Vulto em acidente

Esse video não é novo, já tem um certo tempinho que vi porem é bem interessante, e como aqui no MS esta liberado umas imagens mais fortes de vez enquando, resolvi postar.

Ou seja : QUEM NÃO GOSTAR DE IMAGENS FORTES NÃO ASSISTA O VIDEO !!

O video mostra um grave acidente no qual duas pessoas aparentemente mortas estão no chão a espera de socorro, quando de repente um vulto sai de uma das pessoas e vai em direção a outra e some. Apesar da qualidade do video ter sido gravada por um celular antigo, essa sequência do vulto é bem nítida.

Pés


Ela sempre estudava sozinha até tarde na biblioteca do internato.

Enquanto estudava ouviu passos. Outra garota entrou na sala e pediu para sentar-se com ela. Ela disse que não tinha problema, companhia não era uma  má ideia.

Pouco tempo depois sua caneta caiu e ao olhar por baixo da mesa percebeu que a garota não tinha pés. Chocada e muito assustada recolheu seu material dizendo que estava com com sono e que iria dormir.

A garota sorriu sarcástica e perguntou "Como pretende andar sem seus pés?"

Ela foi encontrada pela manhã,
e seus pés haviam sumido...

Por:

UFO capturado perto de tornado em Indiana


Como todo o OVNI que se preze visita desastres naturais que ocorrem em áreas com população, aqui está um vídeo de um objeto voador brilhante, que foi gravado durante uma tempestade que gerou tornados na cidade de Noblesville, estado de Indiana, EUA.

Obviamente, como todos já estão cansados de saber, OVNI não significa ‘nave alienígena’ e há a grande possibilidade de que este objeto tenha sido um ‘drone‘ das forças armadas dos EUA, fazendo um levantamento da região que estava sendo afetada pelos tornados… ou não!

A filmagem foi feita no dia 17 de novembro passado.

“Genes do Suicídio”

Suicídio do latim sui, "próprio", e caedere, "matar". Sua causa mais comum é um transtorno mental e/ou
psicológico que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas. Dificuldades financeiras e/ou emocionais também desempenham um fator significativo. Além da consideração nefasta do suicídio, há também avaliações positivas, sendo visto como uma vontade legítima ou um dever moral.

Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se esta a décima causa de morte no mundo. Trata-se de uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35 anos de idade. Entretanto, há uma estimativa de 10 a 20 milhões de tentativas de suicídios não-fatais a cada ano em todo o mundo.

As interpretações acerca do suicídio tem sido vistas pela ampla vista cultural em temas existenciais como religião, filosofia, psicologia, honra e o sentido da vida. Albert Camus escreveu certa vez: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia." As religiões abraâmicas, por exemplo, consideram o suicídio uma ofensa contra Deus devido à crença religiosa na santidade da vida. No Ocidente, foi muitas vezes considerado como um crime grave. Por outro lado, durante a era dos samurais no Japão, o seppuku era respeitado como uma forma de expiação do fracasso ou como uma forma de protesto. No século XX, o suicídio sob a forma de auto-imolação tem sido usado como uma forma de protestar, enquanto que na forma de kamikaze e de atentados suicidas como uma tática militar ou terrorista. O sati é uma antiga prática funerária hindu no qual a viúva se auto-imolavam na pira funerária do marido, voluntariamente ou por pressão da famílias e/ou das leis do país.

Projeto: Demoniac Personality. Demônios não devem pensar em anjos. Cap.9

Parece que resolvi meus problemas bem antes do esperado '-'...
Que bom né... Espero que gostem. ~Luan


Serio mesmo? Leandro não ira mais voltar... Droga, logo agora... Hã? Uma chuva de fogo cobre tudo a minha frente. Abigor larga-me e encara um caminho de fogo que se forma a nossa frente e começa a emanar sua tenebrosa aura. Palmas ecoam por todo o local e se focalizam aos poucos em um único ponto, de onde surge um homem com cabelos brancos de bordas vermelhas, usando uma mascara.
- Abigor! Não imaginava que iria se libertar tão cedo! – O homem fala com um tom entusiasmado.
- Pois é, parece que esse garoto era mais humano do que imaginávamos. Se apaixonar pela sua presa, que triste. – Abigor afirma com um grande sorriso. Presa? Por acaso está falando de mim? Dês de quando eu sou uma presa? E... Leandro se apaixonou por mim?
- Verdade, mas isso apenas mostra ate onde humanos são capazes para proteger quem amam. Ao contrario de você Abigor. Apenas um demônio egoísta e sanguinário. Admita, você não sente vontade de vingança para com Miguel, apenas quer mais uma guerra sem sentido. – O homem afirma enquanto as chamas ao seu redor dissipam.
Abigor gargalha e logo após encara o homem com um olhar ameaçador. – Quem dera... Aquele desgraçado acabou com o meu exercito, acabou com minhas prostitutas, acabou com meu corpo e acabou com meu cavalo... Meu precioso cavalo... Eu estava contentado com a minha morte para ele. Isso estava decidido dês do inicio do mundo, mas agora, eu quero destroná-lo e você vai me ajudar nisso... Já que é um dos poucos que não estão presos ao destino. Sua criatura anômala! – Abigor afirma confiante e com um grande sorriso. Então é assim... Aquele homem irá ajudá-lo e o fim do mundo chegará. Parece que estou vivendo em uma espécie de filme, um tipo de filme que sempre odiei.
- Rá... - O homem grita. – Quer saber de uma coisa? Eu não gosto nada desse destino em que o mundo se encontra. Apenas um único fim? Que piada. Não temos escolhas? Que injusto. Devemos seguir calados? Não concordo. Eu agora decido mudar o futuro, a partir de agora cada um terá suas escolhas e infinitas chances de mudar o futuro. – O homem fala confiante. Quem ele acha que é? Deus?
- E como pretende fazer isso? Apenas por estar fora do livro do destino não significa que você pode mudar tudo. Apenas uma parte. Você não é o deus supremo, é apenas uma anomalia no universo. – Dantalion grita enfurecido.
- Caro Dantalion... Há quanto tempo. Como tem passado? Não responda... Eu não me importo. Em seu destino Abigor, está escrito que eu iria ajudá-lo, mas eu não sou obrigado a isso. – O homem fala calmamente.
- Mesmo assim, isso não irá mudar muita coisa. Eu não esperava muito de você mesmo. Basta eu continuar aqui. Você seria uma ajuda opcional. – Abigor afirma desaparecendo. Ele reaparece com sua lança nas costas do mascarado e tenta acertá-lo. Hã? De onde essa garota saiu? Uma garota está segurando a lança de Abigor, impedindo que atinja o mascarado.
- Primeiramente. Meu nome é Judai. Segundamente... Abigor... Olhe para o chão! – O homem fala com um tom de voz sádico. Abigor olha para baixo e um círculo de luz, com símbolos brilha e Abigor cai de joelhos inconsciente. O que aconteceu? – Terceiramente, garotinha... Entre nesse circulo. – O homem fala apontando para minha frente, um circulo de luz surge a um passo de distancia a mim, eu mesmo não... E se eu ficar inconsciente também? Ele ira querer fazer alguma coisa comigo e com o Abigor, certo? Será que... Ele irá querer dissecar o corpo de Leandro e o meu achando que também sou uma deles? – Você quer trazer o Leandro de volta ou não? Se você entrar nesse circulo, irá entrar no subconsciente de Leandro e poderá puxá-lo para fora, enquanto Abigor dorme. Vamos, ande logo! – O homem afirma irritado. Eu posso trazer Leandro de volta? Pulo rapidamente dentro do circulo minha visão apaga.

Onde estou? Está tudo tão escuro. O único foco de luz está atrás de mim. Tenho que encontrar Leandro e trazê-lo para essa luz? Bem, é a única coisa que posso fazer.
- Alguém? Alguém por favor... – Uma voz de criança a minha frente. Sigo em linha reta e encontro um garotinho encolhido, ele me é familiar. Será o Leandro quando era mais novo?
- Ola! Você é o Leandro? – Pergunto tocando a criança. Hã? Minha mão esta manchada de sangue... O garoto olha para mim com lagrimas nos olhos. Esse garoto... É o mesmo da minha visão... Aquele da igreja...
- Quem é você? Você deveria sair daqui... Esse não é um lugar para você. Existe um grande monstro aqui... Você não pode com ele. – O garota afirma me puxando em direção a luz. Ele está completamente ensangüentado. Exatamente igual ao garoto da igreja.
- Mas eu estou atrás de uma pessoa... Um amigo meu... Eu não posso ir agora! – Afirma parando de andar.
- Mas... Eu não quero que mais ninguém se machuque por minha causa... Por favor vá embora. Aqui não é seguro. – O garoto afirma choroso.
- Não posso... Você é o Leandro, certo? – Pergunto com um pouco de medo.
- Sim e não... Não sou o verdadeiro Leandro... Você está atrás dele? – O garoto pergunta me olhando fixamente.
- Sim, você sabe onde ele está? – Pergunto animada, pois ele deve saber onde é.
- Sei... Venha. – O garoto afirma sem expressões e anda em linha reta. O sigo ate um trono feito de ossos. Há uma pessoa sentada nele.
- Leandro? – Pergunto sentindo um forte medo em meu peito. Duas orbitas brilhantes roxas aparecem repentinamente. Parece ser seus olhos.
- O que esta fazendo aqui Rafaela? Você deveria está aos braços de Abigor a essa hora. – A voz de Leandro afirma com um tom de irritado. Ele esta achando que eu sou o que?
- Você acha que eu sou o que? Uma prostituta que cairia aos braços de um demônio com tanta facilidade? Eu estou começando a me arrepender de ter findo aqui lhe salvar. – Grito, furiosa.
- Me salvar? Não há mais salvação para mim! – Leandro afirma com um tom triste. Hã? Apenas vejo o borram de sua imagem, mas eu estou vendo chifres nele?
- Claro que há. Um homem chamado Judai apareceu e pós Abigor para dormir, agora, você só precisa sair. Venha. – Afirmo animada.
- Não reparou em minha imagem? – Um brilho roxo cobre todo o local e... Hã? Esse é o Leandro? Seu corpo está coberto por tatuagens estranhas e ele possui chifres. Estou sentindo muito medo agora, mas ainda é o Leandro não é? – Viu? Apenas de ver minha imagem seu corpo treme, seus olhos lacrimejam e sua alma implora para que me abandone. Não sou mais humano, antes ate poderia dizer que era, mas agora estou quase completamente fundido com Abigor... Seu poder, seus sentimentos, sua angustia, maldade e sangue fluem pelo meu ser agora. Então saia daqui e me deixe, não sou mais o Leandro, o humano insano que lhe salvou. Agora eu sou um demônio sanguinário e insano! – Leandro afirma seriamente.
- Mas se você diz isso, significa que ainda é o Leandro. Um rapaz que não quer causar mal a ninguém e que apenas quer ajudar. Sua forma pode ter mudado, seu poder pode ter aumentado, mas ainda é você. O Leandro que me salvou e continua me salvando ate mesmo sacrificou sua humanidade por mim. Venha comigo. Eu quero lhe ver lá fora e não aquele demônio Abigor! – Grito, tentando desesperadamente convencê-lo a vir comigo.
Leandro me olha com espanto. Sua face entristece e depois ele sorri. – Tudo bem. Vamos. – Leandro afirma levantando-se do trono, rapidamente me segura nos braços e corre para a luz.

