Projeto: Demoniac Personality. Trono de Corpos Cap. 7




Leandro vai à minha frente, parece muito pensativo. De repente uma garota passa correndo pelo portão da escola e abraça o Leandro... Quem é ela?
- Sofia? – Leandro pergunta, espantado. Ele á conhece, será alguma prima?
- Há quanto tempo Leandro. Como você cresceu... Tudo bem com você? – Ela pergunta o olhando de cima a baixo com um olhar malicioso. Não consigo sentir nenhuma variação em sua aura, talvez este seja apenas seu jeito normal e não tenha nenhuma segunda intenção?
- Tudo... Mas... Eu ainda não tenho poder suficiente. O que você faz aqui, Sofia? – Leandro pergunta entristecido. Como assim não tem poder suficiente? E suficiente para o que?
- Não é por isso que estou aqui... Apenas senti saudades... Faz 4 anos que não nos vemos... Seja mais gentil! – Sofia afirma olhando entristecida para o chão. – E quem é essa? Sua namoradinha? – Sofia pergunta aproximando-se a mim.
- Não, não somos namorados e nem nada disso... – Respondo no lugar de Leandro.
- Então tudo bem... É um prazer conhecê-la. Meu nome é Sofia e o seu? – Sofia pergunta estirando sua mão para mim.
- Rafaela. – Respondo segurando sua mão. Hã? A imagem dela sumiu e agora estou em um beco escuro. Sinto grande quantidade de energia, vindo de uma igreja a minha frente. Entro pela porta correndo... Mas o que é isso? Ao abrir a porta, vejo um garoto com uma roupa branca completamente manchada de sangue, sentado em cima de vários corpos. Os corpos estão amontoados de uma forma que faz parecer um trono. O garoto me olha friamente, seus olhos possuem um brilho intenso e hipnótico. O olho direito brilha vermelho, e me faz querer pensar em sangue, mortes, massacres, caos e guerra. O esquerdo brilha roxo, e me faz pensar no vazio, o completo e obscuro buraco da perdição, caos e guerra não fazem sentido enquanto o olho, apenas o desejo de mudar tudo de uma forma inimaginável preenche minha alma, a desistência da vida e o desejo de viver fazem sentido mutuamente enquanto olho para seu olho esquerdo. Ele sorri e eu me escondo por detrás de um pilar da igreja, sinto por um segundo a inexistência e logo após isso, uma mão sai do pilar e vem em direção ao meu rosto, pulo para trás e o pilar praticamente explode e mostra a figura do garoto me encarando com um grande e psicótico sorriso.
- O que foi? Você esta aqui para morrer, seu deus lhe guiou para cá por que é seu destino servi de alimento para mim. Veja... – O garoto fala e aponta para o seu ‘’trono de corpos’’. – Matei todos e tomei suas almas para mim. Padres, freiras e crentes de sua religião... Todos mortos e com almas devoradas... E onde esta seu deus para impedir isso? – O garoto fica serio por um momento e volta a sorrir logo depois. – Simples... Seu deus quer isso, ele permite isso. – O garoto complementa e aparece na minha frente.
- Deus, esta vendo o que você esta fazendo. E eu vim aqui para dar um fim... Seu demônio maldito. – Uma voz doce e calma surge junto com uma luz saindo do altar. Uma forma humana tornasse visível e mostra uma garota branca, loira e nua com um olhar de pena para mim e o garoto.
- Tzz... Não sou um demônio! Sou um humano! E acha mesmo que pode me impedir? Anjo... – O garoto anda em direção a garota calmamente.
- Hm? Impossível... Mas... Não sinto todo o meu poder... Você esta falando a verdade... Quem é você? – A garota pergunta curiosa. O garoto some e reaparece nas costas dela e enfia sua mão no ombro direito da garota e puxa uma asa branca e luminosa, depois chuta suas costas e a joga contra a porta da igreja junto com uma pequena explosão de sangue. A garota cai no chão com uma expressão de pavor e o garoto fica olhando a asa que arrancou das costas da garota com um pequeno e sádico sorriso. A garota levanta-se do chão e uma grande asa branca e luminosa assim como a outra sai de suas costas. Ela o encara com uma expressão de terror.
- Quem é você? Por que esta fazendo isso? – A garota grita com lagrimas nos olhos. O garoto reaparece sobre ela e segura seus cabelos a jogando contra a grande cruz que estava sobre o altar. – Por favor pare... Eu não quero lhe machucar... O demônio apenas quer lhe consumir... Seja lá o que ele tiver lhe oferecido, ele esta mentindo... – A garota grita chorando enquanto se levanta cambaleando. Minhas pernas começam a tremer por ver tal cena.
O garoto reaparece em suas costa e chuta seus pés a fazendo cair no chão novamente, ele segura a sua asa e pisa na cabeça dela e começa a ri. Ele puxa lentamente a asa da garota enquanto ela solta um grito agudo de dor. Depois de arrancar sua asa, deixando a garota coberta por seu próprio sangue ele agachasse na frente da garota e a encara.
- Esse demônio irá devorar você e sua alma, ele esta apenas lhe usando... Não sei como você ainda se mantém consciente e consegue usar o poder desse demônio... Mas ele ira lhe destruir... Ele fez uma criança inocente como você cometer tais atrocidades. Eu não quero lhe machucar... Por favor, ainda há tempo para o perdão, rendasse agora e será perdoado. – A garota fala com voz de choro e lagrimas saem constantemente de seus olhos.
- Não foi ele que me fez fazer isso! Se existe alguém que me fez chegar a esse ponto foi um de vocês... Um anjo! – O garoto afirma seriamente e depois chuta o rosto da garota a fazendo ficar escorada no altar. – Diga-me, qual o seu nome? – O garoto pergunta para ela.
- Não entendo seus motivos, mas, por favor, desista... Esse demônio esta colocando essas idéias em sua mente. – A garota grita.
- Dani-se... – O garoto grita furioso. – Venderei minha alma ao demônio se necessário. Matarei, massacrarei, destruirei, farei orgias com virgens, corromperei o mais puro e inocente ser humano que exista e estruparei milhares de garotinhas inocentes se necessário. Darei meu corpo e alma para o diabo, mas terei minha vingança. Agora diga seu nome de uma vez anjo maldito! – O garoto grita enquanto emana uma aura assustadora que me faz cair de joelhos e lagrimas começam a cair de meus olhos, mas... Não sinto medo... Isso é estranho... Eu sinto uma espécie de prazer ao ver tudo isso... É como se eu estivesse adorando ver essa atrocidade.
