segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Ida ao psicologo.

Iae galera. Uma creepy para vcs... Vou postar a segunda parte de ideologias assim que me sentir inspirado e o tema será ''Esteriótipos'' e talvez mais alguma coisa. Então, ate mais o/ Boa leitura ~Quase Sábio Anônimo. :p


‘’Eu sempre tive grandes problemas para me controlar. Sempre sinto que posso acabar fazendo algo que não deveria.’’ – Matheus afirma inquieto em sua poltrona.
                ‘’Mas que tipo de coisa seria essa?’’ – Marta pergunta calmamente enquanto anota ‘’Paranoico’’ em seu caderno.
                ‘’Seria algo que prazeroso para mim.’’ – Matheus afirma mais calmo e com um leve sorriso em seu rosto enquanto olha para a janela que está ao seu lado esquerdo.
                ‘’E como sabe disso? Já experimentou?’’ – Marta pergunta enquanto morde a tampa da caneta.
                ‘’Sim, e cada vez se torna melhor.’’ – Matheus afirma com um sorriso e sua insegurança já sumiu de sua face.
                ‘’Então já vez varias vezes, presumo... – Marta afirma calmamente esperando que Matheus continuasse a falar.
                ‘’Já sim.’’ – Matheus afirma olhando para Marta e depois volta seu olhar para a janela.
                ‘’Isso não deve ser tão ruim, já que você vez tantas vezes.’’ – Marta afirma calmamente. Provavelmente seria alguma bobagem. ‘’O garoto se masturbava e seus pais são católicos severos. Idai? Não tem nada de mais nisso.’’ – Pensou Marta consigo mesma.
                ‘’Você acha mesmo isso Sr. Marta?’’ – Matheus pergunta eufórico e com um grande sorriso em seu rosto.
                ‘’Sim, mas se acha vergonhoso, basta não deixar ninguém saber!’’ – Marta afirma sorridente ao ver o animo do pobre garoto.
                ‘’Verdade, ai esta o problema. Não sou muito bom em esconder isso.’’ – Matheus afirma com voz entristecida e volta seu olhar para a janela.
                ‘’Basta agir normalmente, como se nada houvesse acontecido e cometer o ato onde ninguém possa lhe ver.’’ – Marta afirma, ainda sorridente.
                Matheus olha animadamente para Marta. ‘’Ela sabe exatamente sobre o que estou falando!’’ – Pesou consigo e falou. ‘’Mas tem um problema...’’ – Marco afirma desanimado.
                ‘’Qual?’’ – Marta pergunta intrigada. Que tipo de garoto tinha tantos problemas para esconder algo assim?
                ‘’Na hora da saída... E se alguém me ver, e suspeitar de algo?’’ – Matheus perguntou olhando fixamente para Marta.
                ‘’Bem, basta você não deixar que ninguém o veja.’’ – Marta afirma calmamente.
                ‘’Entendo... Sr. Marta. Você guarda todos os documentos de seus clientes aqui? Coisas como horário, etc? – Matheus pergunta curioso.
                ‘’Sim, mas não irei deixar que veja. Tudo bem assim? ‘’ – Marta pergunta com voz autoritária.
                ‘’Claro. Quando eu cheguei percebi que a Maria não estava mais na sala da frente. O que aconteceu com ela?’’ – Matheus pergunta intrigado.
                ‘’Ah... Ela viajou para a Argentina e vai morar lá agora. Vamos voltar a você. Parece-me que quer mudar de assunto... Porque agora?’’ – Marta pergunta curiosa. Ate pouco tempo ele estava animado e falando tudo tão calmamente. Qual seria o motivo desses rodeios?
                ‘’Você deveria investir em câmeras. Com a violência de hoje em dia...’’ – Matheus afirma ainda tentando manter seus rodeios.
                ‘’ Convenhamos Matheus. Quem iria querer rouba uma psicóloga? ‘’ – Marta pergunta com ironia. – ‘’Voltando a você. Você esta disposta a mim falar sobre o que é que tanto te perturba?’’ – Marta pergunta confiante e já esperando a resposta: ‘’Me masturbo!’’.
                Matheus Levanta-se da poltrona e pula em cima de Marta, abafando os gritos de Marta com a mão direita. – ‘’Quer mesmo saber?’’ – Matheus pergunta com uma expressão indiferente. Ele tira um facão de sua cintura e corta lentamente a garganta de Marta, enquanto observa com prazer, as lagrimas que caem dos olhos da pobre mulher. Sangue espirra em sua camisa branca. – Droga... Ainda bem que trousse umas roupas reservas. ‘’- Matheus afirma olhando para a sua mochila que estava encostada ao lado da poltrona onda estava sentado antes.
                Matheus vai para a porta que dava a sala onde estava a nova secretaria de Marta. Matheus segura a maçaneta e se senti melancólico, já que ele queria que a Maria estivesse ali. Era meio broxante quando as coisas não iam exatamente como o seu planejado, mas ele não poderia sair dali e deixar uma testemunha. Limpou seu rosto e abriu vagarosamente a porta deixando apenas que seu rosto fosse visível.
                ‘’A Sr. Marta esta lhe chamando. ‘’- Matheus afirma calmamente.
                A jovem mulher acena com a cabeça e vai ate a porta. Matheus fecha a porta no momento em que ela passa e fica pasma com a imagem de Marta morta em sua poltrona, com uma expressão lamentável, onde o sangue misturava-se com as lagrimas que já estavam secando. Matheus bate na porta com o cabo do facão. A secretaria olha para trás e vê Matheus com a roupa ensanguentada e um sorriso horrendo que demonstrava o quão insanamente feliz ele estava nesse momento. Ele rapidamente corta a garganta da garota antes que ela pudesse gritar, mas antes dela cair no chão ele a segura com o braço direito, como se estivessem dançando. Ele a leva lentamente para o chão enquanto ela observa em seus últimos segundos de vida a face sorridente de seu assassino.
                Matheus pega todos os registros que possuíam alguma informação sobre ele, Trocou de roupa, retirou um saco plástico e colocou suas roupas manchadas de sangue, recolocou o saco com as roupas sujas dentro da mochila e os documentos. Após isso olhou para a cena e pegou o caderno de Marta, mas não olhou o que tinha escrito nele. Foi à sala de recepção vazia e apagou qualquer informação dele. Após isso saiu do local e foi para a rua. Teve certeza de não ter sido visto por ninguém e depois olhou o caderno que estava um pouco de sangue nas bordas.

                ‘’Paranoico?’’ – Perguntou Matheus em voz alta enquanto andava pela rua. – Sempre é a mesma coisa... O que eles acham que eu faço? Que bato Ponheta e tenho uma rigorosa família católica?’’

Escrito por: Luan Almeida./ Quase Sábio Anônimo.

Um comentário:

  1. LoL. Ur so genius,Matheus.
    ah,você gostou da minha ideia então? :D que dia feliz em anos ^.^

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