Mostrando postagens com marcador Killers. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Killers. Mostrar todas as postagens

Hannibal Lecter é de Monterrey

Por Diego Enrique Osorno (famoso escritor de crimes)

Hannibal Lecter, foi inspirado em um médico mexicano, cujo autor Thomas Harris conheceu enquanto visitava a cadeia para entrevistar outro prisioneiro, Dykes Askew Simmons. Através do meu editor, recebi uma mensagem de Harris, que queria que eu descobrisse a identidade de alguém que havia sido encarcerado na prisão do estado de Nuevo Leon durante os anos 50 e 60.

Por alguns momentos, eu pensei que iria sustentar um intercâmbio epistolar com Harris, como Hannibal fez com alguns de seus pacientes. Quando eu li a nota, entretanto, ficou claro que eu era apenas uma espécie de detetive contratado. Sua nota dizia:

  • Eu preciso de informações sobre um médico, conhecido na imprensa como “O Lobo de Nuevo Leon”, que foi prisioneiro na prisão do estado de Nuevo Leon em meados dos anos de 1950 e 1960. Eu não sei seu nome. O médico foi condenado por matar caronistas em Nuevo Leon, desmembrá-los e jogar os pedaços, aos poucos, para fora do seu carro à noite. O médico salvou a vida de outro prisioneiro, Dykes Askew Simmons, quando Simmons levou um tiro de um guarda enquanto tentava escapar.

  • O médico também tratou de pessoas pobres enquanto era prisioneiro, e tinha um escritório médico na prisão.

  • Simmons foi um texano condenado em Nueno Leon, em março de 1961, por assassinar três jovens pessoas da família Perez Villagomez, em outubro de 1959. Ele foi condenado à morte, sentença posteriormente comutada para 30 anos. Ele permaneceu na prisão do estado de Leon State de 1961 até sua fuga, em 1969. O caso Simmons, e provavelmente o caso do médico, foi coberto pelos jornais El Norte e Nuevo Leon e El Sol de Nuevo Leon. Dois dos repórteres do El Norte que escreveram sobre Simmons foram Ricardo Bartres e Esteban Ardines.

  • Qualquer ajuda será muito bem vinda.

Primeiramente, meu trabalho parecia ser muito simples. Com tantos detalhes, eu não pensei que seria difícil descobrir o nome do assassino que interessava tanto Harris. Eu comecei minha busca com um telefonema para o escritor Eduardo Antonio Parra, um dos mestres da literatura de crimes do nordeste mexicano, cujo trabalho muito admiro. Eu dei a ele todos os detalhes, mas, infelizmente, ele não conhecia ninguém que se encaixasse na descrição. Então, eu procurei por Hugo Valdés, autor de The Crime of Aramberri Street, um romance baseado em um incidente ocorrido no bairro de Antiguo, na cidade de Monterrey, na virada do século passado.

Novamente, sem sorte.

Logo eu recebi outra mensagem de Harris:

  • Estou muito feliz por contar com sua ajuda para identificar o médico que tratou de Dykes Askew Simmons. Obrigado por seu tempo. A identidade do médico é o meu principal interesse, e qualquer detalhe sobre ele. Eu não preciso de informações sobre o caso Simmons, exceto pelo seu contato com o médico.

  • Eu assisti com interesse a sua discussão no youtube sobre os problemas atuais no México e desejo-lhe bem.

Eu, então, decidi um curso diferente de ação. Eu procurei dois ex-agentes do escritório do promotor, um ex-comandante e um ex-promotor. Eu perguntei a eles se eles lembravam de algum prisioneiro que preenchia a descrição de Harris, mas eles não conheciam. A pesquisa me levou a fazer um rápido índice dos principais crimes de celebridades dos anos 60 e 70 em Monterrey.

Foi quando Harris escreveu novamente, com mais algumas pistas:

  • O diretor do presídio na época era Miguel Guardiana Barra. Um dos inspetores de polícia tinha Sarquiz no nome. Eu espero que a informação seja útil.

  • Só para esclarecer. Tudo que preciso é do nome do médico, há alguns fatos sobre seus crimes. Ele esteve na prisão no final dos anos 50 e 60, na mesma época de Dykes Askew Simmons. Ele foi condenado por vários assassinatos nos quais as vítimas foram desmembradas. Ele tratou pacientes enquanto estava preso. Ele salvou a vida de Simmons quando ele levou um tiro. Ele era membro de uma proeminente família no México.

