, é isso rs...

P.S.: Não era uma paralisia pois eu podia me mexer, falar e etc...

Enviado por: Mari Suicide

RELATO DOS LEITORES #19

Há um tempinho, contei a vocês um relato de meu cunhado. No qual dizia, que ele havia visto um homem misterioso aparecer e desaparecer do nada em sua frente.

Sua filha (3 anos), desde então começou a agir estranhamente. Toda noite, a menina se debate, às vezes fala enquanto dorme. Poderia ser apenas simples pesadelos, porém, há mais coisas que me assustam.

Sempre que passa em frente ao espelho, ela para e observa seu reflexo. Depois começa a conversar com o espelho. Ela também olha  para um lugar onde "não há ninguém" e começa a conversar. Quando pergunto com quem ela conversa, ela diz que é um tal de Alexandro, e quando questiono sobre ele, ela responde que ele sofreu um acidente em uma van e está no hospital com o braço quebrado.

Às vezes tenho a impressão de vê-la com os olhos revirados e ela muda o comportamento de uma hora pra outra. Ou fica carinhosa demais ou violenta demais.

Estou bastante preocupada com ela. Antes desse tal cara misterioso aparecer para o pai dela, não haviam pesadelos, nem problemas de saúde como esses que ela tem agora (duas hérnias). Não havia comportamentos que mudam do nada. Quero muito ajudá-la. Eu e minha amiga estamos tentando descobrir o que há com ela, fazendo pesquisas e juntando nossos conhecimentos sobre o mundo sobrenatural, mas ainda não conseguimos chegar a lugar nenhum.

Talvez tenha alguém com o mesmo problema e é por isso que estou mandando meu relato.

Obrigada pela atenção.

Eviado por: Vanessa Oliveira

Relatos sinistros de crianças e seus "Amigos Imaginários"

O Homem Sem Rosto

Quando meu filho tinha 3 anos, sempre me falava sobre um “homem estranho” que morava no quarto dos meus pais. Ele falava disso toda vez que os visitávamos. Eu cometi o erro de peguntar como o homem era, e meu filho respondeu “Não sei, ele não tem rosto”.

“Você se acostumará a matar”

O pai de um dos meus alunos me contou, em uma reunião de pais e mestres, que estava preocupado porque seu filho, de 7 anos de idade, falava sobre um suposto fantasma que conversava e brincava com ele em seu quarto. Ele disse que o fantasma se chamava “O Capitão” e era um homem velho, com barba grande. A criança falou para sua mãe, que O Capitão lhe disse que, quando ele crescesse, seu trabalho seria matar pessoas, e quem lhe diria quem precisava ser morto, seria ele. O menino começou a chorar e dizer que não queria matar ninguém, mas O Capitão disse-lhe que ele não tinha escolha, e ia acabar se acostumando a matar.

A Garotinha no Armário

Quando minha filha tinha 3 anos, teve uma amiga imaginária chamada Kelly, que morava em seu armário. Kelly brincava, conversava e passeava com ela. Contudo, passados dois anos, minha esposa e eu estávamos assistindo “Horror em Amityville” (2005), e nossa filha passou por perto exatamente no momento em que a garotinha morta aparece. Sem se abalar, ela disse “Ela parece com a Kelly”, perguntamos “Kelly?” e ela “Vocês sabem, a menina morta que morava em meu armário”.

O Garoto na Árvore

A fazenda dos meus pais é perto de um antigo cemitério, e eu estava passeando com minha sobrinha (4 anos) por lá. De repente, a menina aponta para uma árvore e pergunta “O que aquele menino está fazendo na árvore?”. Não havia nenhum menino, mas ela insistia nisso e o descreveu com detalhes.

O Coelho

Quando eu tinha 16 anos, trabalhava como babá dos filhos gêmeos dos meus vizinhos. Um dos meninos sempre falava em um homem fantasiado de coelho, que o assustava. Um dia eu estava assistindo tv com um deles enquanto o outro tomava banho. O menino virou para mim e disse “Você precisa ver o Matt”. Segundos depois, gritou “Ele está aqui! Ele está aqui!”. Subi as escadas correndo, e tive que checar cada parte da casa para que ele se acalmasse. Não sei dizer qual parte da experiência me deixou mais perturbada.

“Esmagar a cabeça do Papai”

Quando meu irmão mais novo estava aprendendo a falar, tinha ganhado um kit de ferramentas de plástico de aniversário. Ele pegou o martelo de plástico, se aproximou de meu pai (que estava dormindo no sofá) e disse suas primeiras palavras “Esmagar a cabeça do Papai”.

