O Túnel em Mikabi - Japão


Meu nome é Amanda, tenho 23 anos e vivi no Japão os últimos 6 anos. Sou mestiça, minha mãe é filha de japones e meu pai é brasileiro não descendente. Viemos aqui para trabalharmos, quando chegamos lá eu tinha 13 anos e vivia com meus pais em Hokaido. Ao completar 18 anos me mudei sem meus pais para a provincia de Shizuoka ken, retirei carteira de motorista japonesa e comprei um carro, era uma Stepwgn (um carro grande da Honda para 8 pessoas, uma especie de Besta). Fiz varios amigos na região, inclusive um rapaz com quem eu estava ficando, ele morava numa vila no alto de uma montanha em Mikabi. Ele não possuia carta de motorista nem carro, entao um dia resolvi ir busca-lo para irmos passear, no Japão muitas coisas funcionam 24hrs, marcamos de eu buscar ele a meia-noite.

Nunca havia ido onde ele morava, porem ele me explicou o caminho, disse que havia dois tuneis que eu poderia passar, um que estava interditado e um novo, porem o novo seria mais ruim para mim, pois de onde eu morava teria que dar uma volta maior e a estradinha que passa pelo tunel antigo era a que dava na vila onde ele morava, apesar que depois do tunel novo teria uma entrada para essa rua. Ele disse que para eu nao precisar dar a volta ir pelo tunel antigo, como não conhecia a regiao marquei de ligar para ele quando chegasse em uma loja de conveniencia.

Lá pelas 23:30 estava saindo de casa, cheguei na loja de conveniencia, aproveitei fui ao banheiro comprei umas coisinhas, já era quase Dez para onze. Entrei no carro e liguei para ele, ele me foi ensinando o caminho. De longe era possivel escutar os roncos de motores de carros, eu sabia que naquelas hrs e naquela regiao os brasileiros subiam a montanha e desciam ela fazendo Durifeti (como os japoneses falam) "Drift". Ele me ensinou a entrada da montanha, a rua nao era nada iluminada, e era uma subida bem pesada, uma rua estreita, e como era montanha era toda cheia de arvores, uma mata bem fechada...e logo as ultimas luzes da cidade acabaram, me deixando apenas a iluminaçao do carro.

SS

Cartas de um SS


Marie et Louise, 20 de dezembro de 1943

Infelizmente não pude passar o natal com você e meu filhote, já que só fazem 3 meses que estou servindo as forças da SS, felizmente Marie, como os soldados apelidaram a cidade, é muito bonita, tem um clima medieval incomparável.

Marie et Louise, 27 de dezembro de 1943

Tenho escutado estranhos relatos de patrulheiros noturnos, que dizem ser atacados por lobos mas quando mando uma equipe para analisar não encontram nada, isso tem me causado bastante transtorno com meus superiores.

Marie et Louise, 15 de janeiro de 1944

Desculpe pela falta de noticias nesse últimos dias, isso é graças a exploração do subsolo da cidade o qual descobrimos ser imenso, infelizmente não tenho acesso a toda extensão desse local, os superiores só me permitiram entrar por eu ser um dos poucos historiadores na equipe, encontrei peças da roma antiga, isso me deixa cada vez mais fascinado por esse local.

Marie et Louise, 19 de janeiro de 1944

Finalmente estabelecemos uma antena de recepção de rádio, logo irei voltar para casa, mas o que mais me deixa irritado é a falta de informação sobre como conseguimos manter toda a cidade com energia e o que aconteceu com os desaparecidos do caso dos lobos, já que agora não apenas, há relatos de desaparecimentos. Pessoas com grandes marcas de mordidas e acontece uma infecção bizarra que altera a cor e a forma do braço, para um tecido negro e rigido. Peço que diga ao nosso filho que não esqueci de seu aniversário, só não pude lhe mandar uma carta no dia.

A Cripta dos Vampiros – Final

Considerações Finais



Vamos apresentar algumas considerações finais sobre Vampiros:

– Vampiros, ao contrário das muitas crenças, são muito bem organizados. Muitas vezes, até bem mais organizados que nós, simples mortais.

