RELATO DOS LEITORES #19

Há um tempinho, contei a vocês um relato de meu cunhado. No qual dizia, que ele havia visto um homem misterioso aparecer e desaparecer do nada em sua frente.

Sua filha (3 anos), desde então começou a agir estranhamente. Toda noite, a menina se debate, às vezes fala enquanto dorme. Poderia ser apenas simples pesadelos, porém, há mais coisas que me assustam.

Sempre que passa em frente ao espelho, ela para e observa seu reflexo. Depois começa a conversar com o espelho. Ela também olha  para um lugar onde "não há ninguém" e começa a conversar. Quando pergunto com quem ela conversa, ela diz que é um tal de Alexandro, e quando questiono sobre ele, ela responde que ele sofreu um acidente em uma van e está no hospital com o braço quebrado.

Às vezes tenho a impressão de vê-la com os olhos revirados e ela muda o comportamento de uma hora pra outra. Ou fica carinhosa demais ou violenta demais.

Estou bastante preocupada com ela. Antes desse tal cara misterioso aparecer para o pai dela, não haviam pesadelos, nem problemas de saúde como esses que ela tem agora (duas hérnias). Não havia comportamentos que mudam do nada. Quero muito ajudá-la. Eu e minha amiga estamos tentando descobrir o que há com ela, fazendo pesquisas e juntando nossos conhecimentos sobre o mundo sobrenatural, mas ainda não conseguimos chegar a lugar nenhum.

Talvez tenha alguém com o mesmo problema e é por isso que estou mandando meu relato.

Obrigada pela atenção.

Eviado por: Vanessa Oliveira

A outra face.




                Muitos sonham com o dia em que suas vidas mudarão drasticamente. E alguns desses buscam a outra face da realidade. Porem, poucos conseguem a alcançar. Uma serie de fatores impede a entrada e impossibilita a saída. Uma vez dentro, nunca mais fora.Esse outro lado possui muitos perigos que nem mesmo o mais louco poderia imaginar. Fatos desconhecidos e alguns conhecidos, mas descartados.
                Isso que vou escrever para você não é uma simples historia. Acredite. Tudo que estiver aqui escrito é de grande importância. Não irei mostrar ou dizer como se entra nesse mundo. Porem, irei dizer como deve agir em determinadas situações e como não deve. Caso você já esteja metido nesse mundo e não saiba o que fazer, essa historia é para você, por isso preste bem atenção em milhas palavras. Crenças, ceticismos e fanatismos, de nada o ajudaram na outra face. Apenas servem para mostrar o caminho ao gado, porem você não faz mais parte desse gado tolo. Na outra face, você é um lobo. Um lobo que caça e é caçado. A morte, medo, desespero e energias negativas iram lhe caçar, mas não se dê por vencido. Você é humano e sua natureza é sua força. A natureza humana é boa, forte e determinada. Pergunto-me onde essa natureza está escondida na sociedade atual... Lembre-se, não fazemos parte de um rebanho, somos mais parecidos com lobos. Então busque sua alcatéia e não seu rebanho!
                O maior erro de alguém que se envolve nesse meio é achar que sabe de tudo. Você nunca pode ter certeza de nada, porem, não deve viver de incertezas. Logo, deve seguir sua intuição acima de tudo e todos. Mas, não confunda a sua intuição com emoções auto-destrutivas. Peço que leia tudo que escrevo com discernimento e com os olhos do seu eu e não de seu ego. Irei contar a historia de um garoto que acabou se apaixonando por esse mundo, e nessa historia irei passar ensinamentos preciosos. Por isso, abra seus olhos!

                Jeff sempre achou que não pertencia ao mundo em que vivia. Um erro do destino que o colocara sentado em frente a uma maquina com acesso a internet?
                Um dia, Jeff encontrou um site cheio de curiosidades e historias de terror, se apaixonou pelo sombrio naquele instante. Começou a ver vários vídeos de supostos fantasmas, demônios e criaturas extraterrestres. Mas, cometia um erro comum. De tanto ver vídeos falsos e verdadeiros, se confundindo e chamou de falso o que era real e real o que era falso. Alegava ser falso apenas por ser: ‘’Surreal’’. Como pode alguém buscar o sobrenatural sem acreditar no surreal?
                Depois de semanas, Jeff começou a se sentir chateado com aquilo. Eram sempre as mesmas coisas. Ate as creepypastas estavam sem alma. As lia e sentia em seu peito: ‘’Algo falta aqui!’’, mas não sabia o que era. Jogou o jogo do copo, não se moveu, e o do compasso, era apenas rodado pelo vento e não formava palavra alguma. Buscou e buscou, ate encontrar uma historia sobre uma casa abandonada. Alegavam existir espíritos malignos naquele lugar e uma serie de desaparecimentos a sua volta. Ao olhar bem para a foto, Jeff sentiu uma familiaridade e lembrou-se que essa mesma casa ficava á meros três quarteirões de distância de seu apartamento. Animado, chamou todos os seus amigos mais próximos para irem, mas nenhum teve coragem de ir aquela noite. Mas, o coração de Jeff saltitava. Ele realmente queria ir lá o mais rápido possível, e partiu para a residência abandonada, sozinho.
                Em frente à enorme casa escura, Jeff observa animado. Cada detalhe da casa intensificava o mistério. A pintura cinzenta descascava, e uma espécie de planta subia pelas paredes. Todas as portas e janelas dos dois andares estavam abertas. O jovem quase retornou para casa, mas a sua euforia em experimentar algo pessoalmente era incrivelmente forte. Entrou na casa e ligou a lanterna.
                O piso rangia a cada passo. Para não se perder, decidiu seguir em frente ate encontrar o fim da casa e virar para a direita. Andou por dez minutos em linha reta em um corredor cheio de portas.
                - Droga, essa casa é maior do que eu imaginava... – Sussurrou consigo mesmo. Já estava com uma postura relaxada. Não esperava nenhuma surpresa.
                - Oi... – A voz de uma criança sai de um quarto.
                - Oi... – A foz grave de homem sai do mesmo quarto. Jeff apaga a luz da lanterna, se encosta ao lado da porta e tenta ver quem falava. O brilho da lua iluminava o quarto.
                Jeff estranha, pois não havia lua quando ele saiu de casa, mas ela poderia estar escondida atrás das nuvens.
                - Então... – A criança é interrompida. Jeff não sabia se era menino ou menina, pois a voz era muito baixa, quase inaudível.
                - Sim... Venha... – O homem afirma, retira o cinto e abaixa as calças.
                O homem começa a despir a criança. Jeff surta e pula com a lanterna apontada para o quarto.
                - Maldito. Usando um lugar abandonado para su... – Jeff interrompe seu grito ao ver que não havia ninguém no quarto e nem mesmo a luz da lua restava.
                Engolindo a seco, o jovem se pergunta se isso poderia ser uma experiência paranormal. Pegou uma garrafa de água que carregava na mochila e bebeu. Olhou para os lados e pensou em seguir o caminho de volta, mas queria ver algo a mais. Escutar uma conversa e ver uma sombra pervertida não era muita coisa para contar. Continuo seu caminho ate chegar a uma sala ampla com um homem sentado em uma grande poltrona vermelha, no escuro.
                - Quem é você? – Jeff pergunta sentindo forte medo.
                - Considere-se um homem de sorte! – O homem afirma em alto e bom som, mas sem gritar. Sua imagem não se movia.
                - Quem é você? – Jeff insiste. Começa a recuar.

                - Serei seu guia! – O homem afirma animado. Um raio passa pelo lado de fora da janela e ilumina a sala. Por poucos segundos, Jeff pôde ver um ser sem olhos, nariz, orelha, pelos e feições alem de uma boca sorridente e com dentes afiados. Vestia um terno vermelho semi-aberto. – Não... Eu não sou o Slenderman. Mas, sou esguio, não posso negar... – Afirmou ainda imóvel, como se pudesse ler os pensamentos de Jeff.

Continua...

 O que lhe atormenta? Escreva nos comentários e darei algumas sugestões na historia. Podem ser bem uteis se usadas da maneira correta. ~ Quase Sábio Anônimo.

Insônia

E acontece de novo. Foi muito rápido, mas com o canto do olho, você sabe que viu alguma coisa. Mas espere, todas as portas estão trancadas, você não tem animais, e seus pais não iriam chegar em casa até o dia 10. Então, não há nenhuma maneira de algo ter se movido no meio da casa. É apenas a sua imaginação tentando te enganar. Sentado, sozinho em seu quarto, a única luz do lugar é a do seu computador. Você olha fixamente para a escuridão por vários minutos, só para ter certeza. Agora você se sente bobo. O que estava pensando? É claro que não há nada no meio da escuridão. Volte para o que você estava fazendo.

