segunda-feira, 3 de junho de 2013

Terra Oca


Com certeza muitos já ouviram falar de Julio Verne ou do seu livro  Viagem ao centro da terra. Mas será que o tema abordado por Verne, de haver um mundo dentro de nosso mundo e com todo o tipo de vida, seria possível? Muitos cientistas afirmam que sim, e a história nos revela, através dos mitos de civilizações antigas que isso não só é possível, mas real. Buscamos tanto conhecimento do lado de fora... e esquecemos do que está aqui bem de baixo de nós.

E antes que você diga que isso é loucura, considere que, não tem muito tempo, Galileu teve de se pronunciar a Inquisição por defender a teoria Heliocêntrica, e Ptolomeu  deve ter encontrado muitas "dificuldades"  ao ter a  brilhante idéia de uma terra  esférica, contrariando  a todos que acreditavam que a terra era  plana.

As primeiras formulações  científicas sobre essa teoria, datam do século XVII, pelo astrônomo britânico Edmond Halley (o famoso, praticamente pai da astronomia), que propunha um planeta formado por camadas concêntricas e espaçadas entre si. Nos séculos seguintes, a tese serviu de base para o enredo de diversas obras esotéricas e literárias (incluindo de Julio Verne). Essa teoria também estava associada a outras como a de o interior da terra ser habitado por animais "superiores" e  com entradas localizadas nos pólos terrestres.

Existem alguns registros que abordam o tema:

Nas antigas crenças, mundos ocultos sob a superfície da Terra sempre tiveram destaque.  Budistas da Ásia central acreditavam num Reino de Agartha, um labirinto subterrâneo que abrigava populações de continentes extintos. Ali, seu líder sagrado, o "Rei do Mundo", comandava esse centro de progresso intectual, de razão desenvolvida e conhecia todas as forças da Terra, lia todas as almas, conhecia todos os destinos. Platão também abordou o tema, assim como Gilgamesh entre outros...


A teoria atual da terra oca, defende o seguinte:

A Terra possui um "Sol" interno, três pontos onde a gravidade é zero e duas enormes aberturas nos pólos que interligam a superfície interna e externa.

A explicação para esses fenômenos é relativamente simples de se entender: o movimento de rotação do planeta arremessa a sua  massa para longe do centro, da mesma forma que o giro de uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco.

Uma comparação melhor é a de um motociclista em um "globo da morte": a rotação impede que ele caia mesmo quando está de cabeça para baixo. A única diferença é que no globo da morte o motociclista é quem está girando e não o globo.

Quando a Terra estava sendo formada, e os seus componentes estavam em estado líquido, os materiais mais pesados foram se concentrando no centro, enquanto que a rotação manteve os materiais mais leves distantes do mesmo. A medida em que o planeta foi se solidificando, criou-se um perfeito equilíbrio entre o movimento de rotação e a gravidade.

OS TRÊS PONTOS DE GRAVIDADE ZERO

Ao contrário do que se acredita, a Terra não possui apenas um ponto onde a gravidade é zero, mas sim três: o oficial, que fica no centro do planeta; o que localiza-se a aproximadamente 640 Km abaixo da superfície; e o que localiza-se a aproximadamente 2.000 Km (veja a figura 6). Isso se deve ao fato de que a enorme velocidade de rotação da Terra, que no equador é de 465 m/s (veja a figura abaixo), atua na direção oposta da atração gravitacional, algo que a maioria dos cientistas têm simplesmente ignorado até hoje.

Figura 2: o movimento de rotação da Terra.
Quanto mais perto do eixo, menor é a velocidade.

NOTA: na verdade não existe nenhum ponto de gravidade zero na Terra. Não importa onde você esteja, sempre estará sofrendo o efeito da distorção espaço-temporal provocada pela massa do planeta, distorção esta que erradamente chamamos de força. Há sim um equilíbrio entre o movimento de rotação e a "atração" gravitacional nos pontos a 640 e a 2.000 Km de profundidade. E no caso do ponto central onde a rotação é zero, apenas o equilíbrio gravitacional.

AS ABERTURAS POLARES

Figura 3/4: mostrando uma das enormes aberturas existente nos pólos.