– Como vimos no decorrer da matéria, existem várias formas de matar esses seres, porém, elas podem dar certo ou não, dependendo da força do Vampiro.

– A forma original dos Vampiros não é essa que os filmes mostram. Sua forma é horrenda e tenebrosa. Eles se disfarçam para conviver entre nós, ficando belos e sedutores.

– Vampiros não comem e não bebem. A única fonte de alimentação é o sangue. Mas alguns Vampiros conseguem comer e beber, para enganar os mortais, mas nem todos são capazes disso.

– Vampiros existiram sim, e quem pode garantir que não existam mais? Lembram do famoso caso do “Chupa-Cabra”? Um típico exemplo da existência deles, apesar da mídia dizer ao contrário, como sempre.

A Cripta dos Vampiros – Parte 12

O Mais Famoso Caçador de Vampiros


Abraham Van Helsing

O Vampiro e o Caçador mais famosos do mundo nasceram na mesma obra e têm o mesmo pai: Abraham "Bram" Stoker, o escritor irlandês que publicou "Drácula" em 1897.
Para criar o professor holandês, Stoker resolveu utilizar o nome que herdara de seu pai, que é o mesmo de um dos maiores patriarcas da Bíblia. Segundo algumas pessoas, o escritor também teria se inspirado na figura do intelectual húngaro Arminius Vambery, que inclusive é citado na história como um dos melhores amigos de Van Helsing.
Natural de Amsterdã, Holanda, o célebre professor de antropologia e filosofia também é um especialista em doenças obscuras, além de ser um cientista nada ortodoxo, que chega a usar símbolos religiosos para derrotar seus inimigos. Dentre as várias peças de seu amplo arsenal, algumas preferências: estacas, hóstias, alho e alguma lâmina bem afiada, capaz de decapitar um Vampiro.
Na história original, a caçada de Van Helsing começa em Londres e acaba na própria Transilvânia, onde o professor consegue destruir Drácula após uma aventura emocionante. No cinema, atores consagrados deram vida ao personagem, como Peter Cushing, Laurence Olivier e, mais recentemente, Anthony Hopkins.
Depois da aparição inicial na obra de Stoker, filmes, peças e quadrinhos não cansam de apresentar os vários descendentes do professor holandês, como Conrad (de Vampirella) e Rachel Van Helsing (da Marvel Comics), entre outros, que continuaram com muita bravura a saga da família contra os sanguessugas. 

Continua...

Walacionil Wosch


A Cripta dos Vampiros – Parte 11-2



Os Vampiros Mais Famosos


Elizabeth Bathory

ElizabethBathory foi a Condessa que torturou e assassinou várias jovens e, por causa disso, ficou conhecida como um dos verdadeiros Vampiros da história.
A Família Bathory viveu no que conhecemos hoje como República Eslovaca. Muitos dizem que ela era Húngara, mas isso se deve ao fato de que, naquela época, as fronteiras Húngaras não eram o que podemos chamar de fixas.
Ela cresceu numa propriedade da Família Bathory, em Ecsed, Transilvânia. Quando criança, era sujeita a doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1574, Elisabeth engravidou de um breve romance com um camponês mas, assim que sua barriguinha ficou visível, ela foi escondida de todos, pois estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy.
Elizabeth se casou com ele em Maio de 1575. Como era soldado, o Conde Nadasdy passava a maior parte do tempo em campanhas, o que fazia com que a Condessa tivesse de assumir os deveres de cuidar dos assuntos do Castelo Savar, propriedade da Familia Nadasdy.
Foi aí que sua carreira maligna realmente começou, com o disciplinamento de um grande número de empregados, principalmente mulheres jovens. Ela não só punia aqueles que infringiam seus regulamentos, como também encontrava desculpas para severas punições, deleitando-se com a tortura e morte de suas vítimas.


