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10 contos pertubadores de Doppelgangers

Para saber mais sobre o que são Doppelgangers, clique aqui

10) Johann Wolfgang von Goethe


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Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) foi um escritor, poeta e político alemão. O célebre autor que desempenhou um grande papel na formação da literatura, as suas obras foram amplamente lidas e respeitadas.

Um dia Goethe estava deprimido e andava em uma trilha após sair com uma garota chamada Frederika. De repente, ele viu uma pessoa misteriosa andando na direção dele. A pessoa no qual Goethe disse que viu com um  "olho da mente" em vez de seus olhos reais, foi claramente o próprio Goethe, embora ele estava vestindo roupas diferentes. A figura logo desapareceu, e Goethe (que achou a sua aparência estranhamente reconfortante) logo esqueceu tudo sobre ele.

Oito anos depois, ele estava andando na mesma trilha em direção oposta (para ver Frederika novamente). E foi quando ele percebeu que ele estava usando as mesmas roupas exatas de seu sósia anos atrás.

Este não foi o único doppelganger no qual Goethe viu. Outra vez, ele viu seu amigo Friedrich andando na rua, vestindo o próprio roupão de Goethe. Intrigado, Goethe foi para casa... apenas para descobrir Friedrich lá, vestindo o mesmo roupão em que Goethe tinha visto na aparição. Seu amigo tinha sido surpreendido pela chuva e pegado emprestado o vestido enquanto suas roupas secavam.

9) Catarina, a Grande


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Catarina, a Grande, a poderosa imperatriz da Rússia no séc. XVIII, era uma figura poderosa e perigosa. Ela não era intimidada por pequenas coisas, tipo ver sua doppelganger sobre seu trono.

É dito que em uma noite, Catarina estava deitada em sua cama quando servos preocupados disseram-lhe que tinham acabado de vê-la entrar na sala do trono. Quando Catarina saiu para investigar, ela encontrou sua sósia sentada calmamente no trono. Catarina ordenou imediatamente que seus sentinelas atirassem no ser

As histórias não contam se as balas tiveram efeito sobre a Imperatriz espectral. No entanto, a própria Catarina morreu logo depois de um AVC.

8) Percy Bysshe Shelley


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Percy Bysshe Shelley era um poeta brilhante, embora ele seja lembrado principalmente como o marido de Mary Shelley (autora de Frankenstein). Apesar de se supor que Maria, a escritora de terror, teria sido a única a ver fantasmas e monstros, foi na verdade Percy que testemunhou doppelgangers.

Pouco antes de Percy se afogar em um acidente de barco em 1812, ele confessou a Maria que ele viu seu doppelganger várias vezes. Esses encontros incluíram uma experiência particularmente assustadora onde ele caminhou para um terraço, apenas para ser saudado por seu doppelganger que lhe perguntou: "Quanto tempo você quer está contente?"

Estranhamente, o doppelganger de Percy também foi testemunhado por sua amiga Jane Williams, que o viu passar pela janela (em uma rota em que o verdadeiro Percy caminhava) para um beco sem saída, mas nunca retornou. O verdadeiro Percy não estava perto do local.

7) Sir Frederick Carne Rasch


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Em 1906, o membro do Parlamento britânico Sir Gilbert Parker estava participando de um debate quando avistou Sir Frederick Carne Rasch, um colega de Parlamento, sentando-se nas proximidades. Isso o surpreendeu muito, já que o Sir Frederick estava gravemente doente na época. Ainda assim, ele cumprimentou educadamente Sir Frederick e lhe disse: "Eu espero que você esteja se sentindo melhor." Carne Rasch não reagiu de forma alguma. Ele apenas ficou lá com uma expressão sombria no rosto.

Quando Sir Gilbert logo olhou para o amigo novamente, o assento estava completamente vazio. Transtornado, ele procurou Carne Rasch no lobby, apenas para descobrir que ninguém o tinha visto passar. Quando ele discutiu o caso com os colegas parlamentares, ele descubriu que os outros tinham visto Carne Rasch também.

Quando o verdadeiro Carne Rasch (que tinha estado doente na cama o tempo todo) descobriu sobre o incidente, ficou bastante surpreso. Já que ele realmente queria fazer parte do debate, para ele, fazia sentido que seu espírito tinha furtivamente entrado para da uma espiada. Sua família, no entanto, estava aterrorizada e temia que o doppelganger fosse um mau sinal.

De uma certa maneira, eles estavam certos: Por algum tempo, Carne Rasch foi incomodado pelos outros membros do Parlamento, que o cutucavam para se certificarem de que ele era de carne e osso. No final, ele teve que escrever uma carta maciçamente sarcástica para um jornal local, pedindo desculpas já que ele não tinha o bom senso de morrer no momento do avistamento doppelganger e prometendo se comportar melhor na próxima vez

6) Rainha Elizabeth I

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Rainha Elizabeth I da Inglaterra (1558-1603) foi a última Tudor á governar o país. Amplamente reconhecida como um monarca carismática, sangue-frio, experiente. Ela era o tipo de pessoa em que se não se esperaria se envolver com o paranormal

O que torna tudo ainda mais assustador foi quando ela alegou que ela tinha testemunhado seu doppelganger. De acordo com a Rainha, a Elizabeth espectral estava deitada imóvel na cama, quase como um cadáver exposto. A experiência foi particularmente assustadora, porque tais aparições são ditas serem um certo sinal de morte. Ainda assim, seria fácil de ignorar tal acontecimento e culpar um glitch temporário na mente de uma idosa, governante estressada... se não fosse pelo fato de que Elizabeth morreu logo depois de ver tal ser.

5) Maria de Jesus de Agreda


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.Embora doppelgangers são geralmente vistos como algo sinistro, é dito que às vezes uma pessoa não só é capaz de controlá-los, mas de usá-los como uma espécie de segundo corpo que pode "bilocate" a outros lugares no mesmo instante.

Bilocate= Ter presença em dois lugares ao mesmo tempo.

No século 17, exploradores e missionários para o Novo Mundo ficaram surpresos ao descobrir que muitas das tribos no Novo México já foram convertidas ao catolicismo. Quando questionados, os homens das tribos disseram que tinham sido convertidos por uma misteriosa mulher em azul, que lhes havia ensinado e até mesmo lhes dado um número de crucifixos e outros itens de culto.

Após uma investigação cuidadosa, alguns sacerdotes finalmente traçaram o fenômeno a Maria de Agreda, uma jovem, vestida de azul e freira espanhola. Ela alegou ter ensinado o cristianismo para os índios por meio de "bilocação" no outro lado do oceano. Maria nunca tinha deixado seu convento e só sabia que o lugar que havia ido era "uma terra selvagem", mas a história dela foi suficiente para convencer os sacerdotes.