As aberturas nos pólos se devem ao fato de a velocidade de rotação nesses locais ser muito baixa. Sem rotação, a ação da gravidade é muito mais forte e, dessa forma, qualquer massa colocada nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados (veja a figura 1). À latitude de 70º a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2.000 Km. Se houvesse apenas a rotação da Terra em torno do seu eixo, as aberturas se localizariam à 90º, exatamente nos pólos geográficos. Contudo, outros movimentos de rotação, como o da elipse em torno do Sol, fizeram com que elas se formassem 20º mais distante. É por isso que os pólos geográficos e magnéticos não coincidem. Quando exploradores que estão buscando o pólo Norte ou o pólo Sul chegam à latitude de 70º e a bússola deles aponta pra baixo, ele pensam que estão no pólo magnético, mas não estão. Na verdade, as bússolas estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares, veja a figura abaixo.     

Figura 5: localização dos pólos magnéticos e, consequentemente, das aberturas polares.

A curvatura da terra é muito mais acentuada nas entradas polares. Mas, apesar disso, não é perceptível para quem estiver caminhando ou mesmo sobrevoando sobre ela devido à sua enorme extensão. 

AS SUPERFÍCIES INTERNA E EXTERNA

Figura 6: esquema da Terra mostrando a localização aproximada de "gravidade zero", do Sol interno e das aberturas polares. Observe como a gravidade nos pólos se "inverte" em um curto espaço se comparado com outros lugares.

Outro aspecto surpreendente do fato de a Terra ser oca é que ela possui duas superfícies (ou três se considerarmos a do Sol interno): a interna e a externa (veja a figura acima), que são interligadas pelas aberturas polares. Ambas com atmosfera, oceanos, continentes, florestas, rios, lagos, uma fonte direta de luz e calor (direta porque a luz, o calor e outras emanações vindas da estrela que chamamos de Sol influenciam a superfície interna e vice-versa), enfim, com todo um ecossistema próprio. Apesar de serem interligadas e semelhantes até certo ponto, possuem diferenças marcantes como:

"Atração" gravitacional menor na superfície interna - o que, entre outras coisas, permite um crescimento maior das plantas e dos animais;

Posição do Sol interno sempre as doze horas - o que significa que não há noite no intra-mundo;

Estágio evolucionário mais avançado na superfície interna - isso se deve, além de outras razões, ao fato do intra-mundo estar mais protegido contra eventos cataclísmicos (como a queda de um grande meteoro por exemplo) do que o mundo externo. Estando mais protegido, o ecossistema interno evoluiu um pouco mais lentamente, porém, de forma contínua. É o popular devagar e sempre. Quando a superfície externa estava passando por um dos muitos eventos que provocavam grande extinções, parte do seu ecossistema migrava para a superfície interna e era forçado a se adaptar para sobreviver (essa migração era muito mais fácil antes do congelamento dos pólos, época em que havia uma maior integração entre as superfícies). No final das contas, o intra-mundo sempre ficava com o melhor das duas superfícies e, após a cessação desses grandes eventos, ajudava a repovoar a nossa superfície. Isso contribuiu ainda mais para aumentar a diferença entre os dois mundos.

Agora, parece ser bastante lógico propor a existência de uma civilização mais avançada no interior do planeta, tanto tecnologicamente quanto espiritualmente, já que um ecossistema tão harmonioso estimularia a convivência pacífica.

NOTA: se você acha que as condições ambientais não influenciam o comportamento, então experimente mudar-se de uma região de clima frio para uma de clima quente ou vice-versa. pesquisas demonstram que países de clima frio são menos violentos mas também são menos criativos. O ideal é o equilíbrio do frio com o calor, equilíbrio esse que existe no mundo interno entre a constante irradiação de energia do seu "Sol" e a enorme evaporação gerada por essa energia.

O "SOL" INTERNO


O nome pode não ser apropriado do ponto de vista astronômico, mas é bastante apropriado do ponto de vista funcional, já que ele sustenta todo o ecossistema interno fornecendo luz e calor. E como "os mundos" interno e externo estão ligados, ele também desempenha um papel fundamental no equilíbrio do ecossistema de todo o planeta. Estima-se que ele possua 1/3 da massa total do planeta. É formado pelos materiais mais pesados e é extremamente denso, já que a força de expulsão provocada pela rotação é praticamente desprezível se comparada com a sua enorme "atração" gravitacional. O Sol interno é tão denso que apenas a sua superfície é líquida, todo o resto é sólido, apesar das enormes temperaturas em seu interior.

