Satoru-kun

Satoru-kun é uma figura misteriosa de uma nova lenda urbana que surgiu a cerca de seis anos no Japão.

Dizem que ele vive em outra dimensão, mais precisamente no submundo - ou inferno se preferir.

Acredita-se que ele conhece o passado, o presente e o futuro, e pode responder a qualquer pergunta. Outras versões dizem que ele também pode realizar um desejo. Para tanto, basta fazer uma ligação por telefone e chamá-lo.

A lenda conta que para chamar Satoru-kun é preciso apenas de um telefone celular, um telefone público, e uma moeda de 10 ienes ou de apenas um cartão telefônico para fazer a ligação. Contudo, diz-se que a moeda de 10 ienes faz mais efeito.

Primeiro, coloque a moeda ou o cartão no telefone público e ligue para o seu próprio número de telefone celular.

Bibelô

O vídeo esta editado, pois era bem longo, e segundo a entrevista que a colaboradora deu à equipe de produção dos "vídeos malditos", O bibelô foi filmado por aproximadamente 1 hora em maio de 1995 com uma filmadora 8 mm pelo seu pai. Ele morreu um mês depois do registro, vitimado por um trem, tendo a cabeça decepada.

As circunstâncias da morte dele, são similares ao do boneco menor decapitado, que o bibelô que muda as feições, segura em suas mãos.

Esse bibelô de louça em estilo europeu, de origem desconhecida, esteve por muito tempo em um depósito da família e após a filha encontrar a fita com a data escrita com a letra do seu pai, ela decidiu investigar e constatou a mudança de feições da peça no vídeo.

Após a descoberta do vídeo, o bibelô desapareceu.

Atenção para as feições no inicio e final da gravação. O bibelô não vai mudar a expressão de uma hora para outra, ele vai mudando ao longo da filmagem. No final do vídeo tem o comparativo mostrando a expressão no início e no final da gravação.


Kashima Reiko, a mulher sem pernas

Kashima Reiko é uma lenda urbana japonesa sobre o fantasma de uma mulher sem pernas que assombra banheiros. Qualquer banheiro!

Ela  viveu na cidade de Hokkaido, no Japão. Uma noite, não se sabe o ano, foi atacada por um grupo de homens. Eles abusaram dela horrivelmente e depois foi deixada para morrer.

Reiko tentou pedir ajuda, mas ninguém a ouviu e se ouviu não quis ajudar. Ela buscou incansavelmente por ajuda, porém, ninguém veio em seu auxílio. Devido ao abuso ocorrido arrastou-se, enfraquecida, até uma linha férrea e caiu inconsciente. O trem passou e correu pelos trilhos, matando-a e dividindo-a ao meio.

Desde então, o fantasma vingativo Kashima Reiko vaga pelo mundo, em busca de suas pernas. Ela é comumente encontrada em banheiros de escolas, mas também pode aparecer no seu banheiro no meio da noite.

Todos os monstros são humanos


Você sempre teve uma fobia ridícula de espelhos.

Isso nunca interferiu em sua vida antes, exceto de maneiras completamente inconsequentes. Você fechava seus olhos quando tentava invocar a Loira do Banheiro no Ensino Fundamental, corria diretamente por eles quando estava em um corredor escuro, coisas que qualquer pessoa dessa geração chamaria mais de hábito do que estranheza.

Numa noite, você está se preparando para sair com alguns amigos. Você se sente sujo, então decide começar a se arrumar em seu próprio apartamento, onde pode se limpar tranquilamente com seus próprios produtos. Todo mundo está reunido, tirando fotos e se divertindo, enquanto você decide dar uma lavada geral em seu rosto. Você olha rapidamente para ter certeza de que seus amigos não perceberam seu momento de hesitação, até que chega a hora de fechar seus olhos e esfregá-los em frente ao espelho.

Pegadinha de Halloween

Mercado norueguês troca carne por pedaços falsos do corpo humano.



Uma pegadinha de Halloween acabou repercutindo muito negativamente para uma rede de supermercados da Noruega. A Europris resolveu brincar e, no lugar das carnes de animais, deixou embalados pedaços falsos de corpo humano.

“É uma vergonha que o Halloween, uma tradição americana, seja imposta dessa maneira, empurrada guela abaixo", afirmou Mona Urfjell, cliente da Europris, ao Daily Mail.

Pelas redes sociais, a Europris foi bombardeada de críticas, principalmente de pais de crianças que se assustaram com os pedaços de mãos e rostos que substituiram as carnes.

Diante de toda a repercussão negativa, a Europris se desculpou e assumiu que a brincadeira foi desmedida.

