segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Alíce Atráves do espelho quebrado (parte 2)

Após sua consulta com Dr. Bumby, Alíce ficou encarregada de pegar um remédio em uma fármacia próxima. A medida em que ela passava pelas ruas sujas de Londres, Alíce avistou um grupo de crianças vestidas com ternos e vestidos que mal cabiam nelas, mas uma criança em particular chamou sua atenção. Uma garota loira com vestido rosa estava batendo sua cabeça lentamente em uma parede e Alíce se aproximou.

“Você está bem?” Alíce perguntou para garota, mas n houve resposta, ela a cutucou, mas a garota continuva sem responder. Alíce já estava indo embora quando a garota falou algo.

“O trem está vindo com seus vagões brilhantes. Com assentos confortáveis e rodas de estrelas. Então acalmem-se meus pequenos e não temam. O homem da lua é o maquinista”. A garota falou antes de ficar em silêncio outra vez.

Alíce não entendeu o que agora acabara de escutar e decidiu seguir seu caminho até a fármacia. A medida em que ela atravessava as ruas de Londres ela via comerciantes e prostitutas, mas algo chamou a sua atenção era uma gata branca que pulou em sua frente.

“Ohh que bonitinha...gatinha,gatinha,gatinha não tenha medo.” Alice falou enquanto se preparava para acariciar o animal, entretando a gata fugiu.

“Espere! Não vou te machucar.”  Alíce falava enquanto tentava acompanhar a gata. Ela a seguiu até um beco sem saída.

“Ir atrás de animais brancos está virando habito para mim.” A cidade estava estranhamente silenciosa para aquela hora. Alice tocou sua cabeça, pois uma grande dor de cabeça havia começado.

Ela estava começando a ficar tonta e ao decorrer que as coisas giravam ao seu redor ela podia jurar que vários homens com roupas pretas com os rostos em formatos de Jabberwork estavão se aproximando lentamente, até que ela sentiu uma mão a virar rapidamente.

No mesmo instânte as visões se dissiparam e ela avistou uma pequena senhora nariguda e com roupas da época.

“Por Deus...Alice Liddel! Que surpresa encontrar você por aqui.”A velha falou e a expressão no rosto de Alíce era de amargura.

“Enfermeira Pris, que SORTE a minha lhe encontrar duas vezes ao mês” Alíce falava como estivesse metida em uma confusão.

“Sorte nada querida,ohh... você está pálida está se sentindo bem?” Pris falou com um sorriso como tivesses acabado de ganhar na loteria.

“Estou e já vou indo, adeus” Alice falou na tentativa de fugir da velha enfermeira. Mas Pris agarrou o braço de Alíce e falou

“Venha para o meu apartamento está começando a chuviscar.”

Sem outra opcão e o rosto com expressão de que algo ruim viria a seguir Alíce aceitou a oferta.

As duas subiram para o apartamento de Pris, o apartamento era velho possuia uma cama mal cuidada e duas janelas, além disto estava cheirando a álcool, garrafas de cerveja estavam espahadas pelo chão assim como vários livros de tortura e execuções dos tempos antigos

Pris abria uma das janelas enquanto resmungava

“Ainda confusa, não estou surpresa. Sua pele foi queimada diante de seus olhos. Dez longos anos no asilo só foi perda de tempo para você e o Doutor Bumby que o diga... quem lhe arranjou roupas? Quem lhe arranjou aonde morar? Eu mereço consideração. Eu lhe ajudei enquanto a sua babá vendia a parte de trás e o advogado de sua família roubava parte da herança e seu coelho de pelúcia idiota... além de tudo isso fui eu que guardei seu segredo...”

“Sra. Pris, você está querendo que eu volte ao asilo? Algum motivo para não me deixar em paz?” Alíce perguntava impaciente.

“Estou com sede pegue uma garrafa para mim...” Pris falava com uma voz mais demôniaca.

Alíce pegou a garrafa e se aproximou de Pris.

“Aqui está a maldita garrafa”Alíce extendia a mão com a garrafa.

