Sangue de Anjo: O Poder de um Sangue-Puro


Então o rei fez a inesperada decisão de ter um filho com sua filha, que nesse momento estava sendo possuída pelo anjo. Logo após o nascimento desse filho o rei selou a sua alma na linhagem que viria desse garoto, e após sua morte esperaria ate o momento em que um usuário perfeito para a sua alma nascesse. Com o nascimento desse garoto ele poderia ter a imortalidade, sabedoria e poder que tanto ansiava ter de uma só vez

Atualmente

Apolo e Leonardo correm rapidamente em direção aos lobisomens da direita e esquerda, distraídos não percebem Leonardo aproximando-se do da esquerda e Apolo ao da direita, acertados na mandíbula inferior com dois socos de direita e esquerda, os dois lobisomens vão ao chão voltando a sua forma humana. Os lobos que estavam ao redor correm junto com o quarto lobisomem que some na escuridão do parque.
- Nossa... Não achava que eles fossem desistir tão cedo... – Leonardo fala olhando sorridente para Apolo.
- Realmente, de alguma forma isso me deixa entristecido... Eu sempre gostei de lobisomens e eles correrem assim tão facilmente, foi uma decepção! – Apolo fala aproximando-se de Leonardo.
- Mas fala ai... O que você é? Não é muito comum ver pessoas com asas... – Leonardo pergunta encarando Apolo.
- Asas? E por falar nisso, também não é muito comum uma pessoa de olhos vermelhos cabelos brancos e sendo perseguida por lobisomens... O que diabos seria você? – Apolo termina de falar apontando a sua mão esquerda para Leonardo.

RELATO DOS LEITORES #9

Bom, hoje compartilharei um relato que aconteceu comigo há 2 anos atrás...


Lembro-me que era numa sexta feira, um dia normal como qualquer outro, sou católico mas me identifico muito com o espiritismo, meu pai é espírita e minha mãe sempre foi católica. Eu e minha irmã mais nova fomos criados livres para poder escolher nossa religião, pois bem vamos ao relato.

Eu sempre sempre sonho com coisas banais, tipo uma ida ao supermercado, coisas do cotidiano mesmo. Esses sonhos acabam acontecendo mesmo, não é algo frequente, são poucas as vezes que sonho assim. Mas naquela sexta foi diferente, sonhei que estava na varanda da casa dos meus avós, meu avô havia falecido em 2003, e minha avó estava com alzheimer e não morava mais naquela casa que era do meu tio mas estava abandonada.

Poveglia - A Ilha mais Assombrada do Mundo

Uma estação medieval de quarentena para a peste negra, um asilo de doentes mentais e mais recentemente um enorme depósito de material hospitalar. A pequena Ilha de Poveglia na Lagoa de Veneza serviu a muitos propósitos desagradáveis ao longo dos anos, mas hoje está vazia. O que resta de seu passado apodrece lentamente ao sol. São os restos de uma série de construções abandonadas em ruínas, prédios tomados pela vegetação que cresce selvagem a pouco mais de duas milhas do brilho e esplendor do Grand Canal.

Lendas e rumores a respeito de Poveglia são quase tão numerosos quanto as ervas daninhas que recobrem a superfície da ilha. E há material para centenas de estórias de terror, uma vez que essa pequena faixa de terra já testemunhou cenas que poderiam estar inseridas nos capítulos da Divina Comédia sobre o submundo.

Dizem que a quantidade de pessoas afligidas pela peste negra enviadas para a colônia na Ilha desde o período romano foi tão grande que mais 50% do solo atual é constituído por cinzas humanas. Na época, qualquer um que apresentasse os sintomas ou estivesse sob suspeita de ter contraído a doença, era despachado compulsoriamente no porão de um navio para a ilha. Mais que uma colônia de quarentena, em Poveglia os doentes eram descartados permanentemente. Haviam grandes fossos que serviam como crematórios que eram o destino final dos cadáveres restantes do flagelo. E as piras instaladas em Poveglia arderam por séculos. Embarcações carregadas de doentes já meio mortos, despejavam sua macabra carga na praia para que prisioneiros condenados os empilhassem e queimassem. Quem desembarcava em Poveglia jamais retornava. A última grande epidemia, que motivou a transferência de mortos e doentes para a ilha ocorreu no século XVII, não há como quantificar quantas pessoas foram mandadas para lá, mas uma estimativa afirma que o número ultrapassa os 160 mil.

Luzes Apagadas


Estive deitado nesse sofá assistindo TV por horas. Posso ouvir meu cachorro latindo no andar de baixo. Olho de relance para o relógio na parede. Já são nove horas, e eu ainda não jantei. Meus pais passariam a noite fora, então eu estava sozinho com a empregada. Meu estômago ronca, e decido que já é hora de jantar. Desligo a TV, e enquanto vou levantando lentamente, todas as luzes se apagam.

