Mostrando postagens com marcador Enviado Pelo Leitor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Enviado Pelo Leitor. Mostrar todas as postagens

Relato dos Leitores #26

Eu tenho 14 anos, minha história começa quando eu tinha 7 anos, era de noite e eu estava assistindo desenho, de frente para meu quarto tinha um corredor e em cima desse corredor tinha uma porta que dava no sótão da casa, minha tia veio e desligou a TV, pois no dia seguinte eu tinha aula e sim, eu me lembro de tudo, não tem como esquecer! Eu não estava conseguindo dormir e então eu fiquei olhando para o corredor que sempre me deu medo, foi ai que eu vi um homem saindo do sótão, ele estava assustado parecia que estava fugindo de algo, ele colocou o indicador sobre os lábios e fez um sinal de ''Shh'' e minha vida toda eu sempre vi uma entidade corcunda bem negra, e o que eu vou contar a seguir é meio forte para mim já que eu nunca mais dormi de luz apagada por causa da presença dessa entidade...

Eu estava na casa da minha mãe, eu não moro com ela moro e sim com uma amiga dela, mas isso já é outra história, eu estava de férias de dezembro de 2013 indo para 2014, uma noite eu estava muito assustado, pois minha irmã também consegue ver ele, e ela disse que tinha um homem no quarto dela, ela tinha 6 anos na época e eu 13 a minha sensação de ser observado estava muito forte, então eu pedi para minha mãe que se ela fosse sair me acordasse no dia seguinte para eu ir com ela, foi ai que aconteceu... Minha mãe não acredita em mim e por conta disso ela saiu com minha irmã e me deixou sozinho, eu fiquei paralisado no sofá, porque só foi eu acordar que a porta bateu e a TV do quarto ligou, eu vi uma outra entidade, ela era transparente, então eu me levantei e cheguei bem perto dela, fiquei a mais ou menos 6 dedos de distancia, e ela sorriu pra min, ela piscou e desapareceu, e então eu creio que seja alguma entidade boa que me protege. Mas eu nunca tive descanso, eu sempre me sinto observado e não posso fugir disso. As vezes eu ainda vejo essa sombra me olhando quando eu acordo...

Relato de: Vitor Hazzouri

Para aqueles que gostariam de ajudar o Vitor de alguma forma, por favor deixe a sua ajuda no campo de comentários. Obrigado! 

Relato dos Leitores #25


Mais uma vez, no interior do Ceará, os amigos e familiares se reuniram pra mais um daqueles encontros de sempre. Cada um levava alguma coisa pra comer e em cada encontro, era escolhido uma pessoa pra levar o café.  Era a vez da minha mãe levar, mas ela esqueceu em casa e teve que voltar pra buscar.  Já era noite, então ela não foi sozinha. Andar por aquela mata escura e sozinha.. nem pensar! No meio do caminho, ao olhar para trás, minha mãe viu um garotinho, loirinho, olhos verdes e aparentava ter uns 3/4 anos de idade. Ela então, resolveu ir até o menino. Pensou que era um absurdo uma criança daquele tamanho estar sozinha na mata, tarde da noite. Confusos, os amigos dela perguntaram aonde ela ia. 
"Levar aquele garotinho pra casa." - respondeu ela.

"Que garotinho, mulher?" - um dos amigos, já assustado perguntou.
Ela continuou insistindo que tinha um garoto ali e que ele devia estar perdido. Mas ninguém estava vendo garoto nenhum. Até que uma das mulheres se lembrou de um relato que corria por ali, mas duvidava que fosse verdade.

Acontece que uma mãe, perdeu seu filho, exatamente ali. Todos que avistavam o menino, que parecia pedir ajuda pelo olhar que lançava, iam até o menino lhe guiar de volta pra casa. No dia seguinte, essas pessoas apareciam mortas ou até mesmo sumiam de vez. Minha mãe não poderia estar paranoica com essa história, simplesmente pelo fato de que ela nunca havia ouvido falar disso. Alguns já haviam corrido assim que ela apontou para o menino que ninguém enxergava. Minha mãe fez o mesmo, junto com os outros que ficaram ali com ela lhe contando a história, que acabara de ser confirmada. Minha mãe me contou, que às vezes, é possível ouvir choros de outras crianças em lugares próximos e é simplesmente de arrepiar. Ninguém anda por ali sozinho. Alguns tem medo de passar ali até de dia. Há também aqueles que também não acreditam, mas é mesmo difícil de acreditar. Só quem realmente viu, tem certeza de que aquilo é verdade. 

Relato de: Vanessa Oliveira

Crime incomum

Qual o valor da vida humana? Do que é capaz o homem, quando tomado de desejos vis? Como se sentir seguro, em um mundo onde o maior dos presentes cedidos por Deus, chegou a cotação tão baixa? Qual de nós já não se sentiu desamparado com a notícia de um crime por motivos completamente fúteis e pior, qual de nós não esqueceu do assunto pouco tempo depois? Será que estamos mesmo perto do fim dos dias ou nossa memória seletiva irrompe em irracional negação da verdadeira natureza do homem. Melhor ou pior ainda, existe de fato fim dos dias? Deus? Ou a vida humana é a experiência mais inútil e sem sentido que existe?

