O Ouroboros é a representação gráfica de uma serpente ou um dragão, em forma circular, engolindo a própria cauda. Este símbolo é encontrado na antiga literatura esotérica (alguma vezes, associado à frase Hen to pan – O Todo ou O um) e em diversas tradições ocultistas e escolas iniciáticas em forma de amuleto.
A origem etimológica do termo Ouroboros está, supostamente, na linguagem copta e no idioma hebreu, na qual ouro, em copta, significa Rei, e ob em hebreu, significa serpente. Mas, precisar sua origem e significado primitivo, torna-se uma tarefa praticamente impossível. Mesmo que de certa forma estejam interligados mas, paralelamente, trazem interpretações distintas.
Os primeiros registros deste arquétipo foram encontrados entre os egípcios, chineses e povos do norte europeu (associado a serpente folclórica Jörmungandr) há mais de 3000 anos. Na civilização egípcia, é uma representação da ressurreição da divindade egípcia Rá, sob a forma do Sol. Também é encontrado entre os fenícios e gregos.
Cruz dos Espíritos
Este é o símbolo de maior força e o mais prodigioso dos signos cabalísticos. Sua atuação é magnética. Cada uma de suas partes reflete os poderes ocultos e imateriais do grande pélago dos espíritos.
Esta cruz deve ser usada somente nas ocasiões excepcionais. Deve ser repassado, sem o mínimo erro, para um pergaminho virgem. O homem deve trazê-la no bolso esquerdo e a mulher, entre os seios, como se fosse um escapulário.
A Cruz dos Espíritos propicia, a quem a carrega nas condições assinaladas, Felicidade, Amor, Saúde e Fortuna.
Lança do Destino
Com uma história muito “sangrenta”, a lança Sagrada de Longino é muito lembrada, pois foi com ela que o centurião romano perfurou o corpo de Jesus, antes deste ser retirado da cruz, depois da crucificação.
Conta a lenda que esta lança teria sido encontrada por Pedro Bartolomeu, um monge em Antioquia, durante a Primeira Cruzada. Ele afirmou que teria recebido a visita de Santo André e este lhe falou que a lança estava na igreja de São Pedro. Após conquistar a cidade, Pedro Bartolomeu a encontrou durante uma escavação.
O primeiro “Sacro Imperador Romano”, Carlos Magno (742-814), atribuiu suas vitórias à lança. Magno morreu após ter deixado a lança cair de sua mão, quando seu cavalo levantou e o jogou no chão.
Ponte do Demônio
Reza a lenda que uma ponte estava sendo construída sobre o rio Arda na Bulgária durante e Era Medieval, mas como o rio era extremamente forte, a construção tornou praticamente impossível e ninguém conseguia completá-la.
Depois de um tempo, um jovem homem apareceu, dizendo para quem quisesse ouvir que ele iria construir aquela ponte, não importando o quanto custasse, nem o que custasse.
O diabo em pessoa apareceu para esse homem, prometendo-lhe que ensinaria o segredo necessário para construir a tal ponte e que ela duraria para todo o sempre. Mas para que o demônio ensinasse o homem como fazer a construção, ele pediu algo, um desejo muito peculiar: Queria o diabo que sua face aparecesse na ponte, sendo visível e invisível ao mesmo tempo.
O Livro
Uma vez que você encontrar o livro, não o abra. Vá até o bibliotecário para que ele verifique o livro. O bibliotecário vai te olhar estranho e dizer "Ah ... este ...".
Leve o livro para casa. Você ficará tentado a abrir o livro, mas certifique de que não fará isso. À meia-noite, entre no seu armário, com o livro na mão, e feche a porta. Certifique-se de que tudo que você vê é escuridão, e que o único barulho que você pode ouvir é o seu batimento cardíaco.
Companheiro Sombrio...
Foi em 02 de janeiro, 02:04. Eu acordei com uma batida na porta. Um bater a cada 3 segundos. Eu escorreguei em meus chinelos e desci as escadas. Enquanto eu caminhava para baixo, as batidas na porta ficaram mais rápidas, quase como um piscar de olhos. Quando cheguei à porta, a batida parou, eu olhei para fora e ninguém estava lá.
Voltei para o meu quarto e voltei para a cama, pensando que era apenas algumas crianças fazendo uma brincadeira. Às 4:21 eu acordei pela porta da frente batendo. Eu pulei, apavorada. Olhei para minha janela fosca para encontrar "sorria" escrito na geada. Peguei meu telefone ao meu lado, pronta para chamar a polícia e me deparei com uma mensagem que dizia: "Eu disse para você sorrir". Eu chorei e corri por minha vida, corri até o lado de fora da casa.
