quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Creepy em Serie #1

A filho da mãe... Termina de postar uma historia e depois pensa em outra, ser inquieto!!! Não duvido nada algumas pessoas pensarem em algo assim... Vou postar essa porque ela é mais ou menos especial... Porque? Porque foi a minha primeira tentativa de criar uma creepy pasta... Vou continuar as outras claro, mas vou prolongar um pouco mais, pois achei que eles sairão muito do tema do blog... E essa não é uma estoria de ação e sim de acontecimentos sinistros que acontecem na vida de um garoto, que por acaso tem o meu nome... (Mas a estoria é fictícia, ou não... Quem sabe??)... Então boa leitura e espero que gostem... Comentem se puderem... ~Luan





Ola! Meu nome é Luan Carlos Almeida do Nascimento, estou aqui escrevendo isso agora apenas por querer relatar alguns dos fatos estranhos que me cercam. Pois é! Fatos paranormais, alguns completamente sinistros e sem o menor nexo um com o outro. É como se estivesse vivendo em um mundo onde todas as assombrações me quisessem, mas como eu queria que as mulheres também me quisessem o tanto que essas coisas sinistras me querem. Agora mesmo, elas estão me observando escondidas, atrás da porta, em cima do guarda-roupa, ou ate mesmo em cima de mim... Apenas olhando o que estou fazendo e aguardando o momento certo de fazer suas aparições...

Você pode ter certeza que não estou tendo alucinações, ou muito menos estou louco, mas você possui a liberdade de achar o que quiser... Tudo começou quando eu tinha apenas oito anos... Eu estava na casa do meu tio e vi uma pessoa sentada na beira da piscina sozinha, ela parecia triste e estava usando um grande agasalho velho e sujo. Bem, nunca gostei de ver pessoas tristes ou sozinhas, muito menos iria ignorar uma pessoa triste e sozinha. Então fui falar com ela, ao chegar perto, percebi que era uma linda garota de cabelos escuros e olhos claros que, aparentava ter em torno de 15 a 16 anos, a minha idade atualmente e, por baixo do velho agasalho vestia uma roupa de princesa, mas estava completamente encharcada. Sentei-me ao lado da garota perguntando:
- Qual é o seu nome?
- Meu nome é Selena e o seu? – Respondeu com um olhar triste para o fundo da piscina.
- O meu é Luan Carlos, mas pode me chamar apenas de Luan. – Respondi calmamente.
- Esta bem! – Selena afirma sem demonstrar nenhum ânimo.
- Ei! Por que você esta tão triste? – Perguntei curioso, achando que poderia ajudá-la.
- É por que eu estou sempre sozinha! – Respondeu mantendo seu olhar para a piscina.
- É mesmo! – Respondeu entrando na piscina com um pequeno sorriso.

Estranhei o fato de ela entrar na piscina e a água nem ao menos si mover. Abri minha boca para perguntar como ela fazia aquilo e então ela segurou meu braço direito, me puxando, assim, para dentro da piscina. Os primeiros segundos foram de desespero e aflição... ‘’Estou sem ar!’’, ‘’Não consigo respirar!’’, esses foram meus pensamentos naquele momento, mas logo após esses longos segundos de desespero, eu parei para olhar a garota, tão linda... ‘’Porque ela esta fazendo isso comigo?’’, me perguntei naquele momento. 


Repentinamente me senti em meio a uma grande solidão, cheguei ao momento que preferiria continuar em desespero sem ar, ao ter que continuar naquele lugar horrível, eu mal podia imaginar poder sentir esse tipo de sentimento, tão forte, tão triste e tão angustiante... Nenhum ser humano seria capaz de agüentar esse tipo de coisa... Aquela garota sentia tudo isso? Não sei responder agora... Mas em vez de me sentir sendo afogado, me sentia sendo destroçado... Não a sentimento pior do que aquele, e disso posso lhe dar certeza... Finalmente depois de algum tempo que não sei ao certo quanto, meu pai me puxou para fora daquela ‘’piscina de solidão’’. Ao ser examinado por meu tio que era um medico, logo foi descoberto que meu braço direito havia sido quebrado e uma marca semelhante a uma mão estava por cima do local onde eu teria quebrado o osso. Logo deduziram que teria sido uma pancada... Ainda tenho a marca ate hoje. É claro que eu perguntei sobre a garota, mas ninguém a teria visto e meus pais me mandaram parar de falar tanta besteira.


 Depois disso aconteceram varias outros acontecimentos estranhos. Sempre contava para meus pais tudo que acontecia, mas como geralmente acontecem, eles levaram como uma simples ‘’imaginação fértil’’. Então com o passar do tempo percebi que era inútil falar as coisas que via e aconteciam comigo, e passei a guardar tudo para mim e agora vou começar a dividir com você...

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