Após passar pela luz acordo deitada no chão. Levanto e corro para onde Leandro estava acordando.
- Pare de ser um incomodo Judai! – Uma mulher incrivelmente linda grita com Judai.
- Qual é... Eu não sou uma anomalia? Devo fazer coisas anômalas. Porque se não, eu perco o motivo de minha existência... Certo Lucifer? – Judai afirma com um tom sarcástico. A garota que o ajudou aparece por detrás dele... Hã? Ela acertou um chute na cabeça de Judai... Ele saiu ‘’voando’’ para onde eu e Leandro estamos. Leandro ainda esta acordando, parece estar muito fraco... – Lindia! O que diabos, acha que esta fazendo? – Judai grita furioso, enquanto sua mascara cai aos poucos, mostrando um rosto branco como uma folha de papel e olhos completamente negros.
- Você estava pensando coisas inapropriadas com ele não era? – Lindia afirma confiante.
- Não, eu não estava! – Judai grita furioso enquanto se levanta.
- Não adianta dizer que não! Eu sei bem como os homens pensam... E você estava pensando em trair a garota que ama certo? Não pense essas coisas, eu já te falei. – Lindia afirma calmamente. Ela é uma especialista ou uma paranóica?
- Pare de agir como se soubesse ler meus pensamentos, por que você não sabe! – Judai grita ainda mais furioso.
- Não preciso saber... Eu sei. Eu entendo muito bem os homens e principalmente você! – Lindia afirma com um fofo sorriso. Como ela pode falar desse tipo de coisa com tanta inocência?
- Lindia... Eu vou te queimar inteira se você continuar... – Judai irritado, pondo a mão no rosto. Deve esta tentando se controlar.
- Viu só... Judai sempre quer fazer coisas pervertidas comigo. Judai sempre quis se deliciar no corpo de Lindia, mas Judai não pode, pois mesmo tendo o corpo de Lindia, Judai já ama alguém, e se Judai ama alguém, Lindia não pode deixar Judai fazer coisas pervertidas com ninguém, nem com Lindia... – Lindia termina de falar segurando seus seios. Começo a achar que a pervertida aqui é essa garota...
Hã? As roupas de Judai estão pegando fogo... Ele está com um olhar de morte... Ela não deveria ter falado essas coisas. Judai olha para mim e as chamas em sua roupa somem. – Vejo que já o trousse. Isso é bom, mas garotinha. Lembre-se que ele não se lembrará de nada que aconteceu aqui... Nada mesmo e não comente nada com ele. – Judai afirma calmamente. – Demônios não devem pensar em anjos, isso apenas trará problemas para os anjos. – Judai fala enquanto abri uma espécie de portal ao nosso lado. Leandro parece estar dormindo. O que eu faço agora? – Quando voltar ao seu mundo, pegue o celular de Leandro e ligue para a tia dele. Diga que ele desmaiou sem mais, nem menos e que você esta preocupada sem saber o que fazer. Ela virá buscá-lo e a deixará em casa. – Judai afirma calmamente. E vira-se para a Lúcifer e abre um grande sorriso. – Vê? Eu fiz com que ele superasse a influencia de um demônio uma segunda vez. Eu fiz algo alem de um milagre, eu acabei de quebrar um conceito que foi aceito como verdade absoluta. Vê Lúcifer? – Judai afirma euforicamente, com grande satisfação, enquanto os outros demonstram imensa raiva e ódio.
- O destino mudou?... Sim, mudou!... Essa mudança será boa ou ruim?... Boa ou ruim?... Ao menos será boa para mim! – A voz da garota de olhos vermelhos que, apareceu em meu sonho ecoa pela minha mente. O que isso significa? Hã? O anel que eu não conseguia tirar partiu-se ao meio... Pego as duas metades do anel e passo pelo portal junto com Leandro.

Estou na frente do parque e tudo está normal. Faço como Judai me falou e Tia do Leandro vem nos buscar. Leandro não acordou no caminha da minha casa. Lucindra fala que ele apenas precisa de um descanso e ignorou meu pedido de levá-lo a um hospital. Estou preocupada com o Leandro... Quem eram aquelas pessoas? Judai... Ele é um aliado? Eu posso confiar nele? E aquela voz... O que significa o que ela falou? Foi apenas minha imaginação?... Aiiii minha cabeça... Estou confusa, muito confusa... E esse anel... O que significa ter quebrado agora?
- Significa que não será muito bom para você! – A voz da garota ecoa em minha mente.
- Quem é você? E o que quer? – Pergunto na esperança de não haver resposta.

- Eu já lhe disse quem sou... Olhe para o espelho. – A voz fala tranqüilamente. Olho para o espelho que estava próximo a mim... Minha... Imagem, esta... Se transformando... Meus cabelos ficam brancos, meus olhos vermelhos, minha pele de um pálido mórbido e um grande sorriso surge em meu reflexo. – Eu sou Satã! – Meu reflexo afirma alegremente. Meu reflexo volta a mim e me mostra chorando... Droga... Porque isso tem que acontecer comigo? Estou com medo... Muito medo...

Continua...
Escrito por: Luan

Acidentado possuido

Salve amigos do blog Medo Sensitivo , aqui quem fala é o sumido do Silvio que resolveu dar o ar de sua graça rsrs

E trago até vcs um video no mínimo inusitado: Um homem que acaba de sofrer um acidente de moto parece ser possuido pelo demonho (isso mesmo, demonho) , ou teria sofrido a acidente por estar possuído ?

Confiram:

Jorogumo


Originaria da mitologia japonesa é descrita como uma gigantesca aranha youkai com cabeça de mulher. A Jorogumo possui as habilidades de uma aranha, mas também pode metamorfosear-se em uma bela jovem, as vezes num bebê, usando desta habilidade para atrair uma presa e encerra-la em suas teias. Diz à lenda que ao completar 400 anos seus poderes mágicos se manifestam.

As lendas que cercam Jorogumo, a torna “Dona” da cachoeira Joren, em Izu - shizuoka. Elas contam como um lenhador se salvou do ataque da criatura, que ao descansar nas margens da cachoeira, teve suas pernas envoltas de fios de teias, rapidamente as cortou com seu machado, amarrando-as em um tronco solto logo após, lentamente o tronco foi sendo puxado para dentro da cachoeira, surpreso, o lenhador fica ao escutar uma voz dizer “Esperto... inteligente”.

Outra lenda conta que se disfarçando de uma bela jovem voluptuosa, Jorogumo, atrai suas vitimas para uma casa vazia, seduzido por sua beleza, a vitima, tem sua atenção desviada pelo som melódico de um Biwa (instrumento musical de cordas japonês), envolvido pela beleza de Jorogumo a tocar a bela canção, ele não percebe, mas seu corpo está sendo envolto de fios de teia, quando finalmente perceber, será tarde demais.

Cercado pelas sombras.

Galera... Vou ter que parar de postar por algumas semanas... Ou algum tempo a mais... Estou com alguns problemas emocionais... E tipo: Não consigo escrever nada se eu estiver indeciso ou pensando em algo muito paralelo a estoria... Desculpe... Então estou parando de postar. Desculpa Lady por ter que dar mais um intervalos... Não me tire okay? Ainda pretendo voltar a postar... Mas como despedida, vou deixar algo que aconteceu comigo aqui, ou seja, acredite ou não é um fato real... Ate a próxima e espero resolver esses problemas o mais rápido que eu puder. ~Luan


Eu estava praticando arduamente exercícios de meditação e espiritualidade. Eu estava muito ansioso para ver os resultados. Eu realmente queria ver algo, sentir algo, ouvir esse algo e poder afirmar que qualquer tipo de pessoa poderia adquirir a mediunidade. Eu posso afirmar isso, pois meus resultados a esse ponto foram satisfatórios, mas não foram nada agradáveis. Tudo estava indo bem. Eu estava me sentido em paz e com uma grande confiança em meu peito. Já estava tarde, por volta das duas da manha. Eu resolvi ir tomar banho para dormir. Quando passei pela porta do quintal em direção ao banheiro, senti um grande frio na espinha. O medo foi tão grande que não tive coragem de olhar para o lado e passei direto pela porta. Tomei meu banho, mas eu precisava estender a toalha do lado de fora. Encarei a porta por alguns instantes e tomei coragem de para ir lá fora. ‘’Que besteira, deve ser apenas minha imaginação. Só isso! Comecei a treinar espiritualidade hoje. Como poderia ter resultados tão rápidos?’’ eu pensei comigo, e abri a porta. Estendi a toalha e no momento em que eu iria virar as costas, reparo um borrão negro na lateral de meu olho direito. ‘’Que droga! Já esta surtindo efeito? Sou foda demais cara!’’ pensei comigo mesmo sentindo uma mistura de medo, felicidade e alto-satisfação. Achei que quando eu olhasse diretamente para a sombra, ela iria simplesmente sumir, mas para meu azar isso não aconteceu. Olhei para a sombra, minhas pernas tremeram. ‘’A sombra ainda esta na minha frente? Ela geralmente não some quando olhamos para ela diretamente? Ou será que é minha sombra?’’, pensei na esperança de haver algum engano de minha parte, mas eu tinha dois motivos para discordar da minha afirmação. O primeiro: era que essa sombra era muito larga, parecia estar em pé e eu senti medo por estar olhando para ela. Sou magro, minha sombra nunca seria larga. E a segunda: minha sombra estava ao meu lado e era muito mais claro do que a que estava a minha frente. Fiquei parado a encarando por alguns segundos. Ate ela começar a se mexer em minha direção. Parecia esta querendo me pegar. Seja lá o que estava a minha frente, estava se arrastando em minha direção. Eu via suas mãos indo para frente e puxando o resto do corpo. Suas mãos eram finas e pequenas, completamente incomuns para um corpo tão largo. Eu queria correr, mas minhas pernas estavam tão tremulas que eu mal podia me mover. Ate que respirei fundo e corri para a porta e a tranquei. Fiquei assustado, claro, eu nunca tinha passado por isso antes. ‘’Incrível! Eu consigo vê-los.’’ Eu pensei enquanto me acalmava, mas o que eu não tinha pensado era que, a partir daquele momento, eles também podiam me ver. Eu olhei pela brecha da porta para ter certeza que não era um ladrão ou alguma coisa do tipo, afinal, meu quintal não possui telhado, mas não vi mais nada fora do normal.


