A conversa

Você está de costas para a parede, após correr feito uma barata para pegar a lanterna depois de uma

repentina queda de energia. Suas costas começam a doer enquanto você a pressiona mais e mais contra a parede, a coisa para a qual você está apontando a sua lanterna não é nenhuma criatura desse planeta.

Essa coisa não anda, se aproxima pairando de um jeito estranho, atravessando a sala, vindo em sua direção. É alto, muito alto. Sua pele é de um pálido azul cobrindo um corpo muito esquelético. Sobre os seus ombros, se é que pode chama-los de ombros, há uma cabeça cinza, de rosto sem feições. A luz da sala se acende de repente, e você percebe que a agora a única lâmpada na casa que funciona é a da sala, a lâmpada que de alguma maneira parece manter uma conexão entre você e a criatura, como se lançasse um brilho apenas entre vocês dois. A coisa pára de se mover, apenas alguns passo separam vocês.

Coroa de flores

Vamos chamar aquele homem de A.
A é uma boa pessoa, um bom pai e um bom marido e ficou triste por saber que sua mulher o estava traindo. A dormiu profundamente, enquanto B despertou.
B disse para a filha de A que iria lhe dar um presente.
"Oh, vamos juntos ao parque, vamos fazer uma coroa de flores! "
"Sim, papai, vamos!"
B foi ao parque com a filha de A, mas lá não haviam flores bonitas, então B ficou triste, enquanto C despertou.
C gostou das flores da vizinha de A. C pediu educadamente flores para a velha e mal humorada vizinha.
"Acha que vou dar uma das minhas lindas flores? Oh, me poupe."
C ficou muito triste e cortou as flores, a velha olhou-o aterrada e com lágrimas nos olhos.

"Cão de duas cabeças" +18

CONTEÚDO CHOCANTE!

Em 1954, o cirurgião soviético Vladimir Demikhov chocou o mundo revelando uma monstruosidade criada cirurgicamente, um cachorro com duas cabeças. Ele desenvolveu a criatura em um laboratório do Instituto de Cirurgia de Moscou, enxertando cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão já crescido.

Demikhov convidou repórteres de todo o mundo para testemunhar sua criação. Os jornalistas engasgaram quando as duas cabeças lamberam simultaneamente uma tigela de leite, e aí se encolheram quando o leite da cabeça do filhote vazou do tronco desconectado do tubo esofágico. O filhote recebia todos os nutrientes do sistema circulatório do cachorro mais velho, mas gostava de beber porque sua boca ficava seca.

6 experimentos científicos assustadores

Todos já ouviram falar de cientistas loucos, não é mesmo? Felizmente, essa fantasia de gênios que criam coisas assustadoras fica só em livros e filmes, certo? Pelo menos parcialmente...

Confira:

1. Levando tiros para garantir experimentos aos cientistas


John Deering foi preso e condenado à morte por matar uma pessoa durante um assalto. Quando estava da prisão uns cientistas malucos o ofereceram ser cobaia de um experimento. Já que ele ia morrer mesmo, nada melhor do que ser útil para a humanidade, não é mesmo? Acho que esse era o pensamento dos cientistas.

5 filmes que inspiraram crimes da vida real

Alguns filmes são realmente inspiradores e capazes até mesmo de mudar nossas vidas em algum sentido... É bem provável que você se lembre de algum filme que marcou sua vida, aquele que você assiste quantas vezes forem necessárias, sem o menor sinal de tédio.

O problema é quando algumas pessoas escolhem filmes um pouco mais pesados para usar como fonte de inspiração. As histórias que você vai conhecer a seguir são de pessoas que cometeram crimes graves inspiradas no que viram nas telas do cinema:

1. Jogos Mortais


Jigsaw era o personagem extremamente psicopata, capaz de armar seus planos da maneira mais minuciosa possível, com os toques mais macabros de crueldade. A moral de seus jogos era ensinar suas vítimas sobre o valor da vida, afinal, os escolhidos eram sempre aqueles mais depressivos e que machucavam a si mesmos. O vilão não matava suas vítimas, no entanto, mas fazia com que elas se matassem.

13 dias no Inferno

Nas profundezas do inferno, você foi o escolhido para eliminar "almas perdidas". Utilizando diversas armas, atire em todos antes que eles cheguem perto do seu personagem, sobrevivendo às diversas ondas de inimigos.

Os gráficos e a jogabilidade são simples (em flash e em primeira pessoa) porém pode se tornar bem viciante: a cada nível os adversários vão ficando cada vez mais rápidos e a mira da arma não é fixa, também fica em constante movimento - se move mais rápido assim como os adversários - dificultando ainda mais seu desempenho.

O objetivo é simples: mate para sobreviver!