Inicialmente, a Inquisição ficou extremamente desconfiada de Maria, mas eles decidiram absolver ela das acusações de feitiçaria (possivelmente porque sua história era muito boa para ser disperdiçada). Seu poder foi declarado ser de origem divina. Ela se tornou uma celebridade internacional, o líder do seu convento, e um autor de livros que contava como ela tinha adquirido seus poderes. No entanto, mais tarde na vida, ela mudou a sua história várias vezes. Às vezes, ela alegava que foi pressionada a dizer que ela poderia fazer uma cópia espiritual para outro continente; às vezes ela dizia que era verdade,

4)  Abraham Lincoln


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Abraham Lincoln era conhecido como "Honest Abe" (Abe honesto), e era muito aberto sobre o seu interesse no paranormal... pelo menos em conversas particulares. De acordo com o próprio homem, ele também já presenciou algumas atividades paranormais. Na noite de sua primeira eleição, ele tirou um momento para descansar no sofá à noite. Enquanto estava deitado lá, ele olhou para um espelho e viu seu próprio rosto, com duas faces.


Um segundo Lincoln, pálido e fantasmagórico, estava olhando para ele pelo espelho, ao lado de seu próprio rosto. Assustado, ele se levantou do sofá e o doppelganger desapareceu. Ele sentou-se mais e o ser reapareceu.

Lincoln estava assustado, mas sua esposa Mary estava totalmente apavorada. Ela estava convencida de que o doppelganger era um sinal de má notícia de que Lincoln seria reeleito em um segundo mandato (possivelmente porque dois Lincolns eram iguais a dois mandatos), mas não iria sobreviver (porque o segundo Lincoln parecia mortal).

Lincoln passou a repetir a experiência sofá de vez em quando. Ele conseguiu vislumbrar o doppelganger mais uma vez, mas depois parou de aparecer. Talvez porque ele já tinha entregue a sua mensagem.

3) George Tryon

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22 de junho de 1893 não foi um bom dia para o vice-almirante George Tryon. Ele estava comandando duas colunas de navios ao largo da costa da Síria, quando ele deu uma ordem para as colunas virassem em direção uma a outra. Essa tentativa de uma manobra naval acabou por ser um erro amador, já que os primeiros navios colidiram um com o outro, e um deles, no qual Tryon estava afundou como uma pedra. Tryon morreu sabendo que ele tinha acabado de condenar 357 homens. Suas últimas palavras foram, "É completamente minha culpa."

Ao mesmo tempo, a esposa de Tryon estava fazendo uma grande festa para seus amigos em sua casa em Londres. De repente, para surpresa dos convidados, Tryon apareceu na festa. Silenciosamente, ele desceu uma escada, solenemente passou pela sala de desenho, e abriu a porta, como fizesse para sair... e de repente ele desapareceu.

Ele estava vestido com uniforme completo,

Existem alguns furos na história. Por exemplo, alguns dizem que Lady Tryon estava ocupada com os hóspedes e nunca viu o doppelganger, enquanto outros afirmam que ela foi um dos que avistaram. Ainda assim, o conto traz estranha semelhança com contos do mar velhos de "fetch" um marinheiro (outro nome para um doppelganger) alertando sua família após a sua morte.

2) Guy de Maussapant

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Escritor francês Guy de Maupassant é conhecido para o que seja, talvez, a experiência mais íntima com doppelganger. Até o fim de sua vida, ele se diz ter interagido regularmente com seu doppelganger. Este "gêmeo" estranho não só falava com ele, mas, na verdade, sentava-se e começava a contar uma pequena história para ele. Sim, Maupassant alegou que uma das suas últimas histórias foi literalmente escrita pelo seu doppelganger.

A história do espírito supostamente ditada para Maupassant foi "O Horla" (The Horla), um conto inquietante de um homem cuja sanidade é lentamente consumida por um espírito maligno que ele usa como um hospedeiro., A saúde mental de Maupassant começou a se deteriorar logo depois de terminá-lo.

Em outra versão dos acontecimentos, o doppelganger não ditou a história, já que ele desapareceu quando Maupassant assustado chamou seu empregado. No entanto, a aparição voltou alguns meses mais tarde. Ele entrou no quarto do escritor, olhando para ele com uma expressão triste. Em seguida, ele se sentou e colocou seu rosto em suas mãos, como se estivesse em desespero. Convencido de que o doppelganger havia trazido notícia desastrosa, a vida de Maupassant foi por água abaixo depois de tal encontro. Ele morreu em um asilo de loucos, um ano depois.

1) Emilie Sagee

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Sagée trabalhou em escola apenas de meninas. Ela era uma professora muito boa, mas por algum motivo ela continuou trocando de emprego. Em 16 anos, ela havia trocado 19 vezes.

Em 1845, a escola descobriu o motivo.

Sagée foi supostamente o centro de alguma atividade doppelganger muito estranha. Sua irmã gêmea espectral foi vista pela primeira vez durante uma aula, com 13 estudantes que testemunharam o ser de pé ao lado de Sagée enquanto imitava seus movimentos. Em seguida, ele estava atrás dela enquanto ela comia, imitando seus movimentos. Sagée estava completamente alheia da aparição, apesar do fato de que todo mundo podia ver claramente. No entanto, ela se tornava estranhamente atordoada e fraca durante os tempos em que o doppelganger se manifestava, e o espectro era visto frequentemente fazendo as coisas em que Sagée dizia que iria fazer mais tarde na qual estava pensando, o que sugere que ela podia ter algum controle inconsciente sobre ele.

Logo, o doppelganger se aventurou além das imediações de Sagée. Na primeira, ele apareceu para uma sala de aula cheia de alunos, sentado calmamente na cadeira do professor enquanto Sagée estava fora, trabalhando no jardim. As poucas pessoas que ousaram se aproximar do doppelganger descobriram que podiam passar por ele, mas ele tinha uma textura que os lembrava de tecido grosso.

O tempo passou e a aparição tornou-se um elemento permanente na vida da escola, assustando as pessoas. Os pais preocupados das meninas começaram a tirar suas filhas da escola. Embora Sagée era um exemplo de empregada em todas os serviços, a diretora não teve opção a não ser demiti-la.

Cês perceberam que adoro uma lista, né? Semana que vem post incrível para vocês pessoas.

FonteListverse


Hannya


Existe um conceito de um inferno, no budismo japonês, em que Hannyas (般若na vida terrestre são monstros/demônios. São a representação dos confusos sentimentos humanos como a paixão, ciúme e ódio. O que justifica o por quê de atores do tradicional teatro japonês se utilizarem de tal máscara em suas performances nas representações das histórias desde o século 14, para transmitir uma identidade, uma personalidade nebulosa aos seus personagens. A Hannya é apenas um exemplo dos muitos tipos diferentes de máscaras utilizadas pelos atores, mas certamente é a máscara Nō mais conhecida no Ocidente.

Essa máscara é especificamente utilizada para representar uma mulher vingativa e invejosa, pois sua raiva e inveja a consumiu  de forma que ela se transformou em um demônio, mas com alguns importantes vestígios da humanidade que ainda lhe resta. A máscara é representada por uma face com chifres, grandes olhos, dentes pontiagudos, combinados com um olhar de puro ressentimento o ódio é representado pela expressão de sofrimento em torno dos olhos e das vertentes do cabelo que sempre esta representada de uma maneira desordenada, demonstrando assim a sua paixão desvairada.  No folclore japonês, hannia seria uma versão feminina do demônio (oni) você pode até mesmo reconhecer essa máscara como sendo o símbolo da mais escura depravação moral de Oni (Onibaba é um outro demonio japonês que utiliza uma mascara similar ao rosto de hannya).

