Existem 15 mil vampiros em meio à população britânica

O psicólogo Emyr Williams realizou um estudo sobre os clãs de vampiros do submundo inglês que se reúnem em segredo para sugar o sangue de voluntários pelas noites e chegou a conclusão de que existem cerca de 15 mil seres espalhados pela população do Reino Unido.

O estudioso produziu um questionário on-line para saber mais sobre esta subcultura e seus membros, os quais ele considera “fascinantes”. “Os vampiros são um grupo de pessoas que bebem sangue, mas suas leis bem estabelecidas significa que eles sabem exatamente como podem ou não conseguir o líquido.”

De acordo com Williams, que trabalha na Universidade de Glyndwr, Inglaterra, os vampiros recebem sangue de doadores voluntários, podendo cortar apenas em certas partes do corpo e são proibidos de tomar muito.

O acadêmico também tentou categorizar os indivíduos inseridos nesta comunidade como sanguíneos, psíquicos e híbridos, além dos doadores de sangue, jogadores de RPG e entusiastas. “Eu não quero classificá-los como loucos ou ruins. Eles são apenas pessoas diferentes que precisamos  pesquisar mais mais tentar entendê-los.”

Fonte: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br/

Animações de terror (+16)

Olá Sensitivos! Reuni uma pequena coleção de curtas para vocês. A intenção é causar aquele pequeno arrepio na espinha ou simplesmente contemplar a imaginção bizarra dos criadores.

Alguns vídeos tem imagens fortes então recomendo cautela. Lembre-se de assistir com a luz apagada e com fone de ouvido. Coloquei poucos vídeos para caso alguém tenha net ruim.



Eua/Espanha,2009.Direção de Rodrigo Blaas.Blaas reuniu vários amigos animadores e criou "Alma" aparentemente dócil e infantil, mas não devemos esquecer que foi exibido na sessão de histórias de terror e humor negro.



Um pequeno curta metragem chamado "The Backwater Gospel".


Um curta chamado "The Sandman",criado em 1991.

Então é isso pessoal,se vocês gostarem eu posso tentar trazer algumas animações toda sexta-feira. Deixem suas opiniões sobre os curtas. 

Boa sexta-feira 13!

O Experimento Philip

Seriam os fantasmas criações de nossas mentes? Na década de 70, um grupo paranormal decidiu realizar um experimento para provar essa teoria. Eles criaram um fantasma artificial, esse veio a se chamar: Experimento Philip. 

Já ouviu falar do filme A Marca do Medo (The quiet ones)? Ele estreou em abril desse ano - 2014 - nos cinemas, e é baseado em fatos ocorridos nos anos 70, onde um grupo de parapsicólogos tentou criar um fantasma para provar que eles são produtos da mente humana. Vamos conhecer a verdadeira história que inspirou o filme.

1970, um grupo de parapsicólogos canadenses visam a realização de um experimento que iria criar um fantasma. Ao fazê-lo, eles provariam sua teoria de que fantasmas são apenas produtos da mente humana.

O especialista em fantasmas, mundialmente conhecido, Dr. Alan George Robert Owen, criou então o grupo conhecido como TSPR - Toronto Society for Psychical Research (Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Toronto), constituído por oito pessoas: sua esposa, um designer industrial , um contador, uma dona de casa, um contador e um estudante de sociologia. Um psicólogo chamado Dr. Joel Whitton também participou de muitas das experiências como observador. Este pequeno grupo de pessoas vai mudar a forma como olhamos para o sobrenatural...

Os experimentos (que ficaram conhecido como o Experimento Philip) começaram em 1972, onde sua primeira tarefa foi criar um personagem histórico fictício. Essencialmente, o que eles fizeram foi criar "fatos" para anexar a vida deste personagem que eles estavam criando. Eles escreveram uma biografia e lhe chamaram de Philip Aylesford. Em sua biografia, afirmaram que ele era um nobre inglês do século 17, que era casado com uma bela mulher, porém fria e hostil, chamada Dorothea. Um dia, ele se deparou com uma linda cigana chamada Margo, que fez ele ficar instantaneamente apaixonado. Logo Philip e Margo se tornaram amantes secretos. Mas como a maioria dos segredos, o caso não durou para sempre porque sua mulher, Dorothea, descobriu sobre Margo e a acusou de bruxaria. Philip estava muito preocupado com a sua reputação, então não foi contra a idéia de Margo ser uma bruxa, o que resultou em ela ser queimada na fogueira. Ele, mais tarde foi acometido de remorso, em que a única maneira que ele poderia lidar com isso era lutar na batalha de Diddington. Certa manhã, ele foi encontrado morto no campo de batalha, e Philip Aylesford não existia mais.