Como jogar:

Mouse - Mira e Atira;
1 a 5 - Troca de Arma;
R ou Espaço - Recarrega a Arma;
P - Pausa o jogo.


Conseguiu chegar muito longe? Qual nível?

Papel Vermelho ou Azul?

Esse conto é uma versão melhorada da lenda urbana Japonesa.
Foi escrita pelo amigo Victório Anthony. Vale à pena ler! :D


Eu estudo numa escola pública comum, onde os alunos se preocupam com os estudos e o vestibular é importante. Como qualquer outra, temos bullying frequentemente entre os alunos. Eles dizem nomes feios, batem uns nos outros, se juntam para ridicularizar e se aproveitar dos alunos mais tímidos. Fazem coisas completamente desprezíveis mesmo para suas idades estudantis. Uma vez, prenderam uma aluna no banheiro masculino e a estupraram violentamente. Ninguém sabe exatamente quem foram os meliantes, principalmente porque os funcionários abafaram o caso para que ninguém soubesse do ocorrido e isso sujasse o nome da escola. Infelizmente a adolescente foi encontrada morta com a cabeça imersa dentro da privada e alegaram suicídio. Mas esta não é a minha história...

Projeto: Demoniac Personality. Lamento do Caos Cap. 8

Eu quero saber o que vocês estão achando da estoria! Comentem sua opiniões para eu poder saber se estou indo bem e saber em que preciso melhorar. ~Luan