Anjos negros

Quando meu irmão era pequeno, ele dizia que anjos falavam com ele. Um dia, minha mãe ouviu ele cochichar para a parede: “Não posso matá-lo, ele é meu único pai”.

O Homem do sinal da cruz

Minha filha costumava falar sobre um homem que entrava em seu quarto todas as noites e fazia o sinal da cruz em sua testa. Eu dizia à ela que era apenas um sonho. Certa vez, minha sogra enviou algumas fotos de família para nós e minha filha olhou diretamente para o pai do meu marido (que havia morrido há 16 anos) e disse “Esse é o homem que entra no meu quarto à noite.”. Meu marido me contou, depois, que seu pai tinha o costume de fazer o sinal da cruz em sua testa quando era criança.

O Cara Assustador

Quando criança, eu tinha um amigo imaginário. Eu o chamava de “Cara Assustador” ele dizia que tinha morrido na garagem da casa atrás da nossa. Ele era um jovem de 16 anos que sofreu um acidente de carro, e foi até a casa para pedir para usar o telefone (morreu nos anos 70). A pessoa que vivia na casa abusou sexualmente dele e o matou. A história assustou tanto minha mãe, que ela começou a procurar nos jornais se algo do tipo havia acontecido e me levou ao terapeuta.

“Icy mandou dizer…”

No ensino médio, minha melhor amiga tinha uma irmão mais nova, de 5 ou 6 anos de idade. Um dia, fomos à casa dela para que pegasse suas cartas de Magic. Enquanto eu esperava, sua irmã se aproximou de mim e disse: “Icy me mandou perguntar se você sabe quando vai morrer.” Eu ri, era uma pergunta estranha, né? Mas eu sabia tudo sobre Icy, sua amiga imaginária. Eu até a ajudei a fazer um desenho dela. Então respondi “Não, claro que não. Ninguém sabe. Espero que seja quando eu esteja bem velhinha”. A menina balançou a cabeça e disse “Não, Icy quer que você saiba que será hoje à noite”. E saiu.

Este é o nosso castigo

Eu tinha 17 anos e era babá do filho de uns amigos dos meus pais, de 6 anos. Ele estava dormindo há algumas horas, e fui dar uma olhadinha nele. Quando abri a porta de seu quarto, ele não estava deitado na cama, estava em pé, de cara para a parede. Essa merda era mais assustadora do que qualquer coisa. Perguntei o que ele estava fazendo, ele virou, sorriu, pôs o dedo na boca e fez “Sssshhh”. Eu perguntei de novo e tudo o que ele disse foi “Nos deixe, este é o nosso castigo”.

Continue mexendo as pernas

Meu avô sempre me levava para acampar na beira de um lago quando criança. Um dia, quando eu tinha 6 anos de idade, desequilibrei e caí na água. Eu não sabia nadar, mas me lembro, nitidamente, de ver uma garotinha embaixo d’água que me mandou olhar para o céu e continuar mexendo as pernas, que tudo ficaria bem. Eu obedeci e cheguei na superfície na hora exata em que meu avô estava pronto para mergulhar à minha procura.

Tracy

Quando minha sobrinha tinha 4 anos, tinha um amigo imaginário. Ela costumava culpar o amigo por coisas que ela mesma tinha feito, e comentava que ele sempre assistia Scooby Doo com ela. Um dia, resolvi perguntar sobre este amigo imaginário. Ela disse “É uma menina e está morta”. Perguntei o que ela fazia, “Ela faz o que meu pai faz!”. O pai dela era policial. Então perguntei onde estava sua amiga policial, e ela respondeu “Está sempre no lugar onde meu pai é policial. Eu a conheci quando estava na barriga da mamãe. Ela a tocou quando eu estava lá dentro.” Alguns meses antes de minha sobrinha nascer, minha prima Tracy sofreu um acidente de trem e faleceu. Ela amava Scooby Doo e era policial. Ela trabalhava na mesma delegacia que meu irmão. A amiga imaginária da minha sobrinha era minha prima morta. Não havia outra forma dela saber tantos detalhes com apenas 4 anos de idade.

É por isso que não gosto de água

Quando meu filho tinha 4 anos, estávamos assistindo um documentário sobre o Titanic. Estava mostrando os esquemas de sala da caldeira, e a câmera filmou da esquerda para a direita. Ele apontou para a televisão e disse: “Isso está errado. As caldeiras estavam do outro lado. E eu estava bem aqui” – e apontou para um pequeno espaço na sala da caldeira – “É onde eu estava. E é por isso que eu não gosto de água agora”.