15 minutos depois, enquanto se prepara para ir para cama, você vai rapidamente para o banheiro. Então percebe uma pequena mudança nas cortinas do chuveiro. Espere, não. Pare de assustar a si mesmo. É apenas a sua imaginação, enchendo sua cabeça com essas baboseiras. Você olha para o espelho, diz a si mesmo, devagar e claramente, que era apenasa sua imaginação. Suspirando, você desligas as luzes e dirige-se ao seu quarto.

Deitado na cama, você olha para o teto escuro, apenas o movimento de um pequeno ventilador perturba a calmaria da noite. Você notou que a sombra da luz do corredor mudou repentinamente. Não. Não, não, não. Pare com isso. É só a sua imaginação. Somente isso. Vai logo dormir.

Mas então, quando você está prestes a cair no sono, você sente alguma coisa na escuridão. É a sua imaginação, olhando para você, com um macabro sorriso.





Fonte: MedoPontoCom


SCP-106

Item #: SCP-106
Classe de Objeto: Keter
Procedimentos especiais de contenção:
Nenhuma interação física com SCP-106 é permitida a qualquer momento. Toda a interação física deve ser aprovada por nada menos do que um voto de dois terços de cinco Comandantes. Qualquer interação deve ser empreendida, em sites de segurança máxima, após uma evacuação geral pessoal não autorizado. Todo o pessoal (Investigação, Segurança, Classe D, etc.) permanece pelo menos sessenta metros de distância a partir da célula de contenção em todos os momentos, exceto no caso de eventos de violação.
SCP-106 deve ser contido num recipiente selado, composto de chumbo revestido de aço. O recipiente será selado dentro de quarenta camadas de material idêntico, cada camada separada por não menos do que 36 centímetros de espaço vazio. Suportes de apoio entre as camadas devem ser espaçadas aleatoriamente. Recipiente deve permanecer suspenso, não menos de 60 cm a partir de qualquer superfície de suporte electromagnético ELO-IID.
Área de contenção secundária deve ser constituída por dezesseis esferas ou "células", cada uma, cheia de vários fluidos e uma montagem aleatória de superfícies e suportes. Contenção secundária deve ser equipada com sistema de luz, capazes de inundar toda a montagem com não menos de 80.000 lumens de luz instantaneamente, sem envolvimento direto humano. Ambas as áreas de contenção devem permanecer sob vigilância 24 horas.
Qualquer corrosão observada em qualquer superfície das células de contenção, ou local de próximos á duas centenas de metros de SCP-106 devem ser comunicados à Segurança do site imediatamente. Quaisquer objetos ou pessoas perdidas para SCP-106 estão a ser consideradas falhas de contenção. Não deverá haver tentativas de recuperação em quaisquer circunstâncias.
Nota:
A continuação da investigação e observação tem demonstrado que, quando confrontados com conjuntos altamente complexos de estruturas, SCP-106 pode se tornar "confuso", mostrando um atraso marcante na entrada e saída da referida estrutura. SCP-106 também mostrou uma aversão à luz. Mas a luz não causa qualquer tipo de dano físico, mas ele demonstra uma saída rápida para o casulo gerado em superfícies sólidas.
Essas observações, juntamente com as aversões á chumbo e confusão líquida, reduziram os incidentes de fuga gerais em 43%. As "primárias" as células também têm sido eficazes em incidentes de recuperação.
Descrição:
SCP-106 parece ser um humanoide idoso, com uma aparência geral de decomposição avançada. Esta aparência pode variar, mas "apodrece", essa qualidade é observada em todas as formas. SCP-106 não é excepcionalmente ágil, e permanecerá imóvel por dias em alguns momentos, à espera de presas. SCP-106 também é capaz de escalar qualquer superfície vertical e podem permanecer suspensos de cabeça para baixo indefinidamente. Ao atacar, SCP-106 tentará incapacitar presa por danificar órgãos importantes, grupos musculares ou tendões, em seguida, puxa a presa deficiente em seu casulo. SCP-106 parece preferir presas humanas em faixa etária de 10-25 anos.
SCP-106 causa um efeito de "corrosão" em toda matéria sólida que toca, envolvendo um esgotamento físico em materiais vários segundos após o contato. Isto é observado como oxidação, descomposição, e absorção de materiais, bem como a criação de uma substância preta, de muco, semelhante ao revestimento de material de SCP-106. Este efeito é particularmente prejudicial para os tecidos vivos, e é assumido como sendo uma "pré-digestão". A corrosão é continua durante seis horas após o contacto, depois disso a superfície parece "queimar-se".
SCP-106 é capaz de passar através da matéria sólida, deixando para trás uma grande mancha de seu muco corrosivo. SCP-106 é capaz de "desaparecer" dentro de matéria sólida, entrando no que é considerado como uma forma de "dimensão de bolso". SCP-106 é então capaz de sair desta dimensão a partir de qualquer ponto de contacto com o ponto de entrada inicial (exemplos: "entrada" da parede interior de um quarto, e "saída" da parede exterior Inserindo uma parede, e sair a partir do teto). Não se sabe se este é o ponto de origem para SCP-106, ou um "covil" simples criado por SCP-106.
Notas sobre o comportamento:
SCP-106 parece passar por longos períodos de "dormência", em que ele vai permanecer completamente imóvel por até três meses. A causa para isto é desconhecida, no entanto, tem sido demonstrado que este parece ser usado como uma tática "embalo". SCP-106 sairá deste estado em um estado muito agitado, e vai atacar e sequestrar funcionários e causar dano grave à sua célula de contenção e do sitio em geral.
SCP-106 aparece para caçar e atacar com base no desejo, não de fome. SCP-106 vai atacar e recolher presas múltiplas durante um evento comportamento de caça, mantendo muitos "vivos" na dimensão de bolso por longos períodos de tempo. SCP-106 não tem "limite" determinável, e aparece para recolher um número aleatório de presas durante um evento.
A dimensão interior acessada pelo SCP-106 parece ser apenas acessível por SCP-106. Dispositivos de gravação e transmissão têm se mostrado ainda operativo dentro desta dimensão, embora as gravações e transmissões estejam muito degradadas. Parece que SCP-106 gosta de "brincar" com a presa capturada, e parece ter total controle do tempo, a percepção do espaço, e dentro desta dimensão.
No caso de um evento de quebra pela SCP-106, um ser humano, dentro dos 10-25 anos de idade suporte será preparado para ser recolhido, com a célula de contenção comprometida a ser substituída e restaurada para uso. Quando a célula está pronta, o sujeito isca será ferido, de preferência através da quebra de um osso longo, tal como o fêmur ou a separação de um tendão principal, tal como o tendão de Aquiles. Sujeito será então introduzido na célula preparada, e o som emitido pelo referido indivíduo será transmitido através do sistema de endereços locais públicos.
O assunto sobre o procedimento deve cessar em até duas horas. SCP-106 normalmente entra em um estado de dormência depois de terminar com sua isca.

Abaixo a foto de SCP-106
that%20man.jpg 
Abaixo imagem de um dos agentes que ficou "desaparecido" durante uma contenção de SCP-106, ele foi considerado como uma isca aleatória, sendo que os demais agentes não se responsabilisaram por sua morte.

1268599292182.jpg

Tradução:http://estranho-clp.blogspot.com.br

Pandemia mortal em breve



Os sintomas como dor de cabeça, febre alta, dor nas articulações, dor de estômago e vômitos surgem rapidamente.
Com o agravamento, os pacientes podem desenvolver grandes sangramentos e hematomas. Do que estamos falando? Da Febre Hemorrágica Viral Criméia-Congo, uma doença que mata 30% (até o momento) das pessoas infectadas.
Este mês, um proprietário de garagens de 39 anos, morador da cidade de Glasgow, foi ao casamento de seu irmão no Afeganistão, tornando-se a primeira vítima do Reino Unido com a confirmação da doença que é transmitida por carrapatos. Ele morreu em uma unidade de altíssima segurança no Hospital Real de Londres.
Trata-se de uma doença generalizada em animais domésticos e selvagens na África e da Ásia – que infelizmente saltou dos animais e começa a infectar humanos, com efeito letal.
A vítima de 39 anos, que não teve o nome divulgado, não foi a única a morrer com o vírus. No mês passado, um homem de 49 anos entrou no hospital St. Thomas de Londres com febre alta e tosses severas e grande dificuldade para respirar.
Cogitou-se que ele estava com as características do vírus da SARS, que matou 1.000 pessoas em 2003 – mas exames de sangue descartaram rapidamente a hipótese, mostrando que não era SARS e nenhum outro vírus conhecido pela ciência médica.
O paciente rapidamente sucumbiu à insuficiência renal, acompanhado de intensa sudorese. Os médicos foram informados que o paciente sofreu um pequeno corte em uma viagem que tinha feito ao Catar.
Depois de intensas pesquisas, cientistas descobriram que o vírus que matou o paciente de 49 anos era da mesma família da SARS, mas com composição completamente nova. Ele se desenvolveu em animais, especialmente em morcegos asiáticos.
Através de cruzamento de informações sobre dados médicos, descobriu-se que o vírus matou outra pessoa na Arábia Saudita em julho deste ano, um paciente com 60 anos.