O grupo Owen além de uma biografia esboçou um retrato de seu homem recém-criado. Com isso, eles queriam fazer o grupo realmente acreditar que Philip Aylesford existiu de verdade. Era hora de passar para a próxima fase de seu experimento: se comunicarem com ele!

Começaram suas "sessões" em setembro de 1972, onde discutiam a vida de Philip, tentando visualizá-lo com o máximo de detalhes possível. Estas sessões se prolongaram por quase um ano com absolutamente nenhum resultado, além do sentimento ocasional de uma presença na salas. Até o momento as coisas não estavam boas para o experimento de TSPR.

Mais alguns meses sem nenhum contato e eles decidiram fazer uma abordagem um pouco diferente. Recriaram a clássica cena espiritualista, com luzes fracas na sala e sentaram em torno de uma mesa, com fotos e objetos do período em que Philip teria vivido sobre ela. Deu certo! Esta técnica logo produziu os resultados que eles estavam procurando. Philip tinha finalmente feito contato, manifestando-se ao grupo.

Uma noite, o grupo tem a sua primeira mensagem de Philip na forma de uma batida muito clara sobre a mesa. Eles começaram a fazer-lhe perguntas em que ele iria responder com uma pancada para "sim" e duas para "não". Como eles sabiam que era Philip que se comunicava? Perguntaram para ele! Fizeram perguntas diretamente da biografia que eles haviam criado, e ele respondeu-lhes de forma consistente, mas não foi capaz de fornecer-lhes qualquer informação adicional sobre a sua vida para além do que havia em sua biografia. Philip foi capaz de dar informações históricas precisas, como eventos reais de seu período de tempo, e de pessoas que viveram durante ele também.

As sessões continuaram e uma gama de fenômenos inexplicáveis começou a ocorrer. Philip começou a assumir uma personalidade própria, mostrando fortes pontos de vista sobre diversos assuntos com seus golpes hesitantes sobre a mesa. Até começou a movê-la, deslizando-a de um lado para o outro, apesar dela estar sobre um tapete grosso. Eles ainda relataram que a mesa "dançou" em uma perna. Quando o grupo pedia a Philip para escurecer as luzes, ele fazia sem hesitar. Philip até mesmo podia cobrir o grupo em um cobertor de ar frio que soprava sobre a mesa em uma brisa de arrepiar. Uma coisa que o grupo notou foi que a mesa ficava elétrica ao toque quando Philip estava presente. Era como se Philip , de certa forma, tornara-se a própria mesa.

O clímax dessa experiência veio diante de uma platéia ao vivo de 50 pessoas, filmado como parte de um documentário. Philip não era um ser tímido, ele se apresentou na frente deles sem quaisquer problemas. Além de bater em cima da mesa , ele era capaz de fazer as luzes piscam e ainda fez a mesa levitar apenas um centímetro do chão, suficiente para todos testemunharem, até mesmo a equipe de filmagem!

O Experimento Philip foi bem além das expectativas iniciais do grupo, mas nunca foi realmente capaz de cumprir a meta - realmente ver Philip materializar em um espírito.

Alguns dizem que isso prova que fantasmas não existem, que eles estão simplesmente criados por nossas mentes. Ou talvez o grupo chegou a contatar o mundo dos espíritos e uma entidade apenas usou esta oportunidade para "agir" como Philip. Portanto, se esse espírito não era Philipe, quem poderia ser?

O produtor Bruce Raymond lançou o documentário em VHS na época com o nome de "Philip the Imagenary Ghost" e hoje você encontra cópias em DVD na:

Raymond International
122-33 Hazelton Avenue
Toronto, Ontario, Canada
M5R 2E3
416-485-3406

Outros experimentos semelhantes foram feitos em outras partes do mundo, e o resultado foi sempre parecido com o descrito acima. O filme "The Quiet Ones" foi feito baseado no experimento acima.

Sinopse: The Quiet Ones é inspirado em fatos reais e conta a história de um professor pouco convencional, mas carismático, que usa métodos controversos e leva seus melhores alunos para participar de uma experiência extra classe perigosa: criar um poltergeist com a energia negativa humana.

Fonte: MedoPontoCom

Relatos sinistros de crianças e seus "Amigos Imaginários"

O Homem Sem Rosto

Quando meu filho tinha 3 anos, sempre me falava sobre um “homem estranho” que morava no quarto dos meus pais. Ele falava disso toda vez que os visitávamos. Eu cometi o erro de peguntar como o homem era, e meu filho respondeu “Não sei, ele não tem rosto”.