Emily

Quando minha irmã tinha 6 ou 7 anos, tinha uma amiga imaginária chamada Emily. Ela nos contou que Emily morava em seu armário, usava um vestido preto antigo, tinha um longo cabelo preto e a mesma idade que ela. Minha irmã brincava com Emily o tempo todo. Depois de um tempo, meus pais notaram que ela agia de forma estranha. Sentava no meio do seu quarto e sussurrava para Emily “ficar longe deles”. Me lembro de um dia, em especial, em que meu irmão entrou em seu quarto e ela estava sentada lá no meio. Ela olhou para ele e assoviou. Meu irmão ficou muito assustado e disse que ela não parecia nossa irmã. Meus pais correram até seu quarto e eu só ouvia ela gritando várias vezes “Saiam”. Eu não faço ideia do que aconteceu naquele quarto, mas corri para trás das escadas e os gritos pararam. Vi meus pais carregando minha irmã, ela estava muito inchada de tanto chorar e eles também choravam. Perguntei sobre isso para ela (hoje ela tem 24 anos) e ela contou que Emily costumava dizer coisas horríveis para ela fazer. Contou que, uma vez, acordou no telhado e não sabia como havia chegado lá. Emily, aparentemente, odiava meus pais e virou minha irmã contra eles. Ela odeia falar sobre isso então eu nunca comento sobre aquela noite. Tudo aconteceu na nossa antiga casa, e quando nos mudamos, Emily sumiu. Eu não estou brincando, não estou mentindo. Emily foi um transtorno muito grande para minha família e eu me senti muito aliviada quando deixei aquela casa.

Post Relacionado: Amigo Imaginário

Fonte: MedoPontoCom

RELATO DOS LEITORES #18

Bem gente estou aqui porque, esses dias, venho tendo muitos pesadelos.

Isso aconteceu depois que meu pai trouxe um poltrona muito esquisita para casa (tinha umas manchas vermelhas nela) comprada em um bazar. Perguntei ao meu pai o que eram as manchas exatamente e a moça do bazar disse a ele que havia escorrido tinta vermelha nela e por isso estava assim... ACREDITAMOS apesar de ela parecer querer se livrar daquilo por algum motivo.

Essas noites tem sido muito estranhas. Eu durmo no quarto ao lado da sala, onde está a poltrona, e todas as noites durmo com a porta fechada e toda manhã ela está aberta!!!! Estou com muito medo, escuto vozes durante a noite e quando finalmente consigo durmir (quando consigo) tenho muitos pesadelos envolvendo uma mulher sentada em uma poltrona e depois se suicidando na mesma. Já disse várias vezes ao meu pai isso.

Digo para ele devolver a poltrona. E ele me contou que teve o mesmo pesadelo, porém se recusa a acreditar, diz que é somente coisa de nossas cabeças. Mas sei que no fundo ele ainda tem tantas dúvidas quanto eu: DE ONDE ELA VEIO? A QUEM ELA PERTENCIA? E POQUE A MOÇA DO BAZAR QUERIA LIVRAR DELA? E O QUE SÃO ESSAS VOZES E PESADELOS REPENTINOS QUE TENHO? QUERIA APENAS SABER!

Choro ao escrever isso estou com muito medo... Mas se puderem publicar minha história no blog para evitar que outros passem pelo mesmo problema, fico agradecida. Tchau e cuidado jovens.

Bia Alves, deixou esse relato nos comentários da postagem A pintura sinistra.

Relato de paralisia do sono

Estou um pouco depressiva esses dias, com alguns problemas familiares que tem me consumido, ando estressada e ansiosa e isso é um prato cheio para a paralisia do sono acontecer. Passei a tarde fazendo pesquisas para o MS e escutando músicas relaxantes e alguns áudios bineurais (frequências que potencializam as capacidades do ser humano).

Logo após um tempo de choro, resolvi deitar-me, dormir um pouco me faria esquecer as preocupações, então por volta das 19:00 apaguei as luzes e dormi.

Muito raramente durmo de barriga para cima, porém dessa vez foi a posição mais confortável que encontrei, relaxei e dormi, ou quase... De repente senti meu corpo pesado, como se estivesse afundando na cama, tentei me mover, mas não consegui, minha visão de início estava um poco embaçada e aos poucos foi se adequando ao quarto escuro.