Poderia esse vírus ser uma nova gripe aviária ou a chamada “gripe espanhola”, provocando uma pandemia global? 

Em todos os casos de pandemias mundiais, o vírus responsável veio de um animal. Acredita-se que a gripe espanhola tenha tido origem em uma ave aquática selvagem.
John Oxford, virologista britânico do Hospital Queen Mary e professor da Universidade de Londres, é uma autoridade mundial em epidemias. Ele adverte que devemos esperar que uma epidemia de origem animal surpreenda o mundo nos próximos cinco anos, com efeitos potencialmente catastróficos sobre a raça humana.
Acredita-se que essa será uma nova cepa de supergripe, um vírus altamente infeccioso originário de alguma localizada da Ásia ou da África. Graças ao atual mundo hiperconectado, o vírus será disseminado rapidamente através de pessoas que viajam o globo pelo sistema aéreo, rodoviário e marítimo.
Se o vírus seguir o padrão que ocorreu em 1918-1919, uma grande quantidade de pessoas jovens irá morrer. Isso ocorre pela chamada “tempestade de citocinas”, uma reação exagerada do sistema imunológico por solicitação do vírus.
Esta resposta descontrolada faz com que febres altíssimas sejam alcançadas, dilacerando o corpo em náuseas e enorme fadiga. O sistema imunológico hiperativo mata a pessoa em vez de matar o vírus.
O professor John Oxford baseia sua previsão em padrões históricos. O século passado foi, sem dúvida, bastante preocupante. Ocorreu a Síndrome Respiratória Aguda que matou 1.000 pessoas e foi transmitida aos humanos através do gato-de-algália, encontrado na China.
O vírus da SARS que atingiu o mundo, por exemplo, se espalhou quando um professor chinês de medicina tratou pacientes infectados e viajou em seguida para Hong Kong. Ele contaminou várias pessoas no avião e, em poucos meses, mais de 8.400 casos foram registrados em 32 países.
É uma história parecida com a gripe suína H1N1 que ocorreu em 2009 onde centenas de milhões de pessoas foram infectadas no mundo. Acredita-se que tenha tido origem em porcos do México antes de infectar humanos que saíram do país e viajaram para várias localidades.
Quando o vírus sai de seu local de origem, ele pode infectar qualquer um do planeta. A genética humana é muito parecida; uma epidemia pode matar pessoas de diferentes nacionalidades facilmente.

 

Neste mês, uma equipe internacional de cientistas anunciou ter identificado um vírus completamente novo que matou dois adolescentes na República Democrática do Congo, em 2009. O vírus da Febre Hemorrágica Induzida Aguda provoca hemorragia generalizada, inclusive nos olhos, e pode matar em dias.
O vírus é chamado de Bas-Congo (BASV), depois da identificação na província onde morreram 3 pessoas. Uma reportagem da revista PLoS ONE informou que o vírus provavelmente teve origem na fauna local e foi transmitido ao ser humano através de picada de insetos.
Na verdade, estamos cercados de ameaças. Você pode pegar hanseníase (chamado anteriormente de lepra) de tatus que carregam bactérias específicas em suas carapaças. Estima-se que nos EUA o contato com tatus é responsável por 1/3 dos casos da doença. Além disso, cavalos podem transmitir o vírus Hendra, causador de doenças respiratórias e neurológicas.
David Quammen, escritor de livros sobre infecções de origem animal, ressalta que o Ebola chegou pela primeira vez ao Zaire em 1976. O poder desse vírus é aterrorizante, com taxas de mortalidade superiores a 90%. O último surto de Ebola foi registrado no Congo mês passado, onde 36 pessoas morreram de 81 casos suspeitos.
Quammen diz que o Ebola surgiu de morcegos que, por sua vez, infectou macacos. Esse contágio se deu, provavelmente, pelo contato dos primatas com as fezes. O vírus então chegou aos humanos pelo hábito que alguns países da África possuem em comer carne de macaco.
Ele ainda acredita que o HIV originou-se de um único macaco em Camarões. Estudos recentes mostram que os genes do HIV surgiram em 1908, mas ele só começou a infectar humanos nos anos 60, em várias cidades africanas. Começou a se espalhar nos anos 80 pelas companhias aéreas para os Estados Unidos. Desde então, o HIV matou 30 milhões de pessoas e infectou 33 milhões.
Existe algo “bom” sobre o Ebola e HIV: eles não podem ser transmitidos por tosse ou espirros! “O Ebola é transmissível de humanos para humanos através do contato com fluidos corporais”, disse Quammen em entrevista ao britânico DailyMail.
O professor John Oxford é taxativo: “Eu acho inevitável. Teremos um grande surto global de gripe. Devemos planejar algo emergencial entre 2017 e 2018.
 
Estamos preparados para lidar com uma pandemia tão grave?
O professor adverte que a vigilância é a única resposta real que temos. “Novas cepas de gripe são um problema no dia-a-dia e temos que ter muito cuidado”, advertiu.
Agora temos processos científicos que nos permitem identificar rapidamente o genoma do vírus por trás de uma doença, de modo que sabemos com o que estamos lidando. O melhor que podemos fazer é desenvolver e armazenar vacinas e medicamentos antivirais para combater as cepas em caráter de emergência”.
Mas o professor comenta que está preocupado com a falta de seriedade e crença dos políticos do mundo sobre a incerteza sobre a vastidão de mortes em massa que irá ocorrer.
A falta de comprometimento político poderia custar milhões de vidas. A corrida contra o vírus recém-descoberto de origem animal está lenta. Os vírus precisam de uma minúscula brecha para criar uma pandemia em todo o planeta, o que pode ser o fim da humanidade se nada for feito.




Retrovisor

Susan e Mary haviam combinado de ir a uma festa, mas no meio do caminho o carro quebrou e elas acabaram ficando no meio da estrada deserta.

Duas horas se passaram e nenhum carro passava por ali, os celulares estavam sem sinal e a cada minuto ficava mais frio.

Mary resolveu seguir a pé até um posto de gasolina que ficava próximo dali, enquanto Susan preferiu ficar no carro.      

Ao chegar ao posto não havia ninguém que trabalhasse lá, somente um morador de rua que estava deitado na calçada. Ela se aproximou dele pra pedir uma informação, mas ele não disse nada. 

Mary olhou para o saco que estava ao lado dele, parecia uma trouxa de roupas, mas escorria um liquido vermelho de dentro parecido com sangue. Ela achou melhor voltar para o carro e ver como Susan estava.

Ao chegar lá, ela não estava no carro, Mary ficou desesperada, não sabia o que fazer. Então ela resolveu ligar o carro que para sua surpresa voltou a funcionar. Ela seguiu de volta até o posto de gasolina e ao chegar não encontrou mais ninguém, somente o saco por onde escorria um líquido vermelho.

Ela se aproxima e abre o saco, e o que ela encontra é o corpo do morador de rua esquartejado.

Assustada, Mary corre para dentro do carro, mas ao olhar para o retrovisor interno ela vê Susan segurando um machado no banco de trás. Semanas depois o carro foi encontrado na beira da estrada com os corpos das vitimas dentro do porta-malas.


Susan nunca foi encontrada.


Autor: Andrey Slv. 

McElheney

Em 2006, Carol Chase McElheney estava dirigindo de Perris, Califórnia de volta para sua casa, em San Bernardino, quando decidiu parar em sua cidade natal, Riverside.

No entanto, não demorou muito para Carol para perceber que ela não estava na sua cidade, apesar que a sua localização geográfica estivesse correta. Ela alega que não conseguiu encontrar sua casa de infância ou de os membros de sua família. Na verdade, ela não reconheceu qualquer uma das casas, apesar de todos os números ainda estarem os mesmos! Até o cemitério onde seus avós estavam enterrados era apenas um cercado cheio de ervas daninhas crescidas.

Ela estaria na cidade errada? Esta seria uma forte explicação para o acontecido se ela não tivesse encontrado alguns marcos que eram familiares, como a faculdade e o seu colégio. Contudo, seu alívio em encontrar algo reconhecível foi de curta duração, pois ela logo percebeu o clima misterioso que cercava os residentes locais ao seu redor. Carol não sabe explicar, mas eles eram seres sinistros, ocasionando de imediato um pânico que não pode conter.