Mas deixemos estas preocupações para homens sábios pois o que pretendo aqui é apenas contar a minha estória.  Vivia eu em uma dessas grandes cidades brasileiras; agora tudo fica cada vez mais cinzento em minha mente e eu já não me lembro o nome. Jovem honesto e esforçado, trabalhava duro todos os dias para ajudar com o sustento da família e já a alguns anos, postergava o desejo do curso superior diante da necessidade mais imediata de ter o que comer e pagar as contas. Sempre levantando quando ainda devia estar dormindo, com o sabor do fracasso, que faz muitos de nós viver diariamente beirando a depressão e a revolta. Todo dia; todo maldito santo dia, acordava cedo para pegar o ônibus que parava próximo de minha casa. Lá sempre havia uma mulher com uma criança, vestida em uma farda de colégio público com cerca de uns dez anos de idade. Um homem com cara de preocupado, com uma mochila nas costas e que sempre olhava por sobre os ombros ou em direção a qualquer barulho mais alto. E um vendedor. Gente como eu, que rala o dia todo para tentar tirar o gosto de merda da boca. Gente como eu fui um dia, vestido em uma farda escolar, sonhando em ser presidente ou astronauta, sem saber que o destino presenteia apenas alguns escolhidos, alocando a maioria como cabeceiros (ou chapeados dependendo da região do país) da pirâmide social. Gente com medo de tudo, nessas malditas cidades grandes em que a violência é como um câncer em estado de metástase. Gente sempre disposta a vender e se vender pela mínima condição de sobrevivência.

Mas continuemos. Nesse dia em questão, tinha acordado tarde e acabei saindo sem tomar café. O tempo parece lutar contra os homens hoje em dia. Já no ponto de ônibus, percebi que nunca tinha reparado no que negociava aquele vendedor. Por curiosidade repentina, me aproximei de seu carrinho. Estava coberto com uma lona. Mas como ele já tinha notado minha aproximação e eu já estava com cara de tacho olhando pro seu carrinho como uma criança curiosa, resolvi perguntar o que era aquilo. Ele então puxou a cobertura e me mostrou as goiabas mais suculentas e grandes que eu já vi (é sério cara, era uma goiaba gigante!). Sorrindo disse: Goiabas garoto! E são ou não são as mais bonitas que você já viu? Vendo no centro a muitos anos e não tem melhor por lá, por isso que minha clientela é fiel! Naquele momento, a visão das frutas somou-se à fome que eu sentia por não ter tomado café e fez meu estômago roncar em desespero. Um dilema formou-se então. Tendo apenas R$1.50, eu não poderia tomar o ônibus e comprar uma daquelas goiabas e me peguei conversando comigo mesmo. Caraca velho, será que eu pego o ônibus ou será que eu compro uma goiaba? Foi então que me veio à boca novamente aquele gosto de fracasso. Imagine só, ficar com fome por causa de um emprego de bosta que nem me permitia fazer um lanche. Um trabalho que deveria me dar o suficiente para viver, além de apenas sobreviver. Uma droga de ocupação que não me permitia ter tempo pra mais nada além de dormir. Será mesmo o tempo que luta contra o homem, ou seremos nós, vítimas de nós mesmos, que em nossos delírios de grandeza e desejos de riqueza vivemos tentando espreme-lo um pouco mais? Valia mesmo a pena tanto esforço por uma vida medíocre? Por um pretenso pequeno-burguês que consumia minhas forças na fantasia de escalar a pirâmide sempre pisando em pessoas como eu e nos empurrando pra baixo sem se importar com os MEUS sonhos? Hoje não. Hoje saciaria o meu desejo imediato e faria uma bela caminhada para o trabalho chegando lá a hora que tivesse que chegar. E estava mais era disposto a mandar o chefe enfiar o emprego naquele canto, caso ele se enfezasse comigo. Paguei a goiaba e a ergui bem na minha frente, como um troféu da minha atitude. Enfim tinha feito algo pensando em mim mesmo.

Só então percebi dois homens em um beco próximo me observando. O cara da mochila também percebeu e ficou observando à cena quando os dois me chamaram dizendo assim: Chegaí, chegaí, chegaí mano! Na hora meu coração disparou, sentindo que havia algo errado. Pensei em sair correndo mas eis a questão de viver em uma comunidade violenta (se é que ainda existem comunidades tranquilas). Já os tinha visto por ali e eles com certeza, sabiam que eu esperava ali o ônibus todos os dias, então de que me adiantava postergar o desejo deles? Talvez nem fosse nada de mais, racionalizei, apesar de perceber algo diabólico em seus olhares e ter sido acometido de uma violenta inquietação. Me aproximei devagar e enquanto me aproximava eles recuaram um pouco mais pra dentro do beco. Assim que adentrei naquele local, percebi o quanto era sujo e escuro e o forte cheiro de crack que emanava dali (não, não conheço o cheiro por experiência própria mas já o senti várias vezes. Em alguns lugares é mais constante que o cheiro de pão saindo da padaria). Tão perto todos os dias, aquele pedaço do inferno que costumamos ignorar hoje pedia atenção e apesar de algo dentro de mim dizer, cai fora daí idiota, a fleuma que nos acomete nesses dias atuais parecia me dirigir em direção a eles. Mal adentrei o beco imundo e meus pensamentos foram interrompidos quando um deles passou a mão na minha goiaba e com um sorriso escroto, de quem acha que todos devem teme-lo disse: Já era, já era, já era a goiaba mano. Meus olhos se encheram de lágrimas diante do desrespeito e falei com a voz embargada: Caraca mano, cê pegou minha goiaba. Isso só aumentou o sorriso do canalha e segurando a goiaba com uma mão enquanto com a outra mostrava um volume na cintura por baixo da blusa o desgraçado repetiu: Já era, já era, já era a goiaba mano.