De início estava tudo tranquilo, mas então ví uma criatura muito alta e negra, totalmente negra, não conseguia ver seus olhos, mas pude ver que o formato de seu rosto era semelhante a de um animal, tipo uma cabra ou porco, não sei ao certo. Mais ou menos como na imagem, mas sem cauda e chifres. Ele estava apoiado no guarda roupa - que eu podia ver perfeitamente pois estava deitada em diagonal - olhando para mim.

Quando a criatura percebeu o estado em que me encontrava começou a gritar comigo, não pude distinguir o que ele dizia, pois um terror imenso tomou conta de mim. Eu sabia que era paralisia do sono, estava ciente do que estava acontecendo, e comecei a piscar os olhos fortemente e a respirar bem fundo, mas não adiantava continuava a ouvir a criatura, que acredito ser a mesma que me persegue, blasfemando contra mim com uma voz trovejante. Algo a segurava onde estava, pois desde o momento em que a ví ela permaneceu no mesmo lugar e na mesma posição... se não fosse isso creio que teria me atacado.

Bom, depois de relaxar bastante e piscar os olhos incessantemente a criatura se foi e eu achava que tinha acordado, mas então me ví deitada na cama, uma projeção astral - meu sonho de consumo dos últimos meses e não pude aproveitar porque estava apavorada e temendo ver "coisas" que não gostaria. Em espírito fui até o quarto da minha sogra, a ví dormindo e tentei acordá-la, a chamei e sacodi seus lençóis para que ela fosse me acordar, já que eu não estava conseguindo acordar sozinha.

Depois disso, voltei para o quarto e creio que retornei ao meu corpo e enfim dormi realmente, então agora ficou tudo bem não é? Quem dera! Tive um pesadelo terrível (tomara que tenha sido pesadelo) em que eu ficava presa numa espécie de Limbo, um baixo astral ou algo assim... Um lugar negativo e escuro, eu estava pairando entre dois mundos... Novamente, estava ciente e não conseguia acordar!

Acordei as 22:20 quando meu marido chegou da faculdade e me chamou. Ai tive uma surpresinha, fui até o quarto da minha sogra e vi que ela estava dormindo com as luzes acesas, ela só faz isso quando algo sobrenatural a assusta, concluí que a projeção foi real. Provavelmente ela achou se tratar de algum fantasma perto dela. Amanhã tirarei essa dúvida.

Contei tudo isso ao meu marido e ele ficou bem tenso em relação a criatura que ví, pois segundo ele é igual a que ele viu uma vez na janela - ainda namorávamos. Lembro desse dia, ele ficou apavorado, chorava e tremia como uma criança enquanto a criatura falava coisas que, hoje, ele não recorda.

Agora estou com medo de dormir...

Já passou por algo parecido?

Ladydias

RELATO DOS LEITORES #17

Olá, equipe do Medo Sensitvo.

Mais uma vez, este é um relato da minha mãe. Vocês devem pensar "Essa mulher só inventa coisas". Não. Ela não é de inventar e outras pessoas também me contaram isso.

Uma vez, quando meu irmão tinha dias de vida, minha mãe viajou com ele para o Ceará. Era noite e ela havia ficado a noite conversando com meu pai e uns amigos de parentes dele. Depois de muita conversa, um dos caras que estavam com eles, perguntou se meu irmão era batizado e minha mãe disse que não. Com essa resposta, aconteceu o seguinte diálogo:

- O lobisomem vai aparecer na sua casa hoje.
- Claro que não. Isso nem existe. - disse minha mãe.
- Escuta o que eu estou lhe falando, ele vai aparecer. O seu filho não é batizado, os lobisomens pegam crianças pagãs.

Depois de muita insistência ao meu pai, já que o cara era desconhecido, o rapaz foi dormir na casa com eles.

Meia noite em ponto, ouviram-se arranhões no portão e iam ficando cada vez mais fortes. Minha mãe ficou desesperada, mas continuou lá dentro e confiando no rapaz. Então, o cara saiu de fininho e atirou na criatura, que fugiu imediatamente.

É claro que no dia seguinte, minha mãe foi batizar meu irmão. Descobriram que o lobisomem, era primo do meu pai. Tinha 7 mulheres, era o 7º filho e essas coisas que dizem que lobisomens são.