Uma antiga lenda conta como a Hannya perseguia todos os viajantes que tentavam atravessar o portão de Rashomon em Kyoto. Porém um destemido samurai chamado Watanabe Nao Tsuna decidiu combater a criatura com a intenção de exterminar o demônio, porém foi persuadido por um bela mulher que solicitou sua companhia até a cidade mais próxima.

Após algum tempo acompanhando a bela moça Watanabe desconfiava que havia alguma coisa estranha, ao tentar se aproximar da donzela o mesmo viu sua transformação, uma bela jovem se tornando uma aterradora criatura, rapidamente Watanabe sacou sua espada e cortou o braço do monstro que instintivamente correu gritando!

Como Hannya fugira Watanabe então cuidadosamente embrulhou o braço cortado e depois o escondeu em um baú. Depois de muito tempo após o ocorrido o mesmo havia caído no esquecimento, porém Hannya não havia esquecido sobre seu braço decepado e arquitetava um plano de recuperá-lo.

Hannya então tomou aparência da tia de Watanabe assim o convenceu a mostrar o seu precioso "troféu" os famosos membros de Hannya , ao ver o seu braço o demônio não se conteve imediatamente se transformou em sua forma original agarrando o braço e fugindo da casa de Watanabe....

Tinza Zeshin Shibata (1807-1891) - Hannya recuperando seu braço.

Outra lenda relacionada a Hannya bastante conhecida é a da jovem garota Kiyo Hime. Seu pai era proprietário de uma harborage (espécie de pousada construída sobre as águas), no qual um monge se hospedava ali todos os anos. Ao longo desses anos Kiyo Hime desenvolveu uma profunda paixão por esse monge, porém seus sentimentos não  poderiam ser correspondidos por ele.

Uma noite Kiyo Hime confessou seu amor a ele e ele tentou dissuadir o seu afeto. Mas ela não c conseguiu esquecê-lo e continuou a perseguí-lo com grande persistência. Finalmente depois de que todas tentativas tinham sido frustradas, seu amor por ele se transformou em um profundo ódio, e ela envergonhada decidiu fugir, encontrando refúgio em um convento próximo.

Mas àquele ódio imenso acabou transformando-a em uma Hannya, com corpo de serpente que cuspia fogo, então os padres resolveram prendê-la debaixo do um grande sino. Com o tempo, e lentamente, sua respiração flamejante foi aquecendo e derretendo o sino e causando-lhe uma morte lenta e dolorosa, condenada por um amor impossível e amaldiçoado pelos deuses...

Abaixo a lenda de Kiyohime e Anchin em outra versão, mais completa:

Há muitos e muitos anos, havia um jovem monge chamado Anchin, Todos os anos, ele fazia uma peregrinação nos Caminhos de Kumano. Certa ocasião, quando se dirigia a um templo em Kumano, começou a escurecer, então ele procurou uma casa onde pudesse passar a noite. Encontrou uma aldeia chamada Hidaka e bateu à porta da primeira casa. Foi atendido por um senhor que era o administrador da aldeia.
– O senhor poderia me dar pousada por esta noite? Estava indo para um templo, quando fui surpreendido pelo entardecer.
O homem recebeu-o cordialmente. Ele tinha uma bela filha adolescente chamada Kiyohime. Anchin elogiou a beleza da garota e disse brincando que viria buscá-la depois de três anos para se casar com ela. Na manhã seguinte, Anchin seguiu em peregrinação.

Três anos se passaram e Anchin novamente estava fazendo a peregrinação pelos Caminhos de Kumano. Por coincidência, quando passava próximo da aldeia, o tempo fechou e começou a escurecer. Lembrando que já conhecia o administrador local, foi pedir hospedagem. O monge já nem se lembrava da menina Kiyohime, mas, ao vê-la na casa do administrador, a lembrança voltou à mente do monge. Ao mesmo tempo, o religioso ficou muito surpreso ao constatar que ela havia se transformado em uma bela mulher. Anchin já havia pegado no sono quando foi despertado pela presença de Kiyohime ao lado de seu leito. Ela se atirou em seus braços e disse emocionada.
– Obrigada por ter vindo me buscar. Esperei tanto por esse momento que, durante três longos anos, fiquei contando os dias à sua espera.

Foi uma noite de amores ardentes. Ao despertar, na manhã seguinte, Anchin, caiu em si. Como monge, estava proibido de se casar. Mas não teve coragem de contar a verdade para Kiyohime. Prometeu a ela que iria até o templo em Kumano e na volta passaria lá para assumir compromisso matrimonial com ela. Na tarde deste dia, Anchin chegou ao templo. Como estava com a cabeça nas nuvens, Osho-san, o monge superior, logo percebeu que ele estava pensando em alguma mulher. Por isso, aconselhou-o que meditasse bastante antes de fazer alguma bobagem. Anchin meditou muito e finalmente disse para si mesmo:
– Eu sou um bonzo. Não posso querer Kiyohime. Regressarei por outro caminho para não me encontrar com ela. E assim fez.

Enquanto isso, Kiyohime, preocupada, se perguntava:
– Por que Anchin não volta do templo?
Ela decidiu ir ao seu encontro. Perguntou para um peregrino que passava por ali se ele não havia visto um monge e fez a descrição de seu tipo físico.
– Sim, eu o vi no templo, ele tomou outro caminho para retornar a sua cidade.
– Não posso crer. Ele havia prometido que viria ao meu encontro – disse Kiyohime surpresa e quase chorando.
Ela correu muito para alcançar Anchin e chegou a vê-lo na travessia do Rio Hidaka.
– Anchin, me espere! Anchin, me espere! – ela gritou com toda a força de seus pulmões.
Ao vê-la, Anchin disse:
– Remador, rápido, zarpe o bote.
Kiyohime surpreendeu-se e ficou sem entender porque ele estava fugindo.
Ela ficou muito triste, e seu amor transformou-se em ódio.
– O rato entrou no rio e desapareceu. Somente uma serpente aquática pode acabar com um rato da água.

Kiyohime estava com tanto ódio, que mergulhou no rio para tentar atravessá-lo a nado. Pessoas que estavam na beira do rio ficaram pasmas com o gesto impensado de Kiyohime. Naquele rio, a correnteza era tanta que era impossível atravessá-lo nadando. Testemunhas contaram mais tarde que a moça atravessou o rio nadando e, quando surgiu na outra margem, havia se transformado em uma enorme serpente. Dizem que o desejo de sua mente moldou seu corpo, transformando-o numa serpente aquática. Assim que a transformação se completou, mergulhou no rio e foi nadando atrás do bote onde estava o monge fujão. Anchin desembarcou do bote e refugiou-se no Templo Dodoji (atualmente na província de Wakayama).
– Socorro, socorro, escondam-me por favor!