“Você se acostumará a matar”

O pai de um dos meus alunos me contou, em uma reunião de pais e mestres, que estava preocupado porque seu filho, de 7 anos de idade, falava sobre um suposto fantasma que conversava e brincava com ele em seu quarto. Ele disse que o fantasma se chamava “O Capitão” e era um homem velho, com barba grande. A criança falou para sua mãe, que O Capitão lhe disse que, quando ele crescesse, seu trabalho seria matar pessoas, e quem lhe diria quem precisava ser morto, seria ele. O menino começou a chorar e dizer que não queria matar ninguém, mas O Capitão disse-lhe que ele não tinha escolha, e ia acabar se acostumando a matar.

A Garotinha no Armário

Quando minha filha tinha 3 anos, teve uma amiga imaginária chamada Kelly, que morava em seu armário. Kelly brincava, conversava e passeava com ela. Contudo, passados dois anos, minha esposa e eu estávamos assistindo “Horror em Amityville” (2005), e nossa filha passou por perto exatamente no momento em que a garotinha morta aparece. Sem se abalar, ela disse “Ela parece com a Kelly”, perguntamos “Kelly?” e ela “Vocês sabem, a menina morta que morava em meu armário”.

O Garoto na Árvore

A fazenda dos meus pais é perto de um antigo cemitério, e eu estava passeando com minha sobrinha (4 anos) por lá. De repente, a menina aponta para uma árvore e pergunta “O que aquele menino está fazendo na árvore?”. Não havia nenhum menino, mas ela insistia nisso e o descreveu com detalhes.

O Coelho

Quando eu tinha 16 anos, trabalhava como babá dos filhos gêmeos dos meus vizinhos. Um dos meninos sempre falava em um homem fantasiado de coelho, que o assustava. Um dia eu estava assistindo tv com um deles enquanto o outro tomava banho. O menino virou para mim e disse “Você precisa ver o Matt”. Segundos depois, gritou “Ele está aqui! Ele está aqui!”. Subi as escadas correndo, e tive que checar cada parte da casa para que ele se acalmasse. Não sei dizer qual parte da experiência me deixou mais perturbada.

“Esmagar a cabeça do Papai”

Quando meu irmão mais novo estava aprendendo a falar, tinha ganhado um kit de ferramentas de plástico de aniversário. Ele pegou o martelo de plástico, se aproximou de meu pai (que estava dormindo no sofá) e disse suas primeiras palavras “Esmagar a cabeça do Papai”.

Anjos negros

Quando meu irmão era pequeno, ele dizia que anjos falavam com ele. Um dia, minha mãe ouviu ele cochichar para a parede: “Não posso matá-lo, ele é meu único pai”.

O Homem do sinal da cruz

Minha filha costumava falar sobre um homem que entrava em seu quarto todas as noites e fazia o sinal da cruz em sua testa. Eu dizia à ela que era apenas um sonho. Certa vez, minha sogra enviou algumas fotos de família para nós e minha filha olhou diretamente para o pai do meu marido (que havia morrido há 16 anos) e disse “Esse é o homem que entra no meu quarto à noite.”. Meu marido me contou, depois, que seu pai tinha o costume de fazer o sinal da cruz em sua testa quando era criança.

O Cara Assustador

Quando criança, eu tinha um amigo imaginário. Eu o chamava de “Cara Assustador” ele dizia que tinha morrido na garagem da casa atrás da nossa. Ele era um jovem de 16 anos que sofreu um acidente de carro, e foi até a casa para pedir para usar o telefone (morreu nos anos 70). A pessoa que vivia na casa abusou sexualmente dele e o matou. A história assustou tanto minha mãe, que ela começou a procurar nos jornais se algo do tipo havia acontecido e me levou ao terapeuta.

“Icy mandou dizer…”

No ensino médio, minha melhor amiga tinha uma irmão mais nova, de 5 ou 6 anos de idade. Um dia, fomos à casa dela para que pegasse suas cartas de Magic. Enquanto eu esperava, sua irmã se aproximou de mim e disse: “Icy me mandou perguntar se você sabe quando vai morrer.” Eu ri, era uma pergunta estranha, né? Mas eu sabia tudo sobre Icy, sua amiga imaginária. Eu até a ajudei a fazer um desenho dela. Então respondi “Não, claro que não. Ninguém sabe. Espero que seja quando eu esteja bem velhinha”. A menina balançou a cabeça e disse “Não, Icy quer que você saiba que será hoje à noite”. E saiu.