Sem demora, tocou o pé no acelerador e fugiu o mais rápido que pode. Carol acredita ter tropeçado em uma dimensão paralela, na qual Riverside era um lugar muito obscuro!

Sua história não pode ser confirmada porque quando ela voltou para Riverside alguns anos mais tarde para o funeral de seu pai e ela estava exatamente como a a cidade que conhecera quando criança. Ela nunca encontrou a dimensão alternativa Riverside novamente.

Fonte: http://ahduvido.com.br/

O VIAJANTE DE TAURED

Em 1954, um homem supostamente voou para Tóquio, mas após o desembarque no Aeroporto Internacional de Tóquio, a viagem
“comum” tinha tomado um rumo muito estranho.

Quando ele entregou o seu passaporte para ser carimbado, o homem foi imediatamente interrogado sobre suas origens. Não, não era um caso de discriminação: enquanto seu passaporte parecia autêntico, enumerou um país que ninguém nunca tinha ouvido falar chamado “Taured”.

O homem misterioso alegou que seu país estava localizado entre a França e a Espanha, mas quando ele foi convidado a indicá-lo em um mapa, apontou para o Principado de Andorra. Insistindo que ele nunca tinha ouvido falar de Andorra e que Taured já existia há 1000 anos, ele afirmou que estava no Japão à negócios, algo que ele vinha fazendo nos últimos cinco anos! Seu passaporte mostrava isso: coberto de visto e selos de visitas anteriores (embora os selos não eram exatamente os mesmos que os japoneses tinham, porém com notável semelhança). Ele até tinha uma carteira de motorista emitida pelo país misterioso e um talão de cheques contendo cheques de um banco desconhecido.

Depois de mais de interrogatório e confusão para ambas as partes, o viajante foi enviado para um hotel nas proximidades até que uma decisão oficial ser emitida. Lá ficou acompanhado com a guarda de dois oficiais de imigração do lado de fora da porta do hotel até a manhã seguinte.

Encontrando oportunidade, o homem misterioso desapareceu sem deixar rastro, sendo que a única saída possível era uma janela fechada, sem borda, no décimo quinto andar.

Incidente semelhante aconteceu em Paris, em 1905, quando um jovem foi preso por roubo. Ele falava uma língua desconhecida e, depois de um longo interrogatório, os policiais entenderam que o meliante era de um lugar chamado Lizbia.

Prosseguindo a investigação, chegou-se à desconcertante conclusão que a língua que o jovem falava não era reconhecida por nenhum especialista. Todavia, não era um mero murmúrio desconexo ou uma língua inventada por um doente mental. Era uma linguagem, de fato, dotada de padrões léxicos e sintáticos.

O máximo que os investigadores alcançaram descobrir é que tal linguagem era semelhante ao esperanto. Também, este, encontrando ocasião propícia, desapareceu tão misteriosamente quanto tinha surgido.

Fonte: Ab Origine

Mistério em Amambai

Acontecimentos estranhos em casa assustam família em Amambai, MS

Segundo moradores, roupas e objetos pegam fogo repentinamente e inclusive uma mensagem, que acreditam ser do além, chegou a ser deixada na parede.

Fenômenos estranhos, de natureza desconhecida, têm assustado e inclusive provocado prejuízos materiais a uma família moradora na região da Vila Alva, em Amambai, MS.

Acontecimentos como objetos desaparecendo de um local e aparecendo em outro e coisas sendo espalhadas pela casa já vinha ocorrendo há certo tempo, mas acabavam passando despercebidos.

De acordo com a filha da moradora da casa, uma mulher de 51 anos, que acompanhou todos os manifestos, que ela classifica como “coisas do demônio”, na quinta (27) e na sexta-feira passada, dia 28 de fevereiro, o que antes parecia estranho, passou a ser assustador.

De forma repentina roupas de cama, colchão, cobertores, chinelos, camisas dentro do guarda-roupa, cadeiras, um boné que estava na guarda de uma cadeira de madeira e até mantimentos dentro do armário da cozinha acabaram pegando fogo de forma repentina e misteriosa.

Os moradores, que são evangélicos seguidores da Igreja Deus é Verdade, afirmam que os focos de incêndio começaram a aparecer em pontos diferentes da casa e em horários alternados, obrigando a filha e o casal de idosos a deixarem baldes com água espalhados pela casa, já que apagar o fogo com mangueira não se tornou mais confiável, segundo eles, tendo em vista que uma mangueira ligada a uma torneira do lado externo da casa também acabou se rompendo de forma misteriosa.

Antes do surgimento dos focos de incêndio, coisas estranhas como sal, leite e óleo de cozinha que estavam guardados em armários e na geladeira eram encontrados espalhados pela casa quando os moradores se ausentavam, moedas foram encontradas dentro de panelas de comida e chaves da residência desapareceram, posteriormente voltaram a aparecer. Em uma das ocasiões o idoso chegou a ser atingido por um ovo na cabeça quando estava sozinho na cozinha.

Um dos momentos marcantes do fenômeno, segundo os moradores, foi quando apareceu na parede da varanda de serviço da residência escritas com as iniciais “SAI”, e a frase, “Saia, vá Embora”. Seguindo orientação de um pastor evangélico que visitou a residência, os moradores borraram as escritas com a aplicação de tinta.

Por se tratar de pessoas religiosas, os moradores mantêm Bíblia na casa e inclusive salmos colados nas paredes, mas pegou fogo de forma misteriosa, mas apesar da labareda, nem o papel onde o Salmo estava escrito e nem a parede foram danificados pelas chamas.


A Gazetanews esteve no local

A reportagem do A Gazetanews acompanhou, na segunda-feira, dia 3 de março, a visita do pastor Almiro Messias de Almeida, da Igreja Assembleia de Deus Missões à residência e pode constatar o estado de tensão dos moradores por conta dos fenômenos.

O religioso ouviu a versão dos moradores, viu os estragos provocados pelas chamas, surgidas de forma misteriosa, mas não quis expressar opinião sobre os fatos narrados pelas pessoas que residem na casa.

Antes de deixar o local, pastor Almiro de Almeida fez uma oração pedindo a benção de Deus aos moradores e à residência. O pastor também orientou os moradores a se manterem firmes na fé.

Parte do material danificado pelas chamas misteriosas permanecem no interior da casa e parte, como colchão e inclusive roupas danificadas pelo fogo foram retiradas e deixadas no quintal ao relento.

A reportagem do A Gazetanews optou por preservar a imagem dos moradores, vítimas do suposto/ou provável fenômeno sobrenatural.

Fatos voltaram a ocorrer

Na manhã da terça-feira, 4 de março, a reportagem foi informada que no final da tarde de segunda após a visita à residência, novos fenômenos voltaram a ocorrer.

Segundo os moradores, objetos começaram a ser jogados de dentro de armários e cadeiras teriam se movido sozinhas de um lado para outro dentro da casa.

Existem 15 mil vampiros em meio à população britânica

O psicólogo Emyr Williams realizou um estudo sobre os clãs de vampiros do submundo inglês que se reúnem em segredo para sugar o sangue de voluntários pelas noites e chegou a conclusão de que existem cerca de 15 mil seres espalhados pela população do Reino Unido.

O estudioso produziu um questionário on-line para saber mais sobre esta subcultura e seus membros, os quais ele considera “fascinantes”. “Os vampiros são um grupo de pessoas que bebem sangue, mas suas leis bem estabelecidas significa que eles sabem exatamente como podem ou não conseguir o líquido.”

De acordo com Williams, que trabalha na Universidade de Glyndwr, Inglaterra, os vampiros recebem sangue de doadores voluntários, podendo cortar apenas em certas partes do corpo e são proibidos de tomar muito.

O acadêmico também tentou categorizar os indivíduos inseridos nesta comunidade como sanguíneos, psíquicos e híbridos, além dos doadores de sangue, jogadores de RPG e entusiastas. “Eu não quero classificá-los como loucos ou ruins. Eles são apenas pessoas diferentes que precisamos  pesquisar mais mais tentar entendê-los.”

Fonte: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br/

Animações de terror (+16)

Olá Sensitivos! Reuni uma pequena coleção de curtas para vocês. A intenção é causar aquele pequeno arrepio na espinha ou simplesmente contemplar a imaginção bizarra dos criadores. Alguns vídeos tem imagens fortes então recomendo cautela. Lembre-se de assistir com a luz apagada e com fone de ouvido. Coloquei poucos vídeos para caso alguém tenha net ruim.


Eua/Espanha,2009.Direção de Rodrigo Blaas.Blaas reuniu vários amigos animadores e criou "Alma" aparentemente dócil e infantil, mas não devemos esquecer que foi exibido na sessão de histórias de terror e humor negro.