  • Quando eu souber seu nome poderei continuar com minha publicação. Obrigado por sua ajuda. Felicidades.

Quando eu estava prestes a ir para a Capela de Alfonsina, na Universidade Autônoma de Nuevo Leon, para cavar a coleção de periódicos e verificar os jornais do final dos anos 50 e início dos anos 60, minha namorada me ligou para dizer um nome: Doutor Ballí. Ela, uma ávida leitora de todas as formas de contos criminais, tinha investigado com amigos e família e acabou encontrando o cara de Harris. Todo o meu trabalho duro foi superado por algumas conversas informais da minha namorada.

Uma vez sabendo o nome, decidi me aprofundar um pouco mais. Eu encontrei uma história sobre Ballí escrita em 2008 e com uma curiosidade: Ele foi o último prisioneiro condenado à morte no México. Sorte do doutor. Sua sentença foi comutada e, depois de uma longa estada, ele deixou a prisão no ano 2000. O título da história é Eu não quero reviver meus fantasmas e é de autoria de Juan Carlos Rodriguez, um antigo amigo e colega do jornal Milenio.

Eu liguei para ele para perguntar sobre sua experiência com o médico.

- “Você se lembra de uma entrevista que você fez com um médico sentenciado à morte?” Eu perguntei.

“Alfredo Ballí Treviño?”

- “Sim. Você sabe se ele ainda está vivo?” Perguntei.

“Não sei. Eu acho que sim. Eu me lembro, mais ou menos, onde ele vivia e trabalhava (como médico), embora tecnicamente ele não poderia estar trabalhando por ser um ex-presidiário”.

- “Tem mais detalhes?”

“Não muito. Na verdade, essa entrevista surgiu porque um advogado nos disse onde poderíamos encontrá-lo, e nós o encontramos”.

- “Seu consultório era em Colonia Talleres?”

“Sim. Foi muito austero. Eu não me lembro o número exato da rua”.

- “O que aconteceu com ele? Ele ainda está vivo?”

“Eu acho que sim”.

Usando as informações fornecidas por Juan Carlos Rodriguez e informações recolhidas na coleção de periódicos, eu preparei um dossiê volumoso para Harris, que eu resumi da seguinte forma:

  • O nome do médico que tratou Dykes era Alfredo Ballí Treviño.
  • Ele foi sentenciado à morte por “crimes de homicídio qualificado, com sepultamento clandestino e usurpação de profissão”.
  • Seu caso está sob o número penal 263/59, no escritório do promotor no estado de Nuevo Leon.
  • O caso foi aberto em 9 de outubro de 1959.
  • A sentença do caso foi proferida em maio de 1961.
  • Na justiça do México, o caso é interessante porque envolveu uma pessoa que foi legalmente sentenciada à morte. A pena de morte não é praticada desde então (embora nós tenhamos um governo que pratica de uma forma extrajudicial).
  • Mais interessante, a sentença foi comutada.
  • Todos os sinais sugerem que o Dr. Alfredo Ballí Treviño morreu em 2010. Até esse ano, ele praticou a medicina em um consultório na esquecida colônia de Monterrey.
  • O endereço é: Calle Artículo 123, Colonia Talleres, Monterrey, Nuevo León, México CP 64480 Norte.

Harris respondeu com agradecimentos. Agora eu sei que ele precisava da informação para concluir o prólogo para a edição de aniversário de 25 anos de O Silêncio dos Inocentes. No texto, publicado na Times, Harris narra que, aos 23 anos, ele viajou até Monterrey para entrevistar Dykes Askew Simmons. E lá ele conheceu uma figura que o inspirou a criar Hannibal Lecter. Em seu texto, ele se refere ao homem como Dr. Salazar. Dr. Salazar é o Dr. Ballí, e o Dr. Ballí é o alter ego do Dr. Hannibal Lecter que, sob o domínio de Harris, possui uma forma singular e sinistra de falar, que nunca esquecerei.

“Você já viu sangue na luz do luar? Parece bastante negro”.

Tradução e postagem original: O Aprendiz Verde

“Genes do Suicídio”

Suicídio do latim sui, "próprio", e caedere, "matar". Sua causa mais comum é um transtorno mental e/ou
psicológico que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas. Dificuldades financeiras e/ou emocionais também desempenham um fator significativo. Além da consideração nefasta do suicídio, há também avaliações positivas, sendo visto como uma vontade legítima ou um dever moral.

Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se esta a décima causa de morte no mundo. Trata-se de uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35 anos de idade. Entretanto, há uma estimativa de 10 a 20 milhões de tentativas de suicídios não-fatais a cada ano em todo o mundo.

As interpretações acerca do suicídio tem sido vistas pela ampla vista cultural em temas existenciais como religião, filosofia, psicologia, honra e o sentido da vida. Albert Camus escreveu certa vez: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia." As religiões abraâmicas, por exemplo, consideram o suicídio uma ofensa contra Deus devido à crença religiosa na santidade da vida. No Ocidente, foi muitas vezes considerado como um crime grave. Por outro lado, durante a era dos samurais no Japão, o seppuku era respeitado como uma forma de expiação do fracasso ou como uma forma de protesto. No século XX, o suicídio sob a forma de auto-imolação tem sido usado como uma forma de protestar, enquanto que na forma de kamikaze e de atentados suicidas como uma tática militar ou terrorista. O sati é uma antiga prática funerária hindu no qual a viúva se auto-imolavam na pira funerária do marido, voluntariamente ou por pressão da famílias e/ou das leis do país.

5 filmes que inspiraram crimes da vida real

Alguns filmes são realmente inspiradores e capazes até mesmo de mudar nossas vidas em algum sentido... É bem provável que você se lembre de algum filme que marcou sua vida, aquele que você assiste quantas vezes forem necessárias, sem o menor sinal de tédio.

O problema é quando algumas pessoas escolhem filmes um pouco mais pesados para usar como fonte de inspiração. As histórias que você vai conhecer a seguir são de pessoas que cometeram crimes graves inspiradas no que viram nas telas do cinema:

1. Jogos Mortais


Jigsaw era o personagem extremamente psicopata, capaz de armar seus planos da maneira mais minuciosa possível, com os toques mais macabros de crueldade. A moral de seus jogos era ensinar suas vítimas sobre o valor da vida, afinal, os escolhidos eram sempre aqueles mais depressivos e que machucavam a si mesmos. O vilão não matava suas vítimas, no entanto, mas fazia com que elas se matassem.

Sádica Delphine LaLaurie


Delphine LaLaurie, também conhecida como Madame LaLaurie (nascida Marie Delphine Macarty), foi uma socialite estadunidense e assassina em série, torturava e mutilava escravos negros por pura diversão e vaidade. Delphine Macarty nasceu por volta de 1775. Seus pais eram Barthélemy Louis Macarty e Lecomte Vevue, membros proeminentes da comunidade Crioula branca de Nova Orleans. A mãe de Macarty foi supostamente morta em uma revolta de escravos. O primo de Delphine Macarty, Augustin de Macarty, foi prefeito de Nova Orleans entre 1815-1820.

Ela foi casada com Don Ramon y Lopez de Angulo, em 1800; ele morreu em Havana, Cuba, em 26 de março de 1804. Em 1808, ela casou com o traficante de escravos Jean Blanque, que morreu em 1816. Duas vezes viúva, casou-se com o médico Dr. Luís LaLaurie em 25 de junho de 1825. O casal comprou uma mansão na 1140 Royal Street em 1831, onde Delphine LaLaurie manteve uma posição central nos círculos sociais de Nova Orleans. Embora ela organizasse festas suntuosas, com listas de convidados constituídas por algumas das pessoas mais proeminentes da cidade, a maneira pela qual Delphine LaLaurie torturava seus escravos é provavelmente a mais conhecida dos contos macabros do bairro francês da cidade.

Mulher esquarteja os pais por causa de dízimo


Em Timon, no Maranhão, Lineusa Rodrigues da Silva, de 24 anos, foi presa no dia 25 de abril de 2010 acusada de assassinar seus próprios pais a golpes de machado. As vítimas foram Joana Borges da Silva, 104 anos e Lourival Rodrigues da Silva, de 85 anos.

Esfaqueou os pais e deu várias pauladas, Não satisfeita, após matar os pais, a mulher esquartejou as vítimas.

A polícia foi chamada às seis e meia da manhã pelos vizinhos, pois os aposentados tomavam café todos os dias na porta de casa e no dia do crime não haviam aparecido. Estes resolveram entrar na casa e encontraram os corpos esquartejados no chão.