A Cripta dos Vampiros – Parte 11-1

Os Vampiros Mais Famosos


Vlad Tepes IV

Existiu, no Século XV, na Transilvânia, um Conde chamado Vlad Tepes IV (o verdadeiro Conde Drácula), que foi um verdadeiro monstro humano. A lenda diz que foram mais de 30.000 vítimas que ele empalou, tornando-o um dos maiores genocidas da história, o que lhe rendeu o apelido de “O Empalador”. Ele matava as pessoas atravessando-as com uma estaca, provocando assim uma morte lenta e horrível.
Estendia a vítima no chão, de braços esticados, e amarrava cada um dos membros a um cavalo. Depois, arranjava-se uma estaca suficientemente grande para agüentar o peso da vítima. Essa estaca devia ser bem bicuda, para ser facilmente introduzida no ânus da vítima. Ao mesmo tempo que se introduzia a estaca, puxava os cavalos para a frente.

Quando a estaca estivesse bem introduzida, soltava os cavalos e enterrava a estaca na terra. Depois, o empalado, com o seu peso, ia-se enterrando pela estaca abaixo até que esta lhe atravessasse a boca. Enquanto Vlad Tepes reinou, a ordem era absoluta, pois ninguém se atrevia a roubar ou a cometer outros crimes, com medo de irem parar na estaca. Vlad Tepes nasceu na Transilvânia, no ano de 1431, na cidade de Sighisoara. Inventou o apelido de Dracul, que significava filho daquele que pertencia à Ordem do Dragão. Mas, como em romeno Dracul quer dizer Satanás, quando o povo descobriu o que Vlad fazia, mudou o nome de Filho do Dragão para "Filho do Demônio" (em romeno, Dracula).

O Peso da Alma


Quanto será que uma alma pesa? Uma insana? Uma corrompida? Uma bondosa? Há diferença entre elas? Não são todas almas? Não somos todos impuros? Oque faz uma alma pesar mais? Bem, pensamentos sem respostas ha parte, eu gostaria de contar a minha historia, oque me fez começar a pensar nessas coisas sem fundamento...

Estava um dia ensolarado, como qualquer outro dia de verão, minha mãe tinha me acordado cedo, eram 7:00 horas da manha. Eu ainda estava com muito sono então voltei a dormir ignorando tudo que ela estava me falando... Se me lembro bem, ela falava que ia viajar e só voltava no outro dia, que era para eu ir para a casa da minha avó depois que eu acordasse. Quando me levantei eram 1:30 horas da tarde e eu estava tentando me lembrar do que minha mãe havia dito, depois que lembrei fui fazer o meu almoço e depois arrumar minhas coisas para ir para a casa de minha avó. Não era muito longe da minha.

Chegando lá me deparo com uma garota na casa da minha avó, ela era branca, cabelos longos e loiros. Não há reconheci, ''Quem é essa garota?'', foi oque eu me perguntei, perguntei a minha avó e ela falou que era a sua outra neta, minha prima... Tudo bem ate ai, nós dois conversávamos na frente da casa, tranquilamente, ate escutarmos um estrondo na parte de trás da casa, corremos muito rápido ate lá, achávamos que nossa avó teria caído ou algo do tipo.

Ovoidização: Quando o Espírito Perde a Forma Humana


A ovoidização é um processo pelo qual um espírito desencarnado, após vários processos de degeneração do perispírito ( aparelho que envolve o espírito propriamente dito e tem forma humana ), assume a forma ovalar, se torna uma espécie de " casulo ", um invólucro para a consciência em último estágio, antes que ocorra a perda definitiva de seu corpo perispíritico, ou a segunda morte.

Quando a consciência entra num processo de estagnação devido a uma grave crise interna, causada por uma grande dose de remorso, inicia uma espécie de circuito fechado de pensamentos e emoções, culpa e auto-punição. Para se chegar ao estado de ovóide, é preciso que a dor da culpa seja tão imensa a ponto da consciência se enclausurar, como se ela se aprisionasse dentro de um ' ovo " astral, onde sem parar rememora seus débitos para com a humanidade e a vida, numa espécie de monomania auto-destrutiva. Monomania é uma idéia fixa.

O espírito, nesse caso, pune-se a ponto de desejar destruir-se como consciência e perder sua existência imortal. Este ovo ou casulo é o que restou do corpo espiritual, cuja forma está em deterioração. À medida que a consciência vai perdendo a forma humana, este despojo residual vai se formando ao redor do corpo mental, como uma capa ou invólucro, dentro do qual então o espírito hiberna, refém de si mesmo.