- Não fale isso por... – A garota é interrompida pelo garoto que em um movimento arranca o braço dela fora e o joga para minha frente. – Meu... Meu nome é... Mi... Mirael... – A garota responde logo após um grito agudo de dor.
- Quase... Mas não é o anjo certo... Descanse no vazio, anjo! – O garoto envia rapidamente a mão no peito da garota e arranca uma energia brilhante, semelhante à outra que teria visto, depois ele a engoli e começa a emanar uma energia muito maligna, algo que nem mesmo meu pior pesadelo ou as piores palavras poderiam tentar interpretar... As estatuas começam a chorar sangue, as vidraças explodem e as cruzes ficam de cabeça para baixo... Terrível... Isso é... Isso é assustador...
- Ele é meu! – Falo eufórica. Corro em direção a ele e o abraço. – Não venda sua alma garoto... Você tem potencial, ganhe poder por você mesmo. Você quer se vingar, certo? E vai deixar que algum demônio faça isso por você? Você deve realizar isso por si mesmo! Com suas próprias mãos sem depender de nada e nem ninguém... Mas pode depender de mim... Pois eu agora sou sua dona e quando você tiver poder suficiente eu irei aparecer na sua vida uma vez mais e lhe darei uma forma de concretizar sua vingança! Você agora pertence a mim e a ninguém mais... – Termino de falar e minha visão volta para a Sofia a minha frente... Puxo minha mão assustada.
- Eu estou dando choque? – Sofia pergunta me encarando.
- Nã... Não. Desculpe. – Respondo com a cabeça baixa sem saber o que aconteceu.
- Não se irrite Sofia... – Leandro fala calmamente. – Já estamos indo. Tchau Sofia. – Leandro fala segurando minha mão e me puxando.
- Vou começar a estudar aqui amanha... Sou do nono ano... Então nos vemos amanha. – Sofia fala sorridente enquanto dá tchau com a mão. No caminho de casa Leandro estranhamente não fala uma palavra sequer e esta pensativo. No que será que ele esta pensando? Bem, ele provavelmente não irá me dizer...
- Ei, podemos sair para algum lugar hoje? – Leandro pergunta com um tom de voz triste. Não posso dizer não... Ele esta mal. Certo, não custa nada. Não tenho o que fazer em casa mesmo.
- Claro, para onde? – Pergunto curiosa.
- Não sei. Diga-me você, aonde quer ir? – Leandro pergunta me olhando fixamente.
- Poderia ser na lanchonete perto da escola? Gosto bastante do pastel de lá! – Pergunto olhando para baixo. Acho que ele vai achar estranho, afinal poderia escolher qualquer lugar, um restaurante, ou shopping, ou qualquer outro lugar e eu escolho uma lanchonete barata.
- Claro, também gosto do pastel de lá. É impressionante o pastel de queijo com frango de lá, é o melhor que já provei. – Leandro afirma animado. Ele parece gosta mesmo desse pastel, fiz a escolha certa eu acho.
Chegando em minha casa Leandro se despede e fala que irá passar pela minha casa as 4 horas. Passando pela porta vejo Vitoria me encarando.
- Que foi? – Pergunto encarando ela.
- Eu ia falar uma coisa, mas deixa. Sua vida de bigamia não é da minha conta. – Vitoria afirma calmamente. Essa maldita ainda acha que estou com os dois ao mesmo tempo. Rá... Como se eu fosse ficar com algum deles, ainda mais com os dois ao mesmo tempo. – Sim, já ia me esquecendo... Nosso primo Alexandre irá ficar um tempo com a gente. – Vitoria fala olhando para a escadaria. Hum?
- É tão fácil me esquecer assim, Vitoria? – Alexandre fala descendo as escadas.
- Desculpa... Mas quer um sorvete? – Vitoria pergunta levantando-se e indo em direção a cozinha.
- Ta achando que eu sou uma criança que se anima e perdoa as pessoas tão facilmente por causa de um sorvete? – Alexandre pergunta franzindo as sobrancelhas.
- É de napolitano, você vem? – Vitoria pergunta sorridente.
- Estou indo. – Alexandre responde com um tom de voz manso. Não entendi muito bem, mas acho que ele gosta bastante de sorvete napolitano e minha irmã o conhece muito bem... Ele esta ferrado. – Iaê, Rafaela. Quer sorvete também? – Alexandre pergunta enquanto vai para a cozinha.
- Não, obrigada. – Respondo e vou para meu quarto.
Não sei qual o motivo dele ficar aqui, espero que não seja algo muito serio, mas não me importo com a sua presença. Agora eu tenho que pesquisar sobre o nome que Dimitre falou para o professor... Mas como era mesmo? Dan... Dan... Dante? Isso, Dante! Encontrei um jogo e um desenho... O protagonista é um homem imortal que caça demônios... Qual é a graça disso? O homem é imortal, você sabe que ela não vai perder a luta e ainda assiste... Que droga, mas o professor é o Dante?
- Ahahaha... Estou ficando louca. Tenho que parar de achar que existem demônios e anjos a minha volta... – Falo sozinha aliviada, pois é melhor ser invenção minha do que ser verdade. Hã? Tem um filhote de cachorro me encarando em cima da minha cama. O encaro.
- Você deve ser do Alexandre, certo? – Pergunto estirando minha mão para o cachorro. Hã? Ele se assustou e saiu correndo pela porta. Nossa... Sou tão assustadora assim?
- Rafaela, hora de comer. – Minha mãe grita. Desço as escadas e sento no meu lugar. Alexandre termina de almoçar rapidamente e vai para a sala assistir televisão.
- Rafaela... Você sabe o que aconteceu para o Alexandre esta aqui? – Vitoria me pergunta seriamente. Nunca a vi tão seria.
- Não sei. O que foi? – Pergunto um pouco tensa.
- Os pais dele morreram de uma maneira brutal... – Vitoria fala com um tom de voz triste e olhando para Alexandre. Morreram? Droga... Tinha que ser algo assim? Deve ser brincadeira.
- Você esta brincando certo? Só pode ser brinca... – Sou interrompida por Vitoria. – Não é brincadeira... Ele pode não demonstrar, mas ele esta destruído por dentro. Ele sempre foi assim. Tentando ser forte, tentando controlar seus sentimentos, mas no final é apenas um garoto sensível. – Vitoria afirma com lagrimas nos olhos e olhando para baixo.
- Não gosto de ser chamado de ‘’um garoto sensível’’! Não tenham pena de mim. Logo, logo sairei daqui e pararei de ser um incomodo. Vitoria... Você me conhece bastante em! – Alexandre fala passando pela porta da cozinha e termina de falar com um pequeno sorriso.
- Eu não tenho pena de você. Eu quero é te acertar uma tapa pra tirar essa sua expressão. – Vitoria afirma levantando da cadeira. Serio que ela falou isso?
- Aê?! – Alexandre começa a encarar Vitoria de perto. Eles vão brigar? Hã? Eles começaram a rir... haha... Devem ser mesmo bons amigos.