Um pequeno curta metragem chamado "Violeta, a pescadora do mar negro" é um vídeo bastante bizarro.


Um pequeno curta metragem chamado "The Backwater Gospel".


Um curta chamado "The Sandman",criado em 1991.

Então é isso pessoal,se vocês gostarem eu posso tentar trazer algumas animações toda sexta-feira. Deixem suas opiniões sobre os curtas. 

Boa sexta-feira 13!

O Experimento Philip

Seriam os fantasmas criações de nossas mentes? Na década de 70, um grupo paranormal decidiu realizar um experimento para provar essa teoria. Eles criaram um fantasma artificial, esse veio a se chamar: Experimento Philip. 

Já ouviu falar do filme A Marca do Medo (The quiet ones)? Ele estreou em abril desse ano - 2014 - nos cinemas, e é baseado em fatos ocorridos nos anos 70, onde um grupo de parapsicólogos tentou criar um fantasma para provar que eles são produtos da mente humana. Vamos conhecer a verdadeira história que inspirou o filme.

1970, um grupo de parapsicólogos canadenses visam a realização de um experimento que iria criar um fantasma. Ao fazê-lo, eles provariam sua teoria de que fantasmas são apenas produtos da mente humana.

O especialista em fantasmas, mundialmente conhecido, Dr. Alan George Robert Owen, criou então o grupo conhecido como TSPR - Toronto Society for Psychical Research (Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Toronto), constituído por oito pessoas: sua esposa, um designer industrial , um contador, uma dona de casa, um contador e um estudante de sociologia. Um psicólogo chamado Dr. Joel Whitton também participou de muitas das experiências como observador. Este pequeno grupo de pessoas vai mudar a forma como olhamos para o sobrenatural...

Os experimentos (que ficaram conhecido como o Experimento Philip) começaram em 1972, onde sua primeira tarefa foi criar um personagem histórico fictício. Essencialmente, o que eles fizeram foi criar "fatos" para anexar a vida deste personagem que eles estavam criando. Eles escreveram uma biografia e lhe chamaram de Philip Aylesford. Em sua biografia, afirmaram que ele era um nobre inglês do século 17, que era casado com uma bela mulher, porém fria e hostil, chamada Dorothea. Um dia, ele se deparou com uma linda cigana chamada Margo, que fez ele ficar instantaneamente apaixonado. Logo Philip e Margo se tornaram amantes secretos. Mas como a maioria dos segredos, o caso não durou para sempre porque sua mulher, Dorothea, descobriu sobre Margo e a acusou de bruxaria. Philip estava muito preocupado com a sua reputação, então não foi contra a idéia de Margo ser uma bruxa, o que resultou em ela ser queimada na fogueira. Ele, mais tarde foi acometido de remorso, em que a única maneira que ele poderia lidar com isso era lutar na batalha de Diddington. Certa manhã, ele foi encontrado morto no campo de batalha, e Philip Aylesford não existia mais.

O grupo Owen além de uma biografia esboçou um retrato de seu homem recém-criado. Com isso, eles queriam fazer o grupo realmente acreditar que Philip Aylesford existiu de verdade. Era hora de passar para a próxima fase de seu experimento: se comunicarem com ele!

Começaram suas "sessões" em setembro de 1972, onde discutiam a vida de Philip, tentando visualizá-lo com o máximo de detalhes possível. Estas sessões se prolongaram por quase um ano com absolutamente nenhum resultado, além do sentimento ocasional de uma presença na salas. Até o momento as coisas não estavam boas para o experimento de TSPR.

Mais alguns meses sem nenhum contato e eles decidiram fazer uma abordagem um pouco diferente. Recriaram a clássica cena espiritualista, com luzes fracas na sala e sentaram em torno de uma mesa, com fotos e objetos do período em que Philip teria vivido sobre ela. Deu certo! Esta técnica logo produziu os resultados que eles estavam procurando. Philip tinha finalmente feito contato, manifestando-se ao grupo.

Uma noite, o grupo tem a sua primeira mensagem de Philip na forma de uma batida muito clara sobre a mesa. Eles começaram a fazer-lhe perguntas em que ele iria responder com uma pancada para "sim" e duas para "não". Como eles sabiam que era Philip que se comunicava? Perguntaram para ele! Fizeram perguntas diretamente da biografia que eles haviam criado, e ele respondeu-lhes de forma consistente, mas não foi capaz de fornecer-lhes qualquer informação adicional sobre a sua vida para além do que havia em sua biografia. Philip foi capaz de dar informações históricas precisas, como eventos reais de seu período de tempo, e de pessoas que viveram durante ele também.

As sessões continuaram e uma gama de fenômenos inexplicáveis começou a ocorrer. Philip começou a assumir uma personalidade própria, mostrando fortes pontos de vista sobre diversos assuntos com seus golpes hesitantes sobre a mesa. Até começou a movê-la, deslizando-a de um lado para o outro, apesar dela estar sobre um tapete grosso. Eles ainda relataram que a mesa "dançou" em uma perna. Quando o grupo pedia a Philip para escurecer as luzes, ele fazia sem hesitar. Philip até mesmo podia cobrir o grupo em um cobertor de ar frio que soprava sobre a mesa em uma brisa de arrepiar. Uma coisa que o grupo notou foi que a mesa ficava elétrica ao toque quando Philip estava presente. Era como se Philip , de certa forma, tornara-se a própria mesa.

O clímax dessa experiência veio diante de uma platéia ao vivo de 50 pessoas, filmado como parte de um documentário. Philip não era um ser tímido, ele se apresentou na frente deles sem quaisquer problemas. Além de bater em cima da mesa , ele era capaz de fazer as luzes piscam e ainda fez a mesa levitar apenas um centímetro do chão, suficiente para todos testemunharem, até mesmo a equipe de filmagem!

O Experimento Philip foi bem além das expectativas iniciais do grupo, mas nunca foi realmente capaz de cumprir a meta - realmente ver Philip materializar em um espírito.

Alguns dizem que isso prova que fantasmas não existem, que eles estão simplesmente criados por nossas mentes. Ou talvez o grupo chegou a contatar o mundo dos espíritos e uma entidade apenas usou esta oportunidade para "agir" como Philip. Portanto, se esse espírito não era Philipe, quem poderia ser?

O produtor Bruce Raymond lançou o documentário em VHS na época com o nome de "Philip the Imagenary Ghost" e hoje você encontra cópias em DVD na:

Raymond International
122-33 Hazelton Avenue
Toronto, Ontario, Canada
M5R 2E3
416-485-3406

Outros experimentos semelhantes foram feitos em outras partes do mundo, e o resultado foi sempre parecido com o descrito acima. O filme "The Quiet Ones" foi feito baseado no experimento acima.

Sinopse: The Quiet Ones é inspirado em fatos reais e conta a história de um professor pouco convencional, mas carismático, que usa métodos controversos e leva seus melhores alunos para participar de uma experiência extra classe perigosa: criar um poltergeist com a energia negativa humana.

Fonte: MedoPontoCom

Relatos sinistros de crianças e seus "Amigos Imaginários"

O Homem Sem Rosto

Quando meu filho tinha 3 anos, sempre me falava sobre um “homem estranho” que morava no quarto dos meus pais. Ele falava disso toda vez que os visitávamos. Eu cometi o erro de peguntar como o homem era, e meu filho respondeu “Não sei, ele não tem rosto”.

“Você se acostumará a matar”

O pai de um dos meus alunos me contou, em uma reunião de pais e mestres, que estava preocupado porque seu filho, de 7 anos de idade, falava sobre um suposto fantasma que conversava e brincava com ele em seu quarto. Ele disse que o fantasma se chamava “O Capitão” e era um homem velho, com barba grande. A criança falou para sua mãe, que O Capitão lhe disse que, quando ele crescesse, seu trabalho seria matar pessoas, e quem lhe diria quem precisava ser morto, seria ele. O menino começou a chorar e dizer que não queria matar ninguém, mas O Capitão disse-lhe que ele não tinha escolha, e ia acabar se acostumando a matar.

A Garotinha no Armário

Quando minha filha tinha 3 anos, teve uma amiga imaginária chamada Kelly, que morava em seu armário. Kelly brincava, conversava e passeava com ela. Contudo, passados dois anos, minha esposa e eu estávamos assistindo “Horror em Amityville” (2005), e nossa filha passou por perto exatamente no momento em que a garotinha morta aparece. Sem se abalar, ela disse “Ela parece com a Kelly”, perguntamos “Kelly?” e ela “Vocês sabem, a menina morta que morava em meu armário”.