Lineusa foi localizada por volta das oito horas da manhã na cidade. Ela confessou os crimes e deu detalhes de como cometeu o assassinato. De acordo com o delegado Ricardo Furtado, o crime teria sido motivado porque os pais de Lineusa não haviam disponibilizado uma quantia em dinheiro destinada ao pagamento do dízimo da igreja que a filha frequenta. Lineusa foi presa e atuada em flagrante pelo duplo homicídio.

Por que tantos homens matam suas famílias em domingos de agosto?


No que deve ser um dos mais obscuros projetos de pesquisa já feitos, uma equipe britânica estudou casos de “Destruidores de Famílias”, em que um membro da família assina outros. Alguns padrões emergiram dos 71 casos encontrados.

Por um lado, a maioria dos assassinos era do sexo masculino: 59 dos 71. Destes, mais da metade estava na casa dos trinta. Cerca de 20% das mortes aconteceu em agosto e quase metade aconteceu nos fins de semana, principalmente aos domingos.

Por quê?

Os pesquisadores afirmam que muitos dos casos são baseados em percepções de masculinidade e sensações de ser desafiado. A razão de tantos casos acontecerem nos fins de semana e, em agosto, os cientistas argumentam, é que um pai afastado (novamente, geralmente o pai) terá acesso às crianças durante os meses de verão (no Hemisfério Norte) e fins de semana, mas no final desse tempo, ele pode ter que devolvê-los à mãe, o que explicaria os assassinatos que acontecem em agosto e aos domingos.

Psicopatia VS Sociopatia


As pessoas tendem a confundir psicopatas com sociopatas, muitas ainda, acham que é a mesma coisa; que tanto a psicopatia quanto a sociopatia se refere a loucos;  mas isso não é verdade, a ciência sabe como classificar cada indivíduo e cada um de seus transtornos mentais; a sociopatia e a psicopatia podem ser confundidas por serem realmente muito parecidas, para as pessoas o fim não justifica os meios, mas para os médicos e cientistas isso é diferente, estudar um criminoso inclui um exame de distúrbios mentais e suas raízes.

Mas a sociopatia e a psicopatia, tecnicamente, são equivalentes, pois na quarta edição do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos mentais, as duas foram classificadas singularmente como um transtorno dissocial, ou transtorno de personalidade anti-social (TPAS) isso quer dizer, que são tratados de forma igual, mas não que seja a mesma coisa, se psicopatas se comportassem exatamente como sociopatas, qual seria o sentido de ter dois nomes para o mesmo tipo de pessoas, para o mesmo tipo de comportamento?

Apesar de não serem termos oficiais de diagnóstico e não serem consideradas doenças mentais, tanto a psicopatia quanto a sociopatia são perigosas e é importante identificar pessoas com esse tipo de transtorno.

Tracey Wigginton


A mais ou menos 1 ano atrás, mais especificamente em 22 de janeiro de 2012, uma das mais famosas assassinas da Austrália era solta após passar 22 anos na cadeia.

“Vim por trás dele, tirei a faca do meu bolso, ele me perguntou o que estava acontecendo, eu não disse nada e o esfaqueei. Ele tentou pegar minha mão mas eu empurrei a mão dele para baixo, e o esfaqueei no pescoço, de um lado e do outro, continuamente. Eu então o agarrei pelos cabelos e puxei a cabeça para trás, esfaqueando continuamente sua garganta e ele ainda estava vivo.”

Foi assim, sem nenhum tipo de remorso, que Tracey Wigginton, então aos 24 anos de idade, confessou ter assassinado o funcionário do Conselho Municipal da cidade de Brisbane, Austrália, Edward Claude Baldock, de 47 anos. O motivo que levou Tracey a cometer o assassinato é BIZARRO.

Tracey era lésbica e tinha um caso com uma outra mulher, Lisa Ptaschinski. Em 21 de outubro de 1989, o casal de lésbicas foi até uma boate GLS de Brisbane chamada Lewmors. Um outro casal de lésbicas acompanhavam as duas, Kim Jervis e Tracy Waugh.

Tracey se achava uma “vampira”, isso mesmo, e disse para as companheiras que “precisava se alimentar”, ou seja, ela queria beber sangue humano, de preferência, até a meia-noite. As 4 mulheres saíram da boate com um único objetivo: Conseguir uma vítima para Tracey.