Mais uma história contada pela vizinha:

Era noite e todos estavam conversando e jantanda na varanda. Quando escutaram um som distante. Todos olharam para a direção da rua e viram uma criatura que pulava a uma altura equivalente a uma casa de 2 andares. Saíram todos correndo e fecharam todos os portões. A noite inteira escutaram o cachorro da casa latindo desesperadamente e barulhos nos portões.

Quando o dia amanheceu, a dona da casa abriu o portão e viu seu cachorro completamente queimado e a varanda cheia de sangue.

Vanessa Oliveira

Outros relatos de Vanessa:

RELATO DOS LEITORES #5
RELATO DOS LEITORES #14


O monstro do lixão

Em todo o mundo, desde as mais remotas épocas, existem relatos sobre o avistamento de criaturas fantásticas e que não existem em nosso mundo, bem como também a ocorrência do desaparecimento de pessoas sem deixar rastros, sendo em alguns casos, com testemunhas ao redor. Segundo os cientistas, portais que ligariam nosso mundo à outras dimensões, existem, como no caso do "buracos negros".

Poderiam esses misteriosos portais se abrirem aleatóriamente em posições geográficas distintas, em momentos inesperados e permitir a entrada em nosso mundo de criaturas de outras épocas ou de outras dimensões? De acordo com o testemunho de diversas pessoas pelo mundo, e através do relato a seguir, isso é totalmente possível.
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RELATO DOS LEITORES #16

Tenho feito varios estudos sobre sonhos lúcidos e cheguei no assunto de paralisia do sono. O assunto muito
me interessa pois tenho episódios de paralisia do sono desde os 10 anos de idade. Minhas experiências foram assustadoras e muitas foram terríveis, hoje porém não tenho razões para me preocupar.

Gostaria apenas de relatar algumas situações.

Passei a ter paralisia do sono logo após minha mãe me alertar sobre um ser que a atacava na cama tentando sufocando-a durante o sono (minha mãe tinha passado varias vezes por esta experiência).

Rancho Skinwalker

Esse é um dos lugares mais sinistro e bizarro do mundo. Para você ter uma noção lá ocorrem todos os tipos de fenômenos paranormais, desde OVNIS, pé grande, duendes, animais mutilados, vozes do além...

O Rancho Skinwalker é uma fazenda norte-americana localizada em Uintah, Utah - EUA. O nome skinwalker vem de uma "espécie de bruxo" que os indígenas norte-americanos acreditavam poder transformar-se em qualquer animal.

A última família a morar no rancho, ficou somente 20 meses. Desde o primeiro dia, em 1994, foram aterrorizados por uma inteligência invisível que brincava com a sanidade deles, figuras de sombra dentro de casa, objetos que se moviam sozinhos, vozes, e coisas ruins que aconteciam com seus animais, como vacas e touros que desapareciam, ou apareciam mortos, cortados com uma precisão cirúrgica em plena luz do dia. Um lobo gigante que atacou um de seus bezerros, foi seguido pelas pegadas deixadas na lama, mas as pistas sumiram como se o animal tivesse desmaterializado no ar. Três cachorros foram desintegrados depois de estarem perseguindo orbes azuis no pasto.


RELATO DOS LEITORES #15

À dois anos atrás, quando tinha 14 anos, costumava ir para campos e florestas para ter "Aventuras".

Uma vez, eu e mais 4 amigos decidimos ir em um local que, antigamente era um cemitério de crianças. Fomos de dia e ficamos até, mais ou menos às 20:50 lá. Quando estávamos saindo, vi um vulto. Meus amigos acharam que eu estava zoando com eles, mas realmente vi.

Resolvemos voltar para lá pra ver se era uma pessoa, mas o que encontramos ainda me aterroriza. Fomos até o fim do cemitério e encontramos pequenas covas abertas, que não estavam assim antes. Saímos correndo e quando estavamos quase saindo ouvimos sons, passos e risos, de crianças brincando.

Penso nisso e me pergunto: como crianças podem virar almas penadas/perturbadas?? Será possivel isso??

Essas crianças só podem terem sido juradas ao diabo...


Relato de Alexia Miller

Lá no meu colégio antigo.