Este é o nosso castigo

Eu tinha 17 anos e era babá do filho de uns amigos dos meus pais, de 6 anos. Ele estava dormindo há algumas horas, e fui dar uma olhadinha nele. Quando abri a porta de seu quarto, ele não estava deitado na cama, estava em pé, de cara para a parede. Essa merda era mais assustadora do que qualquer coisa. Perguntei o que ele estava fazendo, ele virou, sorriu, pôs o dedo na boca e fez “Sssshhh”. Eu perguntei de novo e tudo o que ele disse foi “Nos deixe, este é o nosso castigo”.

Continue mexendo as pernas

Meu avô sempre me levava para acampar na beira de um lago quando criança. Um dia, quando eu tinha 6 anos de idade, desequilibrei e caí na água. Eu não sabia nadar, mas me lembro, nitidamente, de ver uma garotinha embaixo d’água que me mandou olhar para o céu e continuar mexendo as pernas, que tudo ficaria bem. Eu obedeci e cheguei na superfície na hora exata em que meu avô estava pronto para mergulhar à minha procura.

Tracy

Quando minha sobrinha tinha 4 anos, tinha um amigo imaginário. Ela costumava culpar o amigo por coisas que ela mesma tinha feito, e comentava que ele sempre assistia Scooby Doo com ela. Um dia, resolvi perguntar sobre este amigo imaginário. Ela disse “É uma menina e está morta”. Perguntei o que ela fazia, “Ela faz o que meu pai faz!”. O pai dela era policial. Então perguntei onde estava sua amiga policial, e ela respondeu “Está sempre no lugar onde meu pai é policial. Eu a conheci quando estava na barriga da mamãe. Ela a tocou quando eu estava lá dentro.” Alguns meses antes de minha sobrinha nascer, minha prima Tracy sofreu um acidente de trem e faleceu. Ela amava Scooby Doo e era policial. Ela trabalhava na mesma delegacia que meu irmão. A amiga imaginária da minha sobrinha era minha prima morta. Não havia outra forma dela saber tantos detalhes com apenas 4 anos de idade.

É por isso que não gosto de água

Quando meu filho tinha 4 anos, estávamos assistindo um documentário sobre o Titanic. Estava mostrando os esquemas de sala da caldeira, e a câmera filmou da esquerda para a direita. Ele apontou para a televisão e disse: “Isso está errado. As caldeiras estavam do outro lado. E eu estava bem aqui” – e apontou para um pequeno espaço na sala da caldeira – “É onde eu estava. E é por isso que eu não gosto de água agora”.

Emily

Quando minha irmã tinha 6 ou 7 anos, tinha uma amiga imaginária chamada Emily. Ela nos contou que Emily morava em seu armário, usava um vestido preto antigo, tinha um longo cabelo preto e a mesma idade que ela. Minha irmã brincava com Emily o tempo todo. Depois de um tempo, meus pais notaram que ela agia de forma estranha. Sentava no meio do seu quarto e sussurrava para Emily “ficar longe deles”. Me lembro de um dia, em especial, em que meu irmão entrou em seu quarto e ela estava sentada lá no meio. Ela olhou para ele e assoviou. Meu irmão ficou muito assustado e disse que ela não parecia nossa irmã. Meus pais correram até seu quarto e eu só ouvia ela gritando várias vezes “Saiam”. Eu não faço ideia do que aconteceu naquele quarto, mas corri para trás das escadas e os gritos pararam. Vi meus pais carregando minha irmã, ela estava muito inchada de tanto chorar e eles também choravam. Perguntei sobre isso para ela (hoje ela tem 24 anos) e ela contou que Emily costumava dizer coisas horríveis para ela fazer. Contou que, uma vez, acordou no telhado e não sabia como havia chegado lá. Emily, aparentemente, odiava meus pais e virou minha irmã contra eles. Ela odeia falar sobre isso então eu nunca comento sobre aquela noite. Tudo aconteceu na nossa antiga casa, e quando nos mudamos, Emily sumiu. Eu não estou brincando, não estou mentindo. Emily foi um transtorno muito grande para minha família e eu me senti muito aliviada quando deixei aquela casa.

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Fonte: MedoPontoCom

Batidas na janela.

Deito em minha cama, inquieto e solitário, em uma noite sombria e silenciosa. Viro e reviro na cama tentando encontrar uma posição confortável, mas me sinto apreensivo demais. Algo nessa noite não estava certo. Continuo me revirando e finalmente encontro uma posição confortável.