Terminar a frase e tascar uma mordida na minha fruta foram atos contínuos e confesso que chorava de ódio diante de tão indigna humilhação. A voz saía empolada e minhas mãos se crispavam enquanto eu dizia a mim mesmo: Caraca velho, o cara mordeu minha goiaba. Caraca velho o cara roubou minha goiaba. Então, mais do que nunca eu senti aquele amargor pútrido de merda, da merda que todo maldito santo dia somos obrigados a engolir e foi aí que algo dentro de mim estalou enquanto bradei em pensamento incontido, hoje não! Como alguém possuído, eu pulei com as mãos na garganta do cara e nem percebi quando o seu parceiro colocava a mão nas costas. Por um instante, um breve e insignificante instante, me senti livre das amarras da sociedade. Um gigante resoluto, aplicando a justiça que todos sabem ser merecida enquanto sentia seus ossos e músculos do pescoço se contraindo entre minhas mãos. Deliciando-me, com o pavor em seus olhos ao descobrir que nem todos tem medo de suas demonstrações ignóbeis de falso poder. Sentindo-me um Deus em seu trabalho de punir os injustos. Sim, existia Deus. Eu era Deus! E então o estampido; o clarão, algo mordeu minhas costelas e sua mordida era quente. Minhas mãos se afrouxaram e confesso que não entendi na hora o que estava acontecendo. O cara me jogou de cima dele e eu lembrei da mordida. Olhei para o lado do meu corpo, debaixo do braço esquerdo e vi um buraquinho que jorrava sangue. Só quando vi o parceiro do sacana ajudando-o a se levantar com um revólver na mão é que minha mente tomou ciência do que tinha acontecido. Eu tinha sido baleado; por causa de uma goiaba. Não, eu não era Deus.

Os segundos seguintes foram confusos, quase como um sonho e ainda assim extremamente claros (ainda que essa clareza de entendimento só tenha vindo depois que tudo acabou). O cara da mochila, que tinha acompanhado a cena de longe, pareceu despertar depois do estampido e enquanto eu tentava me levantar, vi quando ele sacou uma arma. Naquele estupor de “confusa clareza”, finalmente entendi aquele comportamento assustado que citei no começo e aquela mochila. A farda escondida, fruto de uma sociedade que aprendeu a perdoar os maus e punir os bons. O medo constante de ser reconhecido em sua própria comunidade. Compreendi tudo isso no espaço de tempo dele sacar a arma e dizer: Parado, polícia! Mas quem vive no crime vive mesmo a beira da morte eu acho. Mesmo já estando na mira do “cana”, o cara começou a levantar a arma em direção a ele. Bem, apenas começou porque foi alvejado com dois tiros no peito enquanto eu me arrastava em direção ao ponto de ônibus. A mulher com a criança (que pensando bem agora, eu nunca perguntei o nome; a nenhum deles aliás, meus companheiros diários naquele ponto de ônibus) parecia simplesmente perdida na situação e conseguiu apenas agarrar o menino enquanto gritava desesperadamente. Ela nem viu quando o segundo meliante, o que tinha um volume na frente, aquele mesmo filho da puta que havia mordido minha goiaba, se esgueirou pra trás dela enquanto sacava a arma, pra usa-la como escudo. Com a linha de tiro obstruída, o policial foi incapaz de atirar. O bandido não. Sem nenhuma preocupação com a vida alheia, este esvaziou o tambor do seu revolver enquanto o “puliça” saltava e rolava para o meio da rua. Quatro disparos erraram o alvo, os outros dois não. Um pegou em sua coxa esquerda e o outro, na nuca da mulher que nada tinha a ver com isso. Já bem próximo do ponto de ônibus, vi quando seu corpo despencou por cima do garoto que tremia e chorava gritando: Minha mãe não, minha mãe não! O cara das goiabas estava já enfiado debaixo do carrinho, quando o policial mesmo baleado teve tempo de fazer sua manobra de rolamento e conseguir uma linha de tiro limpo. Um único disparo, bem na testa, e fim de papo como se diz. O que não deu tempo no meio da rua, foi de sair da frente do ônibus que chegava justamente naquele segundo e em cujo interior havia um motorista que percebeu a situação já perto demais e decidiu pisar fundo para passar logo pelo local. Parece que quem vive combatendo o crime também vive a beira da morte.

No fim eu já me apoiava debilmente no carrinho das goiabas e enquanto a vista ia escurecendo, eu ia enfiando a mão por baixo da lona e tateando em busca do que era meu por direito. Apanhei uma daquelas frutas e me preparava pra morde-la quando dei meu ultimo suspiro. O cara do carrinho já ia ficando de pé novamente quando meu coração parou diante dele, quatro outros cadáveres e uma criança atônita agarrada ao corpo da mãe. Não houve luz nem túnel luminoso, apenas um senso hiperconciente do fim e eu me levantando de novo enquanto o populacho se aproximava para acompanhar a cena cotidiana de violência. Ninguém me via e ao contrário do que mostram nos filmes eu não tive dúvida nenhuma sobre minha situação. Estranho é que além dos vivos não vi mais ninguém. Nem policial, nem mãe, nem bandidos. Alguns dias depois, acompanhei meu velório e vi o desespero dos meus familiares com muito tristeza mas conformado por saber que mais tarde eles também se conformariam e seguiriam em frente como seguem todos. A “boca de fumo” que tinha no beco, obviamente foi estourada no dia seguinte, deixando um saldo de cinco mortos do lado dos dois “aviões” locais e três usuários que foram pegos no momento da vingança, lugar errado na hora errada eu acho. E o garoto; bem, eu o tenho acompanhado já a alguns anos e vi seu comportamento mudar nesse tempo que tem ficado com os avós. Hoje ele escreve sobre a tristeza e inutilidade da vida enquanto preenche o quarto com fotos dos atiradores de Columbine e do massacre de Realengo. No próximo sábado ele vai comprar sua arma com o contato que conseguiu e segunda mesmo os cretinos de seu colégio vão ver quem realmente é o órfão esquisito. E o câncer continua se espalhando enquanto um fantasma com uma goiaba continua assombrando um certo ponto de ônibus.