O Garoto na Árvore

A fazenda dos meus pais é perto de um antigo cemitério, e eu estava passeando com minha sobrinha (4 anos) por lá. De repente, a menina aponta para uma árvore e pergunta “O que aquele menino está fazendo na árvore?”. Não havia nenhum menino, mas ela insistia nisso e o descreveu com detalhes.

O Coelho

Quando eu tinha 16 anos, trabalhava como babá dos filhos gêmeos dos meus vizinhos. Um dos meninos sempre falava em um homem fantasiado de coelho, que o assustava. Um dia eu estava assistindo tv com um deles enquanto o outro tomava banho. O menino virou para mim e disse “Você precisa ver o Matt”. Segundos depois, gritou “Ele está aqui! Ele está aqui!”. Subi as escadas correndo, e tive que checar cada parte da casa para que ele se acalmasse. Não sei dizer qual parte da experiência me deixou mais perturbada.

“Esmagar a cabeça do Papai”

Quando meu irmão mais novo estava aprendendo a falar, tinha ganhado um kit de ferramentas de plástico de aniversário. Ele pegou o martelo de plástico, se aproximou de meu pai (que estava dormindo no sofá) e disse suas primeiras palavras “Esmagar a cabeça do Papai”.

Anjos negros

Quando meu irmão era pequeno, ele dizia que anjos falavam com ele. Um dia, minha mãe ouviu ele cochichar para a parede: “Não posso matá-lo, ele é meu único pai”.

O Homem do sinal da cruz

Minha filha costumava falar sobre um homem que entrava em seu quarto todas as noites e fazia o sinal da cruz em sua testa. Eu dizia à ela que era apenas um sonho. Certa vez, minha sogra enviou algumas fotos de família para nós e minha filha olhou diretamente para o pai do meu marido (que havia morrido há 16 anos) e disse “Esse é o homem que entra no meu quarto à noite.”. Meu marido me contou, depois, que seu pai tinha o costume de fazer o sinal da cruz em sua testa quando era criança.

O Cara Assustador

Quando criança, eu tinha um amigo imaginário. Eu o chamava de “Cara Assustador” ele dizia que tinha morrido na garagem da casa atrás da nossa. Ele era um jovem de 16 anos que sofreu um acidente de carro, e foi até a casa para pedir para usar o telefone (morreu nos anos 70). A pessoa que vivia na casa abusou sexualmente dele e o matou. A história assustou tanto minha mãe, que ela começou a procurar nos jornais se algo do tipo havia acontecido e me levou ao terapeuta.

“Icy mandou dizer…”

No ensino médio, minha melhor amiga tinha uma irmão mais nova, de 5 ou 6 anos de idade. Um dia, fomos à casa dela para que pegasse suas cartas de Magic. Enquanto eu esperava, sua irmã se aproximou de mim e disse: “Icy me mandou perguntar se você sabe quando vai morrer.” Eu ri, era uma pergunta estranha, né? Mas eu sabia tudo sobre Icy, sua amiga imaginária. Eu até a ajudei a fazer um desenho dela. Então respondi “Não, claro que não. Ninguém sabe. Espero que seja quando eu esteja bem velhinha”. A menina balançou a cabeça e disse “Não, Icy quer que você saiba que será hoje à noite”. E saiu.

Este é o nosso castigo

Eu tinha 17 anos e era babá do filho de uns amigos dos meus pais, de 6 anos. Ele estava dormindo há algumas horas, e fui dar uma olhadinha nele. Quando abri a porta de seu quarto, ele não estava deitado na cama, estava em pé, de cara para a parede. Essa merda era mais assustadora do que qualquer coisa. Perguntei o que ele estava fazendo, ele virou, sorriu, pôs o dedo na boca e fez “Sssshhh”. Eu perguntei de novo e tudo o que ele disse foi “Nos deixe, este é o nosso castigo”.

Continue mexendo as pernas

Meu avô sempre me levava para acampar na beira de um lago quando criança. Um dia, quando eu tinha 6 anos de idade, desequilibrei e caí na água. Eu não sabia nadar, mas me lembro, nitidamente, de ver uma garotinha embaixo d’água que me mandou olhar para o céu e continuar mexendo as pernas, que tudo ficaria bem. Eu obedeci e cheguei na superfície na hora exata em que meu avô estava pronto para mergulhar à minha procura.

Tracy

Quando minha sobrinha tinha 4 anos, tinha um amigo imaginário. Ela costumava culpar o amigo por coisas que ela mesma tinha feito, e comentava que ele sempre assistia Scooby Doo com ela. Um dia, resolvi perguntar sobre este amigo imaginário. Ela disse “É uma menina e está morta”. Perguntei o que ela fazia, “Ela faz o que meu pai faz!”. O pai dela era policial. Então perguntei onde estava sua amiga policial, e ela respondeu “Está sempre no lugar onde meu pai é policial. Eu a conheci quando estava na barriga da mamãe. Ela a tocou quando eu estava lá dentro.” Alguns meses antes de minha sobrinha nascer, minha prima Tracy sofreu um acidente de trem e faleceu. Ela amava Scooby Doo e era policial. Ela trabalhava na mesma delegacia que meu irmão. A amiga imaginária da minha sobrinha era minha prima morta. Não havia outra forma dela saber tantos detalhes com apenas 4 anos de idade.

É por isso que não gosto de água

Quando meu filho tinha 4 anos, estávamos assistindo um documentário sobre o Titanic. Estava mostrando os esquemas de sala da caldeira, e a câmera filmou da esquerda para a direita. Ele apontou para a televisão e disse: “Isso está errado. As caldeiras estavam do outro lado. E eu estava bem aqui” – e apontou para um pequeno espaço na sala da caldeira – “É onde eu estava. E é por isso que eu não gosto de água agora”.

Emily

Quando minha irmã tinha 6 ou 7 anos, tinha uma amiga imaginária chamada Emily. Ela nos contou que Emily morava em seu armário, usava um vestido preto antigo, tinha um longo cabelo preto e a mesma idade que ela. Minha irmã brincava com Emily o tempo todo. Depois de um tempo, meus pais notaram que ela agia de forma estranha. Sentava no meio do seu quarto e sussurrava para Emily “ficar longe deles”. Me lembro de um dia, em especial, em que meu irmão entrou em seu quarto e ela estava sentada lá no meio. Ela olhou para ele e assoviou. Meu irmão ficou muito assustado e disse que ela não parecia nossa irmã. Meus pais correram até seu quarto e eu só ouvia ela gritando várias vezes “Saiam”. Eu não faço ideia do que aconteceu naquele quarto, mas corri para trás das escadas e os gritos pararam. Vi meus pais carregando minha irmã, ela estava muito inchada de tanto chorar e eles também choravam. Perguntei sobre isso para ela (hoje ela tem 24 anos) e ela contou que Emily costumava dizer coisas horríveis para ela fazer. Contou que, uma vez, acordou no telhado e não sabia como havia chegado lá. Emily, aparentemente, odiava meus pais e virou minha irmã contra eles. Ela odeia falar sobre isso então eu nunca comento sobre aquela noite. Tudo aconteceu na nossa antiga casa, e quando nos mudamos, Emily sumiu. Eu não estou brincando, não estou mentindo. Emily foi um transtorno muito grande para minha família e eu me senti muito aliviada quando deixei aquela casa.

Post Relacionado: Amigo Imaginário

Fonte: MedoPontoCom

Batidas na janela.

Deito em minha cama, inquieto e solitário, em uma noite sombria e silenciosa. Viro e reviro na cama tentando encontrar uma posição confortável, mas me sinto apreensivo demais. Algo nessa noite não estava certo. Continuo me revirando e finalmente encontro uma posição confortável.

Fecho os meus olhos, mas não faz diferença, de qualquer modo o meu quarto já estava bastante escuro e levaria algum tempo para os meus olhos se ajustarem à escuridão. Fico deitado, quieto e silencioso em uma noite fria e sombria. Meu corpo está relaxado, meus pensamentos se esvaindo, e estou pronto para um merecido descanso. Instantaneamente, o silêncio é despedaçado e a minha mente se enche com o medo enquanto meus olhos se arregalam com o susto.

Knock. Knock.

É quase inconfundível o som de um punho batendo no vidro. Mas não era, não poderia ser. O que levaria alguém a querer me acordar a uma hora dessas? Pense logicamente. Se alguém quisesse invadir a casa, por que iria me avisar antes com uma batida?