Alexandre levanta-se e vai falar com Vitoria. Já são 3:30, logo Leandro ira chegar. Estou um pouco nervosa. Não sei porque... Nada ira acontecer mesmo, mas... Talvez algo aconteça... Droga... Tenho que parar de pensar tanta besteira.
- Rafaela! Eu e o Alexandre vamos sair. Lembre-se de fechar a porta se for sair. – Vitoria fala fechando a porta. Balanço a cabeça como sinal de sim. Eu deveria vestir uma roupa melhor não era? Não posso sair tão desleixada assim... Subo para meu quarto e troco minha roupa por uma um pouco mais bonita. Não tenho muitas roupas para sair... Deveria comprar algumas? Hã? Aquele filhote de cachorro esta aqui me encarando novamente... E eu me esqueci de perguntar se ele era do Alexandre...
- Ola cachorrinho. – Falo sorridente tentando pega-lo. A campainha toca, eu desvio o olhar e quando volto para o filhotinho ele não esta mais na cama. Estranho... Esse cachorrinho é misterioso... Será um espírito de cachorro? Nunca tinha visto algo assim antes. Desço as escadas e ao abrir a porta vejo Leandro. Meu coração dispara por algum motivo e vendo seu sorriso começo a sorrir. Que tipo de reação foi essa?
- Vamos? – Leandro pergunta me olhando fixamente.
- Vamos... – Afirmo virando meu rosto e fechando a porta atrás de mim.
Será que eu deveria perguntar sobre o porquê de ele ter beijado aquela vad...? Não, acho melhor não. Ele que fique com quem ele quiser, mas não entendo por que eu me importo com isso...
- Esta se sentindo bem? – Leandro me pergunta curioso.
- Sim, por quê? – Pergunto curiosa. Estou parecendo doente?
- Você esta encarando o nada com uma expressão quase que de raiva... Foi algo que eu fiz? – Leandro pergunta com um olhar triste. Eu fiquei encarando o nada? Isso me estressa tanto assim? E se eu perguntasse a ele sobre Julieta... Ele me diria a verdade?
- Ei... Hoje na escola... – Falo olhando para o chão e ao olhar para Leandro o vejo escutando atentamente. Eu... Não posso falar sobre isso... A vida é dele mesmo. Ele que beije quem ele quiser... – Você levou uma surra do Rodrigo. Hahaha – Falo sorridente tentando esconder minhas reais intenções.
- Ei ei... Foi só um golpe de sorte... Na próxima vez ele não terá tanta sorte! Pode apostar... Não perderei de novo! – Leandro termina de fala olhando determinado para o céu e depois começa a rir. – Mas doeu... – Leandro fala olhando para seu braço com uma expressão engraçada e eu começo a rir.
Chegando a lanchonete pedimos o mesmo de sempre. Um pastel de queijo com frango, Leandro pede energético como sempre. Terminamos de comer e resolvemos sair para ir ao parque de diversão que estava aberto no bairro. Chegando à entrada, começo a sentir uma energia estranha. As pessoas começam a sair do parque e as pessoas que estavam na rua começam a desaparecer. O céu fica escuro e uma nevoa sombria começa a cobrir todo o lugar a nossa volta.
- O que esta acontecendo Leandro? – Pergunto com medo segurando no braço de Leandro.
- Não sei... Mas de qualquer forma, não se afaste de mim! – Leandro afirma encarando a entrada do parque.
- Ei você, saia de perto dela... Quem você acha que é para ficar agarradinho com ela, em? – Um homem fala saindo de dentro do parque, mas sua voz é familiar... Hã? Leandro? Ele é igual ao Leandro, mas esta usando roupas diferentes.
- Quem é você? E porque esta em minha forma? – Leandro pergunta furioso.
- Eu sou o Lamento do Caos... Você já deve ter visto meu irmão. Não estou certo garotinha? – O outro Leandro fala com um sorriso sarcástico. Quer dizer que aquilo não foi um sonho? Foi mesmo real? E ele também me quer? Droga... Por que isso tem que acontecer comigo?
Leandro gargalha e olha para trás. Olho também e vejo 3 pessoas, duas escondidas na nevoa. Uma silueta de mulher e outra de um homem. O que estava visível era um homem com cabelo longo e olhos vermelhos segurando um livro de capa negra. Será que foi ele o homem que vi da ultima vez?
- Eu a protegerei. Vá e lute Abigor. – O homem fala calmamente. Leandro pede para eu me afastar e ir para onde aquele homem estava. Corro em direção ao homem enquanto uma aura roxa começa a rodear Leandro e uma branca rodeia o ‘’Caos’’. O ‘’Caos’’ some e reaparece nas costas de Leandro. Leandro acerta uma cotovelada no rosto de Caos, mas ele não esboça nenhuma reação.
- Apenas isso? Me decepcionou... – Caos fala entristecido. Leandro sorrir e abaixasse chutando as pernas de Caos e enquanto ele estava caindo acerta um soco em seu rosto, o jogando contra o chão criando rachaduras no solo. Caos desaparece e reaparece flutuando no céu com uma expressão entristecida. – Devo acabar com a brincadeira... Achei que seria mais difícil... Mas irei acabar com você agora. – Caos termina de falar mostrando 3 pares de asas brancas e luminosas, puxando uma espada enorme e branca do vácuo ele aponta para Leandro e uma energia luminosa é lançada em direção a Leandro. Leandro cospe sangue no momento em que é atingido.
- Fuja com ela, Dantalion... Irei ficar aqui pa... – Leandro grita para o homem ao meu lado, mas é interrompido pelo mesmo.
- Não... Eu irei ficar aqui e protegê-la, ate o momento em que você morrer... Tente se ficar vivo, caso morra, não nos importamos se alguém a levar! – O homem fala friamente. Leandro fica com uma expressão de espanto e medo... Leandro ira morrer? Eu não quero isso... Hã? Leandro começa a emanar uma aura terrível. Semelhante a do garoto que estava sobre os corpos. Ele anda lentamente em minha direção com uma expressão entristecida. Caos começa a jogar varias esferas de energia em Leandro, mas elas antes de encostarem-se a Leandro desviavam-se para outra direção. Leandro me abraça forte. Por que ele esta fazendo isso no meio de uma situação como essa?