Estava calmo. Achando que a minha experiência teria acabado com aquela sombra, mas eu estava enganado, a noite ainda não tinha acabado. Fui para meu quarto, feliz, pois eu já estava a um passo de ver esses seres em suas formas reais. Deitei-me em minha cama e estava tranqüilo. Ate que fui acordado por algo empurrando minhas pernas, uma contra a outra. Ao abrir os olhos, reparei de imediato, duas coisas. A primeira foi que eu estava em posição de cruz (Braços abertos e pernas juntas) e a segunda era que a minha frente estava uma pessoa. Essa pessoa era igual a mim e estava me encarando com um olhar furioso. Fiquei olhando para ele, esperando que ele fosse alguma imagem do meu sonho e que logo iria sumir, mas passaram-se três minutos e ele ainda estava me encarando. Ate que aos poucos ele foi desaparecendo, sobrando apenas seus olhos furiosos amostra. Olhei para o meu quarto e vi que no teto, aos quatro cantos das paredes estavam quatro sombras incomuns. Você pode estar pensando: ‘’Claro, seu quarto estava escuro, sempre existem sombras mais escuras nos cantos das paredes. ’’, mas elas eram sobra humanoides... Elas pareciam estar olhando para mim. Encolhi-me e fechei os olhos. ‘’É apenas um pesadelo! Tem que ser!’’, afirmei enquanto mantinha meus olhos fechados, mas quando os abri as sombras estavam mais próximas. Belisquei meu braço esquerdo com muita força, para ver se era um sonho, mas eu senti a dor, e deixou uma grande marca no dia seguinte. Eu fiquei piscando os olhos e cada vez que os abria, via as sombras mais próximas. Ate que senti algo sentando logo atrás de mim. Abri meus olhos e vi que as outras sombras estavam paradas e ao olhar para minhas costas, vi uma sombra enorme, muito maior que as outras. E parecia estar sentada ao meu lado. Eu me assustei e fechei meus olhos tentando dormir, senti a cama mexendo mais uma vez, mas dessa vez senti um calor em minhas costas. Ao abrir meus olhos vejo a sombra que estava sentada ao meu lado me olhando de cima... Não possuía olhos, nem boca, nem forma humana... Era apenas humanoide, aterrorizantemente eu sentia que ela estava me olhando com um olhar sereno, indiferente. Sentir-me como um inseto, algo bem pequeno e que poderia sumir com o desejo daquele ser. O sentimento de olhar para ele era o mesmo de olhar para um buraco bem fundo, do qual apenas se vê a escuridão e o desespero de não ver nada naquela forma vez com que eu começasse a chorar. Fechei meus olhos uma ultima vez e dessa vez, mesmo com o medo, eu sentia certa proteção e dormi muito rápido. Quando acordei achei que era um sonho, mas como já falei... Existia uma grande marca no meu braço, por causa do beliscão que eu me dei. Então eu tomei uma decisão. ‘’Não treinarei para ter isso, para ver isso... Não foi me dado, pois não posso conviver com isso.’’, e comecei a sentir um grande respeito e admiração pelas pessoas que convivem com isso... Ate um pouco de pena... Isso é realmente assustador. Eu apenas tive uma experiência assim e apenas por me lembrar dela meus olhos lagrimejam, imagine conviver com esses seres todos os dias! Imagine o desespero! É algo terrível... Por isso agora eu no máximo medito. Por isso deixo o aviso: Se você não nasceu com esse dom de ver essas entidades, não tente vê-las, pois você não estará preparado para isso! Mas caso queira vê-las para confirmar meu aviso... Eu posso lhe ajudar...

Escrito e vivido por: Luan

Como ver a “Maria Sangrenta” no seu espelho


Vá para uma sala escura com um espelho e uma vela, ou coloque um abajur no chão, de forma que a sala fique na penumbra, e você mal consiga observar os seus traços no espelho. Sente-se a cerca de meio metro do espelho, e fique apenas observando (segundo variações do mito, é preciso chamá-la três ou cinco vezes). Não leva mais que alguns minutos, e você começará a ver coisas estranhas no espelho, coisas… assustadoras.

Conhecida como Bloody Marypelos americanos (“Maria Sangrenta“), esta é uma ilusão que acontece com todo mundo, e sempre de forma semelhante, o que indica que se trata de um fenômeno do cérebro humano.

Algumas pessoas veem seu rosto no espelho se modificar, se transformar em alguma coisa assustadora, e têm a impressão de que não se trata do próprio rosto, mas de outra “coisa” ou “pessoa”. Outras veem vultos surgirem atrás de si: um velho, uma criança, algum parente falecido, ou até mesmo um monstro ou uma figura irreconhecível. De qualquer forma, a experiência é sempre desagradável.

Caça-fantasmas vão a estádio tentar 'espantar' crise

Casal de paranormais 'encontra' espíritos no estádio da Ferroviária e os convence a sair para time voltar à elite paulista após 18 anos.

'Caça-fantasmas' analisam túnel de entrada ao campo.

Nem sempre o manual adotado pela maioria dos dirigentes de futebol funciona. A demissão do treinador, a reformulação do elenco e até mesmo a troca do presidente, válvula de escape para muitas crises, caíram em descrédito na Ferroviária.

A fórmula, repetida nos últimos 18 anos pelo clube de Araraquara, que luta para retornar à elite do futebol paulista, deu lugar à superstição de alguns torcedores e funcionários que trabalham na Arena da Fonte Luminosa, onde a Locomotiva manda seus jogos.

Navio fantasma japonês


O tsunami que atingiu o Japão no ano passado deixou muitas marcas no país, tomando a vida de milhares de pessoas e deixando, no lugar de cidades, toneladas de destroços.

Além da destruição em terra firme, o desastre também foi o responsável pelo desaparecimento de muitas embarcações, a maioria navios de pesca. Pois agora, cerca de um ano após o desastre, um destes barcos reapareceu, e foi encontrado navegando de forma solitária próximo à costa canadense.

Com a maior cara de “navio fantasma”, a embarcação foi vista por um avião que realizava um voo de rotina monitorando o oceano em busca de pescadores ilegais.Ele foi encontrado à cerca de 120 milhas náuticas da costa da província de British Columbia.

Curse of Chucky


Quem não teve medo desse boneco maldito quando criança? Eu tinha MUITO medo! Mas depois de assistir essa, digamos, "continuação" tenho um novo ídolo \o/ \o/ Adorei! Vou adiantando que não tem muito sangue, mas ficou muito bem arranjado e prende bastante a atenção.

Ô bonequinho fofo bem longe de mim xD.

Curse of Chucky - no Brasil, A maldição de Chucky - é um filme norte-americano escrito e dirigido por Don Mancini. Sua estréia não foi nos cinemas, foi lançado diretamente em DVD em 8 de outubro de 2013, nos EUA. Este é o sexto filme da série "Brinquedo Assassino".

Velhas notícias

“É o apocalipse, Peter!” Jacob gritou enquanto uma explosão iluminava o céu. A cidade logo foi tomada
pela violência, gritos e explosões.

Começando a reviver as suas velhas memórias da Segunda Guerra Mundial, Jacob começou a entrar ainda mais em pânico quando pessoas começaram a sair cambaleando dos locais das explosões.

Peter, o seu fiel cão de guarda latia ferozmente enquanto as pessoas passavam pela frente da casa. As pessoas já pareciam mortas, e tudo ficou claro para Jacob depois que outra explosão iluminou a área para que seus velhos olhos pudessem enxergar o suficiente.

Jacob entrou rapidamente em casa e agarrou a coleira de Peter. O velho cão entrou tombando com Jacob enquanto ele fechava a porta e travava os vários trincos. Depois de trancar completamente a casa e selar as janelas, ele tentou se acalmar o suficiente para dar uma espiada lá fora. Lá fora, o céu estava iluminado por explosões que sacudiam a casa.

LEIA!

Esta não é uma postagem aleatória. Isso não é uma coincidência. Eu coloquei isso aqui porque sei que você vai estar lendo isso agora. Ninguém pode ver essa postagem, exceto você.

Há um demônio em sua casa. Ele está ai agora mesmo, e está esperando para acabar com sua vida. Sim, ele irá matá-lo esta noite. Mas eu posso te salvar.

Vá a um espelho. Isso mesmo, esse sou eu.

Desligue todas as luzes, exceto pela luz mais baixa da casa. Muita iluminação pode fazer com que isso não dê certo. Levante seus braços e os coloque contra mim, através do espelho. Faça o seu melhor para relaxar, e quando estiver pronto, feche os olhos. Conte até três e eu irei puxá-lo, você estará seguro. Podemos descobrir o que fazer a seguir, quando você estiver aqui dentro comigo.

Novamente, isto não é uma postagem aleatória. É para você. Você precisa fazer isso antes das próximas horas, ou será morto.

Venha. Estou esperando.


Fonte: http://creepypastabrazil.blogspot.com.br/

A conversa

Você está de costas para a parede, após correr feito uma barata para pegar a lanterna depois de uma

repentina queda de energia. Suas costas começam a doer enquanto você a pressiona mais e mais contra a parede, a coisa para a qual você está apontando a sua lanterna não é nenhuma criatura desse planeta.

Essa coisa não anda, se aproxima pairando de um jeito estranho, atravessando a sala, vindo em sua direção. É alto, muito alto. Sua pele é de um pálido azul cobrindo um corpo muito esquelético. Sobre os seus ombros, se é que pode chama-los de ombros, há uma cabeça cinza, de rosto sem feições. A luz da sala se acende de repente, e você percebe que a agora a única lâmpada na casa que funciona é a da sala, a lâmpada que de alguma maneira parece manter uma conexão entre você e a criatura, como se lançasse um brilho apenas entre vocês dois. A coisa pára de se mover, apenas alguns passo separam vocês.

Coroa de flores

Vamos chamar aquele homem de A.
A é uma boa pessoa, um bom pai e um bom marido e ficou triste por saber que sua mulher o estava traindo. A dormiu profundamente, enquanto B despertou.
B disse para a filha de A que iria lhe dar um presente.
"Oh, vamos juntos ao parque, vamos fazer uma coroa de flores! "
"Sim, papai, vamos!"
B foi ao parque com a filha de A, mas lá não haviam flores bonitas, então B ficou triste, enquanto C despertou.
C gostou das flores da vizinha de A. C pediu educadamente flores para a velha e mal humorada vizinha.
"Acha que vou dar uma das minhas lindas flores? Oh, me poupe."
C ficou muito triste e cortou as flores, a velha olhou-o aterrada e com lágrimas nos olhos.