Monstros não existem. Eu poderia me acalmar e simplesmente olhar para a janela, mas eu estava virado para o outro lado e com muito medo de virar a cabeça e dar de cara com os meus piores pesadelos do outro lado da janela. O que poderia ser então? Talvez alguns pássaros se batendo em minha janela. Não, muito surreal. Um grupo de pássaros poderia estar voando no meio da noite? Batendo em algumas janelas e assustando algumas pessoas só para se divertirem? Deixe-me pensar melhor, talvez seja apenas a minha imaginação. Talvez eu ouvi apenas o típico ranger da casa e em minha paranoia acabei confundindo com uma batida.

Knock. Knock.

Não, dessa vez definitivamente não foi a minha imaginação. Droga! Só pode ser algum pivete idiota esperando que eu apareça na janela para que ele possa me assustar e jogar pedras em mim. Não, não devo pensar nisso. Tenho que parar com essa paranoia. Além disso, ele está lá fora, e eu estou aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada eu sei que estou seguro. Monstros não existem. Eu ainda não reagi, talvez esse pirralho pense que não estou aqui ou que tenho um sono pesado e vá embora.

Knock Knock.

Não deve ser uma criança. Nenhuma criança ficaria tanto tempo esperando por uma reação minha; ela já teria se entediado e ido embora. Então, o que seria? Por que um serial killer me escolheria entre tantas pessoas? Pense logicamente. Monstros não existem. Não fique paranoico. Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Mas, e se não for um monstro ou algum tipo de assassino, o que seria? Eu só tenho que dormir e talvez ele vá embora.

Knock. Knock.

Oh Deus! Não consigo pensar em um barulho que eu possa odiar mais do que essas batidas persistentes! Por favor, vá embora! Deixe-me em paz! Não tenho como escapar. Ele vai entrar e fazer coisas terríveis comigo! Tenho que respirar fundo. Posso sentir meu coração pulando em meu peito. Só tenho que relaxar.

Monstros não existem. Lembre-se, ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Não posso deixar o medo me dominar. Só tenho que dormir e não mover um músculo.

Knock. Knock.

Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Monstros não existem. Só tenho que dormir e rezar para que essa coisa vá logo embora.

Knock. Knock.

Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.

Lágrimas de medo começam a escorrer pelo meu rosto. Monstros não existem. Monstros NÃO existem. Começo a sussurrar para mim, “Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro. Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.”

Knock. Knock.

NÃO AGUENTO MAIS ISSO! Vou ficar maluco ouvindo essas batidas! Se eu pudesse pelo menos ver o quê esta fazendo isso eu ficaria em paz! Tenho que respirar fundo. E repetir mais uma vez, “Ele está lá fora, e eu aqui dentro, enquanto eu não ouvir a janela sendo quebrada estarei seguro.” Tento respirar calmamente. Meu coração parecia que ia estourar a qualquer momento. Lentamente começo a virar a cabeça para olhar a janela.

Meu coração afunda em meu peito e o medo quase me deixa paralisado.

Eu virei a cabeça para o olhar a janela.

Eu virei a cabeça para perceber que a criatura pálida com olhos negros brilhantes e um sorriso assustador já estava aqui dentro o tempo todo... batendo em minha janela.

 

Fonte: https://www.facebook.com/MedoPontoCom

Porta assustadora


Sabe aquela pessoa irritante, chata e incoveniente que você não consegue "se livrar" fácil? Eis a solução!

Um usuário denominado “999deadpatricia” colocou a venda no site Etsy, em 2011, uma porta animatrônica (que usa eletrônica e robótica em bonecos ou fantoches para dar-lhes vida) que cria um efeito visual bem assustador e realista.

A entrada ganha um aspecto de filme de terror e o efeito bizarro é produzido graças a um monitor LCD de 22 polegadas embutido, junto com um DVD especial de faixas DTMF que movimentam o dispositivo pneumático atrás da porta na hora certa. O vendedor oferece instruções de como montá-la para os clientes que a comprarem.

O DVD com as imagens assustadoras também pode ser adquirido à parte, e usado em monitores e televisores. Se você quiser a sua porta, basta desembolsar 3,5 mil dólares. Essa pode ser a resposta (Se voce for rico xD) a vizinhos chatos, visitas indesejáveis, ladrões ou qualquer pessoa que você queira manter longe de sua casa.

As portas que ficaram famosas por aqui, porém há outros produtos do gênero.
Voce pode ver alguns no canal hauntedillinois666.








ASHLEY, a cidade que desapareceu

Em algum momento da noite de 16 de Agosto de 1952, a pequena cidade Ashley, no estado do Kansas, deixou de existir. Na madrugada de 17 de Agosto de 1952 um terremoto de magnitude 7.9 foi medido pela Associação de Estudos Geológicos. O terremoto em si foi sentido por todo o estado e por grande parte do oeste. Determinou-se que o epicentro foi bem embaixo de Ashley, Kansas.

Quando a equipe de segurança do Estado chegou ao que deveria ser os arredores da comunidade, acharam apenas uma enorme e ardente fissura de cerca de 1.000 metros de comprimento e 500 de largura. A profundidade da fissura jamais foi determinada.

Depois de doze dias, a busca pelos 679 habitantes da cidade de Ashley, que estava sendo realizada em todo o estado, foi cancelada pelo Governo do Estado do Kansas, às 21:15 de 29 de Agosto de 1952. Todos os 679 habitantes desaparecidos foram dados como mortos. Algumas horas depois, as 2h27 da madrugada do dia 30, outro terremoto de magnitude 7.5 foi medido pela Associação Americana de Estudos Geológicos. O epicentro foi, novamente, o local onde ficava a pequena cidade de Ashley. Quando as autoridades investigaram a área às 5h32 da manhã, reportaram que a fissura na terra havia se fechado.

Nos oito dias que antecederam o desaparecimento da cidade e de seus habitantes, acontecimentos bizarros e inexplicáveis foram reportados por dezenas de moradores da cidade de Ashley.

Começou na noite de 8 de Agosto de 1952, às 07:15 da noite, um morador chamado Gabriel Jonathan reportou a visão de um objeto voador não identificado no céu de Ashley. A cidade em si, não tendo nenhuma organização policial de verdade, recorreu à estação policial da cidade vizinha de Lane City. Gabriel reportou o que aprecia ser uma "negra e pequena abertura no céu". Nos 15 minutos seguintes, a polícia de Lane City foi sobrecarregada com dúzias de ligações reportando o mesmo fenômeno. O fenômeno não foi reportado por nenhuma outra comunidade próxima. Decidiu-se mandar uma tropa para Ashley para investigar o problema na manhã seguinte.

Às 7h54 da manhã de 9 de Agosto de 1952, o oficial da polícia de Lane City, Allan Mace, mandou um sinal de rádio para a estação de Polícia de Lane City. Ele reportou que, mesmo tendo seguido a única estrada que levava até a pequena cidade de Ashley, havia se perdido. De acordo com seu informe, a estrada "continuava seu caminho normal mas, de alguma forma, voltava para Lane City". O oficial Allan Mace ainda disse que a rua não possuía curvas ou saídas. Duas horas depois, sete dos dez carros policiais, foram mandados para investigar a situação e todos os membros da equipe chegaram à mesma conclusão. A única estrada em direção à Ashley passou a ter como fim, a cidade de Lane City. Telefonemas continuavam a sobrecarregar a estação policial de Lane City, todos reportando que a abertura negra no céu continuava a crescer. Todos foram orientados a permanecer em casa e não sair de lá a não ser que fosse completamente necessário. Às 8h17 da noite, a Sra. Elaine Smith reportou o desaparecimento de seus vizinhos Sr. e Sra. Milton, e seus dois filhos, Jeffrey e Brooke. De acordo com o telefonema da Sra. Smith, os Miltons haviam tentado deixar a cidade com o carro da família mais cedo naquele dia. Eles nunca retornaram. Jamais foi reportado nenhum carro ou pessoa passando de Ashley para Lane City ou qualquer outra cidade próxima.

Às 7h38 da manhã de 10 de Agosto de 1952, telefonemas da cidade Ashley para a estação policial de Lane City reportavam que a cidade estava completamente escura. O Sol não havia nascido. 15 minutos depois, por pedido do corpo policial de Lane City, um helicóptero da capital Kansas sobrevoou a região de Ashley. A cidade não foi vista de cima.

No dia 11 de Agosto de 1952, a Srta. Hilari White ligou para a estação policial de Lane City. Ela reportou que sua filha, Erica, estava conversando com o pai, falecido três anos antes em uma acidente de carro. Para preocupá-la mais, a srta. White reportou que Erica ameaçava ir para fora para "juntar-se à eles". No decorrer das doze horas seguintes, foram registradas 329 ligações descrevendo fenômenos similares com as crianças da cidade.

Na manhã seguinte, 12 de Agosto de 1952, a situação ficou terrível. No meio da noite, todas as 217 crianças de Ashley desapareceram. Foram registradas 421 ligações telefônicas para o departamento policial de Lane City. Incapaz de ajudar, o corpo policial de Lane City instruiu a população para permanecer em casa e evitar quaisquer tentativas de achar as crianças desaparecidas.