- Adeus... Foi muito bom lhe conhecer! Gostaria de ter mais algum tempo com você. Gostaria de te conhecer melhor. Gostaria de ter bons momentos com você, mas... Não poderei fazer isso! – Leandro fala com um tom de voz entristecido enquanto me abraça fortemente. O que isso quer dizer? Ele esta pensando em morrer? Leandro segura levemente meu queixo... E me beija... Mas... Mas por quê? Leandro sem falar mais nenhuma palavra volta lentamente para o lugar onde estava, enquanto uma nevoa negra sobe por seu braço direito e uma aura terrível começa a tomar conta do ambiente.
- Aha... Achei que ele não iria fazer isso... Mas bem... Ele costuma surpreender! Você não deve ter entendido, mas... Abigor está adormecido dentro dele. Uma vez ele conseguiu superar a influencia de Abigor, o que pode ser considerado um milagre, mas não é o tipo de coisa que acontece uma segunda vez, ou seja, ele planeja usar o poder completo de Abigor uma segunda vez... Ele não voltará a ser o Leandro depois dessa luta... É uma pena não acha? – O homem afirma com uma expressão entristecida, mas sua aura mostra outra emoção. Esse maldito... Ele queria que Leandro fizesse isso dês do começo?
- Você pode lamentar sobre todo o caos do mundo, mas eu irei lamentar por sua morte... Cometeu um grande erro em vir ate mim com esse desafio! – Leandro fala seriamente olhando para Caos. Leandro gargalha insanamente e uma onda de energia explode indo em direção ao céu e aparecem rachaduras no céu. Á nevoa negra se forma em uma serpente e Leandro retira uma lança de ossos do vácuo. – Nunca achei que iria sentir tanto poder novamente. – Leandro grita com um grande sorriso. Chifres começam a sair de sua cabeça o deixando com 2 pares de chifres distintos, seus olhos tornaram-se vermelhos brilhantes e da mesma forma que o olho direito do garoto que vi na igreja, passavam o mesmo sentimento de massacres e guerras. Leandro fecha os olhos e fica parado.
- Esta tão confiante em sua vitoria Abigor? – Caos pergunta enquanto segura sua enorme e branca espada com as duas mãos.
- Claro... Eu já vi sua morte! Não tenho pressa! – Leandro afirma com um pequeno sorriso e olhando para Caos com um olhar assustador.
- Demônio convencido! – Caos grita enquanto vai em direção a Leandro. Leandro pula no momento em que seria acertado pela lamina de Caos e segurando o rosto de Caos o joga contra o chão criando uma cratera, depois o chuta e joga a serpente em sua direção. Caos desvia da serpente, Leandro aparece na direção para onde Caos estava indo e usando a lança, o joga para dentro do parque. Muito barulho pode ser ouvido. Explosões e gritos horrendos. Uma explosão perto da roda-gigante a faz cair. Caos aparece voando sobre o parque procurando Leandro. Leandro aparece em cima de Caos descendo rapidamente com sua lança joga Caos novamente para o parque. Todos os brinquedos começam a desmoronar e uma grande explosão de luz faz com que Leandro saia voando do parque e destrua uma casa que estava atrás de mim.
- Essa doeu! – Leandro grita enquanto sai debaixo dos destroços.
- Então é verdade que você pode prever todos os movimentos do seu oponente, mas isso não significa que você pode desviar de todos. – Caos fala enquanto sai do parque. Seu corpo brilha e seus olhos estão como se estivessem pegando fogo.
- Mas quanto tempo você pode manter essa forma? – Leandro pergunta quando aparece na frente de Caos.
- Tempo suficiente! – Caos afirma com um pequeno sorriso. Caos desaparece e reaparece nas costas de Leandro. Leandro usa sua lança para barrar a espada de Caos, mas Leandro é jogado contra uma parece e ele destrói a mesma com o impacto. Leandro levanta com sangue saindo de sua boca. – Corpo humano é mesmo uma droga em Abigor... Mas você ira morrer com ele mesmo... É uma pena ter que destruir uma alma humana junto com a sua, mas... Posso superar isso! – Caos afirma confiante.
- Pego na armadilha, seu anjo maldito. – Leandro afirma com um grande e psicótico sorriso no rosto. A serpente que Leandro teria jogado antes sobe no Caos e se transforma é uma grande cobra que prende todos os membros de Caos, o deixando imóvel. Leandro segura fortemente sua lança com as duas mãos e libera uma energia imensa que sobressai a de Caos. Leandro corre em direção a Caos e salta. Apontando sua lança para Caos, Leandro envia sua lança no peito de Caos, transpassando seu corpo. Caos grita e começa a emanar uma aura branca monstruosa, que supera a de Leandro. Caos some e reaparece na entrada do parque. Sua aura esta instável e fora de controle. – Mas o que? Não consigo mais ver sua morte! – Leandro grita furioso. Um anjo aparece por detrás de Caos e o abraça.
- Você não deveria estar aqui... Eu não dei essa ordem! Vamos... – O anjo fala calmamente antes de sumir com Caos nos braços. Esse anjo me é familiar.
- Maldito! Aparece mais uma vez para estragar meus planos! Não tem mais o que fazer não, Miguel? – Leandro grita furioso enquanto sua aura, lança e chifres somem... Estranho... Não senti o peso das auras deles ate agora...
- Isso é porque eu estava lhe protegendo garotinha... Você não me escutou? – O homem ao meu lado me pergunta irritado. Ele também pode ler mentes? Que droga... Onde esta a minha privacidade mental? E ele é Dantalion?
- Desculpe... Seu nome é Dantalion, certo? – Pergunto curiosa. Dantalion balança a cabeça em sinal de sim. Olho para Leandro e o vejo vindo em minha direção com roupas rasgadas e ensangüentado. – Você esta bem Leandro? – Grito, preocupada.
- Leandro? Á sim... O humano... Bem, você não o verá novamente. Meu nome é Abigor e é um prazer conhecê-la! – Leandro afirma com um pequeno sorriso de satisfação. Serio? Leandro se foi? É brincadeira, certo?
- Pare de brincar Leandro! – Grito, esperando que seja uma brincadeira. Por favor seja uma brincadeira.
- Estou falando serio... – Leandro... Abigor aparece a minha frente. Segurando minha cintura, ele me pressiona contra ele e me beija... Completamente diferente... Antes o beijo foi mais carinhoso e delicado, agora é agressivo e impaciente. Ele realmente não é o Leandro. – Eu sou Abigor... Não me confunda! – Abigor afirma após me beijar. Nunca mais verei

Continua...
Escrito por: Luan