Terminando o almoço vejo que Alexandre esta assistindo um filme e sento-me a seu lado no sofá para assistir com ele. A sala esta quente, mas é quase insuportável. Olho para o lado e vejo Alexandre dormindo. Ele esta fazendo caretas, gemendo e suando bastante... Deve esta tendo um pesadelo... Eu deveria acordá-lo? Acho que sim.
- Alexandre, você esta bem? – Falo enquanto dou tapas de leve em seu rosto. De repente a imagem a minha frente muda para uma bola de luz imensa a minha frente. Meus olhos ardem, parecem queimar. Me aproximo... Argh... Meu corpo começa a queimar e à medida que ando para perto, meu corpo arde ainda mais... Essa dor é insuportável... Consigo tocar em algo, algo dentro daquela luz. Todo o meu corpo para de doer e eu fecho meus olhos. Hã? Que cena horrível... Estou coberta por sangue, fico olhando aterrorizada para minhas mãos ensangüentadas e ao levantar a cabeça vejo dois corpos dilacerados... Um homem e uma mulher... Eles parecem muito com os pais do Alexandre... Porque estou vendo isso?
- Ora, ora... Um humano conseguiu superar a influencia de um demônio... Pode chamar isso de um milagre... Mas não é o tipo de coisa que pode acontecer uma segunda vez! – Um lobo grande e negro fala com uma voz parecida com trovões, aproximando-se a mim.
A imagem volta para Alexandre, que agora esta com os olhos semi-abertos.
- O que esta fazendo em cima de mim? – Alexandre pergunta me encarando com um olhar arrepiante. Um calafrio passa por todo meu corpo.
- Nada, desculpa! – Falo voltando para o meu lugar no sofá.