Autor: Valter Ramos

RELATO DOS LEITORES #24

Rosto capturado em foto

Olá meu nome é Julio César. Um menino que apareceu no banco de trás do carro do lado da minha tia, essa pessoa não estava lá!

Nós estávamos indo para o show Caldas Country em Caldas Novas-GO.

Dentro do carro resolvemos tirar algumas fotos, e uma nos assustou, porque apareceu o rosto de uma pessoa que não estava no carro! Olhe atrás do motorista e veja. No carro estavamos eu, meu irmão, minha tia e a namorada dele, sendo que eu e minha tia estava no banco de trás e meu irmão e a namorada dele no banco da frente.

Algumas pessoas disseram que talvez seja alguém passando pela rua, mas não poderia ser, porque os vidros estavam fechados e tem película, o que o deixa muito escuro, Além disso, o carro estava rápido e meu irmão afirma que não viu ninguém na rua.

O rosto do fantasma parece estar assustado, parece que não queria aparecer na foto e acabou aparecendo por engano...

Quando a namorada do meu irmão foi tirar a foto, meu irmão (que estava dirigindo) não quis aparecer e se inclinou para frente e foi por causa disso que apareceu o fantasma lá atras.

Talvez esse espírito tenha sido de alguma menina que morreu no show ou então naquela rua que estávamos passando, e por algum motivo essa menina queria ir muito nesse show e acabou pegando carona conosco.


Então, o que vocês acham???

RELATO DOS LEITORES #23

A ponte

Eu não sei se, especificamente, tem haver, mas desde criança vejo e ouço coisas "diferentes". Não gosto de pensar que seja alguma relação com religiões (não sou religiosa). Mas a minha bisavó, segundo a família, foi uma praticante de ocultismo e magia negra, não sei dizer bem. É um pouco macabro.

Minha mãe também tinha dessas coisas, de enxergar o que ninguém está vendo, e talvez eu tenha herdado isso dela. De qualquer forma, aconteceu quando eu era pequena, uns oito anos, na ponte de meu bairro.

A ponte cortava duas bandas de terra, dando acesso a uma igrejinha protestante. Na verdade, era mais uma pinguela do que outra coisa. A minha escola particular ficava justo após a pontezinha, mas eu tinha medo de altura e meu pai me levava por um caminho alternativo. Bem... até no dia 09/08/2006.

Uma mulher, depois de um tempo,  disse que uma outra engravidava frequentemente, e abortava ela mesma, algumas vezes com o feto já grande em seu ventre. Ela enterrou o primeiro feto de sua primeira gravidez, ali mesmo no quintal de sua casa, e assassinava seus próprios bebês após esse incidente. Ninguém achava que ela se tratava de um perigo real, até tentar matar o feto de outra pessoa, uma passante na rua de sua casa. Ela foi linchada e sumiu por uns tempos. Talvez até anos.

Mas, naquele dia, meu pai e eu estávamos atravessando a pobre ponte. Tinha um valão passando abaixo de nós e fedia. Eu acordei atrasada demais e tínhamos que pegar aquela caminho.  Meu pai disse que ficaria tudo bem se eu só andasse, sem olhar pra baixo. Mas eu olhei.

Eu vi uma sacola boiando, e um braço de boneca para fora. Mas não era uma boneca. Parecia uma mão humana, de bebê, e saber do fato dos abortos, anos mais tarde, me leva a imaginar que as coisas realmente foram sinistras.

A sacola preta foi sendo arrastada pelo curso. Então eu vi, na penumbra do barranco, uma mão atrofiada agarra-la e afundar com ela. Eu não gritei, mas fiquei tão pasma que puxei meu pai e quase caímos também.

Depois disso, nunca mais passo em pontes e pinguelas.

Relato de Suu Zombie

RELATO DOS LEITORES #22

Quando era criança morei em uma casa por vários anos, mas com um tempo comecei a perceber
coisas sobrenaturais que aconteciam quando ia dormir. Sempre durmo tarde, e tenho sono leve e qualquer ruído me faz acordar. Vou contar para vocês um relato que aconteceu comigo e até hoje não esqueci.

Em uma noite acordei ouvindo alguns passos que vinham da cozinha até meu quarto, fiquei meio assustada porque não sabia quem era que estava andando a essa hora da noite na cozinha, eu dormia com meu irmão no mesmo quarto e nesse dia estava na rede e ele em outra meio distante de mim. Aqueles passos começaram a chegar, mas perto da minha rede, parecia uma pessoa usando botas fazia um barulho esquisito e logo aí percebi que não era ninguém da minha família, mas algo além...