“Eu preciso de um gole...” A voz de Pris estava totalmente diferente assim como sua aparência, ela havia se transformado em mini-Jabberwork e avança em Alíce.

Desesperada e em pânico Alíce a empurra da janela. Em choque Alice vai conferira janela.

Várias pessoas estavam ao redor do corpo de Pris, e uma voz ecou lá de baixo 

“Alíce Liddel! Parada!” Um polícial estava apontando o dedo para ela e e se preparava para entrar no apartamento

Alíce estava paralisada, acabara de matar álguem ela estava imóvel até ver um gato esquelético com pelo cinza e olhos amarelos que a encarava na outra janela. Sem mesmo perceber o polícial arromba a porta. 

“Alíce! Você está presa! Se renda!” O polícial estava andando até ela.

Mas antes dele a chegar até ela, Alíce pula na janela aonde o gato estava. Ela havia caido em cima do telhado de um pequeno prédio do lado que havia um ponte pequena que ligava á outro telhado e o polícial foi atrás dela.

Alíce correu até a ponte, mas quando ela chegou no meio a ponte quebrou e ela caiu no telhado de uma casa. No instânte em que ela caiu no telhado da casa ela havia se encontrado em um ambiente com uma luz azul clara e vários relógios como camas estavam passando sobre ela, mas de repente a luz se tornou vemelha e ela sentiu uma queimação no corpo e um som de trêm foi ouvido uma grande luz cegou Alíce temporariamente.

Quando ela abriu os olhos ela percebeu que sua roupa havia mudado para sua antiga e roupa, seu cabelo estava maior e estava em uma linda floresta com um rio e uma estátua gigante dela chorando.

“Ao menos estou em um lugar famíliar” Falou com um certo alívio.

A medida em que ela foi andando pela floresta ela ouviu uma voz familiar ecoar pela floresta.

“Você é metade sapo, Alíce, eu juro! Você pula muito bem” A voz era de sua irmã Lizzie, quando Alíce pulava por ai.

Alíce continuou seu caminho até ver um lago roxo com uma garrafa gigante derramando o líquido.

Ela passou a mão no líquido e começou a encolher rapidamente.

“Isso não é bom estou muito pequena... como posso continuar com esse tamanho?” Alíce pensava em um jeito de aumentar de tamanho outra vez. Até que ela soltou um soluço e voltou ao tamanho normal.

Alíce continou seu caminho até ouvir uma voz extremamente familiar.

“Ahhh Alíce, o que foi que você fez?” Um gato esquelético com pêlo cinza e um sorriso que lembrava ao de um mâniaco estava do seu lado.

Gato maldito! Não encha meu saco, não estou com humor para você no momento” Alíce falava enquanto o encarava com cara fei.

“Perrrrrfeito, quando você está de bom humor o espaço fica muito cheio” O Gato falava com um tom de debochamento.

“Você não ajuda mesmo” Alíce falou impaciente

“Mas você sabe que posso, vejo que tomou a poção de encolhimento. Lembre-se se você soluçar ficará menor novamente.” Gato falou sem tirar aquele sorriso do rosto

“Obrigada por dizer algo obvío, agora se manda” Alíce falou cada vez mais impaciente

“Há um presente para você mais adiante sugiro pegue.” O Gato falou antes de desaparecer.

Alíce seguiu em frente até que encontrou um riacho que estava com água cor de sangue e cheirava a sangue, ela seguiu a nascente e encontrou um esqueleto em forma de dragão com uma faca cravada no crânio.

“A lâmina Vorpal lhe será util” O Gato surgiu na sua frente e a faca levitou até as mãos de Alíce

“Eu não voltei parar procurar lutar” Alíce falava enquanto passava os dedos na lâmina.

“É uma pena, pois ela certamente está procurando por você” O Gato falou antes de desaperecer novamente.

Sem lhe restar escolhas, Alíce passa por um estreito de árvores secas na frente.




Hoje á noite saí uma creepypasta direta do forno



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