Fecho os meus olhos, mas não faz diferença, de qualquer modo o meu quarto já estava bastante escuro e levaria algum tempo para os meus olhos se ajustarem à escuridão. Fico deitado, quieto e silencioso em uma noite fria e sombria. Meu corpo está relaxado, meus pensamentos se esvaindo, e estou pronto para um merecido descanso. Instantaneamente, o silêncio é despedaçado e a minha mente se enche com o medo enquanto meus olhos se arregalam com o susto.

Knock. Knock.

É quase inconfundível o som de um punho batendo no vidro. Mas não era, não poderia ser. O que levaria alguém a querer me acordar a uma hora dessas? Pense logicamente. Se alguém quisesse invadir a casa, por que iria me avisar antes com uma batida?

Monstros não existem. Eu poderia me acalmar e simplesmente olhar para a janela, mas eu estava virado para o outro lado e com muito medo de virar a cabeça e dar de cara com os meus piores pesadelos do outro lado da janela. O que poderia ser então? Talvez alguns pássaros se batendo em minha janela. Não, muito surreal. Um grupo de pássaros poderia estar voando no meio da noite? Batendo em algumas janelas e assustando algumas pessoas só para se divertirem? Deixe-me pensar melhor, talvez seja apenas a minha imaginação. Talvez eu ouvi apenas o típico ranger da casa e em minha paranoia acabei confundindo com uma batida.

Knock. Knock.

Não, dessa vez definitivamente não foi a minha imaginação. Droga! Só pode ser algum pivete idiota esperando que eu apareça na janela para que ele possa me assustar e jogar pedras em mim. Não, não devo pensar nisso. Tenho que parar com essa paranoia. Além disso, ele está lá fora, e eu estou aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada eu sei que estou seguro. Monstros não existem. Eu ainda não reagi, talvez esse pirralho pense que não estou aqui ou que tenho um sono pesado e vá embora.

Knock Knock.

Não deve ser uma criança. Nenhuma criança ficaria tanto tempo esperando por uma reação minha; ela já teria se entediado e ido embora. Então, o que seria? Por que um serial killer me escolheria entre tantas pessoas? Pense logicamente. Monstros não existem. Não fique paranoico. Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Mas, e se não for um monstro ou algum tipo de assassino, o que seria? Eu só tenho que dormir e talvez ele vá embora.

Knock. Knock.

Oh Deus! Não consigo pensar em um barulho que eu possa odiar mais do que essas batidas persistentes! Por favor, vá embora! Deixe-me em paz! Não tenho como escapar. Ele vai entrar e fazer coisas terríveis comigo! Tenho que respirar fundo. Posso sentir meu coração pulando em meu peito. Só tenho que relaxar.

Monstros não existem. Lembre-se, ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Não posso deixar o medo me dominar. Só tenho que dormir e não mover um músculo.

Knock. Knock.

Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Monstros não existem. Só tenho que dormir e rezar para que essa coisa vá logo embora.

Knock. Knock.

Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.

Lágrimas de medo começam a escorrer pelo meu rosto. Monstros não existem. Monstros NÃO existem. Começo a sussurrar para mim, “Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.”

Knock. Knock.

NÃO AGUENTO MAIS ISSO! Vou ficar maluco ouvindo essas batidas! Se eu pudesse pelo menos ver o quê esta fazendo isso eu ficaria em paz! Tenho que respirar fundo. E repetir mais uma vez, “Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.” Tento respirar calmamente. Meu coração parecia que ia estourar a qualquer momento. Lentamente começo a virar a cabeça para olhar a janela.

Meu coração afunda em meu peito e o medo quase me deixa paralisado.

Eu virei a cabeça para o olhar a janela.

Eu virei a cabeça para perceber que a criatura pálida com olhos negros brilhantes e um sorriso assustador já estava aqui dentro o tempo todo... batendo em minha janela.

 

Fonte: https://www.facebook.com/MedoPontoCom

Porta assustadora


Sabe aquela pessoa irritante, chata e incoveniente que você não consegue "se livrar" fácil? Eis a solução!

Um usuário denominado “999deadpatricia” colocou a venda no site Etsy, em 2011, uma porta animatrônica (que usa eletrônica e robótica em bonecos ou fantoches para dar-lhes vida) que cria um efeito visual bem assustador e realista.

A entrada ganha um aspecto de filme de terror e o efeito bizarro é produzido graças a um monitor LCD de 22 polegadas embutido, junto com um DVD especial de faixas DTMF que movimentam o dispositivo pneumático atrás da porta na hora certa. O vendedor oferece instruções de como montá-la para os clientes que a comprarem.

O DVD com as imagens assustadoras também pode ser adquirido à parte, e usado em monitores e televisores. Se você quiser a sua porta, basta desembolsar 3,5 mil dólares. Essa pode ser a resposta (Se voce for rico xD) a vizinhos chatos, visitas indesejáveis, ladrões ou qualquer pessoa que você queira manter longe de sua casa.