Muito pavorosa e assustada fiquei parada sem me mover por que estava com muito medo que aquilo me fizesse mal, aí então meu irmão dormindo começa a se mexer e aquilo corre bem rápido pra perto dele e fica parado lá, nesse momento tenso morri de medo, começava me tremer muito. Fiquei pensando se aquela coisa iria fazer mal ao meu irmão, foi então que comecei a me mexer e aquela coisa correu pra muito perto de mim e ficou parado, imediatamente fechei os olhos e não me movi mais e fiquei parado até aquilo ir embora, mas sentia que aquilo não iria ficar longe por muito tempo, então eu tomei coragem e levantei da rede para olhar ao redor, e por incrível que pareça: não vi nada.

Fiquei confusa eu sabia que não estava ficando louca, por que sei o que ouvi, sei que foi real! Mas então olhei debaixo da rede e foi aí que vi algo muito estranho e assustador: ví um círculo preto girando em baixo da rede e não parava de girar, ficava girando, girando... Então assustada deitei e fechei os olhos novamente. Nesse momento senti alguém passar a mão na minha face, abri os olhos e não tinha ninguém.

Resolvi chamar meus pais, e quando gritei por eles algo novamente aconteceu, não conseguia gritar tentava gritar bem alto, mas minha voz saia muito baixa, como se eu estivesse numa sala com isolamento acústico me impedindo de gritar por ajuda... Logo percebi que aquela coisa não queria que ninguém soubesse que estava acontecendo e então me calei e na minha frente apareceu uma mão, estava meio escuro, mas dava para ver que era uma mão, e ela vinha de encontro ao meu rosto. Não pensei duas vezes e mordi, e de repente a mão se dissolveu como se fosse areia.

Fiquei mais apavorada ainda, escutava meu coração batendo rápido, tentei respirar e me acalmar, mas era impossível com aquilo me perturbando. Lembro bem que essa coisa sobrenatural sumia quando amanhecia e tudo ficava, mais calmo. Meu pai nunca acreditou nesse relato por eu ser uma criança, ele achava que era coisa da minha cabeça, mas só eu sei o que eu passei.

Muitas dessas coisas acontecem sempre quando estamos sozinhos por que assim é impossível que outras pessoas acreditem. Só quem entende e acredita é quem passou por algo parecido...

L.Santos

RELATO DOS LEITORES #21

Oieeeee!!!! Pensaram que eu tinha morrido, né? lol xD

Como podem perceber, ainda não. Porém não tenho tido "vida", ultimamente têm sido BASTANTE, mas MUITO corrido. Peço perdão pela falta de postagens, mas não tenho conseguido e sinto muita falta, podem crer... Tenho bastante conteúdo para postar e to fazendo o possível, espero que compreendam.

Fiquem agora com mais um relato...

Várias coisas estranhas acontecem comigo e com minha mulher, vou contar a principal e mais pesada.

A primeira é de um garoto que vinha "possuir" minha mulher ele se dizia ser um jovem polones e que ela era sua irmã no início do século XX, na segunda guerra mundial, no começo ele tinha medo de mim, pois, segundo ele, naquele tempo eu era um soldado que havia assassinado toda sua familia!

Onde ele morava haviam anjos e demônios....

O complicado era que minha esposa, sempre perdia a visão e não conseguia respirar direito quando conseguíamos contato, sempre consegui fazer com que ela voltasse ao normal e tabém sempre consegui fazer com que ela esquecesse as "coisas mais pesadas". Mas um dia não consegui mais estabelecer esse contato...

Mais um fato estranho, mais "leve":

Na manhã do dia 07/04/14 foi normal, sem novidades, ou mudanças. Cheguei da rua, havia andado de skate e quando cheguei em casa fui jantar, preparei duas cochas de frango - coloquei óleo novo esperei fritar. Assim que ficaram prontas desliguei a boca do fogão como de costume.

Às 3:00 da manhã minha esposa e eu acordamos com a frigideira pegando fogo! A primeira coisa que ela fez - porque eu me apavorei na hora - foi pegar o cobertor,  molhar e jogar em cima.

O absurdo e difícil de acreditar era que o gás já estava para acabar, até que o óleo pegasse fogo o gás já deveria ter acabado e mais estranho e absurdo de tudo: a válvula do botijão estava para cima o que indica que o mesmo estava DESLIGADO!

Aldean rodrigues Gonçalves
Page facebook
Deean Gonçallves

RELATO DOS LEITORES #20

Olá pessoal do Medo Sensitivo, não sei se lembram de mim mas já contei para vocês dois relatos ano passado, me chamo Mari e hoje estou com 14 anos, mas quando ocorreu ainda tinha 13. Foi no finalzinho do ano passado, talvez novembro, dezembro, não me lembro muito bem. Mas sei que desta vez isso me assustou muito mais do que das outras duas vezes que contei para vocês...

Tenho o hábito de dormir de madrugada, umas 2, 3, 4 enfim, da manhã, fico acordada conversando com amigos e vendo televisão, e eu não leio a bíblia, não sou uma pessoa que tem fé e na verdade não sei se Deus existe, mas confesso que ultimamente eu estou começando a questionar um pouco certas coisas. Mas voltando ao relato, tinha acabado de dar tchau para um amigo que eu conversava por mensagens e estava prestes a dormir e me lembro que eu vi as horas e eram três e pouco, ok, me deitei e desliguei a televisão e -aqui dormimos com tudo escuro, nenhuma luz sequer - logo que me deitei me virei para a parede como sempre faço.