Os monges do templo, mesmo sem saber de que se tratava, abaixaram um enorme e pesado sino, ocultando Anchin em seu interior. A serpente subiu a escadaria e encontrou o sino. Anchin rezava desesperadamente. A serpente se enrolou no grande sino, jorrando chamas de sua enorme boca. O sino começou a esquentar, esquentar, até que o metal avermelhou completamente e deformou-se, derretendo um dos lados. Em seu interior, com o calor, Anchin morreu queimado.

Os monges de Dodoji fizeram o enterro de Anchin. Após a tragédia, encomendaram a fundição de um novo sino e determinaram que nenhuma mulher poderia se aproximar de sua plataforma. O tempo passou, e o novo sino chegou ao Templo Dodoji. Foi preparada uma grande festa para instalação do sino com a participação da comunidade local, porém a cerimônia de intronização estava proibida para mulheres. Entretanto, durante a cerimônia, uma bela jovem veio pedir que a deixassem fazer um número de dança clássica para dar mais brilho ao grande evento. Dada a permissão, ela foi dançando em direção ao sino e, embora tivesse sido proibido, tocou nele. Empurrando-o com uma força sobrenatural e levantando um de seus lados, a jovem entrou dentro do sino.

Em seu interior, ela se transformou numa serpente gigante e, soltando fogo pela boca, fez o sino avermelhar em brasa. Assim, Kiyohime morreu como seu amado Anchin. Dizem que, tempos depois, Anchin e Kiyohime apareceram abraçados e felizes em sonhos dos monges do Templo Dodoji. Eles teriam aparecido para desculpar-se pelos transtornos que haviam causado. Contaram que estavam felizes, pois haviam encontrado caminhos a seguir na Sutra de Lótus.

Tatuagem Hannya

Há muito tem se visto tatugens belíssimas com a representação de Hannyas, estas tatuagens devem representar o demônio que todos temos dentro de nós, para não esquecermos de quão monstruosos podemos ser... Também é representada como amuleto de proteção contra inveja e espantando maus espíritos.

Quanto mais violenta e colorida for a personificação da face, na composição do desenho para tatuagem, mais pode se extrair das emoções do personagem. A Tatuagem consegue retratar muito bem e tirar o máximo dessas fantasiosas e cativantes imagens, porem para que ela tenha uma harmonia perfeita não devem ser tatuadas muito pequenas pois os detalhes de expressão como cito acima não podem ser impressos na confecção do trabalho, assim ela perde totalmente a caracterização de seu significado tão importante como é as mascaras de Hannya.

Bom, é isso! Espero que tenha curtido :D

Fontes:
http://forumproject.xpg.uol.com.br/
http://www.lookingland.com/
http://pt.wikipedia.org/
http://wotantattoo.blogspot.com.br/
http://www.tatuagem.com.br/
http://orientalpoint.blogspot.com.br/
http://www.fotolog.com/pretaexiro/
http://www.tintanapele.com/

Monstro centro-americano assusta Ucrânia

Apareceu na Ucrânia um chupa-cabra, a lendária criatura folclórica de origem centro-americana. Parece que as pragas provenientes da Mesoamérica - a pátria dos maias - continuam se espalhando por todo o mundo...


Se por acaso alguém não sabe, o chupa-cabra é uma criatura quadrúpede procedente do Porto Rico. Representa algo intermediário entre o cão e o coiote, tem caninos e o focinho de javali e caça animais domésticos para sugar seu sangue. Uma espécie sui generis de vampiro no reino animal. Claro está, não reconhecido pela zoologia oficial, de igual modo que Nessie e o Abominável Homem das Neves. Mas isso não o impede de perpetrar suas atrocidades.

Desta vez o monstro foi avistado nos Cárpatos Orientais, na vila montanhesa de Golyn, onde o vampiro vitimou coelhos de um ano, cuidadosamente guardados por seus donos. Não é o primeiro ano que a família dos Paraschak se dedica à criação de coelhos, mas tal sucedido em sua granja foi presenciado pela primeira vez.

Segundo a dona da granja, Lessia Paraschak, um animal desconhecido quebrou a mordeduras os ferrolhos das gaiolas e deixou todos os coelhos literalmente sem gota de sangue. O mais surpreendente e temorizador consiste em que os corpos dos animais mortos ficaram absolutamente íntegros. Quer dizer, a raposa ou o lobo nunca atacariam de forma similar.

Laima, o cão dos proprietários da granja, enorme pastor-do-cáucas o que já há sete anos vem vigiando coelhos, nem sequer acordou durante o ataque noturno, embora antes deste incidente não era raro que agarrava raposas e lobos desejosos de se deleitarem com animais domésticos. Laima sabe distinguir bem o cheiro dos predadores florestais e sempre começava a latir quando estes apenas apareciam nas proximidades. No entanto, aquela noite, não se sabe por quê razão, o pastor “guardou silêncio” deixando o assassino penetrar inadvertido na granja.

Já se registraram uma dezena de ataques a animais domésticos, em seis meses. O bicho misterioso caça na área que se estende a várias províncias da Ucrânia - as de Kiev, Lvov, Khmelnitsky, Ternopol e Tchernigov.

O zoólogo Dmitri Issonkin tentou explicar à Voz da Rússia porquê o chupa-cabra é nada mais que uma das lendas urbanas e quem na realidade pôde sugar o sangue de animais na Ucrânia:

“Naturalmente, todas essas estórias horripilantes sobre animais cujo sangue sugou um chupa-cabra misterioso, não são nada mais que narrativas artificialmente adaptadas a situações concretas por pessoas que, sejamos sinceros, não são muito cultas e letradas. Moradores das zonas rurais podem dizer chupa-cabra a qualquer cão calvo ou lobo doente que ataque suas crias. Sobretudo, quando ninguém tenha visto de perto o bicho raro, mas todos aqueles que “o viram” quase sempre não coincidem em seus depoimentos.

Via de regra, ataques similares a animais são protagonizados pelas espécies infectadas com raiva, especialmente em fase de hidrofobia, isto é, no auge da doença, quando se aguça bruscamente a sensibilidade aos fatores irritantes como a luz brilhante, diversos sons (por exemplo, as feras poderiam ser atraídas pelo barulho proveniente das jaulas) e a sede insaciável. As feras doentes se tornam extremadamente agressivas e violentas, e incluso podem se alucinar. Ou seja, podem agredir só por agredir, mas os corpos mortos de suas vítimas ficariam intactos”.

É difícil julgar se é certo ou não. Mas a verdade é que os ataques dos “vampiros animais” se tornaram mais frequentes na medida em que aumentou o número de focos de raiva na Ucrânia.

Conhecimentos científicos fidedignos que comprovarem a existência do chupa-cabra, não existem. Por outro lado, se verifica que muitos relatos de testemunhas oculares de que “não houve sinais da luta” ou de que “todo o sangue foi sugado até a última gota”, na realidade carecem de verdade.