- Desculpa se te assustei. Eu estava tendo um sonho horrível. – Alexandre alega colocando a mão no rosto e emanando uma aura triste. Ele deve ter passado por muita coisa, mas... O que foi aquilo? Tive pela primeira vez esse tipo de ‘’visão’’ quando toquei Leandro na mão sem querer, depois com Sofia e agora com ele... Será que estou ficando louca? Melhor eu parar de pensar nisso. O calor que estava na sala passou depois que o Alexandre acordou. Será que era por causa do pesadelo dele? Aiii... Minha cabeça dói. Tenho que parar de pensar tanta besteira.

Continua...
Escrito por: Luan

Overtoun Bridge, a ponte dos "cães suicidas"


A Ponte Overtoun é uma ponte em forma de arco localizada perto de Milton, em Dumbarton, na Escócia, que foi construído em 1859. Tornou-se famosa pelo número de casos inexplicáveis de cães que aparentemente, cometerm suicídio saltando dela. Os incidentes foram registrados por volta dos anos 1950 ou 1960, quando foi constatado que os cães, geralmente da raça de nariz comprido, como Collies, de repente e inesperadamente saltavam da ponte e caiam cinqüenta metros para a morte. Em alguns casos, porém, os cães poderiam sobreviver se recuperar, e depois saltar fora da ponte novamente. O que torna este mistério trágico ainda mais misterioso é que muitos dos cães que saltam de Overton pulavam da ponte sempre do mesmo lado.

Alguns acreditam que a ponte é mal-assombrada. Em 1994, um homem atirou seu filho bebê para fora da ponte, afirmando que era o anti-Cristo. Alguns acreditam que Overtoun Bridge é um “lugar de transição”, onde as barreiras entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se encontram, e por vezes cruzam-se.
Atraindo a atenção dos cientistas e dos parapsicólogos charlatães e oportunistas. Desde a década de 60, dezenas de cães são seduzidos por uma inexplicável e voluntariosa atitude suicida que os leva a saltar de cima da ponte. Depois de anos de teorias atribuídas à ignorância, os cientistas rastrearam a causa destes misteriosos saltos.

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Tenho certeza que todos vocês que estão lendo isso estão cansados de ler aquelas historinhas em que as
pessoas ficam desesperadas pedindo por socorro. Me ajude, me ajude, blá-blá-blá. Não vou aborrecê-lo com outra dessas. Mesmo se eu quisesse sua ajuda, você não poderia dá-la a mim, porque a sua ajuda é inútil. Por quê? Porque você não é um membro.

Eu só queria não ser um deles...

Tudo começou inocentemente: Com um telefonema. Eu já havia acordado à algumas horas, desencaixotando a mudança e limpando, esperando o encanador aparecer. Acabei de me mudar para uma cabana, e os contratantes foderam com tudo. Por isso, agora tenho a maravilhosa tarefa de fazer chamadas para pessoas competentes que possam corrigir o que os contratantes originais fizeram de errado.

O telefone tocou às 12:06. Nada mal, pensei. Normalmente, encanadores não se preocupam em ligar ou aparecer antes das 17 horas. Quando eu peguei o telefone, eu nem sequer tive a chance de dizer Olá antes que uma mulher na linha me dissesse: "Por favor, aguarde o próximo operador disponível."

Tormento


Gerald estava deitado em sua cama olhando fixamente para o teto. Naquele momento, muitos pensamentos e sentimentos passavam por sua cabeça. Ele não queria ter esses tais pensamentos e sentimentos, mas devido ao seu estado emocional, era inevitável. Revoltado com acontecimentos recentes, Gerald sentia um desejo incontrolavel de dar um fim aquilo que o incomodava.