Logo que adormeci comecei a ouvir barulhos em cima da casa, nem me importei muito pois já me acostumei com o fato de essa casa ser barulhenta de noite, mas então os barulhos aumentaram e "desceram" aqui para baixo, tentei não me assustar, mas então abri os olhos e alguém acendeu e apagou em um piscar de olhos a luz do banheiro (o banheiro é do lado do meu quarto) e não podia ser meus pais, pois foi algo super rápido, questão de segundos e a luz do banheiro nunca deu problema algum.

E então pude ouvir claramente algo/alguém andando pelo corredor pra lá e pra cá, gelei na hora e fiquei com os olhos abertos sem me mexer, e depois de um tempo andando pelo corredor, senti alguém parando na porta do meu quarto e me observando, senti a presença de alguém e o mais assustador: eu OUVI a respiração de alguém, era muito estranho pois os passos que eu ouvi no corredor eram "leves", e depois de uns segundos essa coisa saiu do meu quarto e acho que foi embora, depois de muito tempo dormi. No dia seguinte contei para meus pais e minha mãe disse que não foi ao banheiro, dormiu direto. E meu pai disse que foi, mas na hora que ele foi era uma hora da manhã e eu estava acordada e além do mais ele não parou na porta do meu quarto.

Pesquisei sobre as três horas e me assustei um pouco, conversei com uma garota que é espírita e ela disse que acha que era sim um espirito, bem, se era ou não, não sei e não quero descobrir... Mas percebi algo: toda vez que começa esses barulhos aqui de noite, eu tento me manter o mais calma possível e então vai embora... O segredo é não ter medo, para mim é isso rs...

Tenho medo de que aconteça de novo, mas ao mesmo tempo curiosidade, sabe? Quero que aconteça, mas não quero... Enfim, é isso rs...

P.S.: Não era uma paralisia pois eu podia me mexer, falar e etc...

Enviado por: Mari Suicide

RELATO DOS LEITORES #19

Há um tempinho, contei a vocês um relato de meu cunhado. No qual dizia, que ele havia visto um homem misterioso aparecer e desaparecer do nada em sua frente.

Sua filha (3 anos), desde então começou a agir estranhamente. Toda noite, a menina se debate, às vezes fala enquanto dorme. Poderia ser apenas simples pesadelos, porém, há mais coisas que me assustam.

Sempre que passa em frente ao espelho, ela para e observa seu reflexo. Depois começa a conversar com o espelho. Ela também olha  para um lugar onde "não há ninguém" e começa a conversar. Quando pergunto com quem ela conversa, ela diz que é um tal de Alexandro, e quando questiono sobre ele, ela responde que ele sofreu um acidente em uma van e está no hospital com o braço quebrado.

Às vezes tenho a impressão de vê-la com os olhos revirados e ela muda o comportamento de uma hora pra outra. Ou fica carinhosa demais ou violenta demais.

Estou bastante preocupada com ela. Antes desse tal cara misterioso aparecer para o pai dela, não haviam pesadelos, nem problemas de saúde como esses que ela tem agora (duas hérnias). Não havia comportamentos que mudam do nada. Quero muito ajudá-la. Eu e minha amiga estamos tentando descobrir o que há com ela, fazendo pesquisas e juntando nossos conhecimentos sobre o mundo sobrenatural, mas ainda não conseguimos chegar a lugar nenhum.

Talvez tenha alguém com o mesmo problema e é por isso que estou mandando meu relato.

Obrigada pela atenção.

Eviado por: Vanessa Oliveira

RELATO DOS LEITORES #18

Bem gente estou aqui porque, esses dias, venho tendo muitos pesadelos.

Isso aconteceu depois que meu pai trouxe um poltrona muito esquisita para casa (tinha umas manchas vermelhas nela) comprada em um bazar. Perguntei ao meu pai o que eram as manchas exatamente e a moça do bazar disse a ele que havia escorrido tinta vermelha nela e por isso estava assim... ACREDITAMOS apesar de ela parecer querer se livrar daquilo por algum motivo.

Essas noites tem sido muito estranhas. Eu durmo no quarto ao lado da sala, onde está a poltrona, e todas as noites durmo com a porta fechada e toda manhã ela está aberta!!!! Estou com muito medo, escuto vozes durante a noite e quando finalmente consigo durmir (quando consigo) tenho muitos pesadelos envolvendo uma mulher sentada em uma poltrona e depois se suicidando na mesma. Já disse várias vezes ao meu pai isso.

Digo para ele devolver a poltrona. E ele me contou que teve o mesmo pesadelo, porém se recusa a acreditar, diz que é somente coisa de nossas cabeças. Mas sei que no fundo ele ainda tem tantas dúvidas quanto eu: DE ONDE ELA VEIO? A QUEM ELA PERTENCIA? E POQUE A MOÇA DO BAZAR QUERIA LIVRAR DELA? E O QUE SÃO ESSAS VOZES E PESADELOS REPENTINOS QUE TENHO? QUERIA APENAS SABER!

Choro ao escrever isso estou com muito medo... Mas se puderem publicar minha história no blog para evitar que outros passem pelo mesmo problema, fico agradecida. Tchau e cuidado jovens.

Bia Alves, deixou esse relato nos comentários da postagem A pintura sinistra.

RELATO DOS LEITORES #17

Olá, equipe do Medo Sensitvo.

Mais uma vez, este é um relato da minha mãe. Vocês devem pensar "Essa mulher só inventa coisas". Não. Ela não é de inventar e outras pessoas também me contaram isso.