Katrin Malen


Cidade de Santem 1946.

Enila, Ceron e Katrin, formavam uma família feliz, moravam em um humilde sítio, que com o avanço da cidade estava ficando cada vez menor e a situação financeira deles ficava cada vez pior. Katrin gostava muito de seus pais, era uma menina encantadora de apenas 11 anos. Brincava sempre sozinha com os poucos animais da fazenda.

Enila era uma mulher muito justa e batalhadora, sempre conseguiu manter o equilíbrio na casa, mesmo passando por tantas dificuldades. Depois de alguns meses a situação começou a se complicar, era época de seca, as plantações estavam morrendo e a única solução encontrada por Ceron foi vender um de seus cavalos. Era uma tarde nublada Ceron amarrou o animal numa carroça, consigo levou algumas armas e pólvora para tentar vender no mercado da cidade.

Katrin pede para que ele traga uma boneca que ela tanta desejava, pois seu aniversário estava muito próximo. Muito triste e com pena de sua filha ele diz que irá tentar realizar o sonho da menina. Várias horas se passaram, começou a trovejar, Ceron retornava para sua casa. Conseguiu vender apenas o cavalo, não achou comprador para o restante do material que levava...

Ed Gein, o Mutilador

Edward era filho de George P. Gein e Augusta Lehrke, ambos do Wisconsin. Ed tinha um irmão mais velho chamado Henry G. Gein. O pai de Ed era alcoólatra e estava constantemente desempregado.

Augusta desprezava o seu marido, mas continuava o casamento devido às suas crenças religiosas então montou um pequeno armazém em Plainfield, onde os Gein fixaram residência.

Ela não deixava estranhos interagirem com os seus filhos: Ed freqüentava a escola, mas a sua mãe impedia qualquer tentativa que ele fazia para ter amigos. Quando não estava na escola, Ed dedicava-se à pequenas tarefas na fazenda.

Augusta Gein, luterana fanática, dizia aos filhos que o mundo era um sítio imoral, que a bebida era demoníaca e que todas as mulheres (ela excluída) eram prostitutas e instrumentos do diabo. Segundo ela, o sexo servia a uma única finalidade, o da procriação. Ela sempre reservava algum tempo, durante a tarde, para ler a Bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassínios e castigos divinos.

Ed, levemente afeminado, era alvo de bullying. Os colegas e os professores recordam os seus maneirismos (Ed às vezes ria sozinho, como se estivesse a lembrar de uma piada). Para piorar as coisas, sempre que Ed tentava fazer amigos, a sua mãe o impedia. Apesar do seu fraco desenvolvimento social, ele saiu-se bem na escola, especialmente em leitura e economia. Ed tentava agradar a mãe, mas esta raramente se sentia feliz com os filhos. Ela costumava insultá-los, acreditando que eles seriam um fracasso como o pai. Durante toda a adolescência e parte da idade adulta, os dois rapazes só tiveram a companhia um do outro.

Nevada-tan


No ano de 2004, o Japão e o mundo foram surpreendidos por um crime sangrento e de extrema frieza. A vida de uma criança de 12 anos se perdeu em uma sala de aula da escola onde estudava. O assassino? Outra criança de 11 anos, vítima de bullying e 'negligência', que acabou ganhando fama e sucesso por sua morbidez. Conheçam Nevada-tan, a pequena assassina japonesa.

Ano 2004. Escola Elementária Okubo de Sasebo, prefeitura de Nagasaki (Japão); uma escola como outra qualquer, em que as crianças brincam e aprendem. Uma pequena de 11 anos se destaca perante os demais. Se chama Natsumi Tsuji e é uma estudante modelo, tira notas estupendas e é apaixonada por basquete, cinema e internet. Seu QI era de 140.

Natsumi tem uma amiga de doze anos chamada Satomi Mitarai, são unha e carne e desfrutam de uma amizade invejável, entre brincadeiras e estudos. Porém, um dia, acontece um desentendimento entre as duas, uma discussão sobre o assunto ridículo de popularidade na escola acaba terminando com essa bela amizade.

10 Características Comuns aos Assassinos Seriais Potenciais


A mente criminosa sempre foi um assunto que despertou interesse: o que faz um criminoso agir como age? Como discernir na multidão aquelas pessoas que têm o potencial para cometer um crime?
 