"Cão de duas cabeças" +18

CONTEÚDO CHOCANTE!

Em 1954, o cirurgião soviético Vladimir Demikhov chocou o mundo revelando uma monstruosidade criada cirurgicamente, um cachorro com duas cabeças. Ele desenvolveu a criatura em um laboratório do Instituto de Cirurgia de Moscou, enxertando cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão já crescido.

Demikhov convidou repórteres de todo o mundo para testemunhar sua criação. Os jornalistas engasgaram quando as duas cabeças lamberam simultaneamente uma tigela de leite, e aí se encolheram quando o leite da cabeça do filhote vazou do tronco desconectado do tubo esofágico. O filhote recebia todos os nutrientes do sistema circulatório do cachorro mais velho, mas gostava de beber porque sua boca ficava seca.

6 experimentos científicos assustadores

Todos já ouviram falar de cientistas loucos, não é mesmo? Felizmente, essa fantasia de gênios que criam coisas assustadoras fica só em livros e filmes, certo? Pelo menos parcialmente...

Confira:

1. Levando tiros para garantir experimentos aos cientistas


John Deering foi preso e condenado à morte por matar uma pessoa durante um assalto. Quando estava da prisão uns cientistas malucos o ofereceram ser cobaia de um experimento. Já que ele ia morrer mesmo, nada melhor do que ser útil para a humanidade, não é mesmo? Acho que esse era o pensamento dos cientistas.

5 filmes que inspiraram crimes da vida real

Alguns filmes são realmente inspiradores e capazes até mesmo de mudar nossas vidas em algum sentido... É bem provável que você se lembre de algum filme que marcou sua vida, aquele que você assiste quantas vezes forem necessárias, sem o menor sinal de tédio.

O problema é quando algumas pessoas escolhem filmes um pouco mais pesados para usar como fonte de inspiração. As histórias que você vai conhecer a seguir são de pessoas que cometeram crimes graves inspiradas no que viram nas telas do cinema:

1. Jogos Mortais


Jigsaw era o personagem extremamente psicopata, capaz de armar seus planos da maneira mais minuciosa possível, com os toques mais macabros de crueldade. A moral de seus jogos era ensinar suas vítimas sobre o valor da vida, afinal, os escolhidos eram sempre aqueles mais depressivos e que machucavam a si mesmos. O vilão não matava suas vítimas, no entanto, mas fazia com que elas se matassem.

13 dias no Inferno

Nas profundezas do inferno, você foi o escolhido para eliminar "almas perdidas". Utilizando diversas armas, atire em todos antes que eles cheguem perto do seu personagem, sobrevivendo às diversas ondas de inimigos.

Os gráficos e a jogabilidade são simples (em flash e em primeira pessoa) porém pode se tornar bem viciante: a cada nível os adversários vão ficando cada vez mais rápidos e a mira da arma não é fixa, também fica em constante movimento - se move mais rápido assim como os adversários - dificultando ainda mais seu desempenho.

O objetivo é simples: mate para sobreviver!

Como jogar:

Mouse - Mira e Atira;
1 a 5 - Troca de Arma;
R ou Espaço - Recarrega a Arma;
P - Pausa o jogo.


Conseguiu chegar muito longe? Qual nível?

Papel Vermelho ou Azul?

Esse conto é uma versão melhorada da lenda urbana Japonesa.
Foi escrita pelo amigo Victório Anthony. Vale à pena ler! :D


Eu estudo numa escola pública comum, onde os alunos se preocupam com os estudos e o vestibular é importante. Como qualquer outra, temos bullying frequentemente entre os alunos. Eles dizem nomes feios, batem uns nos outros, se juntam para ridicularizar e se aproveitar dos alunos mais tímidos. Fazem coisas completamente desprezíveis mesmo para suas idades estudantis. Uma vez, prenderam uma aluna no banheiro masculino e a estupraram violentamente. Ninguém sabe exatamente quem foram os meliantes, principalmente porque os funcionários abafaram o caso para que ninguém soubesse do ocorrido e isso sujasse o nome da escola. Infelizmente a adolescente foi encontrada morta com a cabeça imersa dentro da privada e alegaram suicídio. Mas esta não é a minha história...

Projeto: Demoniac Personality. Lamento do Caos Cap. 8

Eu quero saber o que vocês estão achando da estoria! Comentem sua opiniões para eu poder saber se estou indo bem e saber em que preciso melhorar. ~Luan