Em instituições científicas de certos países estão estudando agora as “provas materias” que supostamente deixou essa criatura. No entanto, até o presente momento o chupa-cabra continua sendo nada mais que uma sanguessuga misteriosa das fábulas populares - fábula que mata...

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/

Papa Legba


No Voodoo haitiano, Papa Legba(Ou Legba, Legba Atibon, Atibon Legba, Ati-Gbon Legba) é o guardião das encruzilhadas, sendo intermediário entre os loa (divindades) e a humanidade. Acredita-se que fale todos os idiomas humanos.

Ele está em uma encruzilhada espiritual e dá, ou nega, permissão para falar com os espíritos. Ele é sempre o primeiro e o último espírito invocado em qualquer cerimônia, porque a sua autorização é necessária para qualquer comunicação entre os mortais e os loa - ele abre e fecha as portas.

No Haiti, ele é a grande elocução, a voz de Deus. Facilita a comunicação, a fala e compreensão. É muito poderoso, é o primeiro a abrir as portas para o mundo espiritual, quando solicitado, e tem o poder de remover obstáculos.

Costuma ser representado como um homem velho, com uma muleta ou uma bengala, vestindo um chapéu de palha de aba larga e fumar um cachimbo e segurando um molho de chaves. No Benin e Nigéria, Legba é visto como jovem e viril, é muitas vezes cornudo e fálico, e o seu relicário é normalmente localizado na porta da aldeia na zona rural.

Em outras representações é visto como um velho, o homem pacífico, sexualmente impotente, um homem pequeno de idade que usa roupas de mendigo. Ele tem feridas, um pé coxo e um membro torcido. Mas é muito poderoso e pode-se ver isso durante suas posses, em que Legba pode demonstrar a sua grande força. 

Ele anda com uma muleta, carrega uma Djakout (bolsa de palha), fuma um cachimbo e usa um chapéu de palha. A bolsa de palha de Legba, Djakout, muitas vezes pode ser vista pendurada em uma árvore com suas ofertas dentro. Mesmo em todas as suas condições, Legba tem uma esposa. Ele, muitas vezes, "apoia-se" na sua esposa para poder caminhar. O nome de sua esposa é Adjessi.

Devido à sua posição como guardião do portão entre os mundos da vida e dos mistérios ele é frequentemente identificado como Saint Peter, que detém uma posição comparável na tradição Católica. Mas ele também está representado no Haiti, como São Lázaro, ou Santo Antônio o Grande.

Ifá.

Suas cores são o vermelho e o preto, o cachorro é seu animal sagrado, e algumas de suas coisas favoritas que podem ser usadas ​​como oferendas incluem: doces, charutos, rum, tabaco e óleo de palma. Seu número é três e o seu dia da semana é segunda-feira. É sincretizado com São Pedro que carrega as chaves do céu. Os iniciados de Legba, são os Legbasi.

No panteão yoruba, homenageado na Nigéria, Cuba, Brasil, e no resto da diáspora yoruba, Ellegua (deidade yoruba) é principalmente associado com Papa Legba, uma vez que ambos partilham o papel de ser o dono da encruzilhada. Ao contrário de Papa Legba, no entanto, Eleggua é um trickster (deus ou animal antropomórfico que prega peças e desobedece regras normais e normas de comportamento) malandro criança. Legba também partilha semelhanças com Orunmilá, o Orixá da profecia que ensinou à humanidade como usar o poderoso oráculo Ifá.


Legba pode ser encontrado em todos os templos, pois é ele quem abre o caminho para os demais voduns poderem atuar. 

O Legba guardião dos templos, das aldeias e casas particulares, montado na forma de um montículo de barro de onde sai um enorme falo ereto, é eminentemente uma entidade coletiva (Agbo-Legba), mas se conhece ainda um Legba feminino (Assi-Legba ou Legbayonu) que é montado e cultuado para proteger as mulheres e das crianças da comunidade, ainda que a mulher de Legba, segundo os fon seja Awovi (cujo nome significa "filha do engano" e representa os acidentes), que é representada por uma estatueta de barro de aspecto feminino, sem cabeça e com os olhos no lugar dos seios e boca na altura da vagina, normalmente maior do que a representação de Legba. Minona (representação divinizada dos poder mágico atribuído às mulheres) e Ayizan também são consideradas ora esposas, ora mães de Legba.

Veja esta canção popular:
"Papa Legba ouvre baye pou mwen, ago eh! 
Papa Legba Ouvre baye pou mwen, 
Ouvre baye pou mwen, Papa 
Pou mwen passe, Le'm tounnen mapa remesi Lwa yo! " 

Português: 

"Papa Legba, abra o portão para mim, e me dê licença 
Papa Legba, abra o portão para mim 
Abra o portão para mim, Papa 
Para eu passar, quando eu voltar eu vou agradecer ao Lwa! "

Como você pode ver, Papa Legba reside, de fato, no portão. No início de qualquer dança Vodu, você vai notar as saudações diferentes para o Loa Legba. Esta é uma forma de homenagear a "casa" deste Loa, o portão. Vivendo no portão, Legba controla a entrada e saída dos Loa dentro e fora do templo. Sem sua permissão, nenhum Lwa será capaz de entrar no peristilo, e chamar os Loa será em vão. Legba é o mestre das portas, portais e estradas. Pontos de interseção estão também sob seu controle.

Veve de Legba. Veves são símbolos religiosos
Haitianos que representam os loas.


Ele regula o fluxo de uma cerimônia, permitindo a passagem da Loa mantendo o equilíbrio do templo. O Houngan ou Mambo levando a cerimônia também controla a Loa. Ele ou ela pode fazer a Loa deixar a cabeça de alguém no caso delas terem aparecido no lugar errado ou tempo impróprio. Há uma série de técnicas utilizadas para fazer isso.

Legba é uma grande Loa. É dono de muitos caminhos, é frequentemente visto como um andarilho. Durante as cerimônias, a entrada para o peristilo será a primeira a ser saudada durante ao culto de Legba. Esta é uma forma de homenagear a "casa" desta Loa, o portão. Legba às vezes é malandro também! Ele tem sido conhecido por desempenhar um bom número de truques nas pessoas, algumas agradáveis ​​e outras não tão bom! Sabe-se de uma mulher, que após fazer um serviço a Legba para o dinheiro, entrou em um terrível acidente de carro, quebrou duas pernas, e depois recebeu o dinheiro dela - da companhia de seguros. Ela está viva e bem agora, mas definitivamente este não era o jeito que ela queria obter o dinheiro.

O nome Legba foi utilizado no filme Encruzilhada (Crossroads), de 1986, como nome do demônio para quem a personagem Willie Brown vende sua alma para se tornar um grande bluesman. O filme faz analogia à lenda que diz que o conhecido bluesman Robert Johnson havia feito o mesmo. Este também aparece no filme.

Também pode ser visto na 3ª Temporada de American Horror Story: Coven, de 2013. Sendo representado como criatura maligna responsável por levar as almas ao inferno e que vez ou outra fazia trocas com seres humanos: sua alma e favores, por um desejo.