Uma vez, quando meu irmão tinha dias de vida, minha mãe viajou com ele para o Ceará. Era noite e ela havia ficado a noite conversando com meu pai e uns amigos de parentes dele. Depois de muita conversa, um dos caras que estavam com eles, perguntou se meu irmão era batizado e minha mãe disse que não. Com essa resposta, aconteceu o seguinte diálogo:

- O lobisomem vai aparecer na sua casa hoje.
- Claro que não. Isso nem existe. - disse minha mãe.
- Escuta o que eu estou lhe falando, ele vai aparecer. O seu filho não é batizado, os lobisomens pegam crianças pagãs.

Depois de muita insistência ao meu pai, já que o cara era desconhecido, o rapaz foi dormir na casa com eles.

Meia noite em ponto, ouviram-se arranhões no portão e iam ficando cada vez mais fortes. Minha mãe ficou desesperada, mas continuou lá dentro e confiando no rapaz. Então, o cara saiu de fininho e atirou na criatura, que fugiu imediatamente.

É claro que no dia seguinte, minha mãe foi batizar meu irmão. Descobriram que o lobisomem, era primo do meu pai. Tinha 7 mulheres, era o 7º filho e essas coisas que dizem que lobisomens são.

Mais uma história contada pela vizinha:

Era noite e todos estavam conversando e jantanda na varanda. Quando escutaram um som distante. Todos olharam para a direção da rua e viram uma criatura que pulava a uma altura equivalente a uma casa de 2 andares. Saíram todos correndo e fecharam todos os portões. A noite inteira escutaram o cachorro da casa latindo desesperadamente e barulhos nos portões.

Quando o dia amanheceu, a dona da casa abriu o portão e viu seu cachorro completamente queimado e a varanda cheia de sangue.

Vanessa Oliveira

Outros relatos de Vanessa:

RELATO DOS LEITORES #5
RELATO DOS LEITORES #14


RELATO DOS LEITORES #16

Tenho feito varios estudos sobre sonhos lúcidos e cheguei no assunto de paralisia do sono. O assunto muito
me interessa pois tenho episódios de paralisia do sono desde os 10 anos de idade. Minhas experiências foram assustadoras e muitas foram terríveis, hoje porém não tenho razões para me preocupar.

Gostaria apenas de relatar algumas situações.

Passei a ter paralisia do sono logo após minha mãe me alertar sobre um ser que a atacava na cama tentando sufocando-a durante o sono (minha mãe tinha passado varias vezes por esta experiência).

RELATO DOS LEITORES #15

À dois anos atrás, quando tinha 14 anos, costumava ir para campos e florestas para ter "Aventuras".

Uma vez, eu e mais 4 amigos decidimos ir em um local que, antigamente era um cemitério de crianças. Fomos de dia e ficamos até, mais ou menos às 20:50 lá. Quando estávamos saindo, vi um vulto. Meus amigos acharam que eu estava zoando com eles, mas realmente vi.

Resolvemos voltar para lá pra ver se era uma pessoa, mas o que encontramos ainda me aterroriza. Fomos até o fim do cemitério e encontramos pequenas covas abertas, que não estavam assim antes. Saímos correndo e quando estavamos quase saindo ouvimos sons, passos e risos, de crianças brincando.

Penso nisso e me pergunto: como crianças podem virar almas penadas/perturbadas?? Será possivel isso??

Essas crianças só podem terem sido juradas ao diabo...


Relato de Alexia Miller

RELATO DOS LEITORES #14

Desde bem pequena, escuto minha mãe me contar suas histórias. Todas elas contêm fatos dramáticos, engraçados e até bem assustadores. E quando eu digo "assustadores", quero dizer assustadores em todos os sentidos.

Uma vez, ela me contou sobre o dia do meu nascimento. O parto foi bem complicado e ela ficou entre a vida e a morte. Segundo ela, durante o parto, ela apagou e viu tudo branco. A partir daí, ela viu o que pessoas costumam chamar de "A luz no fim do túnel".

Antes, ela viu sua vida passar como num filme e depois viu uma luz que se aproximava. Antes de se ficar bem perto da tal luz, ela voltou e viu várias pessoas de branco em volta da maca aonde ela se encontrava.
"Mas, por que tanta gente aqui comigo? Aconteceu alguma coisa com a minha filha ou comigo?" - perguntou ela.

"Não tem muita gente com você, querida. Somente eu e mais uma enfermeira." - respondeu a médica.

Depois disso, ela dormiu e tudo voltou ao normal. Foi como se ela morresse e voltasse.

Eu fiquei pensando nessa possibilidade de você morrer e voltar. Por que? Como?

Bom, é isso.

Enviado por: Vanessa Oliveira

Coroa de flores

Vamos chamar aquele homem de A.
A é uma boa pessoa, um bom pai e um bom marido e ficou triste por saber que sua mulher o estava traindo. A dormiu profundamente, enquanto B despertou.
B disse para a filha de A que iria lhe dar um presente.
"Oh, vamos juntos ao parque, vamos fazer uma coroa de flores! "
"Sim, papai, vamos!"
B foi ao parque com a filha de A, mas lá não haviam flores bonitas, então B ficou triste, enquanto C despertou.
C gostou das flores da vizinha de A. C pediu educadamente flores para a velha e mal humorada vizinha.
"Acha que vou dar uma das minhas lindas flores? Oh, me poupe."
C ficou muito triste e cortou as flores, a velha olhou-o aterrada e com lágrimas nos olhos.

Kashima Reiko, a mulher sem pernas

Kashima Reiko é uma lenda urbana japonesa sobre o fantasma de uma mulher sem pernas que assombra banheiros. Qualquer banheiro!