As portas que ficaram famosas por aqui, porém há outros produtos do gênero.
Voce pode ver alguns no canal hauntedillinois666.








ASHLEY, a cidade que desapareceu

Em algum momento da noite de 16 de Agosto de 1952, a pequena cidade Ashley, no estado do Kansas, deixou de existir. Na madrugada de 17 de Agosto de 1952 um terremoto de magnitude 7.9 foi medido pela Associação de Estudos Geológicos. O terremoto em si foi sentido por todo o estado e por grande parte do oeste. Determinou-se que o epicentro foi bem embaixo de Ashley, Kansas.

Quando a equipe de segurança do Estado chegou ao que deveria ser os arredores da comunidade, acharam apenas uma enorme e ardente fissura de cerca de 1.000 metros de comprimento e 500 de largura. A profundidade da fissura jamais foi determinada.

Depois de doze dias, a busca pelos 679 habitantes da cidade de Ashley, que estava sendo realizada em todo o estado, foi cancelada pelo Governo do Estado do Kansas, às 21:15 de 29 de Agosto de 1952. Todos os 679 habitantes desaparecidos foram dados como mortos. Algumas horas depois, as 2h27 da madrugada do dia 30, outro terremoto de magnitude 7.5 foi medido pela Associação Americana de Estudos Geológicos. O epicentro foi, novamente, o local onde ficava a pequena cidade de Ashley. Quando as autoridades investigaram a área às 5h32 da manhã, reportaram que a fissura na terra havia se fechado.

Nos oito dias que antecederam o desaparecimento da cidade e de seus habitantes, acontecimentos bizarros e inexplicáveis foram reportados por dezenas de moradores da cidade de Ashley.

Começou na noite de 8 de Agosto de 1952, às 07:15 da noite, um morador chamado Gabriel Jonathan reportou a visão de um objeto voador não identificado no céu de Ashley. A cidade em si, não tendo nenhuma organização policial de verdade, recorreu à estação policial da cidade vizinha de Lane City. Gabriel reportou o que aprecia ser uma "negra e pequena abertura no céu". Nos 15 minutos seguintes, a polícia de Lane City foi sobrecarregada com dúzias de ligações reportando o mesmo fenômeno. O fenômeno não foi reportado por nenhuma outra comunidade próxima. Decidiu-se mandar uma tropa para Ashley para investigar o problema na manhã seguinte.

Às 7h54 da manhã de 9 de Agosto de 1952, o oficial da polícia de Lane City, Allan Mace, mandou um sinal de rádio para a estação de Polícia de Lane City. Ele reportou que, mesmo tendo seguido a única estrada que levava até a pequena cidade de Ashley, havia se perdido. De acordo com seu informe, a estrada "continuava seu caminho normal mas, de alguma forma, voltava para Lane City". O oficial Allan Mace ainda disse que a rua não possuía curvas ou saídas. Duas horas depois, sete dos dez carros policiais, foram mandados para investigar a situação e todos os membros da equipe chegaram à mesma conclusão. A única estrada em direção à Ashley passou a ter como fim, a cidade de Lane City. Telefonemas continuavam a sobrecarregar a estação policial de Lane City, todos reportando que a abertura negra no céu continuava a crescer. Todos foram orientados a permanecer em casa e não sair de lá a não ser que fosse completamente necessário. Às 8h17 da noite, a Sra. Elaine Smith reportou o desaparecimento de seus vizinhos Sr. e Sra. Milton, e seus dois filhos, Jeffrey e Brooke. De acordo com o telefonema da Sra. Smith, os Miltons haviam tentado deixar a cidade com o carro da família mais cedo naquele dia. Eles nunca retornaram. Jamais foi reportado nenhum carro ou pessoa passando de Ashley para Lane City ou qualquer outra cidade próxima.

Às 7h38 da manhã de 10 de Agosto de 1952, telefonemas da cidade Ashley para a estação policial de Lane City reportavam que a cidade estava completamente escura. O Sol não havia nascido. 15 minutos depois, por pedido do corpo policial de Lane City, um helicóptero da capital Kansas sobrevoou a região de Ashley. A cidade não foi vista de cima.

No dia 11 de Agosto de 1952, a Srta. Hilari White ligou para a estação policial de Lane City. Ela reportou que sua filha, Erica, estava conversando com o pai, falecido três anos antes em uma acidente de carro. Para preocupá-la mais, a srta. White reportou que Erica ameaçava ir para fora para "juntar-se à eles". No decorrer das doze horas seguintes, foram registradas 329 ligações descrevendo fenômenos similares com as crianças da cidade.