Há um tempo atrás Gerald se mudou para uma nova casa, mas o que parecia ser um nova etapa em sua vida, se tornou uma época de transtornos. Em um local que parecia tranquilo, havia uma vizinhança que aparentemente era amigável, mas na verdade, essas pessoas não passavam de um bando de mal-educados. A todo o custo essas pessoas queriam de alguma forma incomodar Gerald, seja por barulhos em horários indevidos ou por frases maldosas em forma de indiretas. Gerald sempre foi um rapaz tranquilo, não gostava de desavenças e nem de injustiças, não entendia o porque de toda aquela maldade, mas descobriu por si só o quanto o ser humano pode ser mau. Observando cada movimento, ele sabia que algo errado havia com aquela vizinhança. Gerald conseguiu lhe dar bem com isso por algum tempo, mas como tudo tem um limite e as provocações chegaram a um nível absurdo, Gerald decidiu dar um fim a esse tormento, queria retribuir todas as ofensas recebidas e ir mais além, queria provocar dor aos seus desafetos.

Os fantasmas cariocas

Biblioteca Nacional.
Funcionários e visitantes contam as histórias mal-assombradas que habitam prédios antigos do Rio, como a Biblioteca Nacional e o Theatro Municipal.

Não só de acervo e História vivem os antigos prédios do Rio de Janeiro, cercados de mistérios e lendas, não são poucos os visitantes e funcionários que garantem, ‘por tudo o que é mais sagrado’, já terem visto fantasmas e assombrações por seus corredores em noites mais escuras.

Experiente, o professor de História e guia de turismo, Milton Teixeira, levou viajantes durante anos para passeios pela Câmara dos Vereadores, Theatro Municipal, Museu Histórico Nacional e outros lugares tradicionais.

Há cerca de 10 anos, uma das turistas que assistia a um espetáculo nas cadeiras acolchoadas do Municipal diz ter visto uma figura magra, de óculos de aro fino, cabelo grisalho e terno claro se esboçar ao seu lado. Com um grito de susto, caiu no colo do cavalheiro da cadeira mais próxima.

Lago Natron

Lago mortal transforma animais em estátuas.


O Lago Natron é um lago salgado alcalino situado no norte da Tanzânia, próximo da fronteira com o Quênia. É de origem tectônica e com menos de três metros de profundidade. A temperatura que chega a 60° e às altas taxas de alcalinidade. O pH fica entre 9 e 10,5 e a medida que a temperatura aumenta e a estação seca se estabelece, os níveis de salinidade aumentam até ao ponto em que os microrganismos halófilos, adaptados a ambientes salinos, começam a desenvolver-se. O lago por muitas vezes apresenta coloração avermelhada por causa das cianobactérias halófilas com pigmento vermelho.

Poucos animais conseguem sobreviver às adversidades do lago. Uma espécie de flamingo (Phoenicopterus minor) misteriosamente vive nesta região se alimentando das cianobactérias do lago. Além deles, tilápias alcalinas (Alcolapia alcalica) e alguns crustáceos também suportam o ambiente. O lago leva o nome de “natrão”, um composto natural formado por carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, sal e sulfato de sódio. Este “combinado” era uma das substâncias utilizadas pelos antigos egípcios nos processos de mumificação. As múmias ficavam imersas por durante 70 dias. Recentemente um fotógrafo registrou aves e até morcegos que simplesmente petrificaram em contato com a água super alcalina formando incríveis estátuas reais.

Projeto: Demoniac Personality. Egoista. Cap. 6

Assustada, desligo o computador rapidamente e me jogo na minha cama para tentar dormir. Acordo ás 3 horas em ponto. Não deve ser nada alem de uma coincidência... Espero... Desço as escadas para beber água, pois sempre acordo com sede. Ao chegar á cozinha não escuto nenhum sussurro e não vejo nenhuma sombra... Ele não deve estar aqui. Ainda bem... Ligo a luz e vou em direção a geladeira. De repente começo a escutar sussurros por detrás de mim. Droga... É ele! Olho lentamente para trás e o vejo andando em minha direção, me olhando fixamente com aqueles olhos assustadores e fazendo sinal para que eu fique em silencio... Droga, minhas pernas estão tremendo... O copo que eu estava segurando cai de minha mão e agora ele esta a menos de um metro a minha frente... Ele segura minha mão direita... O que ele vai fazer? Lagrimas começam a sair pelos meus olhos... Hã? Ele esta se ajoelhando para mim... E agora com os olhos fechados beija a minha mão... Hã? Estou na minha cama... Deve ter sido tudo um sonho... Nossa, que sonho estranho... Pulo da cama ao olhar minha mão direita e ver um anel prateado e com símbolos entalhados nele... Eu não tinha esse anel... E o pior, ele não quer sair do meu dedo... Droga... Já são 6:40 e eu ainda nem tomei banho para ir a escola... Corro para o banheiro.

- Rafaelaaa! O Leandro chegou para te levar ao colégio. O que você esta fazendo? – Vitoria grita do andar de baixo. Leandro? Por que ele veio me levar... Ata... Ele vai para o colégio comigo de agora em diante... Tenho que me apreçar não quero que, ele se atrase por minha causa.