Aciono o interruptor várias vezes. Nada. Deve ter sido uma queda de energia. São muito comuns nessa região. Terei que descer para a cozinha e religar a energia pela caixa de força.

Na escuridão, não posso achar meus chinelos, então decido ir sem eles. Usando a parede para me guiar, tateio um pouco procurando o corrimão. Enquanto desço percebo o quão silencioso a casa esta. Não ouço o rádio da empregada e nem meu cachorro latindo. Nada. Tudo que posso ouvir é o som dos meus passos na escada.

Nenhum som ou luz. Minha casa de repete parece tão estranha, e eu me sinto perdido. Sem enxergar ou ouvir nada, meus dedos apertam o corrimão para me prevenir de uma queda.

Banheiro...


São 3:00 da manhã, todo mundo dorme, menos você.

Não consegue adormecer, pois precisa de ir ao banheiro, é algo facilmente solucionável, certo? Sim. É o que todo mundo diz antes de verem o que não deveriam ver, e a partir daí, suas noites de sono nunca mais serão as mesmas.

Sabe do que estou falando? Não?

Não se preocupe pode ter certeza de que ele sabe de você. Sim. Ele já te viu, com certeza você já foi ao banheiro no meio da noite, certo? E será que você não sentiu nada? Nenhuma presença ao andar pela casa? Ei, que é isso? Sabemos que sim. Nesse ponto você está a poucos movimentos de ver o que não devia ver, uma figura desumana de mais ou menos dois metros, completamente negra, e o pior, é principal causador de suas insônias, seus enormes fios de cabelo saindo desordenadamente pelo coro cabeludo... Assustador!

Anestesiada


Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.

"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um exame geral depois, assim poderei preencher a outra" "Por quê?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.

Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra consulta para dali à alguns dias.

Insanos Mortos


Seria assim então? Acabou? A vontade de Lzzy era abrir a porta do carro e se jogar. Mas, para onde iria? Não poderia ficar sozinha na estrada a essa hora da noite. Por fim Hiago propôs que ficassem juntos até o local onde seria a festa, faltavam ainda 35 km. Quando chegassem lá Lzzy encontraria seus amigos e voltaria com eles. Era inevitável ela acabou chorando, não queria queria que seu ex-namorado percebe-se, mas, Hiago percebeu ele sempre irritava-se com isso e naquele momento não seria diferente, ele pisou fundo no acelerador.

Vá mais devagar!- pede Lzzy assustada.

Fique quieta!- Hiago irrita-se.- Eu não aguento mais ouvir sua voz!

O ponteiro do velocímetro aumentava a cada instante, Hiago nem sequer tentou diminuir quando chegou na curva, uma clarão interferiu sua visão e o choque frontal contra o outro carro que vinha  na contra-mão arremessou o Stilo prata no ar que saiu da estrada e capotou três vezes. Lzzy pode sentir os estilhaços do vidro do para-brisas perfurando seu rosto e pescoço, suas pernas ergueram-se e se chocaram contra o painel, seus braços e tórax impulsionaram-se para frente e por causa do cinto de segurança seu corpo bateu contra o banco com muita força e Lzzy sentiu-se quebrada. Já Hiago que estava sem cinto na primeira volta foi arremessado para fora…

Nova Vida


Era madrugada... Eu estava muito cansado, mas mesmo sabendo que teria que acordar às 6 horas da manha para ir ao colégio no dia seguinte, eu não queria dormir, pois não queria acordar e ir para a escola, apenas para ver as mesmas pessoas, pessoas que não me entendem e nem mesmo se esforçam para tal.

Bem, eles não têm culpa, afinal sou uma pessoa muito complicada, muitas vezes nem mesmo me entendo, mas isso não vem ao caso. Eu estava apenas me perguntando: onde errei? Porque tem que ser tudo da mesma forma? Porque nada muda? Mas no final gritei um belo foda-se extravasando todo aquele sentimento em meu peito e alma. Finalmente teria decidido algo que levaria por toda a minha vida, iria mudar, talvez não para melhor, mas sim para o que me deixa-se feliz, ou ao menos mudado para não ficar mais triste.

Bem, como posso dizer?... Sou um cara muito que fica muito centrado em algo e acaba não percebendo grandes detalhes em outras coisas, quando estou focando apenas em uma, ou ate mesmo esqueço-me de detalhes importantes... Eu esperava meu pai, ou minha mãe descer as escadas e gritarem para eu ir dormir e parar de gritar no meio da noite... Mas para minha surpresa e agrado, eles estavam em um sono tão profundo nem mesmo o barulho de alguém caído às escadas gritando seria capaz de acordá-los...