Na manhã seguinte, 12 de Agosto de 1952, a situação ficou terrível. No meio da noite, todas as 217 crianças de Ashley desapareceram. Foram registradas 421 ligações telefônicas para o departamento policial de Lane City. Incapaz de ajudar, o corpo policial de Lane City instruiu a população para permanecer em casa e evitar quaisquer tentativas de achar as crianças desaparecidas.

Às 5h19 da tarde do dia 13 de Agosto de 1952, um idoso da cidade de Ashley, Scott Thomas, reportou um incêndio crescente ao sul da cidade. De acordo com sua descrição, o fogo fazia com que o preto do céu se transformasse em "vermelho vivo e laranja que parecia ir bem alto no céu." Durante o resto da noite, telefonemas continuaram reportando que o fogo, além de se mover para o norte, agora parecia "sair do céu escuro". Nenhum incêndio foi testemunhado por nenhuma das comunidades vizinhas.

As reclamações continuaram até um pouco depois da meia noite do dia 14 de Agosto de 1952. O último telefonema, feito por Benjamin Sherman, informava que o fogo havia se tornado tão intenso que parecia dia novamente na cidade. A ligação foi interrompida abruptamente.

ESTA É A GRAVAÇÃO DA LIGAÇÃO DE BENJAMIN SHERMAN

Benjamin:
Esperem aí... calma...
(silêncio)
É, é... Estou vendo algo. É bem ao Sul. Parece um...
[FIM DA LIGAÇÃO]

Não foram computadas outras ligações até a noite seguinte.
A seguir, a gravação completa da última ligação recebida da cidade Ashley pelo departamento policial da cidade de Lane City. Foi às 9h46 da noite de 15 de Agosto, 1952. Nessa ligação gravada, falam o oficial Peter Moore e uma senhora identificada como April Foster.

[LIGAÇÃO]

Oficial Moore:
Departamento policial de Lane City.
(estática abafada)
Olá?

Foster:
SIM... sim, olá?

Oficial Moore:
Senhora, com quem falo?

Foster:
Meu nome é April, April Foster. (tosse) Por favor, senhor. Por favor, me ajude.

Oficial Moore:
O que está acontecendo, senhora?

Foster:
Noite passada... Eles voltaram na noite passada.

Oficial Moore:
Senhora, preciso que você...

Foster:
ELES VOLTARAM NA NOITE PASSADA! (choro)

Oficial Moore:
Senhora, eu preciso que você se acalme e fale claramente. O que aconteceu? Quem voltou?

Foster:
(soluçando) Todos.

Oficial Moore:
Todos?

Foster:
Todos eles vieram com o fogo.

Oficial Moore:
Como assim todos?

Foster:
Meu filho... Eu vi meu filho na noite passada. Ele estava andando... ele estava andando pela rua. Estava queimado. Jesus Cristo, ELE ESTAVA QUEIMADO!

Oficial Moore:
Senhora, eu...

Foster
Ele morreu no ano passado. Eu o criei desde que ele era um bebê... Éramos só nós dois. Eu o avisei para prestar atenção na rua enquanto andava de bicicleta, mas ele nunca me escuta.

Oficial Moore:
Senhora, o que você está dizendo não faz sentido nenhum. Você disse que todos voltaram?

Foster:
VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO, CARAMBA? TODOS. Todos voltaram. Todos que morreram ou desapareceram, eles voltaram. E estão procurando por NÓS! (choro)
Ele... Ele disse: "Mamãe, eu estou bem agora! Olhe, eu posso andar de novo! Onde você está, mamãe? Eu quero te ver!" (soluço)

Oficial Moore:
... Senhora, onde você está agora? Você está segura?

Foster:
Eu estou escondida, assim como todos. Nós os vimos vindo pelos campos... e... algumas pessoas abriram as portas para eles. Meu deus, os gritos!! (pausa) Eu não sei o que aconteceu com eles. Suas casas pegaram fogo e... Afundaram. Eu fechei as cortinas e estou me escondendo no armário e... (silêncio)

Oficial Moore:
Senhora, está tudo bem? Você está bem?

Foster:
(silêncio)

Oficial Moore:
Senhora?

Foster:
(vidro se quebrando)
Ah... Ah, meu Deus.

Oficial Moore:
Senhora?

Foster:
Algo acabou de entrar. (choro abafado)

Oficial Moore:
Senhora, permaneça o mais quieta que puder. Não faça nenhum barulho.