ALGUMAS PERGUNTAS PARA OS DEFENSORES DA VERSÃO ATUAL

Porque os Icebergs são feitos de água fresca quando, de acordo com a versão convencional, a única água disponível nos pólos é salgada? De onde vem toda a vegetação que é encontrada dentro desses Icebergs? Porque exploradores que se aventuraram além dos pólos magnéticos descobriram que o clima fica mais quente e que os mares ficam livres de gelo? Porque alguns pássaros e animais da região polar, como o boi almiscarado, migram para o Norte no inverno? A teoria científica convencional não pode responder à essas perguntas, mas a teoria da Terra oca pode. Existem rios de água fresca que fluem pra fora do intra-mundo e essa água morna carregando vegetação e pólen congela, formando os Icebergs de água fresca em uma área onde aparentemente só existe água salgada.

Bom, se há entrada nos polos, porque ninguém foi até lá ainda? Isso foi a primeira coisa que me veio a mente, e por "coinscidência", neste mesmo dia, passou um episódio no History Channel falando sobre os interesses de Hittler nos polos, pois segundo ele, no interior da terra, residem arianos, que merecem o título de senhores do mundo e que parece que alguém esteve lá sim! Achei esse artigo e vejam só:

Existem muitas cidades subterrâneas em várias partes do mundo, mas Agharta é a mais importante delas. “O Almirante Byrd escreveu em seu diário secreto, publicado depois de sua morte”. 


RICHARD EVELYN BYRD (25/10/1888 – 11/03/1957) Almirante da Marinha dos EUA foi um aviador, pioneiro e explorador dos dois polos, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, sobretudo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Foram cinco suas expedições ao continente austral/Antártida, entre a primeira em 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada HighJump (que visava expulsar alemães remanescentes do nazismo de uma base alemã do pólo sul-Neuschwabenland), durante a qual descobriu e cartografou 1.390.000 km2 de território antártico. Em 1955 realizou a expedição Deep Freeze também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o polo austral em 1956.

 A variante Byrd.

Mas os geofísicos pareciam estar mais interessados em outra versão, cujas raízes estão em algum lugar em 1926. Precisamente, em maio desse ano, o almirante Richard E. Byrd se tornou o primeiro homem a voar sobre o Pólo Norte. Em uma entrevista que ele concedeu em 1947, Byrd afirmou que em 2.300 milhas (3.680 quilômetros) através e adentro do Pólo Norte encontrou uma área de clima muito quente, com vegetação e montanhas, lagos e rios. Byrd, um famoso explorador, acima de qualquer suspeita, notou muito precisamente sobre o que ele achou nessa área em seu diário. ”As pessoas que vivem aqui se comunicam através de telepatia. Na verdade, eles não vivem na superfície. Debaixo da terra, alguns quilômetros de profundidade existe uma grande cidade com milhões de habitantes, uma cidade que é chamada Agartha.

Um antigo agente da CIA confirma.

Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicadas por Virgil Armstrong, um ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em Agharta quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como (muito) “sendo superior a nossa”.

O ex-agente da CIA, acrescentou que, imediatamente após a descoberta do diário de Byrd, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelo serviço secreto americano (CIA), e ordenou que a área ou rota que levaria à cidade era para ser guardada por bases militares dos E.U.A. e não vai deixar quaisquer invasores descobrirem como lá chegar. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Aghartha. E Mais, que as aeronaves em vôo que aparecem no céu são meios de transporte para as pessoas de Aghartha e outras cidades intraterrenas, e que uma parte da tecnologia de produção tem sido dada ao Pentágono, “o avião invisível, o Stealth, sendo um resultado desses saberes”.


Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA.  Almirante Richard E. Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o pólo sul. Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida,  e descreveu a “terraalém do Pólo Norte-Agartha”.
Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevada ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marinha dos  E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd  fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte.
O segredo da imortalidade.
Voltando ao ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd: “O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características. Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade. Depois de considerar que elas tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. Dão nascimento em templos, nas bacias de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor “.
Guerras entre Lemúria (MU) e Atlântida.
O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, havia muitos testemunhos sobre a vida sob a crosta terrestre. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo muito antigos descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, de todo o mundo existem cerca de 100 cidades, das quais a maior é Agartha. O Mundo subterrâneo seria conhecido como Shamballa. Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, deixaram a superfície do mundo, 100.000 anos atrás, depois da catastrófica guerra entre atlantes e lemurianos, as duas grandes civilizações que dominaram a Terra naquele tempo.


Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agharta
A Guerra estaria descrita em dois épicos da cultura hindu, o RAMAYANA e o MAHABHARATA. Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaria áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos. A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito foram se retirando para o interior da terra e quem ficou na superfície do planeta começou a viver um processo de degeneração genética involutiva.
Segundo esta teoria, os povos da região seriam descendentes daqueles que se recusaram a se aposentar em cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens.
Cidades subterrâneas.
Mas, de acordo com documentos secretos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: Poseid - o primeiro refúgio dos Atlântes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso (Serra do Roncador), com população de 1,3 milhões de habitantes; SHONSHE refúgio dos uigures, um ramo da raça lemurina, com a entrada através dos Himalayas, 3,5 milhão de habitantes;RAMA - perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; SHINGWA - a fronteira entre a China e Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; Telos - perto de Mount Shasta, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes.


Monte SHASTA, na Califórnia, EUA, com uma enorme Cloudship pairando sobre seu cume.
As cidades estão colocadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre. O que Armstrong diz: “Atlantes entendemos por telepatia e lemurianos falam uma língua – Maru – que é uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivEm em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturada em vários níveis. Os moradores  se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade ( cerca de 3.000 Km por hora), que flutuam/levitam”.
Para saber mais:  http://thoth3126.com.br/agharta-e-o-almirante-richard-e-byrd/

Pois é...  tem mais, e essa você pode conferir pelo google earth:

As estranhas aberturas na Antártica

"Muitos mistérios estão ocultos em nosso planeta, principalmente sob a crosta terrestre e sob o gelo dos polos. Não se sabe os segredos que podem estar ocultos embaixo de quilometros de neve e gelo e que estão guardados por milhares de anos. Talvez o que venha a ser descoberto possa surpreender até as mentes mais brilhantes do nosso mundo."

Estranhas estruturas que adentram à terra foram localizadas na Antártica, nas seguintes coordenadas:
66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E e 66 36' 12.58"S, 99 43' 12.72"E
Não se tem certeza se essas aberturas ou entradas são naturais, ou se foram feitas artificialmente.
Sabemos que existem bases ameridcanas na Antártica, mas existem muitas lendas e histórias de possíveis bases secretas Nazistas (NEU-SCHWABENLAND), onde teriam escondido os famosos Haunebus (naves discóides) tanto comentado durante a segunda guerra mundial.
Podemos levantar várias hipóteses, e continuaremos sem uma resposta convincente.
O certo, é que antes de 23 de fevereiro de 2006, as aberturas vista hoje não existiam, ou poderiam estar cobertas pela neve e gelo. Mas após esta data, é claramente visível e inequívoco, tanto que digitando as coordenadas acima no Google Earth, a imagem do satélite não deixa dúvidas sobre sua existência.
A "estrutura" é mais ou menos em forma triangular, com uma largura de aproximadamente 90 metros e uma altura de 30 metros, e por isso é de tamanho considerável. O chão parece ser composto de gelo e o nível ligeiramente côncavo.
A seguir estão as imagens das coordenadas 66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E
Imagem da esquerda: antes de 23/02/2006
Imagem da direita: depois de 23/02/2006

Na imagem da esquerda nota-se nitidamente que a abertura está oculta ou inexistente, enquanto na imagem da direita a abertura aparece de forma nítida. Isso antes e depois de 23/06/2006.

Imagem com Zoom.
Mais Zoom.

Aproximação com Zoom com estimativa aproximada das dimensões da abertura.

Pode-se observar na imagem acima a existência de um caminho que vai desde a abertura, e continua na parte de terra.

Outra abertura misteriosa foi encontrada nas coordenadas 66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E, estando demonstrada através das fotos a seguir:

Vista aérea de outra abertura encontrada.

Observe Pode-se observar que o tipo de material que compõe a proteção da entrada, é totalmente diferente do material rochoso ao redor.
O que seriam essas estranhas aberturas, as quais surgiram somente após o derretimento do gêlo?
Teriam sido construídas pelo homem, ou estariam ali já à muito tempo ocultando a possível entrada para talvez uma base Nazista, ou a muito mais tempo sendo um acesso à uma base extraterrestre?
Talvez nunca saberemos, pois a verdade quando descoberta ficará oculta em poder de forças militares, as mesmas que escondem a verdade sobre os OVNI's que são vistos em nosso planeta. 

Um comentário:

  1. super interessante. Acredito nessa teoria, acho q essas criaturas sinistras, q vêm aparcendo ultimamente, devem pertencer ao centro da terra. Acho q também tão sentido os males causados pela poluição e aquecimento global.

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