Alexandre levanta-se e vai falar com Vitoria. Já são 3:30, logo Leandro ira chegar. Estou um pouco nervosa. Não sei porque... Nada ira acontecer mesmo, mas... Talvez algo aconteça... Droga... Tenho que parar de pensar tanta besteira.
- Rafaela! Eu e o Alexandre vamos sair. Lembre-se de fechar a porta se for sair. – Vitoria fala fechando a porta. Balanço a cabeça como sinal de sim. Eu deveria vestir uma roupa melhor não era? Não posso sair tão desleixada assim... Subo para meu quarto e troco minha roupa por uma um pouco mais bonita. Não tenho muitas roupas para sair... Deveria comprar algumas? Hã? Aquele filhote de cachorro esta aqui me encarando novamente... E eu me esqueci de perguntar se ele era do Alexandre...
- Ola cachorrinho. – Falo sorridente tentando pega-lo. A campainha toca, eu desvio o olhar e quando volto para o filhotinho ele não esta mais na cama. Estranho... Esse cachorrinho é misterioso... Será um espírito de cachorro? Nunca tinha visto algo assim antes. Desço as escadas e ao abrir a porta vejo Leandro. Meu coração dispara por algum motivo e vendo seu sorriso começo a sorrir. Que tipo de reação foi essa?
- Vamos? – Leandro pergunta me olhando fixamente.
- Vamos... – Afirmo virando meu rosto e fechando a porta atrás de mim.
Será que eu deveria perguntar sobre o porquê de ele ter beijado aquela vad...? Não, acho melhor não. Ele que fique com quem ele quiser, mas não entendo por que eu me importo com isso...
- Esta se sentindo bem? – Leandro me pergunta curioso.
- Sim, por quê? – Pergunto curiosa. Estou parecendo doente?
- Você esta encarando o nada com uma expressão quase que de raiva... Foi algo que eu fiz? – Leandro pergunta com um olhar triste. Eu fiquei encarando o nada? Isso me estressa tanto assim? E se eu perguntasse a ele sobre Julieta... Ele me diria a verdade?
- Ei... Hoje na escola... – Falo olhando para o chão e ao olhar para Leandro o vejo escutando atentamente. Eu... Não posso falar sobre isso... A vida é dele mesmo. Ele que beije quem ele quiser... – Você levou uma surra do Rodrigo. Hahaha – Falo sorridente tentando esconder minhas reais intenções.
- Ei ei... Foi só um golpe de sorte... Na próxima vez ele não terá tanta sorte! Pode apostar... Não perderei de novo! – Leandro termina de fala olhando determinado para o céu e depois começa a rir. – Mas doeu... – Leandro fala olhando para seu braço com uma expressão engraçada e eu começo a rir.
Chegando a lanchonete pedimos o mesmo de sempre. Um pastel de queijo com frango, Leandro pede energético como sempre. Terminamos de comer e resolvemos sair para ir ao parque de diversão que estava aberto no bairro. Chegando à entrada, começo a sentir uma energia estranha. As pessoas começam a sair do parque e as pessoas que estavam na rua começam a desaparecer. O céu fica escuro e uma nevoa sombria começa a cobrir todo o lugar a nossa volta.
- O que esta acontecendo Leandro? – Pergunto com medo segurando no braço de Leandro.
- Não sei... Mas de qualquer forma, não se afaste de mim! – Leandro afirma encarando a entrada do parque.
- Ei você, saia de perto dela... Quem você acha que é para ficar agarradinho com ela, em? – Um homem fala saindo de dentro do parque, mas sua voz é familiar... Hã? Leandro? Ele é igual ao Leandro, mas esta usando roupas diferentes.
- Quem é você? E porque esta em minha forma? – Leandro pergunta furioso.
- Eu sou o Lamento do Caos... Você já deve ter visto meu irmão. Não estou certo garotinha? – O outro Leandro fala com um sorriso sarcástico. Quer dizer que aquilo não foi um sonho? Foi mesmo real? E ele também me quer? Droga... Por que isso tem que acontecer comigo?
Leandro gargalha e olha para trás. Olho também e vejo 3 pessoas, duas escondidas na nevoa. Uma silueta de mulher e outra de um homem. O que estava visível era um homem com cabelo longo e olhos vermelhos segurando um livro de capa negra. Será que foi ele o homem que vi da ultima vez?
- Eu a protegerei. Vá e lute Abigor. – O homem fala calmamente. Leandro pede para eu me afastar e ir para onde aquele homem estava. Corro em direção ao homem enquanto uma aura roxa começa a rodear Leandro e uma branca rodeia o ‘’Caos’’. O ‘’Caos’’ some e reaparece nas costas de Leandro. Leandro acerta uma cotovelada no rosto de Caos, mas ele não esboça nenhuma reação.
- Apenas isso? Me decepcionou... – Caos fala entristecido. Leandro sorrir e abaixasse chutando as pernas de Caos e enquanto ele estava caindo acerta um soco em seu rosto, o jogando contra o chão criando rachaduras no solo. Caos desaparece e reaparece flutuando no céu com uma expressão entristecida. – Devo acabar com a brincadeira... Achei que seria mais difícil... Mas irei acabar com você agora. – Caos termina de falar mostrando 3 pares de asas brancas e luminosas, puxando uma espada enorme e branca do vácuo ele aponta para Leandro e uma energia luminosa é lançada em direção a Leandro. Leandro cospe sangue no momento em que é atingido.
- Fuja com ela, Dantalion... Irei ficar aqui pa... – Leandro grita para o homem ao meu lado, mas é interrompido pelo mesmo.
- Não... Eu irei ficar aqui e protegê-la, ate o momento em que você morrer... Tente se ficar vivo, caso morra, não nos importamos se alguém a levar! – O homem fala friamente. Leandro fica com uma expressão de espanto e medo... Leandro ira morrer? Eu não quero isso... Hã? Leandro começa a emanar uma aura terrível. Semelhante a do garoto que estava sobre os corpos. Ele anda lentamente em minha direção com uma expressão entristecida. Caos começa a jogar varias esferas de energia em Leandro, mas elas antes de encostarem-se a Leandro desviavam-se para outra direção. Leandro me abraça forte. Por que ele esta fazendo isso no meio de uma situação como essa?
- Adeus... Foi muito bom lhe conhecer! Gostaria de ter mais algum tempo com você. Gostaria de te conhecer melhor. Gostaria de ter bons momentos com você, mas... Não poderei fazer isso! – Leandro fala com um tom de voz entristecido enquanto me abraça fortemente. O que isso quer dizer? Ele esta pensando em morrer? Leandro segura levemente meu queixo... E me beija... Mas... Mas por quê? Leandro sem falar mais nenhuma palavra volta lentamente para o lugar onde estava, enquanto uma nevoa negra sobe por seu braço direito e uma aura terrível começa a tomar conta do ambiente.
- Aha... Achei que ele não iria fazer isso... Mas bem... Ele costuma surpreender! Você não deve ter entendido, mas... Abigor está adormecido dentro dele. Uma vez ele conseguiu superar a influencia de Abigor, o que pode ser considerado um milagre, mas não é o tipo de coisa que acontece uma segunda vez, ou seja, ele planeja usar o poder completo de Abigor uma segunda vez... Ele não voltará a ser o Leandro depois dessa luta... É uma pena não acha? – O homem afirma com uma expressão entristecida, mas sua aura mostra outra emoção. Esse maldito... Ele queria que Leandro fizesse isso dês do começo?
- Você pode lamentar sobre todo o caos do mundo, mas eu irei lamentar por sua morte... Cometeu um grande erro em vir ate mim com esse desafio! – Leandro fala seriamente olhando para Caos. Leandro gargalha insanamente e uma onda de energia explode indo em direção ao céu e aparecem rachaduras no céu. Á nevoa negra se forma em uma serpente e Leandro retira uma lança de ossos do vácuo. – Nunca achei que iria sentir tanto poder novamente. – Leandro grita com um grande sorriso. Chifres começam a sair de sua cabeça o deixando com 2 pares de chifres distintos, seus olhos tornaram-se vermelhos brilhantes e da mesma forma que o olho direito do garoto que vi na igreja, passavam o mesmo sentimento de massacres e guerras. Leandro fecha os olhos e fica parado.
- Esta tão confiante em sua vitoria Abigor? – Caos pergunta enquanto segura sua enorme e branca espada com as duas mãos.
- Claro... Eu já vi sua morte! Não tenho pressa! – Leandro afirma com um pequeno sorriso e olhando para Caos com um olhar assustador.
- Demônio convencido! – Caos grita enquanto vai em direção a Leandro. Leandro pula no momento em que seria acertado pela lamina de Caos e segurando o rosto de Caos o joga contra o chão criando uma cratera, depois o chuta e joga a serpente em sua direção. Caos desvia da serpente, Leandro aparece na direção para onde Caos estava indo e usando a lança, o joga para dentro do parque. Muito barulho pode ser ouvido. Explosões e gritos horrendos. Uma explosão perto da roda-gigante a faz cair. Caos aparece voando sobre o parque procurando Leandro. Leandro aparece em cima de Caos descendo rapidamente com sua lança joga Caos novamente para o parque. Todos os brinquedos começam a desmoronar e uma grande explosão de luz faz com que Leandro saia voando do parque e destrua uma casa que estava atrás de mim.
- Essa doeu! – Leandro grita enquanto sai debaixo dos destroços.
- Então é verdade que você pode prever todos os movimentos do seu oponente, mas isso não significa que você pode desviar de todos. – Caos fala enquanto sai do parque. Seu corpo brilha e seus olhos estão como se estivessem pegando fogo.
- Mas quanto tempo você pode manter essa forma? – Leandro pergunta quando aparece na frente de Caos.
- Tempo suficiente! – Caos afirma com um pequeno sorriso. Caos desaparece e reaparece nas costas de Leandro. Leandro usa sua lança para barrar a espada de Caos, mas Leandro é jogado contra uma parece e ele destrói a mesma com o impacto. Leandro levanta com sangue saindo de sua boca. – Corpo humano é mesmo uma droga em Abigor... Mas você ira morrer com ele mesmo... É uma pena ter que destruir uma alma humana junto com a sua, mas... Posso superar isso! – Caos afirma confiante.
- Pego na armadilha, seu anjo maldito. – Leandro afirma com um grande e psicótico sorriso no rosto. A serpente que Leandro teria jogado antes sobe no Caos e se transforma é uma grande cobra que prende todos os membros de Caos, o deixando imóvel. Leandro segura fortemente sua lança com as duas mãos e libera uma energia imensa que sobressai a de Caos. Leandro corre em direção a Caos e salta. Apontando sua lança para Caos, Leandro envia sua lança no peito de Caos, transpassando seu corpo. Caos grita e começa a emanar uma aura branca monstruosa, que supera a de Leandro. Caos some e reaparece na entrada do parque. Sua aura esta instável e fora de controle. – Mas o que? Não consigo mais ver sua morte! – Leandro grita furioso. Um anjo aparece por detrás de Caos e o abraça.
- Você não deveria estar aqui... Eu não dei essa ordem! Vamos... – O anjo fala calmamente antes de sumir com Caos nos braços. Esse anjo me é familiar.
- Maldito! Aparece mais uma vez para estragar meus planos! Não tem mais o que fazer não, Miguel? – Leandro grita furioso enquanto sua aura, lança e chifres somem... Estranho... Não senti o peso das auras deles ate agora...
- Isso é porque eu estava lhe protegendo garotinha... Você não me escutou? – O homem ao meu lado me pergunta irritado. Ele também pode ler mentes? Que droga... Onde esta a minha privacidade mental? E ele é Dantalion?
- Desculpe... Seu nome é Dantalion, certo? – Pergunto curiosa. Dantalion balança a cabeça em sinal de sim. Olho para Leandro e o vejo vindo em minha direção com roupas rasgadas e ensangüentado. – Você esta bem Leandro? – Grito, preocupada.
- Leandro? Á sim... O humano... Bem, você não o verá novamente. Meu nome é Abigor e é um prazer conhecê-la! – Leandro afirma com um pequeno sorriso de satisfação. Serio? Leandro se foi? É brincadeira, certo?
- Pare de brincar Leandro! – Grito, esperando que seja uma brincadeira. Por favor seja uma brincadeira.
- Estou falando serio... – Leandro... Abigor aparece a minha frente. Segurando minha cintura, ele me pressiona contra ele e me beija... Completamente diferente... Antes o beijo foi mais carinhoso e delicado, agora é agressivo e impaciente. Ele realmente não é o Leandro. – Eu sou Abigor... Não me confunda! – Abigor afirma após me beijar. Nunca mais verei