Ela  viveu na cidade de Hokkaido, no Japão. Uma noite, não se sabe o ano, foi atacada por um grupo de homens. Eles abusaram dela horrivelmente e depois foi deixada para morrer.

Reiko tentou pedir ajuda, mas ninguém a ouviu e se ouviu não quis ajudar. Ela buscou incansavelmente por ajuda, porém, ninguém veio em seu auxílio. Devido ao abuso ocorrido arrastou-se, enfraquecida, até uma linha férrea e caiu inconsciente. O trem passou e correu pelos trilhos, matando-a e dividindo-a ao meio.

Desde então, o fantasma vingativo Kashima Reiko vaga pelo mundo, em busca de suas pernas. Ela é comumente encontrada em banheiros de escolas, mas também pode aparecer no seu banheiro no meio da noite.

RELATO DOS LEITORES #13

Meu Falecido Irmão

Quando eu tinha 8 anos, em meados de 2005, meu irmão faleceu de úlcera e devido a minha pouca idade
minha mãe não me permitiu ir ao velório e enterro dele. Fiquei muito triste pois queria muito dar o último adeus ao meu irmão.

Na mesma noite do enterro, acordei de madrugada para ir ao banheiro - a janela de meu quarto era de vidro - e assim que eu olhei para ela, fiquei tonta, atordoada, desesperada: do lado de fora estava meu irmão me olhando fixamente.

Tentei gritar mas minha voz não saia, então rapidamente deitei-me na cama, cobri-me e acabei adormecendo. No outro dia contei para minha mãe e minha irmã, mas elas não acreditaram. Meu tio, que é espírita, falou para minha mãe que era verdade e que, provavelmente, meu irmão tinha ido despedir-se de mim.

Desde esse dia coisas estranhas/sobrenaturais me atormentam, me perseguem... Mas isso fica para a próxima.

Enviado por: Vivian

RELATO DOS LEITORES #12

Oie, "oia" eu aqui de novo. Bem, eu disse anteriormente que coisas estranhas acontecem comigo, então decidi compartilhar mais um relato. Isso aconteceu comigo no verão de 1998, na época eu tinha 9 anos. Confesso que demorou um bocadinho de anos pra eu superar mas espero que a galera curta...

Costumávamos passar as férias de verão na casa do meu vô. Eu amava muito aquele lugar, meus primos, irmãos e eu passávamos o dia inteiro brincando no quintal, este era imenso cheio de árvores frutíferas, hortaliças, roseiras e um espaço amplo pra se brincar de qualquer coisa. À noite juntava toda a molecada da rua e brincávamos no quarteirão de pega-pega, pique-esconde, carimba...

Numa dessas noites decidimos brincar de pique-esconde. Meu primo mais velho começou a contagem, a galera se espalhou, cada um no seu lugar secreto e eu fiquei que nem barata tonta sem saber pra onde ir, quando nos últimos segundos corri pra casa do meu vô decidida a me esconder no quintal. Eu fui bem lá pro fundo, me agachei atrás de uma goiabeira, do lado tinha umas bananeiras, então ali eu estava bem escondida. Sem falar no escuro, que não tava tão escuro já que dava pra ver algumas coisas nitidamente.

RELATO DOS LEITORES #11

Olá Ladydias, galera do MS, Aqui é a Anna. Já faz um tempinho que eu não acesso o blog, meu chefe tá arrancando o meu coro. Quando vim acessar me deparei com alguns relatos e me senti a vontade para enviar o meu.



Coisas estranhas já aconteceram aos montes comigo. Já ouvir sons, barulhos, luzes estranhas, pressentimentos pavorosos, mas nunca tinha visto algo tão nitidamente quando vi aquele dia. Antes de começar, vou deixar claro que é bem cômico, porque são os fatos verídicos, do contrário, eu teria usado mentiras e teria criado algo assustador. Se alguém se sentir incomodado, desde já, peço desculpas. "Vamo" lá.

Isso que vou contar agora aconteceu comigo a alguns anos. Na época, eu estava na sétima série. Eu estudava à noite (graças a minha mãe que só fazia as coisas em cima da hora e foi me matricular dois dias depois que as aulas haviam começado, “daí” só tinham vagas à noite.) Mas isso não era problema, minha casa era perto da escola.

RELATO DOS LEITORES #10


Gostaria de compartilhar uma das muitas histórias que tenho.

Há muito tempo atrás, eu e alguns amigos meus começamos a praticar a Tábua Ouija. Sempre fui interessado pelo sobrenatural, e sempre tive uma conexão forte com o assunto.

Começamos fazendo uma vez por semana. Toda quarta feira, no Parque dos Eucaliptos, em Gravataí - RS. Cada vez começamos a nos sentir mais atraídos por aquela atividade. Depois de algum tempo, ficamos obcecados com aquilo. Todo dia, saíamos da aula e íamos direto ao parque para jogar.

Chegamos a um ponto em que escutávamos sons enquanto jogávamos. Pessoas passavam mal a nossa volta. TV's e rádios tinham interferência quando passávamos perto. Pequenos objetos moviam-se a pequenas distância quando íamos pegá-los (uma caneta em uma mesa que ia na direção de nossa mão, por exemplo).

Fui o primeiro a perceber que aquilo não estava certo.

Durante a nossa última partida, pedi permissão pra sair, e recebi o sim. Continuo com o interesse sobre o oculto, mas não pretendo usar a Ouija de novo.

Ainda tenho a tábua aqui em casa.

Enviado por: Kazuyama