Termino meu banho e visto rapidamente a farda, desço correndo as escadas... Argh... Tropeço e caio de cara no chão... Ai meu nariz...
- Você esta bem? – Leandro se levanta rapidamente de sofá e vem me ajudar a levantar.
- Claro que estou! Não foi nada... Vamos? – Respondo segurando meu nariz que esta doendo muito.
Saímos da minha casa e fomos para o colégio, no caminho Leandro pergunta sobre o anel e eu respondo que não sei bem como consegui, mas que não consigo tirá-lo. Ele tenta me ajudar a tirar, mas não consegue. Ao chegar ao colégio, fomos mandados para a diretoria, já que estávamos atrasados... E agora estou aqui, na diretoria, recebendo um discurso do diretor por termos nos atrasado.
- Podem ir! – O diretor fala após terminar de discursar. Incrível... Como ele conseguiu discursar sobre motivos para não chegar atrasado por 50 minutos? E pareceu ter sido feito de improviso... Ele deve gostar muito de falar. Chegando a sala percebo que não há um professor em sala. Estranho... Essa é a aula de sociologia... O professor não costuma faltar. E eu não sei bem como encará-lo novamente... Sento-me no meu lugar e vejo Dimitre dormindo em sua cadeira, Leandro senta em seu lugar e aquela vad... Começa a se esfregar nele de novo.
- Ola pessoal! Eu sou o novo professor de sociologia de vocês e meu nome é... – Um homem loiro, entra em sala rapidamente e é interrompido por Dimitre. – Ola Dant... – O homem joga um livro na testa de Dimitre o fazendo cair da cadeira. Dante? Eu já ouvi esse nome antes... Será que ele é um demônio também? Quando eu chegar em casa irei pesquisar sobre isso... – Ola senhor inconveniente! – O homem afirma pegando seu livro do chão. – Meu nome é... Daniel e sou o novo professor de vocês e o novo bibliotecário do colégio. É um prazer conhecê-los. – O homem afirma sorridente e Dimitre volta ao seu lugar emanando uma aura de ódio. Eles se conhecem? O professor começa a dar aula, ele ensina muito bem. Nunca achei que iria achar sociologia uma matéria tão interessante.
- Vander, pode vir aqui um instante? – O diretor pergunta, chamando o professor.
- Desculpe, mas... Você deve estar me confundindo... Meu nome é Daniel. – Daniel afirma calmamente enquanto se dirige ao diretor.
- Como assim, nos cumprimentamos na diretoria e você fa... – O diretor, muda sua atitude repentinamente. – Claro, devo ter me confundido, mas poderia vir aqui um instante? – O diretor pergunta calmamente e Daniel vai falar com ele.
- Pronto pessoal! Agora é oficial! O antigo professor de vocês se demitiu e eu acabo de firmar um contrato de permanência! Espero que gostem da novidade! – Todos da sala gritam de felicidade, coitado do antigo professor... Ele ate ensinava bem... Mas tentou me suspender, deveria ter era sido demitido por justa causa.

O sinal do intervalo toca e eu vou para o meu lugar de costume, a escadaria do terceiro andar. Chegando lá sento-me e cruzo meus braços pondo meu rosto sobre eles.
- Rafaela? – A voz de Leandro me desperta.
- Sim? – Pergunto instintivamente.
- Posso ficar aqui com você? – Leandro pergunta calmamente.
- Claro! – Respondo pondo meu rosto entre meus braços. Acabo de ter a sensação de que vivi esse momento.
- Soube que você saiu com o Dimitre... – Leandro fala com um tom de voz entristecido. Ele não me queria perto dele, deve ter seus motivos, e mesmo assim eu ignorei seu conselho, mas se eu seguisse todos os conselhos com me deram ultimamente eu também não estaria falando com ele...
- Foi... Mas não foi nada bom. – Falo calmamente, lembrando da dor em meu peito.
- Entendo... – Leandro fala seriamente. Ele olha para a escadaria e levanta-se. – Tenho que fazer uma coisa agora, tchau! – Leandro se despede com um sorriso.
- Tchau! - Respondo com um sorriso. Mal posso acreditar que irei ter meu cochilo.