Me lembrei hoje disso e resolvi postar. Um relato real de uma coisinha que eu vi no ensino fundamental. ~Luan

Era meu primeiro ano naquele colégio. Estava na segunda serie e sempre me senti mal com alguma coisa que estava lá e eu não poderia ver. Ainda sinto ate hoje quando eu vou para lá. É como está sendo observado constantemente, mesmo não tendo ninguém por perto. Aquela energia levemente hostil. O colégio possui dois andares, os mais novos naquele tempo, estudavam no segundo andar. Minha sala era mesmo em cima da diretoria. Eu estava com sede e apertado para ir ao banheiro. Então pedi para minha professora me deixar sair. Ela permitiu, e no momento em que pus o pé para fora da sala me veio uma relutância em me mover, meu corpo tremeu por um instante e eu senti como se tivesse algo bem próximo a mim que, eu não era capaz de ver. Ignorei fui em direção ao bebedouro e por azar, ele estava quebrado, fui ao banheiro e decidir ir ao bebedouro de baixo, quando eu estava indo para a escada para o primeiro andar, levo meus olhos para a minha sala e vejo uma sombra. Ela era esquisita, não era humana, parecia como se fosse uma gosma. Aumentava e diminuía, inclinava a sua cabeça para um lado e para o outro. Eu fiquei olhando para aquela coisa e sentia que ela estava olhando para mim e deduzi que o motivo de seus movimentos suspeitos era que, aquele ser estava testando se eu realmente podia vê-lo. Eu realmente me assustei quando ele foi vindo em minha direção. Como eu disse antes, era como uma gosma, não possuía pernas e sim, se arrastava. Eu dei apenas um passo para trás quando ele começou a se mover, afinal, estava longe de mim e meu corpo recusava-se virar as costas para esse ser. Eu fiquei apenas olhando ele se aproximar lentamente. Ate que percebi que estava prestes a entrar em meu caminho para a escada. O que eu fiz? Passei correndo. Chegando ao primeiro andar bebi água e na volta fiquei olhando de baixo para ver se ele ainda estava nas passagens. Quando tive certeza que ele não estava eu subi e fiquei com medo de ir para minha sala, já que ele ainda poderia estar ali. Quando eu cheguei à porta da sala eu senti aquela mesma vibração hostil e quando olhei para meu lado direito eu via aquele ser, mas de uma forma transparente e ele estava apenas parado, entrei na sala rapidamente e minha professora brigou comigo, pois eu estava correndo pelo colégio. Eu falei que tinha visto uma sombra que estava me seguindo e ela irritada, apenas mandou que eu me sentasse.

Lembrança de infância

Lembro de muita coisa que aconteceu quando eu era criança, coisas estranhas...

Essa semana estava curtindo um momento nostalgia quando lembrei subtamente que havia perdido um ano de escola porque a mesma havia sido fechada perto do final de ano dos anos 90 e o motivo só descobri muitos anos depois.

Época tranquila... As meninas usavam sainhas azuis drapeadas, os meninos shortinhos igualmente azuis e o famoso conga... Em meio a tantas lembranças recordei dos recreios dessa escola, que era uma casinha simples no interior do Ceará, não havia pátio e sim um quintal ENORME (pelo menos assim parecia), terrenos de perder de vista. Como eram muitas crianças, quatro professoras ficavam nos supervisionando. O limite era uma grande e velha árvore, era a única do lugar, não podíamos passar de lá.

Mas sabe como é? Diga não a uma criança e ela fará exatamente o contrário! Eu e uma coleguinha dedicimos ir até a árvore porque um garotinho dizia que era divertido e que tinha um coleguinha muito legal lá que sempre brincava com ele.

RELATO DOS LEITORES #14

Desde bem pequena, escuto minha mãe me contar suas histórias. Todas elas contêm fatos dramáticos, engraçados e até bem assustadores. E quando eu digo "assustadores", quero dizer assustadores em todos os sentidos.

Uma vez, ela me contou sobre o dia do meu nascimento. O parto foi bem complicado e ela ficou entre a vida e a morte. Segundo ela, durante o parto, ela apagou e viu tudo branco. A partir daí, ela viu o que pessoas costumam chamar de "A luz no fim do túnel".

Antes, ela viu sua vida passar como num filme e depois viu uma luz que se aproximava. Antes de se ficar bem perto da tal luz, ela voltou e viu várias pessoas de branco em volta da maca aonde ela se encontrava.
"Mas, por que tanta gente aqui comigo? Aconteceu alguma coisa com a minha filha ou comigo?" - perguntou ela.

"Não tem muita gente com você, querida. Somente eu e mais uma enfermeira." - respondeu a médica.

Depois disso, ela dormiu e tudo voltou ao normal. Foi como se ela morresse e voltasse.

Eu fiquei pensando nessa possibilidade de você morrer e voltar. Por que? Como?

Bom, é isso.

Enviado por: Vanessa Oliveira