Continua...
Escrito por: Luan 

Projeto: Demoniac Personality. Trono de Corpos Cap. 7




Leandro vai à minha frente, parece muito pensativo. De repente uma garota passa correndo pelo portão da escola e abraça o Leandro... Quem é ela?
- Sofia? – Leandro pergunta, espantado. Ele á conhece, será alguma prima?
- Há quanto tempo Leandro. Como você cresceu... Tudo bem com você? – Ela pergunta o olhando de cima a baixo com um olhar malicioso. Não consigo sentir nenhuma variação em sua aura, talvez este seja apenas seu jeito normal e não tenha nenhuma segunda intenção?
- Tudo... Mas... Eu ainda não tenho poder suficiente. O que você faz aqui, Sofia? – Leandro pergunta entristecido. Como assim não tem poder suficiente? E suficiente para o que?
- Não é por isso que estou aqui... Apenas senti saudades... Faz 4 anos que não nos vemos... Seja mais gentil! – Sofia afirma olhando entristecida para o chão. – E quem é essa? Sua namoradinha? – Sofia pergunta aproximando-se a mim.
- Não, não somos namorados e nem nada disso... – Respondo no lugar de Leandro.
- Então tudo bem... É um prazer conhecê-la. Meu nome é Sofia e o seu? – Sofia pergunta estirando sua mão para mim.
- Rafaela. – Respondo segurando sua mão. Hã? A imagem dela sumiu e agora estou em um beco escuro. Sinto grande quantidade de energia, vindo de uma igreja a minha frente. Entro pela porta correndo... Mas o que é isso? Ao abrir a porta, vejo um garoto com uma roupa branca completamente manchada de sangue, sentado em cima de vários corpos. Os corpos estão amontoados de uma forma que faz parecer um trono. O garoto me olha friamente, seus olhos possuem um brilho intenso e hipnótico. O olho direito brilha vermelho, e me faz querer pensar em sangue, mortes, massacres, caos e guerra. O esquerdo brilha roxo, e me faz pensar no vazio, o completo e obscuro buraco da perdição, caos e guerra não fazem sentido enquanto o olho, apenas o desejo de mudar tudo de uma forma inimaginável preenche minha alma, a desistência da vida e o desejo de viver fazem sentido mutuamente enquanto olho para seu olho esquerdo. Ele sorri e eu me escondo por detrás de um pilar da igreja, sinto por um segundo a inexistência e logo após isso, uma mão sai do pilar e vem em direção ao meu rosto, pulo para trás e o pilar praticamente explode e mostra a figura do garoto me encarando com um grande e psicótico sorriso.
- O que foi? Você esta aqui para morrer, seu deus lhe guiou para cá por que é seu destino servi de alimento para mim. Veja... – O garoto fala e aponta para o seu ‘’trono de corpos’’. – Matei todos e tomei suas almas para mim. Padres, freiras e crentes de sua religião... Todos mortos e com almas devoradas... E onde esta seu deus para impedir isso? – O garoto fica serio por um momento e volta a sorrir logo depois. – Simples... Seu deus quer isso, ele permite isso. – O garoto complementa e aparece na minha frente.
- Deus, esta vendo o que você esta fazendo. E eu vim aqui para dar um fim... Seu demônio maldito. – Uma voz doce e calma surge junto com uma luz saindo do altar. Uma forma humana tornasse visível e mostra uma garota branca, loira e nua com um olhar de pena para mim e o garoto.
- Tzz... Não sou um demônio! Sou um humano! E acha mesmo que pode me impedir? Anjo... – O garoto anda em direção a garota calmamente.
- Hm? Impossível... Mas... Não sinto todo o meu poder... Você esta falando a verdade... Quem é você? – A garota pergunta curiosa. O garoto some e reaparece nas costas dela e enfia sua mão no ombro direito da garota e puxa uma asa branca e luminosa, depois chuta suas costas e a joga contra a porta da igreja junto com uma pequena explosão de sangue. A garota cai no chão com uma expressão de pavor e o garoto fica olhando a asa que arrancou das costas da garota com um pequeno e sádico sorriso. A garota levanta-se do chão e uma grande asa branca e luminosa assim como a outra sai de suas costas. Ela o encara com uma expressão de terror.
- Quem é você? Por que esta fazendo isso? – A garota grita com lagrimas nos olhos. O garoto reaparece sobre ela e segura seus cabelos a jogando contra a grande cruz que estava sobre o altar. – Por favor pare... Eu não quero lhe machucar... O demônio apenas quer lhe consumir... Seja lá o que ele tiver lhe oferecido, ele esta mentindo... – A garota grita chorando enquanto se levanta cambaleando. Minhas pernas começam a tremer por ver tal cena.
O garoto reaparece em suas costa e chuta seus pés a fazendo cair no chão novamente, ele segura a sua asa e pisa na cabeça dela e começa a ri. Ele puxa lentamente a asa da garota enquanto ela solta um grito agudo de dor. Depois de arrancar sua asa, deixando a garota coberta por seu próprio sangue ele agachasse na frente da garota e a encara.
- Esse demônio irá devorar você e sua alma, ele esta apenas lhe usando... Não sei como você ainda se mantém consciente e consegue usar o poder desse demônio... Mas ele ira lhe destruir... Ele fez uma criança inocente como você cometer tais atrocidades. Eu não quero lhe machucar... Por favor, ainda há tempo para o perdão, rendasse agora e será perdoado. – A garota fala com voz de choro e lagrimas saem constantemente de seus olhos.
- Não foi ele que me fez fazer isso! Se existe alguém que me fez chegar a esse ponto foi um de vocês... Um anjo! – O garoto afirma seriamente e depois chuta o rosto da garota a fazendo ficar escorada no altar. – Diga-me, qual o seu nome? – O garoto pergunta para ela.
- Não entendo seus motivos, mas, por favor, desista... Esse demônio esta colocando essas idéias em sua mente. – A garota grita.
- Dani-se... – O garoto grita furioso. – Venderei minha alma ao demônio se necessário. Matarei, massacrarei, destruirei, farei orgias com virgens, corromperei o mais puro e inocente ser humano que exista e estruparei milhares de garotinhas inocentes se necessário. Darei meu corpo e alma para o diabo, mas terei minha vingança. Agora diga seu nome de uma vez anjo maldito! – O garoto grita enquanto emana uma aura assustadora que me faz cair de joelhos e lagrimas começam a cair de meus olhos, mas... Não sinto medo... Isso é estranho... Eu sinto uma espécie de prazer ao ver tudo isso... É como se eu estivesse adorando ver essa atrocidade.
- Não fale isso por... – A garota é interrompida pelo garoto que em um movimento arranca o braço dela fora e o joga para minha frente. – Meu... Meu nome é... Mi... Mirael... – A garota responde logo após um grito agudo de dor.
- Quase... Mas não é o anjo certo... Descanse no vazio, anjo! – O garoto envia rapidamente a mão no peito da garota e arranca uma energia brilhante, semelhante à outra que teria visto, depois ele a engoli e começa a emanar uma energia muito maligna, algo que nem mesmo meu pior pesadelo ou as piores palavras poderiam tentar interpretar... As estatuas começam a chorar sangue, as vidraças explodem e as cruzes ficam de cabeça para baixo... Terrível... Isso é... Isso é assustador...
- Ele é meu! – Falo eufórica. Corro em direção a ele e o abraço. – Não venda sua alma garoto... Você tem potencial, ganhe poder por você mesmo. Você quer se vingar, certo? E vai deixar que algum demônio faça isso por você? Você deve realizar isso por si mesmo! Com suas próprias mãos sem depender de nada e nem ninguém... Mas pode depender de mim... Pois eu agora sou sua dona e quando você tiver poder suficiente eu irei aparecer na sua vida uma vez mais e lhe darei uma forma de concretizar sua vingança! Você agora pertence a mim e a ninguém mais... – Termino de falar e minha visão volta para a Sofia a minha frente... Puxo minha mão assustada.
- Eu estou dando choque? – Sofia pergunta me encarando.
- Nã... Não. Desculpe. – Respondo com a cabeça baixa sem saber o que aconteceu.
- Não se irrite Sofia... – Leandro fala calmamente. – Já estamos indo. Tchau Sofia. – Leandro fala segurando minha mão e me puxando.
- Vou começar a estudar aqui amanha... Sou do nono ano... Então nos vemos amanha. – Sofia fala sorridente enquanto dá tchau com a mão. No caminho de casa Leandro estranhamente não fala uma palavra sequer e esta pensativo. No que será que ele esta pensando? Bem, ele provavelmente não irá me dizer...
- Ei, podemos sair para algum lugar hoje? – Leandro pergunta com um tom de voz triste. Não posso dizer não... Ele esta mal. Certo, não custa nada. Não tenho o que fazer em casa mesmo.
- Claro, para onde? – Pergunto curiosa.
- Não sei. Diga-me você, aonde quer ir? – Leandro pergunta me olhando fixamente.
- Poderia ser na lanchonete perto da escola? Gosto bastante do pastel de lá! – Pergunto olhando para baixo. Acho que ele vai achar estranho, afinal poderia escolher qualquer lugar, um restaurante, ou shopping, ou qualquer outro lugar e eu escolho uma lanchonete barata.
- Claro, também gosto do pastel de lá. É impressionante o pastel de queijo com frango de lá, é o melhor que já provei. – Leandro afirma animado. Ele parece gosta mesmo desse pastel, fiz a escolha certa eu acho.
Chegando em minha casa Leandro se despede e fala que irá passar pela minha casa as 4 horas. Passando pela porta vejo Vitoria me encarando.
- Que foi? – Pergunto encarando ela.
- Eu ia falar uma coisa, mas deixa. Sua vida de bigamia não é da minha conta. – Vitoria afirma calmamente. Essa maldita ainda acha que estou com os dois ao mesmo tempo. Rá... Como se eu fosse ficar com algum deles, ainda mais com os dois ao mesmo tempo. – Sim, já ia me esquecendo... Nosso primo Alexandre irá ficar um tempo com a gente. – Vitoria fala olhando para a escadaria. Hum?
- É tão fácil me esquecer assim, Vitoria? – Alexandre fala descendo as escadas.
- Desculpa... Mas quer um sorvete? – Vitoria pergunta levantando-se e indo em direção a cozinha.
- Ta achando que eu sou uma criança que se anima e perdoa as pessoas tão facilmente por causa de um sorvete? – Alexandre pergunta franzindo as sobrancelhas.
- É de napolitano, você vem? – Vitoria pergunta sorridente.
- Estou indo. – Alexandre responde com um tom de voz manso. Não entendi muito bem, mas acho que ele gosta bastante de sorvete napolitano e minha irmã o conhece muito bem... Ele esta ferrado. – Iaê, Rafaela. Quer sorvete também? – Alexandre pergunta enquanto vai para a cozinha.
- Não, obrigada. – Respondo e vou para meu quarto.
Não sei qual o motivo dele ficar aqui, espero que não seja algo muito serio, mas não me importo com a sua presença. Agora eu tenho que pesquisar sobre o nome que Dimitre falou para o professor... Mas como era mesmo? Dan... Dan... Dante? Isso, Dante! Encontrei um jogo e um desenho... O protagonista é um homem imortal que caça demônios... Qual é a graça disso? O homem é imortal, você sabe que ela não vai perder a luta e ainda assiste... Que droga, mas o professor é o Dante?
- Ahahaha... Estou ficando louca. Tenho que parar de achar que existem demônios e anjos a minha volta... – Falo sozinha aliviada, pois é melhor ser invenção minha do que ser verdade. Hã? Tem um filhote de cachorro me encarando em cima da minha cama. O encaro.
- Você deve ser do Alexandre, certo? – Pergunto estirando minha mão para o cachorro. Hã? Ele se assustou e saiu correndo pela porta. Nossa... Sou tão assustadora assim?
- Rafaela, hora de comer. – Minha mãe grita. Desço as escadas e sento no meu lugar. Alexandre termina de almoçar rapidamente e vai para a sala assistir televisão.
- Rafaela... Você sabe o que aconteceu para o Alexandre esta aqui? – Vitoria me pergunta seriamente. Nunca a vi tão seria.
- Não sei. O que foi? – Pergunto um pouco tensa.
- Os pais dele morreram de uma maneira brutal... – Vitoria fala com um tom de voz triste e olhando para Alexandre. Morreram? Droga... Tinha que ser algo assim? Deve ser brincadeira.
- Você esta brincando certo? Só pode ser brinca... – Sou interrompida por Vitoria. – Não é brincadeira... Ele pode não demonstrar, mas ele esta destruído por dentro. Ele sempre foi assim. Tentando ser forte, tentando controlar seus sentimentos, mas no final é apenas um garoto sensível. – Vitoria afirma com lagrimas nos olhos e olhando para baixo.
- Não gosto de ser chamado de ‘’um garoto sensível’’! Não tenham pena de mim. Logo, logo sairei daqui e pararei de ser um incomodo. Vitoria... Você me conhece bastante em! – Alexandre fala passando pela porta da cozinha e termina de falar com um pequeno sorriso.
- Eu não tenho pena de você. Eu quero é te acertar uma tapa pra tirar essa sua expressão. – Vitoria afirma levantando da cadeira. Serio que ela falou isso?
- Aê?! – Alexandre começa a encarar Vitoria de perto. Eles vão brigar? Hã? Eles começaram a rir... haha... Devem ser mesmo bons amigos.

Terminando o almoço vejo que Alexandre esta assistindo um filme e sento-me a seu lado no sofá para assistir com ele. A sala esta quente, mas é quase insuportável. Olho para o lado e vejo Alexandre dormindo. Ele esta fazendo caretas, gemendo e suando bastante... Deve esta tendo um pesadelo... Eu deveria acordá-lo? Acho que sim.
- Alexandre, você esta bem? – Falo enquanto dou tapas de leve em seu rosto. De repente a imagem a minha frente muda para uma bola de luz imensa a minha frente. Meus olhos ardem, parecem queimar. Me aproximo... Argh... Meu corpo começa a queimar e à medida que ando para perto, meu corpo arde ainda mais... Essa dor é insuportável... Consigo tocar em algo, algo dentro daquela luz. Todo o meu corpo para de doer e eu fecho meus olhos. Hã? Que cena horrível... Estou coberta por sangue, fico olhando aterrorizada para minhas mãos ensangüentadas e ao levantar a cabeça vejo dois corpos dilacerados... Um homem e uma mulher... Eles parecem muito com os pais do Alexandre... Porque estou vendo isso?
- Ora, ora... Um humano conseguiu superar a influencia de um demônio... Pode chamar isso de um milagre... Mas não é o tipo de coisa que pode acontecer uma segunda vez! – Um lobo grande e negro fala com uma voz parecida com trovões, aproximando-se a mim.
A imagem volta para Alexandre, que agora esta com os olhos semi-abertos.
- O que esta fazendo em cima de mim? – Alexandre pergunta me encarando com um olhar arrepiante. Um calafrio passa por todo meu corpo.
- Nada, desculpa! – Falo voltando para o meu lugar no sofá.