Não conseguindo dormir, decido dar uma volta pelo colégio. Descendo as escadas descido beber água e vou passando pelas salas ate chegar ao bebedouro. Chegando ao bebedouro escuto alguns gemidos vindos do banheiro feminino. O que será que estão fazendo? Entro no banheiro e vejo Julieta se pegando com Leandro... Estão tão focados um no outro que nem mesmo notaram minha presença. Estou sentindo um aperto em meu peito. Mas é estranho. Não estou sentindo nenhuma energia pesada por aqui... Por que estou sentindo esse aperto? Minha cabeça esta começando a girar e mal consigo manter meus pensamentos em algo. Por algum motivo não quero acreditar no que estou vendo. Parabéns Julieta, você conseguiu mais uma vez o que queria... Saio do banheiro e vou para a sala antes do sinal tocar. Chegando lá vejo o professor Daniel sentado lendo seu livro, o mesmo que teria jogado em Dimitre.
- O que foi garotinha? – Daniel me pergunta olhando preocupado para mim. Serio, não sou uma garotinha.
- Nada... – Respondo baixo, não estou me sentindo bem... Talvez deva ir para casa?
- Algo deve ter acontecido! Você esta pálida! – Daniel afirma fechando o livro e se aproximando a mim. – Me diga, eu quero lhe ajudar! – Daniel afirma tocando meu rosto.
- Nã... Não... fo... Nada... de... Ma... –Falo gaguejando enquanto meu rosto se contorce e começo a chorar. Por que estou chorando? Só porque o vi beijando ela? Eu já esperava por isso acontecer, mas... Mas... Eu apenas...
- Esta bem, não foi nada... Calma... – Daniel afirma enquanto me abraça. Me acalmo e sento-me em minha cadeira e em pouco tempo a sinal toca.
Dimitre entra em sala e começa a falar com Daniel, eles discutem um pouco ate os últimos dois alunos chegarem... Leandro e aquela grande vad... Julieta. Eles sentam-se e começam a conversar sorridentes. Não sei o que eu esperava... Acho que apenas não esperaria que ele ficasse com ela.
- O que foi Rafaela? Esta mais triste hoje do que ultimamente. – Rodrigo pergunta com uma expressão de preocupado passando sua mão em meu cabelo.
- Nada. – Respondo friamente. Ele nunca falou comigo e agora vem com essa de amigável pra cima de mim? Rá... Ele deve ser um sádico? Sempre calado, neutro em todo tipo de assunto. No começo, eu achava que ele era gay, pois ele tem um jeito bastante feminino e delicado, mas depois de um tempo soube que ele é bastante forte e já foi eleito o garoto mais forte da sala em todo tipo de esporte dês de queda de braço a corrida... Então, não tenho certeza...
- Não seja tão fria... Estou apenas preocupado... Quando eu cheguei ao colégio você sempre estava sozinha e parecia se contentar com isso, parecia não querer mudar isso, mas agora você esta bastante instável... Isso é ruim. Existe algo que eu possa fazer para lhe ajudar a melhorar? – Rodrigo pergunta calmamente. O que ele acha que pode fazer? Não sei o que ele quer, mas não quero continuar a ser incomodada por ele...
- Derrote o Leandro numa luta seria! Isso me faria melhor! – Falo escondendo meu rosto entre os braço, me lembrando dele beijando aquela vadi...  Sei que ele não vai conseguir, talvez acabe quase morto. Isso se ele aceitar, que é o que eu duvido muito.
- Esta bem... Depois da aula ele estará aos meus pés. – Rodrigo afirma com um tom de voz assustador. Senti um calafrio percorrer toda a minha espinha. Rodrigo senta-se em seu lugar na sala e o professor começa a dar aula. Quando a aula termina descido sair o mais rápido possível, para não ver o Leandro... Estranhamente estou com medo de encará-lo.

Chegando ao portão sou barrada pelo Rodrigo. – Fique mais um pouco e veja! – Rodrigo fala sorridente me empurrando levemente para dentro do colégio. Ao me virar vejo Leandro logo atrás de mim. Meu coração dispara por um instante.
- Leandro! Eu te desafio! – Rodrigo fala segurando o colarinho da camisa de Leandro.
- Recuso! Tenho que ir para casa e levar a Rafaela para a dela! – Leandro afirma tirando a mão de Rodrigo do seu colarinho.
- Vai fugir Eligos? Rararara... Salomão iria ficar decepcionado se descobrisse que seu demônio da guerra é um covarde. – Rodrigo fala sorridente. Leandro para por um momento e anda em direção ao pátio da escola. Rodrigo vai atrás e eu vou seguindo os dois.