Lá fora, eu bati na casa dos vizinhos do outro lado da estrada. Eles responderam e me seguraram enquanto eu chorava. Eles ligaram para a polícia. Exatamente às 5:42, a polícia chegou à casa dos meus vizinhos após uma cautelosa averigação na minha casa. Eles me disseram que não havia nenhuma evidência de qualquer pessoa em minha casa além de mim. As mensagens na janela haviam sumido, o mesmo aconteceu com a do meu telefone. Disseram-me para dormir um pouco e aconselharam-me a ver médico e conversar sobre o estresse e possíveis problemas de ansiedade. Que foda-se. Eu sabia o que me acontecera foi real.
Voltei para o meu quarto e voltei para a cama, pensando que era apenas algumas crianças fazendo uma brincadeira. Às 4:21 eu acordei pela porta da frente batendo. Eu pulei, apavorada. Olhei para minha janela fosca para encontrar "sorria" escrito na geada. Peguei meu telefone ao meu lado, pronta para chamar a polícia e me deparei com uma mensagem que dizia: "Eu disse para você sorrir". Eu chorei e corri por minha vida, corri até o lado de fora da casa.
Lá fora, eu bati na casa dos vizinhos do outro lado da estrada. Eles responderam e me seguraram enquanto eu chorava. Eles ligaram para a polícia. Exatamente às 5:42, a polícia chegou à casa dos meus vizinhos após uma cautelosa averigação na minha casa. Eles me disseram que não havia nenhuma evidência de qualquer pessoa em minha casa além de mim. As mensagens na janela haviam sumido, o mesmo aconteceu com a do meu telefone. Disseram-me para dormir um pouco e aconselharam-me a ver médico e conversar sobre o estresse e possíveis problemas de ansiedade. Que foda-se. Eu sabia o que me acontecera foi real.
O Motorista e a Curandeira
Enrique estava muito doente sentia era muito fraco e se deteriorava dia a dia, ele já havia pesquisado muito e mesmo assim não descobrira qual doença tinha, um dia um amigo disse-lhe que havia uma curandeira em Querétaro no Mexico que poderia curá-lo, e que talvez o que ele tinha fosse um "trabalho" que lhe haviam feito. Em seu desespero por uma cura saiu à procura desta senhora.
Ele foi para Querétaro, e se pôs a procurar o endereço, mas o endereço dado não batia com o que haviam lhe dado, por isso pediu a um taxista para levá-lo ao numero 43, Coronel Rosales, Avenida Carretas, mas o motorista não conseguiu localizar esse endereço e nenhum taxista sabia da existencia desse lugar... Até que um taxista se aproximou dele e perguntou-lhe onde ia, Enrique disse o endereço e para sua surpresa... o motorista disse que sabia chegar onde ele queria e ele não hesitou, não tinha mais tempo a perder, entrou no táxi... Mas no caminho ele estava tão cansado que acabou adormecendo...
O Prisioneiro e sua Carta
Tenho mofado em minha cela nessa penitenciaria imunda por vinte e dois anos. Hoje escrevo essa carta porque sinto que a vida em meu corpo esta desaparecendo e sinto necessidade não somente de confessar meus pecados, mas também de alertar a quem essa carta possa chegar sobre os perigos sobrenaturais que são terrivelmente ignorados por todos. Especialmente agora, nesse mundo de tecnologia tão avançada, as pessoas não têm mais tempo para enxergar o que está ao seu redor, ou até mesmo olhar as estrelas. Todos estão muito ocupados com as coisas que pouco lhes deveria importar.
Mas vamos aos fatos abomináveis de minha vida antes que eu perca sua atenção. O ano era o de 1982, eu era jovem, tinha somente 24 anos, trabalhador, honesto e suficientemente simpático para não me faltassem moças para cortejar. Era morador de uma cidadezinha miserável no sul do país, a qual o nome não revelarei.
Estava frio quando eu acordei de madrugada, estava sentindo uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Liguei a luz do abajur que ficava em cima do criado mudo ao lado de minha cama e olhei em volta. Tudo parecia normal, mas aquele sentimento estranho persistia. Tentei lembrar se estava tendo um pesadelo, mas tinha certeza que não. Apaguei a luz e voltei a dormir.
Nas noites que se seguiram o mesmo acontecia, eu acordava e a sensação de que havia alguém comigo ficava cada vez mais forte. Eu comentei com minha pobre mãe sobre o que estava acontecendo.
“Isso é sua imaginação.” Dizia ela.
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