Fontes:
http://www.deldebbio.com.br/
http://pt.wikipedia.org/
http://vodubrasil.jimdo.com/

"Lobisomens" do Ceará

Aproveitando o RELATO DOS LEITORES #17 resolvi pesquisar sobre os aparecimentos de lobisomens
no Ceará e encontrei alguns relatos. Peço que, por favor, desconsiderem o sensacionalimo barato.

A lenda do lobisomem tem origem provavelmente na Europa do século XVI, embora traços do personagem  apareçam em alguns mitos da Grécia Antiga. Do continente europeu, espalhou-se por várias regiões do mundo e chegou ao Brasil através dos portugueses.



A partir de agora, fique com alguns relatos que "cairam na mídia":

O Lobisomem do Cariri


No Ceará, aqui e ali aparecem histórias dando conta do aparecimento de estranhos personagens, geralmente associados ao lendário lobisomem, que assustam as populações de pequenas localidades. Em 2008, na zona rural de Tauá, um “lobisomem”  furtava ovelhas e arrombava residências na região.  Era descrito por testemunhas como um individuo meio homem e meio lobo, que emitia ruídos estranhos e arrastava correntes. O delegado da cidade chegou a registrar dois Boletins de Ocorrência, feitos por moradores que viram a aparição.

Uma das histórias de lobisomem mais conhecidas é a de Vicente “Finim”, morador do Cariri que, segundo a lenda, virava lobisomem nas noites de quinta para sexta-feira. Segundo a história, quando uma mulher tem sete filhas e o oitavo filho é homem, esse menino será um lobisomem. Também o será, o filho de mulher amancebada com um padre. Sempre pálido, magro e orelhas compridas, o menino nasce normal. Porém, logo que ele completa 13 anos, a maldição começa. Na primeira noite de terça ou sexta-feira, depois do aniversário, ele sai à noite e vai até um encruzilhada. Ali, no silêncio da noite, se transforma no “tal bicho” pela primeira vez, e uiva para a lua.

Homem Gancho

Hookman (Homem Gancho), é uma lenda muito popular e antiga, tendo relatos desde o meio dos anos cinquenta, mas seu ápice foi com a publicação, em 8 de novembro de 1960, de uma carta afirmando ser um relato verdadeiro deste acontecimento.

Verdade ou não, os relatos sempre falam de um casal que foi para uma estrada deserta namorar, quando a música do rádio foi interrompida por um boletim especial, informando que um maníaco havia fugido do hospício e estava pelas redondezas.

A notícia mandava que todos ficassem em suas residências pois ele era extremamente perigoso e a descrição dada só aumentava o terror a seu respeito: tinha cerca de dois metros de altura, cabelos raspados, usava botas e calças comuns, sobretudo e um chapéu, todos surrados, como se tivessem sido enterrados. Um rosto cadavérico e sombrio, oculto pelo chapéu. E, é claro, no lugar da mão direita, que fora decepada, havia um grande e afiado gancho.

Após ouvir isso tudo, a garota ficou histérica, começou a insitir com o namorado para irem embora, de início ele não aceitou, achou que era só uma desculpa para ela sair dali, mas depois de muita insistência, o rapaz arrancou furioso com o carro. Quando chegaram à casa da garota, ele desceu e deu a volta para abrir a porta do carona, mas viu algo que fez seu sangue gelar, um gancho sujo de sangue pendurado na maçaneta…

Acredita-se que essa história tenha surgido como uma forma de assustar as pessoas, no sentindo de fazê-las acreditar que aqueles que cometem adultério, prostituição e / ou sexo fora do casamento seriam punidos por esses atos. Nas décadas de 50-60, os índices de prostituição eram altíssimos nos EUA, e essa história surgiu na tentativa de frear um pouco o aumento desse tipo de prática, através do medo.

Mas há quem diga que ele vaga por rodovias e áreas desertas procurando casais desavisados que violem "suas regras".

Fontes:
http://www.sobrenatural.org/
http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/

Tikbalang

O Tikbalang (cavalo demônio) é uma criatura mítica do folclore filipino normalmente descrito como um ser híbrido, metade cavalo e metade humano. Diferente dos centauros da cultura ocidental, o Tikbalang possui a cabeça e os cascos de um cavalo, com o corpo de um homem alto e musculoso, caminha sobre duas pernas e possui membros extremamente compridos, de modo que quando se agacha seus joelhos ficam a cima de sua cabeça.

Vivem no topo de árvores muito altas, ou em pântanos, montanhas e florestas. Do topo das árvores, ele observa toda a área, pronto para atacar qualquer um que se atreva a desafiá-lo.

Dizem que um feto abortado pode voltar do limbo, na forma de um Tikbalang, e aterrorizar as pessoas se tornando invisíveis ou assumindo a forma humana. Embora seja normalmente considerado hostil aos humanos e adorem pregar peças nos viajantes, também são vistos como guardiões dos reinos elementais.

Futakuchi-Onna


O nome origina-se da junção de três kanjis que significam "dois", futa, "boca", kuchi e "mulher", onna. Futakuchi-Onna pertence à família do yokai (demônio). Tem a aparência de uma mulher que e sob os cabelos, um pouco acima do pescoço, tem uma segunda boca totalmente funcional (com os lábios dentes e língua). Normalmente é uma boca comum, mas de acordo com a crença geral, muitas vezes se mostra com um aspecto muito mais arrepiante e grotesco: dentes afiados e um tamanho desproporcional.

A segunda boca tem vida própria, pois está possuída por um espírito vingativo que atormenta sua dona, gritando ou xingando se não for alimentada ou se a comida não lhe agradar, e se isso ocorrer a boca possuída ainda pode manipular o cabelo da mulher como se fossem hábeis tentáculos para conseguir o alimento que desejar. Segundo a lenda, ter essa boca secundária é uma forma de punição/castigo para as mulheres que não se alimentam corretamente e conseguentemente desenvolvem distúbios alimentares ou àquelas que são egoístas em relação aos alimentos e comem compulsivamente.

Como outras criaturas mitológicas de aparência humana, Futakuchi-Onna muitas vezes passa despercebida por aqueles com quem convive, e geralmente é descoberta depois de uma ou mais pessoas a perceberem que os alimentos estão desaparecendo misteriosamente em um ritmo alarmante, já que a segunda boca come o dobro que a sua anfitriã.

Imagem de Slenderman surge em asilo psiquiátrico!

Muitos dizem que o Slenderman é uma lenda que foi inventada e espalhada, no entanto há quem diga que isso é apenas um boato e que bem antes disso já existiam relatos da criatura. O fato é que, talvez, jamais saibamos a verdade, seja ela qual for...

A imagem foi encontrada nas ruínas de um asilo muito antes do Slender se tornar um nome conhecido. Leia e tire sua conclusões.