- Desculpa se te assustei. Eu estava tendo um sonho horrível. – Alexandre alega colocando a mão no rosto e emanando uma aura triste. Ele deve ter passado por muita coisa, mas... O que foi aquilo? Tive pela primeira vez esse tipo de ‘’visão’’ quando toquei Leandro na mão sem querer, depois com Sofia e agora com ele... Será que estou ficando louca? Melhor eu parar de pensar nisso. O calor que estava na sala passou depois que o Alexandre acordou. Será que era por causa do pesadelo dele? Aiii... Minha cabeça dói. Tenho que parar de pensar tanta besteira.

Continua...
Escrito por: Luan

Overtoun Bridge, a ponte dos "cães suicidas"


A Ponte Overtoun é uma ponte em forma de arco localizada perto de Milton, em Dumbarton, na Escócia, que foi construído em 1859. Tornou-se famosa pelo número de casos inexplicáveis de cães que aparentemente, cometerm suicídio saltando dela. Os incidentes foram registrados por volta dos anos 1950 ou 1960, quando foi constatado que os cães, geralmente da raça de nariz comprido, como Collies, de repente e inesperadamente saltavam da ponte e caiam cinqüenta metros para a morte. Em alguns casos, porém, os cães poderiam sobreviver se recuperar, e depois saltar fora da ponte novamente. O que torna este mistério trágico ainda mais misterioso é que muitos dos cães que saltam de Overton pulavam da ponte sempre do mesmo lado.

Alguns acreditam que a ponte é mal-assombrada. Em 1994, um homem atirou seu filho bebê para fora da ponte, afirmando que era o anti-Cristo. Alguns acreditam que Overtoun Bridge é um “lugar de transição”, onde as barreiras entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se encontram, e por vezes cruzam-se.
Atraindo a atenção dos cientistas e dos parapsicólogos charlatães e oportunistas. Desde a década de 60, dezenas de cães são seduzidos por uma inexplicável e voluntariosa atitude suicida que os leva a saltar de cima da ponte. Depois de anos de teorias atribuídas à ignorância, os cientistas rastrearam a causa destes misteriosos saltos.

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Tenho certeza que todos vocês que estão lendo isso estão cansados de ler aquelas historinhas em que as
pessoas ficam desesperadas pedindo por socorro. Me ajude, me ajude, blá-blá-blá. Não vou aborrecê-lo com outra dessas. Mesmo se eu quisesse sua ajuda, você não poderia dá-la a mim, porque a sua ajuda é inútil. Por quê? Porque você não é um membro.

Eu só queria não ser um deles...

Tudo começou inocentemente: Com um telefonema. Eu já havia acordado à algumas horas, desencaixotando a mudança e limpando, esperando o encanador aparecer. Acabei de me mudar para uma cabana, e os contratantes foderam com tudo. Por isso, agora tenho a maravilhosa tarefa de fazer chamadas para pessoas competentes que possam corrigir o que os contratantes originais fizeram de errado.

O telefone tocou às 12:06. Nada mal, pensei. Normalmente, encanadores não se preocupam em ligar ou aparecer antes das 17 horas. Quando eu peguei o telefone, eu nem sequer tive a chance de dizer Olá antes que uma mulher na linha me dissesse: "Por favor, aguarde o próximo operador disponível."

Tormento


Gerald estava deitado em sua cama olhando fixamente para o teto. Naquele momento, muitos pensamentos e sentimentos passavam por sua cabeça. Ele não queria ter esses tais pensamentos e sentimentos, mas devido ao seu estado emocional, era inevitável. Revoltado com acontecimentos recentes, Gerald sentia um desejo incontrolavel de dar um fim aquilo que o incomodava.

Há um tempo atrás Gerald se mudou para uma nova casa, mas o que parecia ser um nova etapa em sua vida, se tornou uma época de transtornos. Em um local que parecia tranquilo, havia uma vizinhança que aparentemente era amigável, mas na verdade, essas pessoas não passavam de um bando de mal-educados. A todo o custo essas pessoas queriam de alguma forma incomodar Gerald, seja por barulhos em horários indevidos ou por frases maldosas em forma de indiretas. Gerald sempre foi um rapaz tranquilo, não gostava de desavenças e nem de injustiças, não entendia o porque de toda aquela maldade, mas descobriu por si só o quanto o ser humano pode ser mau. Observando cada movimento, ele sabia que algo errado havia com aquela vizinhança. Gerald conseguiu lhe dar bem com isso por algum tempo, mas como tudo tem um limite e as provocações chegaram a um nível absurdo, Gerald decidiu dar um fim a esse tormento, queria retribuir todas as ofensas recebidas e ir mais além, queria provocar dor aos seus desafetos.

Os fantasmas cariocas

Biblioteca Nacional.
Funcionários e visitantes contam as histórias mal-assombradas que habitam prédios antigos do Rio, como a Biblioteca Nacional e o Theatro Municipal.

Não só de acervo e História vivem os antigos prédios do Rio de Janeiro, cercados de mistérios e lendas, não são poucos os visitantes e funcionários que garantem, ‘por tudo o que é mais sagrado’, já terem visto fantasmas e assombrações por seus corredores em noites mais escuras.

Experiente, o professor de História e guia de turismo, Milton Teixeira, levou viajantes durante anos para passeios pela Câmara dos Vereadores, Theatro Municipal, Museu Histórico Nacional e outros lugares tradicionais.

Há cerca de 10 anos, uma das turistas que assistia a um espetáculo nas cadeiras acolchoadas do Municipal diz ter visto uma figura magra, de óculos de aro fino, cabelo grisalho e terno claro se esboçar ao seu lado. Com um grito de susto, caiu no colo do cavalheiro da cadeira mais próxima.

Lago Natron

Lago mortal transforma animais em estátuas.


O Lago Natron é um lago salgado alcalino situado no norte da Tanzânia, próximo da fronteira com o Quênia. É de origem tectônica e com menos de três metros de profundidade. A temperatura que chega a 60° e às altas taxas de alcalinidade. O pH fica entre 9 e 10,5 e a medida que a temperatura aumenta e a estação seca se estabelece, os níveis de salinidade aumentam até ao ponto em que os microrganismos halófilos, adaptados a ambientes salinos, começam a desenvolver-se. O lago por muitas vezes apresenta coloração avermelhada por causa das cianobactérias halófilas com pigmento vermelho.

Poucos animais conseguem sobreviver às adversidades do lago. Uma espécie de flamingo (Phoenicopterus minor) misteriosamente vive nesta região se alimentando das cianobactérias do lago. Além deles, tilápias alcalinas (Alcolapia alcalica) e alguns crustáceos também suportam o ambiente. O lago leva o nome de “natrão”, um composto natural formado por carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, sal e sulfato de sódio. Este “combinado” era uma das substâncias utilizadas pelos antigos egípcios nos processos de mumificação. As múmias ficavam imersas por durante 70 dias. Recentemente um fotógrafo registrou aves e até morcegos que simplesmente petrificaram em contato com a água super alcalina formando incríveis estátuas reais.

Projeto: Demoniac Personality. Egoista. Cap. 6

Assustada, desligo o computador rapidamente e me jogo na minha cama para tentar dormir. Acordo ás 3 horas em ponto. Não deve ser nada alem de uma coincidência... Espero... Desço as escadas para beber água, pois sempre acordo com sede. Ao chegar á cozinha não escuto nenhum sussurro e não vejo nenhuma sombra... Ele não deve estar aqui. Ainda bem... Ligo a luz e vou em direção a geladeira. De repente começo a escutar sussurros por detrás de mim. Droga... É ele! Olho lentamente para trás e o vejo andando em minha direção, me olhando fixamente com aqueles olhos assustadores e fazendo sinal para que eu fique em silencio... Droga, minhas pernas estão tremendo... O copo que eu estava segurando cai de minha mão e agora ele esta a menos de um metro a minha frente... Ele segura minha mão direita... O que ele vai fazer? Lagrimas começam a sair pelos meus olhos... Hã? Ele esta se ajoelhando para mim... E agora com os olhos fechados beija a minha mão... Hã? Estou na minha cama... Deve ter sido tudo um sonho... Nossa, que sonho estranho... Pulo da cama ao olhar minha mão direita e ver um anel prateado e com símbolos entalhados nele... Eu não tinha esse anel... E o pior, ele não quer sair do meu dedo... Droga... Já são 6:40 e eu ainda nem tomei banho para ir a escola... Corro para o banheiro.

- Rafaelaaa! O Leandro chegou para te levar ao colégio. O que você esta fazendo? – Vitoria grita do andar de baixo. Leandro? Por que ele veio me levar... Ata... Ele vai para o colégio comigo de agora em diante... Tenho que me apreçar não quero que, ele se atrase por minha causa.

Termino meu banho e visto rapidamente a farda, desço correndo as escadas... Argh... Tropeço e caio de cara no chão... Ai meu nariz...
- Você esta bem? – Leandro se levanta rapidamente de sofá e vem me ajudar a levantar.
- Claro que estou! Não foi nada... Vamos? – Respondo segurando meu nariz que esta doendo muito.
Saímos da minha casa e fomos para o colégio, no caminho Leandro pergunta sobre o anel e eu respondo que não sei bem como consegui, mas que não consigo tirá-lo. Ele tenta me ajudar a tirar, mas não consegue. Ao chegar ao colégio, fomos mandados para a diretoria, já que estávamos atrasados... E agora estou aqui, na diretoria, recebendo um discurso do diretor por termos nos atrasado.
- Podem ir! – O diretor fala após terminar de discursar. Incrível... Como ele conseguiu discursar sobre motivos para não chegar atrasado por 50 minutos? E pareceu ter sido feito de improviso... Ele deve gostar muito de falar. Chegando a sala percebo que não há um professor em sala. Estranho... Essa é a aula de sociologia... O professor não costuma faltar. E eu não sei bem como encará-lo novamente... Sento-me no meu lugar e vejo Dimitre dormindo em sua cadeira, Leandro senta em seu lugar e aquela vad... Começa a se esfregar nele de novo.
- Ola pessoal! Eu sou o novo professor de sociologia de vocês e meu nome é... – Um homem loiro, entra em sala rapidamente e é interrompido por Dimitre. – Ola Dant... – O homem joga um livro na testa de Dimitre o fazendo cair da cadeira. Dante? Eu já ouvi esse nome antes... Será que ele é um demônio também? Quando eu chegar em casa irei pesquisar sobre isso... – Ola senhor inconveniente! – O homem afirma pegando seu livro do chão. – Meu nome é... Daniel e sou o novo professor de vocês e o novo bibliotecário do colégio. É um prazer conhecê-los. – O homem afirma sorridente e Dimitre volta ao seu lugar emanando uma aura de ódio. Eles se conhecem? O professor começa a dar aula, ele ensina muito bem. Nunca achei que iria achar sociologia uma matéria tão interessante.
- Vander, pode vir aqui um instante? – O diretor pergunta, chamando o professor.
- Desculpe, mas... Você deve estar me confundindo... Meu nome é Daniel. – Daniel afirma calmamente enquanto se dirige ao diretor.
- Como assim, nos cumprimentamos na diretoria e você fa... – O diretor, muda sua atitude repentinamente. – Claro, devo ter me confundido, mas poderia vir aqui um instante? – O diretor pergunta calmamente e Daniel vai falar com ele.
- Pronto pessoal! Agora é oficial! O antigo professor de vocês se demitiu e eu acabo de firmar um contrato de permanência! Espero que gostem da novidade! – Todos da sala gritam de felicidade, coitado do antigo professor... Ele ate ensinava bem... Mas tentou me suspender, deveria ter era sido demitido por justa causa.