Às 5h19 da tarde do dia 13 de Agosto de 1952, um idoso da cidade de Ashley, Scott Thomas, reportou um incêndio crescente ao sul da cidade. De acordo com sua descrição, o fogo fazia com que o preto do céu se transformasse em "vermelho vivo e laranja que parecia ir bem alto no céu." Durante o resto da noite, telefonemas continuaram reportando que o fogo, além de se mover para o norte, agora parecia "sair do céu escuro". Nenhum incêndio foi testemunhado por nenhuma das comunidades vizinhas.

As reclamações continuaram até um pouco depois da meia noite do dia 14 de Agosto de 1952. O último telefonema, feito por Benjamin Sherman, informava que o fogo havia se tornado tão intenso que parecia dia novamente na cidade. A ligação foi interrompida abruptamente.

ESTA É A GRAVAÇÃO DA LIGAÇÃO DE BENJAMIN SHERMAN

Benjamin:
Esperem aí... calma...
(silêncio)
É, é... Estou vendo algo. É bem ao Sul. Parece um...
[FIM DA LIGAÇÃO]

Não foram computadas outras ligações até a noite seguinte.
A seguir, a gravação completa da última ligação recebida da cidade Ashley pelo departamento policial da cidade de Lane City. Foi às 9h46 da noite de 15 de Agosto, 1952. Nessa ligação gravada, falam o oficial Peter Moore e uma senhora identificada como April Foster.

[LIGAÇÃO]

Oficial Moore:
Departamento policial de Lane City.
(estática abafada)
Olá?

Foster:
SIM... sim, olá?

Oficial Moore:
Senhora, com quem falo?

Foster:
Meu nome é April, April Foster. (tosse) Por favor, senhor. Por favor, me ajude.

Oficial Moore:
O que está acontecendo, senhora?

Foster:
Noite passada... Eles voltaram na noite passada.

Oficial Moore:
Senhora, preciso que você...

Foster:
ELES VOLTARAM NA NOITE PASSADA! (choro)

Oficial Moore:
Senhora, eu preciso que você se acalme e fale claramente. O que aconteceu? Quem voltou?

Foster:
(soluçando) Todos.

Oficial Moore:
Todos?

Foster:
Todos eles vieram com o fogo.

Oficial Moore:
Como assim todos?

Foster:
Meu filho... Eu vi meu filho na noite passada. Ele estava andando... ele estava andando pela rua. Estava queimado. Jesus Cristo, ELE ESTAVA QUEIMADO!

Oficial Moore:
Senhora, eu...

Foster
Ele morreu no ano passado. Eu o criei desde que ele era um bebê... Éramos só nós dois. Eu o avisei para prestar atenção na rua enquanto andava de bicicleta, mas ele nunca me escuta.

Oficial Moore:
Senhora, o que você está dizendo não faz sentido nenhum. Você disse que todos voltaram?

Foster:
VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO, CARAMBA? TODOS. Todos voltaram. Todos que morreram ou desapareceram, eles voltaram. E estão procurando por NÓS! (choro)
Ele... Ele disse: "Mamãe, eu estou bem agora! Olhe, eu posso andar de novo! Onde você está, mamãe? Eu quero te ver!" (soluço)

Oficial Moore:
... Senhora, onde você está agora? Você está segura?

Foster:
Eu estou escondida, assim como todos. Nós os vimos vindo pelos campos... e... algumas pessoas abriram as portas para eles. Meu deus, os gritos!! (pausa) Eu não sei o que aconteceu com eles. Suas casas pegaram fogo e... Afundaram. Eu fechei as cortinas e estou me escondendo no armário e... (silêncio)

Oficial Moore:
Senhora, está tudo bem? Você está bem?

Foster:
(silêncio)

Oficial Moore:
Senhora?

Foster:
(vidro se quebrando)
Ah... Ah, meu Deus.

Oficial Moore:
Senhora?

Foster:
Algo acabou de entrar. (choro abafado)

Oficial Moore:
Senhora, permaneça o mais quieta que puder. Não faça nenhum barulho.

Foster:
(abafado: "mamãe... mamãe?")
(soluços) Ele entrou.

Oficial Moore:
Fique parada. Não saia.

Foster:
(som abafado de passos)
(abafado: "mamãe? mamãe, onde você está se escondendo?")

Oficial Moore:
Fique quieta.

Foster:
(som de passos pesados. risadas. abafado: "achei você, mamãe!")
(barulhos indiscerníveis e gritos)

Oficial Moore:
Senhora? SENHORA???

[FIM DA LIGAÇÃO]

Na manhã seguinte, às 6h55, a tropa do departamento policial de Lane City chegou à cidade de Ashley, Kansas e tudo o que restava era uma enorme fissura na terra.


Fonte: https://www.facebook.com/MedoPontoCom

Casa é demolida devido a fenômenos incomuns

Segundo moradores, objetos se movimentavam sozinhos e pedras caíam.
Policiais, assistentes sociais e até médium foram chamados ao local.

Acontecimentos incomuns foram presenciados em uma casa localizada na zona rural de um município – cujo nome não foi divulgado a pedido da família – da Região Norte do Rio Grande do Sul. Barulhos de socos nas paredes, pedras que caem no telhado e dentro da casa, mesmo com as portas e janelas fechadas, são alguns dos relatos dos moradores. O caso se tornou o principal assunto da cidade e mobilizou vizinhos e autoridades locais.

Assustada e sem saber a quem recorrer, a família acionou a Brigada Militar, que foi ao local e, mesmo sem encontrar explicações para os fenômenos, registrou uma ocorrência. Os policiais se disseram espantados com os fatos observados. "Vimos pedras sendo jogadas ou caindo em cima do telhado da casa, nas paredes. O detalhe é que não quebrava a telha. Nas paredes, não ficava sinal nenhum dessas pedras", contou o Sargento João Aquino.

Na residência, vivia um casal com três filhos, um menino de 8 anos e duas meninas, de 11 e 15 anos. "Jogavam pedras na casa, como uma chuva. A gente chamava a polícia. Ela vinha, olhava por tudo e não enxergava nada. A casa [estava] toda fechada e enchia de pedra dentro. Depois que alcamou um pouco as pedras, começaram a virar os roupeiros", relatou o casal, que prefere não ser identificado.

Vizinhos prestaram ajuda e chegaram a levar a família para outros locais, como um colégio próximo. No entanto, os acontecimentos teriam voltado a ocorrer. "Todo mundo está com receio. Deu para ver vários fenômenos, como pedras aparecendo sem ninguém jogar e objetos dentro de casa se movendo sem ninguém tocar. Utensílios domésticos saíram de um lugar para o outro. A gente procurou socorrer a família de várias maneiras. O fenômeno acabou acontecendo lá também", relatou o agricultor Valdir Antônio Marquioro, que vive perto da casa onde ocorriam os episódios.

O caso chegou a mobilizar uma equipe de assistentes sociais do município. Alertados sobre os eventos, eles foram até a propriedade para tentar ajudar os moradores. "Nós até teríamos uma explicação técnica e científica. Não vamos falar a respeito de fatos, de pedras voando. O que pode estar acontecendo é no âmbito psíquico. A partir daí, estamos voltando o tratamento para essa família", explicou a psicóloga Ariane dos Santos.

Além das pedras, a filha mais velha do casal começou a apresentar um comportamento estranho. "Um dia, o espírito levou ela para cima da casa, jogou-a para baixo e quebrou a telha", disse a mãe.

Ao saber do caso na cidade, o produtor de vídeos Gelson Luiz da Costa foi até o local movido pela curiosidade. Com uma câmera, fez imagens para registrar os fenômenos. No momento da gravação, uma pedra caiu dentro casa. Ele percebeu que a família precisava de ajuda e se empenhou para encontrar um médium para fazer um trabalho de exorcismo.

O médium Nelson Júnior Paz disse ter exorcizado a garota. "O espírito se afastava da menina quando a gente chegava perto da casa. Então, eu me retirei para que ele baixasse nela e eu pudesse fazer o exorcismo. Também perguntei por que ele estava perturbando aquela menina, o que acontecia. A todo momento, ele dizia que queria a vida dela ou a propriedade de volta", afirmou.

Costa filmou o procedimento. Após o exorcismo, os moradores decidiram demolir a residência. "Estou com 65 anos e foi a primeira vez que vi isso. Nós queremos paz", desabafou o pai. A família está sendo atendida pela assistência social do município, e a Federação Espírita do Rio Grande do Sul acompanha o caso.


Fonte: http://g1.globo.com/rs/