Coulsdon é uma cidadezinha que fica ao sul de Londres, e lá está localizado o hospital psiquiátrico Cane Hill, as portas do lugar foram abertas no ano de 1882 e se tornou um sucesso, as instalações enormes do lugar chegaram a ser lotadas com pacientes. No entanto, após quase um século recebendo pacientes com os mais variados tipos de problemas mentais, à partir do ano de 1980, o lugar começou a entrar em decadência e aos poucos foi tendo cada vez menos pacientes, até que no ano de 1991, foi fechado definitivamente por ter se tornando inviável manter aberto.

Revenant

Revenant - em português, o retornado - é um fantasma visível ou um cadáver animado, que acredita-se voltar do túmulo para aterrorizar os vivos. A palavra "revenant" é derivado do latim, reveniens, "retorno" (no francês, o verbo "revenir", que significa "voltar").

Histórias vívidas de retornados surgiram na Europa Ocidental (especialmente Grã-Bretanha, e mais tarde foram relatadas por invasores anglo-normandos à Irlanda) durante a Alta Idade Média. Embora a lenda e folclore retrate os revenants como criaturas, em vida eles eram indivíduos que sofreram uma morte violenta e injusta, que foi atraiçoado, emboscado ou traído por alguém em quem confiava. No momento de sua morte, a revelação é tão traumática que se cristaliza em um desejo esmagador de obter vingança custe o que custar, então, retornam para vingar-se. Na maioria dos relatos medievais, eles voltam para assediar suas famílias e vizinhos.

Retornados compartilham uma série de características com os vampiros folclóricos, ambos são o produto resultante de uma pessoa que retornou dos mortos e vaga por aí se alimentando de sangue.

As Múmias Monstro do Japão

Ocultas em salas de templos budistas e museus em todo Japão estão uma série de múmias monstro - vestígios preservados de demônios, sereias, kappa, Tengu, raijū, e até mesmo monges humanos. Aqui estão algumas espécimes notáveis:

Múmias de Demônios


Pode parecer estranho que templos budistas no Japão tenham espalhados dentro deles demônios mumificados, mas é preferível mantê-los sob o olhar atento de um sacerdote, em vez de deixá-los perambular pelas ruas...

Jorogumo


Originaria da mitologia japonesa é descrita como uma gigantesca aranha youkai com cabeça de mulher. A Jorogumo possui as habilidades de uma aranha, mas também pode metamorfosear-se em uma bela jovem, as vezes num bebê, usando desta habilidade para atrair uma presa e encerra-la em suas teias. Diz à lenda que ao completar 400 anos seus poderes mágicos se manifestam.

As lendas que cercam Jorogumo, a torna “Dona” da cachoeira Joren, em Izu - shizuoka. Elas contam como um lenhador se salvou do ataque da criatura, que ao descansar nas margens da cachoeira, teve suas pernas envoltas de fios de teias, rapidamente as cortou com seu machado, amarrando-as em um tronco solto logo após, lentamente o tronco foi sendo puxado para dentro da cachoeira, surpreso, o lenhador fica ao escutar uma voz dizer “Esperto... inteligente”.

Outra lenda conta que se disfarçando de uma bela jovem voluptuosa, Jorogumo, atrai suas vitimas para uma casa vazia, seduzido por sua beleza, a vitima, tem sua atenção desviada pelo som melódico de um Biwa (instrumento musical de cordas japonês), envolvido pela beleza de Jorogumo a tocar a bela canção, ele não percebe, mas seu corpo está sendo envolto de fios de teia, quando finalmente perceber, será tarde demais.

Ushi-Oni

Ushi-oni significa, literalmente, boi-demônio. Oni é a palavra em japonês para demônio, mas na verdade o
oni representa tudo que é misterioso e estranho.

As descrições sobre Ushi-oni são diversas. Uns dizem que ele se assemelha a um boi com a cabeça de um ogro e nariz vermelho parecido com o do Tengu, outros dizem que é uma aranha com cabeça de boi.

Contam às lendas que a noite, ele visita os celeiros onde os bois são alojados, lambe os corpos dos animais para depois lutar com eles. Raramente é notado, pois seus passos são silenciosos e seus chifres são moles como se fossem de borracha, e não fazem barulho quando atingem as paredes.

No vale Mino, a lenda fala de um ushi-oni com cabeça de gato, o corpo de boi amarelo e com manchas pretas, e uma cauda de dez metros. Embora algumas vezes ele seja retratado sem maldade, muitas vezes ele é representado como um monstro terrivel, sendo, nos contos infantis o equivalente ao bicho-papão ocidental. Dizem que ele vive na água, e que matá-lo ou cultivar algum ressentimento (ou, em algumas versões, apenas olhar diretamente para ele) por ele pode levar a alguma doença, e até à morte. Dizem também que o ushi-oni sai da água na forma de uma mulher carregando um bebê, que seria um ushi-oni filhote, pedindo desesperadamente para que alguém o levasse. Quando um desavisado pegava o bebê, ele se tornava pesado, assim retardando a pessoa e dando a oportunidade de o ushi-oni atacar.

Pombero

Conhecido principalmente na Argentina, Brasil e Paraguai, o Pombero é um  duende da floresta encarregado de proteger a flora e a fauna.


É um ser da mitologia guarani (alguns autores divergem sobre isso), popular no Paraguai, em certas partes do sul do Brasil e em alguma áreas da Argentina como Misiones, Corrientes e Entre Rios. Este ser costuma molestar e violentar mulheres, assassinar aqueles que danifiquem a natureza desnecessariamente, e castigar quem ousar pronunciar seu nome em voz alta ou desrespeitá-lo imitando seu assobio, que segundo contam é assustador, e bastam 30 segundos para que ele apareça pra te punir.

No Guarani, o nome que se dá ao Pombero é "Cuarahú-Yara", significa "Dono do Sol". No entanto são apenas parecidos, porque esse é um velho vermelho com um olho na testa, dentes de cão, braços longos e mãos enormes. Este ser, de acordo com o especialista Felix Coluccio, é um tipo de Pombero mas uma entidade distinta. Assim, as verdadeiras origens do seu nome teria que ser encontrada no sul do Brasil, onde é chamado de "Pombeiro", que significa espião, e os indígenas dos pampas argentinos, que eles chamam de "bombeiro" do navegador para alinhar-se na avançada quando eles estão realizando reconhecimento. A partir daí, acredita-se que o nome pode ser uma fusão de ambos, ou deformação de qualquer um.

As primeiras referências o mostra como um homem alto, magro, robusto, feio, e muito peludo. No entanto, esta versão é irrelevante hoje, não só porque não há muitas informações sobre ele, mas porque, de certa forma é popularmente conhecido como uma espécie de duende. Esta é a versão tradicional, tanto no presente e no folclore de décadas atrás.

Shojo


Shojo - 猩 々ou 猩猩 - são espíritos do mar, facilmente identificados devido à sua pele rosada e cabelo vermelho. Dizem que são muito parecidos com macacos (na verdade a palavra Shojo significa orangotango em japonês), existe a crença de que essa espécie de macaco surgiu ou evoluiu a partir do Shojo ou são uma forma de sua manifestação. Também são conhecidos por suas formas irregulares e sua grande paixão por saquê, do qual podem tomar enormes quantidades. Diz-se que a sua cor avermelhada é devido ao excesso deste licor, bem como o caráter simpático e inofensivo.