Chegando ao pátio os dois ficam se encarando e aos poucos o lugar vai ficando vazio. Leandro começa a emanar aquela aura que come toda a existência ao seu redor, mas Rodrigo não parece estar sendo afetado.
- Ahahahaha... Covarde? Eu? Quem acha que é para falar isso? Seu deus caído! – Leandro grita e todo o pátio é coberto pela sua aura. Já não sinto mais minha existência, mas... Eu ainda sinto Rodrigo. A aura de Leandro não esta tocando o Rodrigo, existe uma pequena aura branca em volta de Rodrigo que impede que a aura de Leandro toque nele. Leandro olha surpreso para Rodrigo.
- O que foi Eligos? Sua aura não pode me tocar. – Rodrigo fala sorridente. Leandro irritado corre em direção a Rodrigo. Rodrigo segura o braço de Leandro e o joga no chão, depois o solta e se afasta. Leandro corre novamente gritando em direção a Rodrigo, mas Rodrigo abaixa-se e acerta as duas mãos na barriga de Leandro o jogando contra a trave que estava a mais ou menos 5 metros de distancia deles. Leandro cai no chão cuspindo sangue. Leandro levanta-se com dificuldade e sua aura começa a sumir. Acabou? Leandro já perdeu? Aiii... Uma aura roxa começa a ser emanada de Leandro junto com uma onda de energia que me jogou contra a parede. Leandro sorrir e corre em direção a Rodrigo. Rodrigo desvia do soco de Leandro, mas sua camisa se rasga quando ele desvia do soco. Rodrigo segura o braço de Leandro e o com um giro o joga no chão.
- Pare de ser egoísta! – Rodrigo grita enquanto segura o braço de Leandro e traça sua perna sobre o mesmo imobilizando o Leandro. – Não estou falando isso para Abigor. Estou falando isso para você Leandro... Eu sei que você esta atrás de poder, poder para alcançar os seus desejos sem precisar da ajuda de nenhum demônio e ate mesmo da ajuda de Abigor, mas nessa sua busca por poder, você acabou magoando alguém importante para você estou certo? Ate mesmo você deve ter percebido. Então que tal deixar de ser tão egoísta e desistir aqui? – Rodrigo grita para Leandro. Não entendi muito bem o que ele esta falando, mas... Acho que ele falou de mim ali também.

A aura roxa de Leandro some e Rodrigo solta Leandro. Leandro vem andando em minha direção. – Não vou desistir de nada... Aquele maldito deve pagar pelas minhas mãos e não pela de outro alguém. E nem você e nem ninguém vai me impedir. – Leandro grita olhando para Rodrigo enquanto caminha em minha direção.
- E se alguém importante morresse no processo? – Rodrigo pergunta para Leandro. Leandro não responde e continua andando em minha direção. Não entendi muito bem, estou ficando perdida agora... No que ele esta metido? E ele não era o Abigor? Porque o Rodrigo falou que não estava falando com o Abigor e sim com o Leandro?
- Isso é porque o Leandro é, e ao mesmo tempo não é Abigor! – Dimitre fala sorridente passando pelo meu lado. Que susto... Eu não tinha percebido que ele estava aqui. Leandro se aproxima a mim. Não consigo encará-lo, fico com a cabeça baixa. Leandro coloca sua mão sobre minha cabeça.
- Seja lá o que eu tenha feito... Me desculpe! Não irá acontecer novamente! – Leandro afirma sorridente enquanto bagunça meu cabelo. Maldito, desarrumou meu cabelo, mas... Ate me sinto melhor agora, mais confortável... – Vamos para casa agora? – Leandro pergunta pegando sua mochila.

- Sim... Vamos! – Respondo com um sorriso... Não sei por que, mas me sinto um pouco feliz... ‘’Pessoa importante’’... Será que sou eu? Droga... Melhor eu parar de pensar tanta besteira...

Continua?...
Escrito por: Luan

Bem, um amigo que lê minhas estorias falou para eu me focar nessa e tals... Ai eu pergunto a vocês. Querem que eu continue apenas com PDP ou continue também com SA?

Obs: Comentem para eu saber se esta ficando legal. Abraço e ate a próxima ~Luan

Furúnculo


Hoje temos mais uma postagem "Momento Nauseabundo" e bem na hora do almoço \o/ \o/.

O vídeo de hoje é Super Ligth, ou não... rsrsrsrs. Não há muitas informações sobre ele na net, vemos um cara e uma mulher retirando uma massa branca das costas de um homem, parece Chantili — prevejo pessoas passando um tempo sem comer. xD

E apesar de o título do vídeo ser A MAIOR ''ESPINHA'' DO MUNDO, na verdade, trata-se de um Furúnculo *o*


Um furúnculo é uma doença de pele causada pela infecção dos folículos pilosos, resultando numa acumulação localizada de pus e tecido morto. Furúnculos individuais podem juntar-se e formar uma "rede" interconectada chamado carbúnculo. Em casos severos, os furúnculos podem-se desenvolver para abcessos.

O furúnculo pode ocorrer em qualquer parte da superfície corporal, exceto a planta do pé, e a palma da mão. Entretanto, tem preferência por regiões ricas em pelos e submetidas à fricção e alta transpiração, como a região do pescoço, face, axilas, nádegas e virilha

Acontece mais nos homens que nas mulheres, principalmente após a puberdade. O aparecimento pode ser favorecido pelo uso de substâncias gordurosas na pele, pelo fumo do cigarro que após acumulação fecham o folículo e propiciam a infecção, e também pelo uso de roupas justas, que levam à fricção.