Essas crianças tem que conhecer as crianças da Tailândia xD

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Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/

EU ADOREI A BRINCADEIRA!

Porque quando são cadáveres de animais não choca???
É só mexer com a "raça superior" que algumas pessoas se doem...

~Ladydias

Sádica Delphine LaLaurie


Delphine LaLaurie, também conhecida como Madame LaLaurie (nascida Marie Delphine Macarty), foi uma socialite estadunidense e assassina em série, torturava e mutilava escravos negros por pura diversão e vaidade. Delphine Macarty nasceu por volta de 1775. Seus pais eram Barthélemy Louis Macarty e Lecomte Vevue, membros proeminentes da comunidade Crioula branca de Nova Orleans. A mãe de Macarty foi supostamente morta em uma revolta de escravos. O primo de Delphine Macarty, Augustin de Macarty, foi prefeito de Nova Orleans entre 1815-1820.

Ela foi casada com Don Ramon y Lopez de Angulo, em 1800; ele morreu em Havana, Cuba, em 26 de março de 1804. Em 1808, ela casou com o traficante de escravos Jean Blanque, que morreu em 1816. Duas vezes viúva, casou-se com o médico Dr. Luís LaLaurie em 25 de junho de 1825. O casal comprou uma mansão na 1140 Royal Street em 1831, onde Delphine LaLaurie manteve uma posição central nos círculos sociais de Nova Orleans. Embora ela organizasse festas suntuosas, com listas de convidados constituídas por algumas das pessoas mais proeminentes da cidade, a maneira pela qual Delphine LaLaurie torturava seus escravos é provavelmente a mais conhecida dos contos macabros do bairro francês da cidade.

Ushi-Oni

Ushi-oni significa, literalmente, boi-demônio. Oni é a palavra em japonês para demônio, mas na verdade o
oni representa tudo que é misterioso e estranho.

As descrições sobre Ushi-oni são diversas. Uns dizem que ele se assemelha a um boi com a cabeça de um ogro e nariz vermelho parecido com o do Tengu, outros dizem que é uma aranha com cabeça de boi.

Contam às lendas que a noite, ele visita os celeiros onde os bois são alojados, lambe os corpos dos animais para depois lutar com eles. Raramente é notado, pois seus passos são silenciosos e seus chifres são moles como se fossem de borracha, e não fazem barulho quando atingem as paredes.

No vale Mino, a lenda fala de um ushi-oni com cabeça de gato, o corpo de boi amarelo e com manchas pretas, e uma cauda de dez metros. Embora algumas vezes ele seja retratado sem maldade, muitas vezes ele é representado como um monstro terrivel, sendo, nos contos infantis o equivalente ao bicho-papão ocidental. Dizem que ele vive na água, e que matá-lo ou cultivar algum ressentimento (ou, em algumas versões, apenas olhar diretamente para ele) por ele pode levar a alguma doença, e até à morte. Dizem também que o ushi-oni sai da água na forma de uma mulher carregando um bebê, que seria um ushi-oni filhote, pedindo desesperadamente para que alguém o levasse. Quando um desavisado pegava o bebê, ele se tornava pesado, assim retardando a pessoa e dando a oportunidade de o ushi-oni atacar.

A cidade dos mortos

NÃO RECOMENDADO PARA PESSOAS SENSÍVEIS.


Bem vindo a Varanasi, terra dos contrastes! Mais do que em qualquer outro lugar, neste lugar as contradições da vida humana se manifestam. Esta é uma cidade onde se celebra tanto a vida quanto a morte. Esta é a cidade em que coexistem a eternidade e a curta existência humana. Este é o melhor lugar para uma compreensão do que constitui a Índia, a sua religião e cultura.

Há muitas cidades sagradas em todo o mundo. Praticamente toda cultura da terra elegeu para si, em algum momento, uma cidade sagrada, mas de todas as grandes cidades sagradas do mundo, uma das que mais se destaca por seus incontáveis mistérios, surpresas e forte impacto visual, com certeza, é Varanasi, a cidade dos mortos na Índia. Ela é tão antiga que não se sabe quando foi fundada. Segundo as tradições dos brâmanes, Varanasi foi fundada por Shiva há mais de 5.000 anos atrás, como uma das sete cidades sagradas do hinduísmo. Alguns estudiosos consideram a hipótese de que a cidade tenha surgido há cerca de 3.000 anos atrás. No entanto, dados arqueológicos apontam sua origem para anterior a 4.000 anos atrás, quando o local era um centro religioso dedicado a Suria, o deus do sol. Talvez isso explique a questão do nome.