Bakeneko e Nekomata

Os gatos chegaram ao Japão no período Nara, para serem usados como caçadores para acabar com a praga que atacava a cidade, os ratos. Como o tempo a praga foi controlada e os gatos se tornaram lindos animais de estimação.

E logo começaram a surgir lendas sobre esses gatos, lendas que contavam que os gatos assumiam formas assustadoras.

Diziam que quando o gato chegava a uma idade avançada, mais ou menos 13 anos, ou ficava muito gordo ou de repente a cauda começasse a crescer e ficasse bifurcada (com duas pontas), o animalzinho estava se transformando num monstro chamado Neko-Mata. Esse monstruoso felino não é tão grande quando o Bake-Neko, mas pode chegar a medir até um metro e meio sem contar a cauda.
   
O Neko-Mata pode se apoiar apenas nas patas traseiras e também sentar sobre elas. Acredita-se que ele tem o poder de manipular os mortos como se fossem marionetes e de vez em quando até dançando com eles. Essa habilidade de manipular os mortos é tida como a mais terrível do Neko-Mata pois ele os manda para dentro das casas para aterrorizar as famílias durante a noite.

Kodama


Kodama ou ko-dama é um youkai do folclore japonês. São encontrados em florestas densas. É um espírito que habita nas árvores, geralmente nas de maior idade ou tamanho, sendo por isso fortes, poderosos e bastante velhos. A maioria dos Kodama é pacífico e sereno, partilhando a sua sabedoria com aqueles com que são capazes de se comunicar com eles.

Os kodama conseguem imitar vozes humanas, criando assim ecos em uma floresta - a palavra kodama também pode significar eco. Geralmente aparecem em formas humanas, mas cada um é único em aspecto e personalidade. Dizem que podem apresentar-se também em forma NÃO humana, e serem belos ou terríveis se assim quiserem. A maioria tem aparencia adorável, seus corpos são semitransparentes de um verde pálido escuro e são muito pequenos.

Moiras, irmãs destino


Fala-se muito sobre as "escolhas" que as pessoas fazem; se coisas boas ou ruins acontecem, são por suas escolhas; que todos construímos e moldamos nossas vidas e destino através de nossas escolhas. Entretanto, existem inúmeros fatos que não corroboram essas afirmativas. Desde o nascimento até a morte - os dois principais pontos de não escolha - vivenciamos situaçõesque independem de nossa vontade e isso é o que chamamos destino ou fatalidade, que era representado na Grécia Antiga pelas três deusas Moiras (ou Parcas).

Em grego antigo Μοῖραι -"partes" ou "repartidoras" - eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Elas viviam no Céu, numa caverna ao pé do lago cuja água branca jorrava da mesma caverna: clara imagem do luar. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos.

Sangue de Anjo: Verdadeiro Poder

Iaê! Desculpas por não ter postado nada na ultima semana... Foi meio que muito corrido essa semana... Prova, problemas, trabalhos, provas, mais problemas e problemas de novo... Serio, que saco ¬¬''... Mas aqui estou eu! Grande coisa!... Gostaria de saber se coloca imagens fica melhor para o leitor, e é claro se estou indo bem né... Caso imagens sejam legais irei começar a colocar em todas as partes do Sangue de Anjo... E desculpa mesmo, mas as Cronicas de Lucifer perderam o rumo também.... Irei terminar essas duas que comecei tentando colocando mais esforço nelas para evitar a total perda de rumo para isso não voltar a acontecer... Obrigado pela leitura do aviso e boa leitura da estoria ;) ~Luan


Após a morte do rei, seu filho bastardo teria acabado de completar 16 anos e com essa idade adquiriu uma serie imensa de poderes descomunais que nenhum humano poderia sonhar em ter, sua mãe possuía a mesma aparência que tinha quando o anjo a possuiu, pois não era mais um ser humano, e sim, um anjo em forma humana. 

Com o passar do tempo conseguiu aprimorar as sua habilidades angélicas para seu corpo humano, mas possuía um grande limite imposto pelo rei, tendo seu destino aprisionado ao rei. Ela viveu monitorando sua linhagem ate encontrar o usuário da alma de seu rei.

Atualmente

Ao contrario do que Astar pensava. Apolo não teria desistido de sua vida e sim estava em um estado entre a vida e a morte. Em sua mente, em um lugar muito profundo e escuro, Apolo encontra-se perdido, andando e gritando por alguém, mas sem nenhuma resposta ou luz, Apolo começa a refletir: Eu estou morto? Onde diabos eu estou? Eu não posso ficar aqui, eu tenho que sair daqui e voltar para detonar aquele maldito Astar!

- Como acha que ira fazer isso? Se nem mesmo possui um motivo para manter-se vivo. – A mesma doce e aconchegante voz que escutou quando seu irmão foi morto paira sobre toda a escuridão.
- Não sei! Mas sei que não posso ficar aqui! – Apolo fala com um tom triste em sua voz.
- Mas se não sair daqui, nunca ira conseguir o que quer... – A voz afirma calmamente.
- Você é aquele que falou que eu não iria morrer naquele dia certo? Falou que não permitiria... Ajude-me agora a voltar e a acabar com aquele maldito Astar antes que ele fuja! – Apolo grita confiante em suas palavras.

Kitsune


Kitsune é a palavra japonesa para raposa, mas a palavra está mais relacionada ao Folclore Japonês. Histórias as descrevem como seres inteligentes e com capacidades mágicas que aumentam com o passar do tempo e sabedoria. Entre estes poderes mágicos, tem a habilidade de assumir a forma humana - normalmente aparecem na forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha. Mas também podem usar essa habilidade apenas para enganar as pessoas - como muitas vezes fazem em folclores. Outras histórias as retratam como guardiãs fiéis, amigas, amantes e esposas. Além da habilidade de assumir a forma humana, elas possuem os poderes de possessão, conseguem gerar fogo das suas caudas e de sua boca, o poder de aparecer nos sonhos e o de criar ilusões.

Raposas e seres humanos tem vivido próximos desde o Japão antigo, esta convivência deu origem as lendas. Kitsunes são associadas com a figura do Deus Xintoísta, Inari - Deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e da industria - , servindo como suas mensageiras. Esta função reforçou o significado sobrenatural da raposa. A qualidade física mais notável da Kitsune são suas caudas, podendo chegar em nove. Quanto mais caudas uma kitsune tiver mais velha, sábia e poderosa ela é. Histórias dizem que leva 100 anos para uma cauda aparecer. Um, cinco, sete e nove caudas são os números mais comuns nas histórias. Quando uma kitsune recebe sua nona cauda, sua pele torna-se prateada ou dourada. Estas Kyūbi (raposa de nove caudas) ganham a capacidade de ver e ouvir qualquer coisa em qualquer lugar no mundo também adquirem sabedoria infinita (Onisciência). Devido a seu poder e influência, pessoas fazem oferendas para elas tratando-as como divindades.