Foster:
(abafado: "mamãe... mamãe?")
(soluços) Ele entrou.

Oficial Moore:
Fique parada. Não saia.

Foster:
(som abafado de passos)
(abafado: "mamãe? mamãe, onde você está se escondendo?")

Oficial Moore:
Fique quieta.

Foster:
(som de passos pesados. risadas. abafado: "achei você, mamãe!")
(barulhos indiscerníveis e gritos)

Oficial Moore:
Senhora? SENHORA???

[FIM DA LIGAÇÃO]

Na manhã seguinte, às 6h55, a tropa do departamento policial de Lane City chegou à cidade de Ashley, Kansas e tudo o que restava era uma enorme fissura na terra.


Fonte: https://www.facebook.com/MedoPontoCom

Casa é demolida devido a fenômenos incomuns

Segundo moradores, objetos se movimentavam sozinhos e pedras caíam.
Policiais, assistentes sociais e até médium foram chamados ao local.

Acontecimentos incomuns foram presenciados em uma casa localizada na zona rural de um município – cujo nome não foi divulgado a pedido da família – da Região Norte do Rio Grande do Sul. Barulhos de socos nas paredes, pedras que caem no telhado e dentro da casa, mesmo com as portas e janelas fechadas, são alguns dos relatos dos moradores. O caso se tornou o principal assunto da cidade e mobilizou vizinhos e autoridades locais.

Assustada e sem saber a quem recorrer, a família acionou a Brigada Militar, que foi ao local e, mesmo sem encontrar explicações para os fenômenos, registrou uma ocorrência. Os policiais se disseram espantados com os fatos observados. "Vimos pedras sendo jogadas ou caindo em cima do telhado da casa, nas paredes. O detalhe é que não quebrava a telha. Nas paredes, não ficava sinal nenhum dessas pedras", contou o Sargento João Aquino.

Na residência, vivia um casal com três filhos, um menino de 8 anos e duas meninas, de 11 e 15 anos. "Jogavam pedras na casa, como uma chuva. A gente chamava a polícia. Ela vinha, olhava por tudo e não enxergava nada. A casa [estava] toda fechada e enchia de pedra dentro. Depois que alcamou um pouco as pedras, começaram a virar os roupeiros", relatou o casal, que prefere não ser identificado.

Vizinhos prestaram ajuda e chegaram a levar a família para outros locais, como um colégio próximo. No entanto, os acontecimentos teriam voltado a ocorrer. "Todo mundo está com receio. Deu para ver vários fenômenos, como pedras aparecendo sem ninguém jogar e objetos dentro de casa se movendo sem ninguém tocar. Utensílios domésticos saíram de um lugar para o outro. A gente procurou socorrer a família de várias maneiras. O fenômeno acabou acontecendo lá também", relatou o agricultor Valdir Antônio Marquioro, que vive perto da casa onde ocorriam os episódios.

O caso chegou a mobilizar uma equipe de assistentes sociais do município. Alertados sobre os eventos, eles foram até a propriedade para tentar ajudar os moradores. "Nós até teríamos uma explicação técnica e científica. Não vamos falar a respeito de fatos, de pedras voando. O que pode estar acontecendo é no âmbito psíquico. A partir daí, estamos voltando o tratamento para essa família", explicou a psicóloga Ariane dos Santos.

Além das pedras, a filha mais velha do casal começou a apresentar um comportamento estranho. "Um dia, o espírito levou ela para cima da casa, jogou-a para baixo e quebrou a telha", disse a mãe.

Ao saber do caso na cidade, o produtor de vídeos Gelson Luiz da Costa foi até o local movido pela curiosidade. Com uma câmera, fez imagens para registrar os fenômenos. No momento da gravação, uma pedra caiu dentro casa. Ele percebeu que a família precisava de ajuda e se empenhou para encontrar um médium para fazer um trabalho de exorcismo.

O médium Nelson Júnior Paz disse ter exorcizado a garota. "O espírito se afastava da menina quando a gente chegava perto da casa. Então, eu me retirei para que ele baixasse nela e eu pudesse fazer o exorcismo. Também perguntei por que ele estava perturbando aquela menina, o que acontecia. A todo momento, ele dizia que queria a vida dela ou a propriedade de volta", afirmou.

Costa filmou o procedimento. Após o exorcismo, os moradores decidiram demolir a residência. "Estou com 65 anos e foi a primeira vez que vi isso. Nós queremos paz", desabafou o pai. A família está sendo atendida pela assistência social do município, e a Federação Espírita do Rio Grande do Sul acompanha o caso.


Fonte: http://g1.globo.com/rs/