O sinal do intervalo toca e eu vou para o meu lugar de costume, a escadaria do terceiro andar. Chegando lá sento-me e cruzo meus braços pondo meu rosto sobre eles.
- Rafaela? – A voz de Leandro me desperta.
- Sim? – Pergunto instintivamente.
- Posso ficar aqui com você? – Leandro pergunta calmamente.
- Claro! – Respondo pondo meu rosto entre meus braços. Acabo de ter a sensação de que vivi esse momento.
- Soube que você saiu com o Dimitre... – Leandro fala com um tom de voz entristecido. Ele não me queria perto dele, deve ter seus motivos, e mesmo assim eu ignorei seu conselho, mas se eu seguisse todos os conselhos com me deram ultimamente eu também não estaria falando com ele...
- Foi... Mas não foi nada bom. – Falo calmamente, lembrando da dor em meu peito.
- Entendo... – Leandro fala seriamente. Ele olha para a escadaria e levanta-se. – Tenho que fazer uma coisa agora, tchau! – Leandro se despede com um sorriso.
- Tchau! - Respondo com um sorriso. Mal posso acreditar que irei ter meu cochilo.

Não conseguindo dormir, decido dar uma volta pelo colégio. Descendo as escadas descido beber água e vou passando pelas salas ate chegar ao bebedouro. Chegando ao bebedouro escuto alguns gemidos vindos do banheiro feminino. O que será que estão fazendo? Entro no banheiro e vejo Julieta se pegando com Leandro... Estão tão focados um no outro que nem mesmo notaram minha presença. Estou sentindo um aperto em meu peito. Mas é estranho. Não estou sentindo nenhuma energia pesada por aqui... Por que estou sentindo esse aperto? Minha cabeça esta começando a girar e mal consigo manter meus pensamentos em algo. Por algum motivo não quero acreditar no que estou vendo. Parabéns Julieta, você conseguiu mais uma vez o que queria... Saio do banheiro e vou para a sala antes do sinal tocar. Chegando lá vejo o professor Daniel sentado lendo seu livro, o mesmo que teria jogado em Dimitre.
- O que foi garotinha? – Daniel me pergunta olhando preocupado para mim. Serio, não sou uma garotinha.
- Nada... – Respondo baixo, não estou me sentindo bem... Talvez deva ir para casa?
- Algo deve ter acontecido! Você esta pálida! – Daniel afirma fechando o livro e se aproximando a mim. – Me diga, eu quero lhe ajudar! – Daniel afirma tocando meu rosto.
- Nã... Não... fo... Nada... de... Ma... –Falo gaguejando enquanto meu rosto se contorce e começo a chorar. Por que estou chorando? Só porque o vi beijando ela? Eu já esperava por isso acontecer, mas... Mas... Eu apenas...
- Esta bem, não foi nada... Calma... – Daniel afirma enquanto me abraça. Me acalmo e sento-me em minha cadeira e em pouco tempo a sinal toca.
Dimitre entra em sala e começa a falar com Daniel, eles discutem um pouco ate os últimos dois alunos chegarem... Leandro e aquela grande vad... Julieta. Eles sentam-se e começam a conversar sorridentes. Não sei o que eu esperava... Acho que apenas não esperaria que ele ficasse com ela.
- O que foi Rafaela? Esta mais triste hoje do que ultimamente. – Rodrigo pergunta com uma expressão de preocupado passando sua mão em meu cabelo.
- Nada. – Respondo friamente. Ele nunca falou comigo e agora vem com essa de amigável pra cima de mim? Rá... Ele deve ser um sádico? Sempre calado, neutro em todo tipo de assunto. No começo, eu achava que ele era gay, pois ele tem um jeito bastante feminino e delicado, mas depois de um tempo soube que ele é bastante forte e já foi eleito o garoto mais forte da sala em todo tipo de esporte dês de queda de braço a corrida... Então, não tenho certeza...
- Não seja tão fria... Estou apenas preocupado... Quando eu cheguei ao colégio você sempre estava sozinha e parecia se contentar com isso, parecia não querer mudar isso, mas agora você esta bastante instável... Isso é ruim. Existe algo que eu possa fazer para lhe ajudar a melhorar? – Rodrigo pergunta calmamente. O que ele acha que pode fazer? Não sei o que ele quer, mas não quero continuar a ser incomodada por ele...
- Derrote o Leandro numa luta seria! Isso me faria melhor! – Falo escondendo meu rosto entre os braço, me lembrando dele beijando aquela vadi...  Sei que ele não vai conseguir, talvez acabe quase morto. Isso se ele aceitar, que é o que eu duvido muito.
- Esta bem... Depois da aula ele estará aos meus pés. – Rodrigo afirma com um tom de voz assustador. Senti um calafrio percorrer toda a minha espinha. Rodrigo senta-se em seu lugar na sala e o professor começa a dar aula. Quando a aula termina descido sair o mais rápido possível, para não ver o Leandro... Estranhamente estou com medo de encará-lo.

Chegando ao portão sou barrada pelo Rodrigo. – Fique mais um pouco e veja! – Rodrigo fala sorridente me empurrando levemente para dentro do colégio. Ao me virar vejo Leandro logo atrás de mim. Meu coração dispara por um instante.
- Leandro! Eu te desafio! – Rodrigo fala segurando o colarinho da camisa de Leandro.
- Recuso! Tenho que ir para casa e levar a Rafaela para a dela! – Leandro afirma tirando a mão de Rodrigo do seu colarinho.
- Vai fugir Eligos? Rararara... Salomão iria ficar decepcionado se descobrisse que seu demônio da guerra é um covarde. – Rodrigo fala sorridente. Leandro para por um momento e anda em direção ao pátio da escola. Rodrigo vai atrás e eu vou seguindo os dois.

Chegando ao pátio os dois ficam se encarando e aos poucos o lugar vai ficando vazio. Leandro começa a emanar aquela aura que come toda a existência ao seu redor, mas Rodrigo não parece estar sendo afetado.
- Ahahahaha... Covarde? Eu? Quem acha que é para falar isso? Seu deus caído! – Leandro grita e todo o pátio é coberto pela sua aura. Já não sinto mais minha existência, mas... Eu ainda sinto Rodrigo. A aura de Leandro não esta tocando o Rodrigo, existe uma pequena aura branca em volta de Rodrigo que impede que a aura de Leandro toque nele. Leandro olha surpreso para Rodrigo.
- O que foi Eligos? Sua aura não pode me tocar. – Rodrigo fala sorridente. Leandro irritado corre em direção a Rodrigo. Rodrigo segura o braço de Leandro e o joga no chão, depois o solta e se afasta. Leandro corre novamente gritando em direção a Rodrigo, mas Rodrigo abaixa-se e acerta as duas mãos na barriga de Leandro o jogando contra a trave que estava a mais ou menos 5 metros de distancia deles. Leandro cai no chão cuspindo sangue. Leandro levanta-se com dificuldade e sua aura começa a sumir. Acabou? Leandro já perdeu? Aiii... Uma aura roxa começa a ser emanada de Leandro junto com uma onda de energia que me jogou contra a parede. Leandro sorrir e corre em direção a Rodrigo. Rodrigo desvia do soco de Leandro, mas sua camisa se rasga quando ele desvia do soco. Rodrigo segura o braço de Leandro e o com um giro o joga no chão.
- Pare de ser egoísta! – Rodrigo grita enquanto segura o braço de Leandro e traça sua perna sobre o mesmo imobilizando o Leandro. – Não estou falando isso para Abigor. Estou falando isso para você Leandro... Eu sei que você esta atrás de poder, poder para alcançar os seus desejos sem precisar da ajuda de nenhum demônio e ate mesmo da ajuda de Abigor, mas nessa sua busca por poder, você acabou magoando alguém importante para você estou certo? Ate mesmo você deve ter percebido. Então que tal deixar de ser tão egoísta e desistir aqui? – Rodrigo grita para Leandro. Não entendi muito bem o que ele esta falando, mas... Acho que ele falou de mim ali também.

A aura roxa de Leandro some e Rodrigo solta Leandro. Leandro vem andando em minha direção. – Não vou desistir de nada... Aquele maldito deve pagar pelas minhas mãos e não pela de outro alguém. E nem você e nem ninguém vai me impedir. – Leandro grita olhando para Rodrigo enquanto caminha em minha direção.
- E se alguém importante morresse no processo? – Rodrigo pergunta para Leandro. Leandro não responde e continua andando em minha direção. Não entendi muito bem, estou ficando perdida agora... No que ele esta metido? E ele não era o Abigor? Porque o Rodrigo falou que não estava falando com o Abigor e sim com o Leandro?
- Isso é porque o Leandro é, e ao mesmo tempo não é Abigor! – Dimitre fala sorridente passando pelo meu lado. Que susto... Eu não tinha percebido que ele estava aqui. Leandro se aproxima a mim. Não consigo encará-lo, fico com a cabeça baixa. Leandro coloca sua mão sobre minha cabeça.
- Seja lá o que eu tenha feito... Me desculpe! Não irá acontecer novamente! – Leandro afirma sorridente enquanto bagunça meu cabelo. Maldito, desarrumou meu cabelo, mas... Ate me sinto melhor agora, mais confortável... – Vamos para casa agora? – Leandro pergunta pegando sua mochila.

- Sim... Vamos! – Respondo com um sorriso... Não sei por que, mas me sinto um pouco feliz... ‘’Pessoa importante’’... Será que sou eu? Droga... Melhor eu parar de pensar tanta besteira...

Continua?...
Escrito por: Luan

Bem, um amigo que lê minhas estorias falou para eu me focar nessa e tals... Ai eu pergunto a vocês. Querem que eu continue apenas com PDP ou continue também com SA?

Obs: Comentem para eu saber se esta ficando legal. Abraço e ate a próxima ~Luan