A lista abaixo contém características que são comuns na maior parte dos assassinos seriais (serial killers), mas certamente não vai dizer se alguém é um potencial assassino ou não; apenas identificar alguns “sinais de alerta”. Do mesmo modo, se você identificar-se com algumas destas características, também não significa que você é ou vai se tornar um assassino serial. Por via das dúvidas, procure ajuda profissional, ok? xD

10 – ABUSO DE ÁLCOOL E DROGAS


Crianças expostas ao abuso de drogas e álcool ainda no útero podem sofrer de sérios defeitos congênitos. Pequena abertura dos olhos, retardo, cabeça e cérebro pequenos e problemas no sistema nervoso central são só alguns dos desafios que elas têm que enfrentar, quando sobrevivem.

Crescer em um lar onde há abuso de drogas pode ser pior. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, distúrbios de afetividade, dúvidas e sentimentos de inadequação, depressão e problemas de comportamento se tornam evidentes já na infância.

De acordo com estatísticas do FBI (Departamento Federal de Investigação americano), os lares em que mais de 70% dos assassinos em série passaram sua infância tinham problemas relacionados a abusos de álcool e outras substâncias. Seja como for, muito poucos assassinos seriais (relativamente) eram viciados em álcool e drogas, mas muitos deles tiveram contato com estas substâncias na juventude.

Chef Cozinha Corpo de Esposa


Um chef de cozinha norte-americano que está sendo julgado pela morte de sua esposa disse aos investigadores que cozinhou os pedaços do corpo dela durante quatro dias antes de jogá-los fora, misturado com outros restos, em um poço de coleta de gordura de seu restaurante na Califórnia.

David Viens, de 49 anos, era chef no Thyme Contemporary Café, na cidade de Lomita, na Califórnia, quando o crime ocorreu, segundo a imprensa local.

Em 18 de outubro de 2009, ele chegou em casa e discutiu com sua mulher, Dawn Viens, de 39 anos. O motivo da discussão não está claro, segundo os documentos judiciais.Em certo momento, ele tapou a boca dela com fita e amarrou suas mãos e pés. Depois, ele adormeceu e, segundo sua versão, encontrou-a morta quando acordou na manhã seguinte.

"Acordei. Entrei em pânico", disse ao "Los Angeles Times". "Ela estava dura."

Em pânico, ele afirma ter jogado o corpo, de bruços, em um tambor de água fervente. Depois, deixou-o cozinhando durante quatro dias.

Crianças Psicopatas

“Não é fácil a sociedade aceitar a maldade infantil, mas ela existe … essas crianças não têm empatia, isto é, não se importam com os sentimentos dos outros e não apresentam sofrimento psíquico pelo que fazem. Manipulam, mentem e podem até matar sem culpa.”

A fala acima, do psiquiatra Fábio Barbirato, chefe da Psiquiatria Infantil da Santa Casa, no Rio de Janeiro, pode parecer assustadora e realmente é. Ela toca em um assunto delicadíssimo: A psicopatia infantil. A maioria das pessoas não sabem, mas existem sim crianças psicopatas. Elas não respeitam os pais, chantageam, roubam, mentem, manipulam, maltratam irmãos e amiguinhos, torturam animais e até, MATAM! Isso mesmo. Elas podem matar. E se você duvida, leia uma historinha.

Em 12 de fevereiro de 1993, Denise Bulger entrou com seu filho, James Bulger, de apenas 3 aninhos de idade, no Strand Shopping Center, na cidade de Liverpool, Inglaterra. Denise não sabia, mas ela nunca mais veria o seu filho vivo.

Ela entrou em um açougue dentro do shopping e 5 segundos de descuido foram o suficiente para James Bulger simplesmente desaparecer. Denise entrou em desespero e logo todos os guardas do Shopping estavam a procura do pequenino James. Mas a busca foi em vão.

Jeffrey Dahmer

Jeffrey Lionel Dahmer (21 de Maio 1960 – 28 de Novembro de 1994) foi um serial killer americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo. 


Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, onde estudou na Revere High School. Lá Dahmer jogava tenis e tocava clarinet. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Muitos de seus colegas o descreviam como "estranho" e "bizarro" por causa das constantes brincadeiras que cometia. Tudo parte de uma tentativa de Dahmer de se entrosar entre os colegas, algo em vão.

Após formar-se no ensino médio, foi abandonado por sua mãe em Bath, Ohio. Foi deixado, então, sem comida, sem dinheiro e com uma geladeira quebrada com apenas 18 anos. Estudou durante três meses na Universidade do Estado de Ohio, mas largou a universidade após 3 meses de bebedeiras. Foi então numa noite de Junho de 1978 que Dahmer cometeu seu primeiro assassinato.

Nascido em uma família americana normal, Jeffrey teve uma infância comum até seus dez anos de idade, quando começou a se atrair por animais mortos, os quais dissecava e usava ácidos em seus ossos. Dizem que ele torturava e matava os animais, porém seu pai revelou que Dahmer pegava-os mortos na estrada. Mas apesar dessa mania estranha, Jeffrey Dahmer viveu sua adolescência normalmente, até que com 18 anos ele começou a mudar:

Beth Thomas - O Anjo Malígno


Olhos azuis, cabelos castanhos e voz doce. Essa é Elizabeth Thomas, uma menina de apenas 6 anos, que esconde por trás dessa “casca” inocente, uma personalidade cruel e sádica, resultado de abusos e violência quando era apenas um bebê.

A mãe de Beth faleceu ao dar a luz a seu irmão, quando ela tinha apenas 1 ano de idade. As crianças ficaram sob a guarda do pai, um homem sádico e alcoólatra que passou os 7 meses seguintes abusando sexualmente de Beth e negligenciando seu irmão, tanto que a parte de trás do crânio do bebê ficou plana, em função de ficar o tempo todo deitado no berço. Após os 7 meses de abusos incessantes, a guarda das crianças foi tomada por assistentes sociais.

Beth e o irmão foram entregues à uma família adotiva, porém o histórico de abusos e negligências nunca foi relatado aos novos pais, mas não demorou para que estes notassem o comportamento estranho da menina.

Richard Ramirez – The Night Stalker


Era noite do dia 28 de junho de 84, quando Jennie Wincow andava calmamente pela rua de sua casa, como sempre ela chegou e abriu a porta, mas antes que a fechasse alguém empurrou com força, derrubando a velhinha no chão. Quando ela pensou em abrir a boca para gritar, um homem entrou e deu um soco nela ainda no chão. O atacante rapidamente fechou a porta e sorriu.

Primeiro ele levou a mulher até o sofá e bateu na velhinha até quase desmaiar. Mas isso não era o bastante, assim ele arrancou a roupa da velha e a estuprou ali mesmo, mais de uma vez. A mulher estava totalmente apagada quando ele levantou-se e foi até a cozinha, onde pegou maior faca que encontrou. De volta ao sofá ele subiu em cima dela e lentamente enfiou a faça no pescoço, cortando profundamente enquanto o sangue jorrava para todos os lados. Após quase arrancar a cabeça de Jennie, o matador saiu da casa, no meio da noite, como uma sombra.

John Wayne Gacy Jr


Toda vez que a noite caia sobre a cidade, John vestia sua roupa de palhaço, maquiava-se com todo cuidado do mundo e sorria para o espelho antes de sair, pois na sua volta ele já não seria o mesmo.

Depois de pronto, John pegava seu velho furgão colorido e saia pelas ruas despreocupado, indo atrás de algum menino que estivesse procurando carona ou andando sozinho por uma rua escura. Era nessas horas que ele parava seu carro e perguntava com um sorriso no rosto se o garoto queria carona para casa ou mesmo para um bar.

John gostava de trata-los muito bem, mas gostava mais ainda quando forçava os garotos a tirarem sua roupa e ver seus corpos nus. Afinal todo seu esforço era para isso, para aquele momento de prazer com os meninos que choravam para serem liberados, porém os coitados não sabiam que uma vez dentro daquela casa dele seu destino estava traçado. E sua morte seria sofrida e lenta, pois depois do sexo vinha à tortura que durava muitas horas, às vezes uma noite inteira…

Canibalismo em Garanhuns

“Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido.
Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente...”


A Polícia Civil de Pernambuco informou que uma das três pessoas acusadas de matar e praticar canibalismo em Garanhuns (230 km do Recife) recheava empadas com carne humana e as vendia nas ruas da cidade. Os acusados, que foram detidos na última quarta-feira (11/04). Pelo menos três mortes em rituais macabros são atribuídas ao grupo, que mantinha um triângulo amoroso.